O sol da manhã já entrava fraco pela janela do quarto quando eu senti algo quente e molhado envolvendo minha pica. Abri os olhos devagar, ainda grogue do sono, e a primeira coisa que vi foi a cabeça da Kim subindo e descendo entre minhas pernas, os cabelos dela bagunçados caindo no meu colo, a boca gulosa chupando minha rola com fome desde a base até a cabeça inchada. Porra, que delícia, eu pensei, o corpo todo arrepiando. Minha namorada tava bem do meu lado, pelada também, o corpo quente encostado no meu, a mão dela deslizando devagar pelo meu peito, apertando de leve o mamilo enquanto observava a cena com um sorrisinho safado nos lábios. - Caralho... Kim... o que você tá fazendo, sua vadia... – eu consegui gemer baixinho, a voz rouca de sono e tesão misturados. Não dava pra acreditar. A gente tinha jantado juntos na noite anterior, uns drinks rolando soltos, filme atrás de filme no sofá, risadas, toques discretos que foram esquentando o clima. Depois decidimos dormir lá mesmo. Eu e minha namorada fomos pro quarto dela, transamos gostoso duas vezes antes de cair no sono – eu metendo fundo na bucetinha apertada dela, gozando dentro enquanto ela gemia meu nome. Kim ficou no quarto de hóspedes, ou pelo menos era o que eu achava. Agora ela tava ali, mamando minha pica como se fosse o café da manhã dela, a língua girando no grelinho, sugando o prepúcio com barulhinhos molhados que enchiam o quarto. Minha namorada riu baixinho e apertou meu peito com mais força. - Relaxa, amor... deixa ela te chupar direitinho. Eu acordei antes e pedi pra ela vir te acordar assim... tá gostoso, né? – ela sussurrou no meu ouvido, a voz manhosa, o hálito quente no meu pescoço. Eu não consegui responder nada. A boca da Kim era um vácuo quente e molhado, ela descia até engolir tudo, a garganta apertando a cabeça da minha pica, depois subia devagar lambendo a veia grossa que pulsava. Meus quadris queriam subir, mas eu tava travado de surpresa e prazer. Os gemidos escapavam sozinhos. - Ahhh... porra... que boca gostosa da porra... chupa mais fundo, Kim... assim... caralho... Ela acelerou, a mãozinha apertando a base da minha pica, massageando as bolas cheias enquanto a boca trabalhava sem parar. Minha namorada mordia meu ombro de leve, a mão dela descendo até apertar minha coxa, incentivando. - Goza na boca dela, amor... enche a garganta dessa safada... eu quero ver – ela mandou, a voz já rouca de tesão também. Não deu pra segurar. O orgasmo veio forte, subindo pelas bolas, pela pica latejando. Eu segurei a cabeça da Kim com uma mão, empurrando de leve pra ela engolir tudo. - Porraaa... tô gozando... engole tudo, sua puta... ahhhhh! Jatos grossos de porra saíram direto na garganta dela. Kim não tirou a boca, engoliu cada gota com gemidinhos satisfeitos, os olhos arregalados olhando pra mim enquanto chupava até a última gota. Quando terminou, ela lambeu os lábios, sorrindo suja. - Delícia de porra quente... bom dia, hein – ela disse, limpando o cantinho da boca com o dedo. Antes que eu pudesse me mexer, as duas trocaram um olhar cúmplice. Minha namorada pulou da cama, pegou as gravatas que tava no guarda-roupa e as cordas finas de um robe. Kim segurou meus pulsos com força, rindo. - Agora você fica quietinho aí, safado – minha namorada falou, amarrando meus braços na cabeceira da cama, depois as pernas abertas, deixando minha pica já meio dura exposta pro ar. Elas apertaram bem, não pra machucar, mas o suficiente pra eu não conseguir me soltar. Fiquei lá, pelado, amarrado, o coração batendo forte de tesão e um pouco de confusão - Vocês vão me deixar assim? – eu perguntei, a voz ainda tremendo do gozo. - Só um minutinho... vamos tomar café na cozinha e já voltamos pra cuidar dessa pica dura de novo – Kim respondeu, dando um tapinha de leve na minha rola que já começava a endurecer de novo só de ver as duas peladas saindo do quarto, bundas balançando. Elas fecharam a porta. Eu fiquei ali, o quarto silencioso, só o barulho distante de pratos e risadas vindo da cozinha. Minha pica subiu sozinha, dura como pedra, latejando no ar, a cabeça brilhando de saliva da chupada anterior. O tesão era insano. Ficar amarrado, indefeso, sabendo que as duas tavam lá fora conversando sobre mim, talvez rindo da minha cara de cachorro no cio, me deixava louco. Os minutos passavam devagar. Cinco, dez, quinze. Eu imaginava elas sentadas na mesa, tomando café, uma passando a mão na buceta da outra por baixo da mesa, se preparando pra voltar e me foder. Minha pica babava pré-gozo, o corpo todo suado, os músculos puxando as cordas sem conseguir se soltar. Porra, eu tava ficando desesperado. Quase vinte minutos depois a porta abriu. As duas entraram rindo, ainda peladas, os corpos com cheiro de café e algo mais doce, talvez perfume ou o cheiro natural delas misturado. Kim veio primeiro, sentou na beira da cama, a mãozinha quente pegando minha pica dura e acariciando devagar, polegar roçando o grelinho sensível. - Olha só como ele tá louco... quer outro boquete, safado? – ela perguntou, os olhos brilhando. - Quero... porra, chupa de novo, Kim... eu tô doido – eu respondi, a voz rouca, puxando as amarras. Ela não perdeu tempo. Baixou a cabeça e engoliu minha pica até o fundo de uma vez, sem aviso. O calor da boca dela era ainda melhor agora, mais molhada, a língua trabalhando com mais vontade. Minha namorada sentou do outro lado, beijando meu peito, chupando meus mamilos enquanto observava. - Chupa ele gostoso, amiga... faz ele gemer bem alto – ela incentivou. Kim acelerou, cabeça subindo e descendo rápido, barulhos de gluck gluck enchendo o quarto, saliva escorrendo pelas bolas. Eu me contorcia nas cordas, o prazer subindo de novo. - Ahhh... caralho... que boca safada... mama essa pica toda... assim... porraaa... Dessa vez demorou mais, uns dez minutos de chupada intensa, ela parando de vez em quando pra lamber as bolas, chupar só a cabeça inchada, depois engolir de novo. Eu tava no limite, suando, gemendo sem parar. - Tô gozando de novo... engole tudo, Kim... porraaa... ahhhhh! Mais porra grossa encheu a boca dela. Ela engoliu tudo, lambendo até limpar, depois se afastou com um sorriso sujo. Minha namorada soltou as amarras devagar, os dedos massageando meus pulsos. As duas me abraçaram forte, corpos quentes colados no meu, beijos no pescoço, no peito. - Agora é sua vez de brincar com a gente, amor – minha namorada sussurrou. O tesão explodiu. Eu peguei as duas pela cintura, joguei na cama. Primeiro comi a buceta da minha namorada, metendo fundo, estocadas fortes enquanto Kim chupava os peitos dela. Ela gozou rápido, apertando minha pica com a buceta molhada. - Mais fundo, amor... me fode... ahhh... tô gozando na sua pica grossa! Depois eu virei pra Kim, mas antes de meter no cu como elas queriam, eu decidi seguir o que o tesão mandava. Deitei Kim de quatro, abri as pernas dela e meti na bucetinha apertada dela de uma vez, sem dó. A pica ainda sensível do gozo anterior deslizava fácil no mel dela. - Porra... que buceta quente... vou te encher de porra, sua vadia – eu rosnei, metendo forte, as bolas batendo no grelinho dela. Kim gemia alto, rebolando contra mim. - Mete... mete essa pica toda... me fode gostoso... ahhh... caralho... Eu acelerei, o quarto cheio de som de pele contra pele, o cheiro de sexo no ar. Minha namorada assistia, se tocando do lado. Quando o gozo veio, eu segurei os quadris dela e explodi dentro, jatos quentes enchendo a buceta dela até transbordar. - Tô enchendo você de porra... toma tudo... porraaa! Ela gozou junto, a buceta apertando, leite escorrendo misturado com minha porra. Eu tirei a pica devagar, vendo o creme branco escorrer da bucetinha inchada. Mas o tesão não parava. Eu virei pra ela de novo, agora mirando o cu. Passei a cabeça da pica, ainda suja de porra e mel da buceta, no furinho apertado do cu dela. Kim arregalou os olhos. - Vai meter no meu cu agora? Tá grossa pra caralho... vai doer... mas mete... eu quero sentir – ela pediu, a voz tremendo de tesão e medo. Eu empurrei devagar no começo. O cu dela era virgem de pica grossa, apertado pra porra. Ela gritou quando a cabeça entrou. - Aiii... caralho... tá doendo... mas não para... enfia mais... ahhh! Centímetro por centímetro, eu forcei, o cu dela queimando ao redor da minha pica, o anel apertando como um punho. Quando entrei todo, ela tava tremendo, suor escorrendo pelas costas. - Porra... que cu apertado... tá me espremendo... – eu gemi, começando a meter devagar, depois mais forte. A dor virou prazer rápido. Kim rebolava, gemendo desesperada. - Mete... fode meu cu... mais forte... ahhh... tô sentindo no estômago... caralho... que delícia... Minha namorada assistia, dedo na própria buceta. - Goza no cu dela, amor... faz ela se acabar... Eu meti mais fundo, o pau pulsando dentro daquele cu quente e apertado. Kim começou a gozar forte, o corpo convulsionando, o cu apertando minha pica como se quisesse espremer a porra toda. - Tô gozando... com esse pauzao no cu... ahhhhh... porraaa... não para! Ela gritava, o orgasmo vindo em ondas, o cu piscando ao redor da minha rola. Eu não aguentei. - Vou gozar dentro... toma no cu, sua puta... - Se você gozar dentro do meu cu... eu vou me cagar toda... não goza dentro... ahhh... mas goza... eu quero sentir... vou me cagar no seu pau... porraaa! Eu explodi. Jatos grossos de porra quente encheram o cu dela fundo. Kim gritou mais alto, o corpo tremendo inteiro. - Tô gozando de novo... com sua porra no meu cu... ahhhhh! Quando eu comecei a tirar a pica devagar, o cu dela ainda piscando, ela rebolou forte contra mim, empurrando pra trás. O pau saiu com um plop molhado e, junto com ele, veio um jato de porra misturado com merda mole, escorrendo pelas coxas dela, sujando minha pica, o lençol, tudo. Ela gemia envergonhada mas excitada, rebolando o cu aberto. - Olha o que você fez... eu me caguei toda no seu pau... porra... tá saindo misturado... ahh... que safadeza... Eu olhei hipnotizado, a pica suja de porra e merda dela, o cu dela piscando e soltando mais, o cheiro forte de sexo e merda enchendo o quarto. Foi a coisa mais suja e excitante que já vi. Minha namorada riu, excitada. - Agora faz o mesmo comigo, amor... quero sentir esse pau sujo no meu cu também. Eu repeti a dose com ela, metendo primeiro na buceta dela pra deixar bem molhada, gozando dentro de novo, depois passando pro cu. Mesma coisa: entrada dolorida, ela gritando de prazer e dor, gozando com o pau enterrado fundo, pedindo pra eu gozar dentro, e quando eu gozei e tirei, ela rebolou e se cagou no pau também, porra e merda misturadas escorrendo, o corpo dela tremendo de gozo e vergonha safada. Depois de tudo, eu tava destruído, suado, sujo. Tomei um banho demorado, lavando a pica e o corpo todo enquanto as duas riam na cozinha preparando café da manhã pra mim – ovos, pão, suco, tudo com um sorrisinho cúmplice quando eu saí do banheiro. Elas me serviram peladas, me beijando, falando baixinho como tinha sido a melhor manhã da vida delas. Eu comi, ainda sentindo o cu delas apertando na memória, o gosto da porra, o cheiro da sacanagem toda. Foi uma baita maneira de começar o dia, e eu sabia que isso ia virar rotina na nossa casa.
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