Eu tava na academia naquela tarde, suado pra porra depois de uma série pesada de supino, quando ouvi uns caras do vestiário rindo baixo e falando de uma gostosa que tava deixando o bairro inteiro de pau duro. Um deles, um moleque tatuado com cara de quem fode todo dia, tava se gabando: - Cara, essa vadia é insana, chupa como se fosse o último pau da vida dela. Eu nem liguei no começo, tava só trocando de roupa, mas aí ele disse o nome. Tiffany. Meu estômago deu um nó na hora. Tiffany. Minha filha. A mesma menina que eu criei sozinho depois que a mãe dela sumiu, a princesinha de 20 anos que ainda me chamava de papai com aquela vozinha doce quando queria carona pro shopping. Eu me aproximei devagar, fingindo curiosidade, e falei baixo: - Deixa eu ver essa foto aí, brother. O cara riu e virou o celular pra mim. E ali estava ela. Minha preciosa Tiffany, de joelhos no chão de algum quarto sujo, cabelo loiro bagunçado, olhos lacrimejando de tesão, boca aberta engolindo uma pica enorme que mal cabia, baba e esperma grosso escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos dela que tava pra fora do top. O rosto todo melado de porra, um fio branco escorrendo até o grelinho inchado que dava pra ver porque ela tava sem calcinha. Meu sangue ferveu, mas não de raiva pura. Era ciúme. Ciúme brabo misturado com uma tesão que eu nunca senti na vida. Cheguei em casa ainda tremendo por dentro. O jantar tava pronto, ela tinha feito aquele macarrão que eu gosto, com molho bem temperado, e tava sentada no sofá com o shortinho curto que mal cobria a bundinha redonda, moletom com capuz aberto mostrando o decote dos peitos firmes. A gente começou a assistir um filme qualquer, daqueles de ação, mas eu não conseguia prestar atenção. Na metade eu pausei a tela, respirei fundo e soltei: - Tiffany, a gente precisa conversar. Ela me olhou com aqueles olhos grandes, inocentes, e perguntou: - O que foi, papai? Eu contei tudo. Falei dos caras na academia, da foto, de como o bairro inteiro tava chamando ela de piranha. Ela ficou vermelha na hora, baixou a cabeça e começou a se desculpar sem parar: - Desculpa, papai... eu não queria que você soubesse... eu sou uma idiota... eu não consigo parar... Os caras me chamam e eu vou... Eu levantei a mão, interrompi e disse calmamente: - Tá tudo bem, filha. No começo eu fiquei bravo pra caralho. Mas depois... depois eu fiquei com ciúmes. Ciúmes dos outros caras metendo na minha menina. A expressão dela mudou na hora. Os olhos brilharam, um sorrisinho safado surgiu no canto da boca. Ela inclinou o corpo pra perto, encostou os peitos no meu braço e sussurrou com aquela vozinha de menininha que sempre me derretia: - Ciúmes? Por quê, papai? Eu engoli seco, pau já latejando dentro da calça de moletom, e respondi: - Você é tão linda, Tiffany... tão gostosa... você deveria ser minha. Não deles. Eu não me importo se você é uma vadia do bairro, mas eu quero que você seja a minha vadia. Só minha. Ela mordeu o lábio inferior, aproximou a boca do meu ouvido e soltou bem baixinho, quente: - Você quer que eu seja sua vadiazinha, papai? Eu assenti, sem conseguir falar. E foi aí que o mundo virou borrão. Ela me beijou primeiro, boca quente, língua molhada invadindo a minha, gemendo baixinho enquanto montava no meu colo. Meu pau já tava duro como pedra, formando uma tenda enorme na calça. Eu agarrei a bundinha dela por baixo do shortinho, apertei aquelas carnes macias e puxei ela mais pra cima, esfregando a buceta quente por cima do volume. - Ai papai... eu queria isso há tanto tempo... - ela sussurrou entre beijos, mordendo meu pescoço. Eu levantei o moletom dela, tirei o sutiã com uma mão só e chupei aqueles peitos como um louco. Os mamilos rosados tavam duros, inchados, eu chupava forte, mordia de leve, lambia o vale entre eles enquanto ela rebolava no meu colo, molhando a calça toda com a bucetinha que já tava encharcada. - Chupa mais, papai... morde os peitinhos da sua vadia... ahhh... isso... Eu não aguentei. Tirei o shortinho dela rapidinho, ela tava sem calcinha, buceta lisinha, inchada, grelinho pra fora brilhando de tesão. Enfiei dois dedos direto, senti o calor molhado apertando, o suco escorrendo pelo meu pulso. Ela gemeu alto: - Porra, papai... deda a buceta da sua filhinha... eu sou sua piranha agora... Eu tirei a calça, minha pica pulou pra fora, grossa, veia pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou e lambeu os lábios: - Que pica deliciosa... maior que todas que eu ja chupei por aí... Eu quero engolir tudo, papai. Ela desceu, ajoelhou no chão da sala e pegou meu pau com as duas mãos. Lambeu da base até a cabeça, devagar, olhando nos meus olhos: - Vou chupar você até secar, papai... como eu sempre sonhei. Abriu a boca e engoliu fundo, garganta apertando, baba escorrendo, engasgando mas sem parar. Eu segurei o cabelo dela e meti, fudendo a boca da minha filha como se fosse uma puta barata. - Isso, engole a pica do papai, sua vadia... chupa gostoso... ahhh porra... Ela chupou até eu sentir as bolas apertando. Gozei na garganta dela pela primeira vez, jatos grossos que ela engoliu tudo, tossindo um pouco mas sorrindo: - Delícia... sua porra é tão quente e gostosa, papai... Eu puxei ela pro sofá, abri as pernas dela e enfiei a cara na buceta. Língua no grelinho, chupando forte, dois dedos metendo fundo enquanto ela se contorcia: - Ai caralho... papa a buceta da sua piranha... lambe o grelinho... eu vou gozar... ahhh... gozei na sua boca, papai! O suco dela jorrou, doce e quente, molhando meu queixo inteiro. Eu não parei. Virei ela de quatro no sofá, bunda empinada, cu piscando e buceta pingando. Meti a pica inteira de uma vez, fundo, até as bolas baterem no grelinho. Ela gritou: - Porraaa... tá me rasgando... fode fundo, papai... usa sua vadia... Eu metia com força, tapa na bunda, puxando o cabelo: - Essa buceta é minha agora... ninguém mais mete aqui... só minha pica... Ela rebolava desesperada, gemendo sem parar: - Sim... sou sua puta... fode a buceta da sua filhinha... mais forte... ahhh... Eu gozei pela segunda vez, enchendo a buceta dela de porra quente, jatos grossos que transbordavam, escorrendo pelas coxas enquanto ela tremia no orgasmo. A gente transou a noite toda, cara. Eu perdi a conta de quantas vezes. Ela montou em mim no sofá, cavalgando devagar no começo, depois quicando louca, peitos pulando, gemendo: - Olha como eu monto a pica do papai... sou sua vadia particular... Depois eu comi ela na mesa da cozinha, pernas abertas, metendo enquanto ela segurava os peitos pra mim chupar. Gozei dentro de novo, buceta transbordando de sêmen branco. No quarto, de lado, devagar, sentindo cada centímetro apertar minha pica. Ela sussurrava o tempo todo: - Eu prometo, papai... nunca mais vou deixar outro homem me tocar... sou só sua... sua piranha putinha... vou te chupar todo dia quando você chegar do trabalho... vou limpar a casa, cozinhar... e abrir as pernas sempre que você quiser...todinha livre pra você foder. Mas o clímax mesmo veio depois da terceira vez que eu enchi a buceta dela. A gente tava na cama, suados, ela de quatro de novo, buceta vermelha e inchada, porra escorrendo do buraco. Eu olhei pro cu dela, apertadinho, piscando, e senti uma vontade braba. Passei o pau na fresta, lambuzando com a porra que já tava lá. Ela olhou pra trás, olhos arregalados: - Papai... no cu? Tá... mas vai devagar... eu nunca dei pra ninguém... Eu cuspi na mão, passei no cu dela e na cabeça da pica, e comecei a forçar. A cabeça entrou devagar, ela gritou de dor: - Ai caralho... tá doendo... queima... tira um pouco... mas não tira tudo... por favor... Eu parei, deixei ela acostumar, mas continuei empurrando centímetro por centímetro. O cu dela apertava minha pica como um punho quente, dolorido pra ela mas delicioso pra mim. Ela suava, unhas cravando no lençol: - Ahhh... tá rasgando meu cu... mas continua... fode o cuzinho da sua vadia... devagar... Quando eu tava todo dentro, comecei a meter devagar. Dor misturada com prazer. Ela começou a rebolar, gemendo mais alto: - Porra... agora tá gostoso... fode meu cu... mete fundo... Eu acelerei, tapa na bunda, metendo com força. Ela enfiou a mão entre as pernas, esfregando o grelinho inchado como louca. O cu dela relaxou, ficava molhado de porra e suor, fazendo barulho de tapa toda vez que minhas bolas batiam. Os gemidos viraram gritos desesperados: - Ai papai... eu vou gozar com essa pica no meu cu... nunca gozei assim... ahhh... fode mais... rasga meu cu... Eu sentia o cu apertando, pulsando, e ela gozou forte pra caralho, corpo tremendo inteiro, buceta jorrando suco no lençol enquanto o cu massageava minha pica: - Gozando... gozando pelo cuzinho com o pau do papai... porra... que delícia... Ela tava se acabando, gritando: - Se você gozar dentro do meu cu, papai... eu vou me cagar toda... juro... não aguento... vai vazar tudo... Eu não parei. Meti mais fundo, sentindo as bolas apertando. Gozei jorrando dentro do cu dela, porra grossa enchendo o intestino, jato atrás de jato. Ela gritava: - Tá enchendo... quente... porra no meu cu... ai caralho... eu vou me cagar... E quando eu puxei o pau devagar, ela rebolou desesperada, bundinha empinada, cu piscando vermelho e aberto. Assim que a cabeça saiu, veio tudo: porra branca misturada com merda mole, escorrendo devagar pelo cu, pingando na cama, ela rebolando e gemendo de prazer e vergonha: - Olha o que você fez... eu tô cagando... cagando a porra do papai... ahhh... tá saindo tudo... Ela rebolava devagar, empurrando mais, o cu aberto soltando fios misturados, cheiro forte de sexo e merda preenchendo o quarto, mas eu tava duro de novo só de ver. Ela olhou pra trás, olhos vidrados: - Sou sua vadia completa agora... até o cu sujo pra você... Depois disso a gente dormiu abraçado, sujos, melados, mas felizes pra caralho. No dia seguinte ela tava me esperando na porta quando eu cheguei do trabalho, de joelhos, boca aberta: - Vem, papai... deixa eu chupar sua pica pra relaxar... E assim virou nossa vida. Ela cozinha, limpa, abre as pernas, o cu, a boca sempre que eu quero. Não tem mais piranha do bairro. Tem só a minha vadia particular, minha filha, minha puta. E toda vez que eu meto no cu dela, ela avisa de novo, gemendo: - Cuidado, papai... se gozar dentro eu me cago toda de novo... E eu gozo, porque é exatamente isso que eu quero. Ela rebola, empurra, e o cu dela entrega tudo misturado, sujo, real, nosso. A gente se ama assim, safado, sem limite. E eu nunca mais vou deixar ela ser de outro.
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