Descobrindo algo sobre minha irmã!

Eu e minha irmã sempre fomos grudados pra caralho. Ela tem 28 anos e eu 23, a gente mora na mesma cidade, cada um no seu apartamento mas trabalhando perto um do outro. A gente sabe da vida sentimental do outro, eu tô namorando uma menina legal e ela tá solteira faz um tempo. O problema é que ela vive repetindo que é virgem, como se eu fosse idiota pra acreditar nisso. Uma mulher da idade dela ainda virgem? Nem fudendo. Mas a gente mantinha a paz, dormia junto de vez em quando, nada sexual, só aquela intimidade de irmãos que dividem a cama desde pequeno.
Naquela semana passada a gente decidiu que ia dormir na minha casa. Chegamos tarde do trabalho, pedimos pizza, assistimos um filme besta no sofá e quando deu umas duas da manhã apagamos tudo e deitamos na cama grande do meu quarto. Ela tava com um shortinho justo que marcava a bunda redonda e uma camiseta fina sem sutiã, os mamilos aparecendo de leve no tecido. Eu de cueca e regata, como sempre. A gente conversou besteira, riu de memória antiga e dormiu lado a lado. O corpo dela encostado no meu era quente, macio, mas eu jurava que era só afeto de irmão.
No meio da noite acordei com a bexiga cheia. O quarto tava escuro pra porra, nem dava pra ver o chão. Tateei na mesa de cabeceira procurando meu celular pra acender o flash e ir pro banheiro sem quebrar a cara. Peguei o dela por engano, o mesmo modelo, mesma capa. Fui pro banheiro, fechei a porta, acendi a luz e sentei na privada. Enquanto mijava, a curiosidade bateu forte. Eu sabia a senha dela, ela achava que não, mas eu tinha visto uma vez e guardado na cabeça. Desbloqueei rápido, o coração já martelando. Fui direto nos álbuns de foto. Tinha um escondido, com cadeado. Abri.
A primeira foto já me deixou de pau duro na hora. Era ela, nua, de quatro na cama de algum quarto que eu não conhecia. A buceta dela toda depilada, rosada, inchada e brilhando de tesão, os lábios abertos mostrando o grelinho gordo e vermelho. Atrás dela um cara segurando a pica grossa, veiosa, enfiando devagar na entrada molhada. O vídeo seguinte começou a rodar automático. Ela rebolava pra trás gemendo alto.
- Aaaahhh porra, mete essa pica grossa toda na minha buceta, vai! – a voz dela tava rouca de tesão no vídeo.
O cara metia fundo, as bolas batendo no grelinho dela, o cu piscando de prazer. Ela jogava a bunda pra trás, os peitos balançando, mamilos duros.
- Isso, caralho, rasga minha bucetinha apertada! Eu sou uma vadia louca por pica!
Outro vídeo, ela sozinha no quarto dela, pernas abertas bem na frente da câmera. O vibrador roxo grande ligado no máximo, encostado direto no grelinho inchado. A buceta dela escorria suco pelas coxas, os lábios tremendo. Ela rebolava o quadril, os olhos revirados.
- Uuuuhhh meu Deus, que delícia isso no meu grelinho! Vou gozar de novo, porra... aaaaiii, tá vibrando gostoso pra caralho!
Ela gozava no vídeo, jorrando um pouco, a buceta pulsando enquanto apertava os peitos com a mão livre. Tinha mais uns dez vídeos assim, ela chupando pica até engasgar, babando, pedindo pra gozarem na cara dela, e cenas de cu também, o cuzinho dela sendo arrombado devagar até virar um buraco guloso.
Eu fiquei ali no banheiro uns bons minutos, pau latejando dentro da cueca, batendo uma punheta rápida só de ver. Ela não era virgem porra nenhuma. Era uma puta safada que adorava levar rola, vibrador no grelinho e porra quente enchendo os buracos. Guardei o celular, apaguei o histórico de visualização e voltei pro quarto devagar. Coloquei o aparelho exatamente onde tava e me deitei de novo. Ela respirava fundo, parece que dormindo, mas eu senti que tava acordada. O ar entre a gente mudou.
No dia seguinte ela acordou, tomou café rápido, deu um beijo na bochecha e foi embora. Depois disso, zero mensagem. Eu mandava oi, perguntava se tava tudo bem, nada. Ela simplesmente parou de responder. Eu sabia que ela tinha percebido. O celular dela tinha notificação de acesso estranho ou talvez ela viu que o álbum oculto tava aberto. O silêncio dela me deixou louco de tesão e culpa ao mesmo tempo. Toda noite eu batia punheta pensando nos vídeos, imaginando aquela buceta apertada engolindo minha pica.
Dois dias depois eu não aguentei. Peguei o carro e fui direto pro apartamento dela. Toquei a campainha e esperei. Ela abriu a porta de robe curto de seda, cabelo solto bagunçado, cara de quem não dormiu direito. Os olhos dela encontraram os meus e eu vi o misto de raiva e tesão.
- O que você quer aqui? – ela perguntou baixa, voz rouca.
Eu entrei sem pedir licença, fechei a porta atrás de mim e tranquei.
- Irmã, a gente precisa conversar. Eu sei que você percebeu que eu mexi no seu celular aquela noite no banheiro.
Ela encostou na parede da sala, cruzou os braços e o robe abriu um pouco mostrando a coxa grossa.
- Você viu tudo, né? Meus vídeos fodendo, eu me masturbando com o vibrador no grelinho, tudo. Você viu como eu gosto de levar pica até o fundo da buceta e do cu.
Eu engoli seco, o pau já começando a inchar dentro da calça.
- Vi sim. Você mentiu o tempo todo dizendo que era virgem. Por que, porra?
Ela riu baixo, um riso safado, e deixou o robe cair no chão. Estava completamente nua. Peitos médios firmes, mamilos marrons duros como pedra, barriga lisinha, buceta depilada brilhando de umidade, os lábios inchados e o grelinho aparecendo no topo. As coxas grossas tremiam de leve.
- Porque ninguém precisa saber que eu sou uma vadia louca por rola. Mas agora que você sabe... o que você vai fazer, maninho? Vai contar pra todo mundo ou vai enfiar essa pica que eu sinto que já tá dura na buceta da sua irmã?
O tesão tomou conta. Eu tirei a camisa rápido, a calça, a cueca. Meu pau pulou pra fora, grosso, veioso, cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
- Eu quero foder você. Quero comer essa buceta que eu vi nos vídeos, quero sentir o grelinho pulsando na minha língua.
Ela se aproximou, segurou meu pau com a mão quente e apertou.
- Então vem, maninho. Chupa minha buceta primeiro, lambe esse grelinho inchado que tá pedindo sua boca.
Eu a peguei no colo, levei pro quarto e joguei na cama. Abri as pernas dela bem abertas. A buceta tava encharcada, suco escorrendo pro cu. O cheiro dela era doce e safado. Baixei a cabeça e dei uma lambida longa do cu até o grelinho.
- Aaaahhh caralho! – ela gemeu desesperada, corpo arqueando. – Lambe o grelinho da sua irmã, porra! Chupa essa buceta molhada que eu mostrei pros caras nos vídeos!
Eu chupei com fome, língua girando no grelinho gordo, sugando os lábios inchados, enfiando dois dedos fundo na buceta quente e apertada. O barulho era molhado, chup-chup, enquanto ela rebolava na minha cara.
- Uuuuhhh meu Deus do céu, que língua gostosa! Enfia os dedos mais fundo, maninho! Toca meu ponto G enquanto chupa meu grelinho!
Eu metia os dedos rápido, curva pra cima, língua vibrando no clitóris. Ela apertava meus cabelos, coxas tremendo.
- Vou gozar, porra! Aaaaiii, tá vindo forte! Não para, lambe tudo!
Ela gozou gritando, buceta apertando meus dedos, jorro quente escorrendo na minha boca. O gosto era doce e salgado, eu engoli tudo.
Levantei, posicionei a cabeça da pica na entrada dela.
- Quer minha pica agora?
- Sim, enfia logo essa rola grossa na buceta da sua irmã virgem de mentira! – ela pediu ofegante, olhos vidrados.
Eu meti tudo de uma vez, até as bolas. A buceta dela era quente, molhada, apertava como se quisesse sugar minha pica.
- Uuuuhhh porra, que buceta apertada e gulosa! – eu gemi, começando a meter forte.
Ela cravou as unhas nas minhas costas.
- Mete, maninho! Fode essa buceta que eu uso pra gozar com vibrador! Mais forte, caralho! Rasga minha bucetinha!
O quarto encheu de barulho de pele batendo, cama rangendo, gemidos desesperados. Eu metia sem parar, fundo, rápido, as bolas batendo no cu dela.
- Toma essa pica, sua safada! Sua buceta é minha agora, entendeu? Eu vi você levando rola nos vídeos, agora é minha vez de encher você de porra!
- Aaaahhh sim! Eu sou sua puta de irmão! Mete mais, por favor! Meu grelinho tá roçando na sua virilha, tá me deixando louca!
Eu mudei de posição, coloquei ela de quatro, bunda empinada. O cu piscava, a buceta escorrendo. Lambi o cu dela primeiro, língua enfiando no furinho.
- Aaaaiii que delícia, lambe meu cu também! – ela gritou.
Depois posicionei a pica e meti na buceta de novo, segurando os cabelos dela como rédea.
- Rebola nessa pica, vadia! Mostra como você rebola pros caras nos vídeos!
Ela rebolava forte, bunda batendo na minha barriga, gemendo sem parar.
- Uuuuhhh caralho, tá batendo no fundo! Vou gozar de novo! Aaaahhh, porra, tá vindo!
Ela gozou pela segunda vez, buceta esguichando, apertando minha pica tão forte que quase me fez gozar junto. Eu segurei, tirei e virei ela de lado, uma perna levantada.
- Agora devagar, quero sentir cada centímetro – eu disse.
Meti devagar, girando a pica dentro dela, esfregando o grelinho com o polegar.
- Isso, maninho... esfrega meu grelinho enquanto fode minha buceta... aaaahhh que tesão!
Ela pegou o vibrador na gaveta do criado-mudo, ligou no máximo e encostou no grelinho enquanto eu metia.
- Olha só, igual nos meus vídeos, mas agora é sua pica me enchendo – ela gemeu.
O zumbido do vibrador misturado com o barulho molhado da foda era insano. Eu metia mais forte, sentindo o vibrador vibrar na minha pica através da parede fina.
- Porra, tá bom demais! Vou gozar dentro, irmã!
- Goza, maninho! Enche minha buceta de porra quente! Aaaaiii, eu também tô gozando de novo!
Nós gozamos juntos, eu jorrando fundo, enchendo ela até escorrer pelas coxas. O corpo dela tremia inteiro, gemidos roucos saindo da garganta.
Mas o tesão ainda tava brabo. Eu ainda tava duro pra caralho dentro dela. Tirei devagar, a porra escorrendo da buceta inchada, e virei ela de novo de quatro. Passei a cabeça da pica molhada de porra e buceta no cuzinho apertado dela, esfregando devagar.
- Agora o cu, irmã. Quero arrombar esse cuzinho que eu vi nos seus vídeos.
Ela olhou pra trás, olhos vidrados de medo e tesão misturados.
- Vai devagar no começo, maninho... meu cu é apertado pra porra, vai doer, mas eu quero sentir você todo dentro.
Eu cuspi na mão, passei saliva na cabeça da pica e empurrei devagar. O anel do cu dela resistiu, apertando forte, quase não deixando entrar. Ela mordeu o travesseiro.
- Aaaaiii caralho, tá doendo! Tá queimando, porra! Mas não para... enfia mais, vai!
Eu forcei um pouco mais, a cabeça da pica entrando com um pop, esticando o cu dela pra caralho. Ela gritou, corpo tremendo.
- Uuuuhhh meu Deus, tá rasgando meu cu! Tá doendo gostoso, maninho... mete mais fundo!
Centímetro por centímetro eu fui enfiando, sentindo o cu dela apertar como um punho quente e seco no começo, depois ficando mais molhado com a porra que escorria da buceta. Quando eu tava meio pau dentro ela já tava suando, gemendo desesperada.
- Aaaahhh porra, tá todo grosso dentro do meu cu... tá doendo mas tá bom, caralho... enfia tudo!
Eu meti o resto de uma vez, bolas encostando na buceta dela. O cu dela pulsava louco ao redor da minha pica, apertando tanto que parecia que ia espremer tudo.
- Porra, que cu apertado! – eu gemi, começando a meter devagar.
Ela pegou o vibrador de novo, ligou no máximo e enfiou tudo de uma vez na buceta encharcada, até o fim. O zumbido forte ecoou dentro dela.
- Aaaaiii que delícia! Tá tudo cheio, maninho! Pica no cu e vibrador na buceta... vou gozar pra caralho!
Eu comecei a meter mais forte no cu dela, o barulho molhado e sujo de porra e saliva misturada. O cu dela ia abrindo, ficando mais guloso, mas ainda doía pra ela, dava pra ver pelo jeito que o corpo dela tremia.
- Uuuuhhh tá doendo mas tá me fazendo gozar! Mete mais fundo no meu cu, porra! Enfia essa pica toda enquanto eu fodo minha buceta com o vibrador!
Ela metia o vibrador pra dentro e pra fora rápido, o grelinho inchado pulsando, suco jorrando da buceta escorrendo pro cu e lubrificando minha pica ainda mais.
- Aaaahhh caralho, tô gozando! Tô gozando com sua pica toda atolada no meu cu! Não para, maninho! Rasga meu cu!
O corpo dela convulsionou, o cu apertando minha pica como se quisesse arrancar, ela gritando rouca enquanto gozava forte, o vibrador enfiado até o talo na buceta pulsando junto.
- Vou gozar de novo, porra! Aaaaiii, tá vindo mais! Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar, maninho! Vou cagar tudo na sua pica!
Eu não aguentei o aviso dela, o cu apertando tanto, o vibrador vibrando do outro lado, meti mais rápido, fundo, as bolas batendo.
- Toma no cu, vadia! Vou encher esse cu de porra!
- Aaaahhh sim, goza dentro! Enche meu cu de porra quente! Eu tô gozando de novo, caralho! Uuuuhhh meu Deus, tô me acabando!
Ela gozou uma terceira vez, gritando desesperada, corpo inteiro tremendo, o cu e a buceta pulsando juntos enquanto o vibrador ficava enterrado. Eu jorrei fundo no cu dela, porra quente enchendo o intestino, jato atrás de jato.
Quando eu parei de gozar, tirei a pica devagar. O cu dela tava aberto, vermelho, piscando. Ela rebolou a bunda pra trás, gemendo ainda.
- Olha o que você fez... tá saindo...
E saiu mesmo. Enquanto ela rebolava devagar, o cu aberto soltou um pouco de merda mole misturada com minha porra branca grossa, escorrendo pela bunda dela, sujando as coxas, pingando na cama. O cheiro era forte, safado, sujo pra caralho. Ela gemeu baixinho, ainda tremendo de prazer.
- Aaaahhh porra, eu caguei mesmo... olha como tá saindo sua porra misturada com minha merda... mas foi tão bom, maninho...
Eu olhei aquilo tudo, pau ainda meio duro, e passei a mão na bunda dela, espalhando um pouco daquela mistura.
- Sua puta safada... cagou no meu pau e ainda tá rebolando.
Depois disso a gente não parou. Eu limpei ela no banheiro, voltamos pra cama e fodemos mais, buceta, cu de novo, vibrador no grelinho, tudo misturado com o cheiro daquela cena suja que ficou no ar. Horas de gemidos, sacanagem, porra escorrendo, buceta inchada e cu arrombado.
No final, deitados lado a lado, suados, melados, ela passou a mão no meu peito.
- Agora que você sabe meu segredo, a gente pode foder sempre que quiser, né? – ela sussurrou.
- Sempre, irmã. Essa buceta, esse cu e esse grelinho são meus agora. E da próxima vez eu quero ver você cagando mais enquanto eu gozo dentro.
E assim começou nossa loucura secreta, cheia de noites de pica, buceta, cu arrombado, vibrador na buceta, gemidos desesperados, porra misturada com merda e tesão que nunca mais parou.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Descobrindo algo sobre minha irmã!

Codigo do conto:
259484

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/04/2026

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