Era uma noite daquelas de família que começa inocente e vira um caos total, sabe? Por volta das 22h, o quintal da casa da tia tava lotado de gente bebendo, rindo alto, música batendo forte no fundo e um monte de primos correndo pra todo lado como se o sofá fosse um trampolim. Eu tava sentado numa cadeira de plástico meio isolada, tomando minha Pepsi gelada, só observando o movimento sem querer me meter na bagunça. Minha irmã, aquela morena gostosa de 24 anos com corpo de quem malha mas ainda tem curvas de tirar o fôlego, tava ali a uns metros, olhando pra mim com aquele sorrisinho de quem não tem onde sentar. Ela me deu um sinal com a cabeça, eu sorri de volta normal, sem segundas intenções. Ela se aproximou devagar, o vestido preto de uma peça colado no corpo como uma segunda pele, marcando os seios firmes e a bunda redonda que balançava a cada passo. Por baixo, as leggings pretas finas deixavam as coxas grossas ainda mais convidativas. Sentou primeiro numa perna minha, leve, como se fosse só pra descansar. Eu me ajeitei no lugar, ainda dando uns goles na Pepsi, olhos nos primos pulando e gritando. Mas depois de uns quarenta segundos, ela se mexeu pra trás, quase encostando a bundinha na minha virilha. Meu corpo reagiu antes da cabeça – um calor subiu pela espinha e eu pensei em me mover, mas aí ela sentou de vez nas duas pernas, de costas pra mim, o peso dela pressionando bem no meio das minhas coxas. Foi aí que a porra toda mudou. Comecei a imaginar coisas que eu não devia, irmão e irmã, mas caralho, a buceta dela tava ali, quente por baixo do tecido, roçando de leve na minha pica que já tava acordando dentro da calça jeans. Ela tava super fofa com aquele vestido curto, o cabelo solto caindo nas costas, cheirando a perfume doce misturado com suor da dança. Enquanto o caos rolava – primos correndo, música alta, adultos rindo no quintal – ela se moveu um pouco mais pra trás, esfregando a bunda devagar, como se não fosse de propósito. Eu ainda com o sorriso congelado no rosto, tomando gole atrás de gole pra disfarçar o pau que inchava rápido, ficando duro como pedra contra a coxa dela. Coloquei a mão na coxa dela primeiro com a palma meio aberta, só pra ela não cair com toda aquela correria. Mas o toque na pele quente, macia, por baixo da legging fina... porra, aquilo me deixou louco. Deslizei a mão toda, palma aberta, apertando de leve a carne firme, sentindo o calor subir pro meio das pernas dela. Ficamos assim uns bons minutos, o corpo dela colado no meu, a respiração dela ritmada enquanto fingia que tava só assistindo a bagunça. Minha pica latejava agora, pressionada contra a fenda da bunda dela, o tecido da calça e da legging sendo a única barreira entre a cabeça inchada e aquela bucetinha que eu sabia que tava molhando. De repente ela virou o rosto pra trás, os lábios carnudos perto da minha orelha, a respiração quente batendo na minha pele. Eu não ouvi direito por causa da música, mas senti o ar dela, o cheiro de Pepsi e algo mais, algo safado. - Ei... tá confortável aí? – ela sussurrou, a voz baixa e rouca, quase um gemido disfarçado. Eu engoli seco, a mão ainda na coxa dela apertando mais forte sem querer. - Tô... mas tu tá me matando aqui, mana – respondi baixinho, o pau pulsando contra ela. Ela riu de leve, um risinho safado, e se mexeu de novo, dessa vez de propósito, rebolando a bunda devagar em cima da minha pica dura. O atrito era delicioso, a legging escorregadia roçando na cabeça sensível do meu pau que babava pré-gozo dentro da cueca. - Shhh... ninguém tá vendo. Continua segurando minha coxa... aperta mais – ela disse, a voz tremendo de tesão. Meu coração batia forte. Eu subi a mão pela coxa dela, chegando perto da virilha, sentindo o calor da buceta dela irradiando. Os primos passavam correndo, alheios, os adultos no quintal gritando brindes. Ela abriu um pouco as pernas no meu colo, facilitando, e eu desci os dedos por dentro da legging, por baixo do vestido, até tocar o tecido da calcinha já encharcada. - Caralho, mana... tu tá molhada pra caralho – murmurei no ouvido dela, o dedo médio deslizando pela fenda da buceta por cima da calcinha, sentindo o grelinho inchado pulsando. Ela mordeu o lábio, um gemidinho baixo escapando. - Aaaah... irmão... para de brincar e enfia esse dedo na minha bucetinha... eu tô louca pra sentir tua mão me tocando desde que sentei aqui. Eu não pensei duas vezes. Puxei a calcinha pro lado e enfiei o dedo médio devagar na buceta quente e apertada dela. Era molhada, escorregadia, os sucos dela escorrendo pela minha mão enquanto eu dedava devagar, o polegar roçando o grelinho inchado em círculos. Ela rebolava no meu colo, a bunda esfregando na pica que tava prestes a explodir. - Hummm... assim... mais fundo, porra... deda gostoso a buceta da tua irmã, seu safado – ela gemeu baixinho, a voz desesperada, o corpo tremendo. Eu aumentei o ritmo, dois dedos agora entrando e saindo, o som molhado abafado pela música. Ela virava o rosto mais, os lábios quase tocando os meus, a respiração ofegante. - Tu quer foder tua irmã aqui no meio da festa? – ela provocou, os olhos vidrados de tesão. - Quero enfiar essa pica grossa na tua buceta apertada até tu gritar meu nome – respondi, o pau latejando forte. De repente ela se levantou rápido, pegou minha mão e me puxou pro corredor escuro da casa, longe da bagunça. Entramos no quarto de hóspedes, porta trancada, luz baixa do abajur. Ela me empurrou na cama e tirou o vestido num segundo, as leggings e a calcinha descendo junto, revelando a buceta depilada, inchada, brilhando de tesão, o grelinho protuberante pedindo atenção. - Olha pra essa buceta da tua irmã... tá pingando pra ti, irmão – ela disse, abrindo as pernas de pé na minha frente, os dedos dela abrindo os lábios carnudos pra eu ver tudo. Eu tirei a calça rápido, a pica pulando pra fora, grossa, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela se ajoelhou na cama, pegou meu pau na mão e lambeu da base até a cabeça, chupando devagar. - Mmm... que pica gostosa... grossa e cheirosa... vou mamar essa rola até tu gozar na minha boca – gemeu ela, engolindo metade da pica, a garganta apertando enquanto chupava com fome. Eu segurei o cabelo dela, fodendo a boca devagar, o som de gluck gluck enchendo o quarto. - Porra, mana... chupa mais fundo... engole essa pica toda. Ela babava, olhos lacrimejando, mamando com vontade, a língua girando no grelinho da minha pica. Depois subiu, montou em mim, a buceta quente roçando na cabeça do pau. - Enfia agora... me fode com essa pica grossa – ela pediu, descendo devagar, a buceta engolindo centímetro por centímetro até eu estar todo enterrado nela. - Aaaahhh porraaa... tá tão fundo... arromba forte essa bucetinha, irmão! – ela gritou baixo, rebolando desesperada, os peitos balançando enquanto subia e descia. Eu segurei a bunda dela, metendo pra cima com força, o pau batendo no fundo da buceta molhada, os sucos escorrendo pelas minhas bolas. Os gemidos dela ficavam mais altos, desesperados. - Haaaa... assim... fode mais forte... quebra a bucetinha da tua irmã... aaaahhh eu tô gozando tanto! Ela tremia toda, a buceta apertando meu pau como um punho, gozando forte, os fluidos jorrando enquanto eu continuava metendo sem parar. Virei ela de quatro, a bunda empinada pra mim, o cu piscando e a buceta aberta pingando. - Olha esse cu e essa buceta... os dois tão te esperando – ela disse, olhando pra trás com cara de safada. Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e enfiei na buceta primeiro, metendo fundo e rápido, o som de tapa tapa ecoando. Depois tirei e pressionei no cu apertado. - Quer no cu também, mana? – perguntei, esfregando a cabeça no anelzinho. - Quero... enfia no meu cuzinho guloso pra ti... me arromba nos dois buracos – ela gemeu, empinando mais. Eu entrei devagar no cu dela, centímetro por centímetro, o aperto insano fazendo ela gemer alto. - Aaaaiii porraaa... tá rasgando meu cu... mas continua... fode esse cu gostoso! – ela gritava, a mão dela descendo pra esfregar o grelinho enquanto eu metia cada vez mais fundo no cu. O quarto tava um cheiro de sexo puro, suor, buceta molhada. Eu metia alternando, buceta, cu, buceta, cu, os gemidos dela virando um mantra desesperado. - Irmão... me enche de porra... goza dentro da minha buceta ou do cu... eu quero sentir tua porra quente escorrendo – ela implorava, o corpo todo suado, tremendo de outro orgasmo. Eu não aguentei mais. Meti fundo na buceta dela, as bolas batendo no grelinho, e gozei forte, jatos grossos enchendo a bucetinha apertada até transbordar. - Aaaahhh caralhooo... tá enchendo tudo... sinto tua porra quente... me enche mais! – ela gemia, gozando junto, o corpo convulsionando. Caímos na cama, ofegantes, meu pau ainda dentro dela, gozo escorrendo pela coxa. Ela virou o rosto, me beijou com fome, língua dançando. - Isso foi só o começo da noite, irmão... a festa ainda tá rolando lá fora, mas aqui dentro eu quero mais dessa pica... quero que tu me foda até amanhecer – ela sussurrou, a mão já pegando meu pau semi-duro e masturbando devagar. A gente ficou ali, suados, sujos de porra e tesão, sabendo que era errado pra caralho mas que ninguém nunca ia parar. Ela montou de novo, dessa vez devagar, rebolando gostoso, a buceta engolindo meu pau que endurecia outra vez. - Olha como tua irmã tá viciada nessa pica... me fode devagar agora... faz amor com essa buceta molhada – ela gemeu, os seios pressionados no meu peito. Eu segurei a cintura dela, metendo ritmado, sentindo cada contração da buceta. Os gemidos baixos voltaram, misturados com beijos molhados. - Hummm... assim... bem fundo... toca meu grelinho enquanto mete... aaaah sim, ahh que delícia! Meus dedos foram pro clitóris dela, circulando enquanto o pau entrava e saía, o som molhado de novo enchendo o quarto. A gente transou mais uma hora ali, mudando de posição – ela de lado, eu por trás metendo no cu de novo, depois ela cavalgando virada pra mim pra eu chupar os mamilos duros. Cada orgasmo dela era mais intenso, os gritos abafados no travesseiro, o corpo tremendo como se fosse explodir. - Porra... tu me faz gozar tanto... ninguém nunca me fodeu assim... essa pica é minha agora, irmão – ela dizia entre gemidos, as unhas cravando nas minhas costas. Quando finalmente paramos, exaustos, o quarto cheirava a sexo puro. Ela se aninhou no meu peito, a mão acariciando meu pau mole, sujo de porra e sucos dela. - Amanhã a gente repete... na festa da família inteira, se precisar sentar no teu colo de novo – ela riu baixinho, dando um beijinho na cabeça da pica. Eu sorri, o coração ainda acelerado, sabendo que aquela noite tinha mudado tudo. A buceta da minha irmã, o cu dela, o gosto dela... tudo meu agora. E a festa lá fora continuava, alheia ao pecado que rolava ali dentro, quente, molhado e deliciosamente proibido.
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