Currada por um estranho em um banheiro de supermercado!

Meu nome é Angélica e naquele dia no Target eu tava me sentindo a maior vadia gostosa que já pisou naquele lugar. Tava um calor do caralho lá fora, daqueles que fazem a pele grudar na roupa, então eu tinha escolhido um top cropped bem apertadinho que mal cobria os meus peitos firmes e empinados, marcando o bico dos mamilos que já tavam duros só de andar. A saia curta era daquelas que sobem com qualquer movimento, deixando metade da minha bunda redonda e macia à mostra, e por baixo só uma calcinha fio-dental que já tava molhada desde que eu saí de casa. Eu tenho 19 anos, corpo cheio de curvas, cintura fina, quadril largo, e tava me sentindo uma puta de luxo, rebolando devagar entre as prateleiras só pra ver os caras virando a cabeça. Peguei umas coisas aleatórias – shampoo, um pacote de biscoito, nada importante – mas o que tava realmente me interessando era o pai de família que eu vi empurrando o carrinho com a esposa e as duas crianças pequenas.
Ele devia ter uns 33, 34 anos, aliança brilhando no dedo, uma barriguinha de pai que não estragava nada, na verdade deixava ele mais homem ainda, com cara de quem fode bem e sabe o que faz. A esposa era bonitinha, mas comum, distraída escolhendo cereais com as crianças correndo em volta. Toda vez que eu passava na seção deles, ele me encarava forte pra caralho, os olhos descendo direto pros meus peitos, depois pra minha saia curta, e eu sentia a buceta piscando de tesão só com aquele olhar. Não era olhar discreto não, era daqueles que dizem “eu quero te comer agora”. Eu sorria de canto, fingia que tava escolhendo alguma merda na prateleira e rebolava mais devagar, deixando a saia subir um pouco pra ele ver a curva da minha bunda. Meu coração já tava batendo forte, a calcinha encharcada, e eu pensava “porra, Angélica, você tá louca, o cara é casado, tem filhos ali do lado”.
Os banheiros normais tavam lotados, fila enorme, então eu fui pro banheiro família lá no fundo, aquele grandão com pia, espelho grande e espaço suficiente pra mais de uma pessoa. Entrei, tranquei a porta, fiz xixi rapidinho, limpei a buceta que tava babando de tesão só de imaginar o olhar dele, e quando abri a porta pra sair ele tava parado ali, bem na frente, como se tivesse me seguido. Meu coração disparou feito louco, as pernas tremeram um pouco. Em vez de fechar a porta na cara dele eu deixei meio aberta e fiquei olhando direto nos olhos dele, mordendo o lábio inferior. Ele olhou pros lados rapidão, viu que ninguém tava prestando atenção, e entrou comigo num segundo, trancando a porta com aquele clique que pareceu o barulho mais safado do mundo.
No mesmo instante a gente se pegou como animais. Ele me agarrou pela cintura, me puxou contra o corpo dele e enfiou a língua na minha boca com vontade, chupando, mordendo meu lábio, as mãos descendo direto pra dentro da saia e apertando minha bunda com força, abrindo as nádegas. - Porra, garota, você é uma putinha safada mesmo, veio aqui só pra me provocar o dia todo né – ele sussurrou rouco no meu ouvido, e eu senti a pica dele já dura pra caralho roçando na minha barriga por cima da calça. Eu não respondi com palavras, só gemi baixinho e enfiei a mão dentro da calça dele, puxando o zíper pra baixo. A pica dele pulou pra fora grossa, veia inchada, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo, cheirando a homem suado, do tamanho que eu gosto, bem grossa na base e com um cheiro que me deixou ainda mais molhada.
Caí de joelhos no chão frio do banheiro sem pensar duas vezes. Segurei aquela pica com as duas mãos, lambi da base até a cabeça bem devagar, sentindo o gosto salgado, depois abri a boca e engoli o máximo que consegui, chupando forte, fazendo barulho de sucção molhado, gluck gluck, enquanto ele segurava meu cabelo e empurrava devagar. - Caralho, que boca gulosa, chupa mais fundo sua vadia, engole essa pica toda – ele gemeu baixinho, respirando pesado. Eu chupava com fome, babando no pau dele, lambendo as bolas, enfiando a língua na cabecinha, e o tempo todo pensava nos filhos dele ali fora, na esposa procurando por ele. Meu grelinho tava latejando, a buceta escorrendo, e eu enfiava dois dedos dentro de mim enquanto chupava, me masturbando no ritmo.
Ele não aguentou muito. Puxou meu cabelo pra cima, me virou de costas com força, me jogou contra a pia de mármore frio e puxou minha calcinha pro lado sem tirar. Eu vi no espelho meu rosto vermelho, boca inchada de chupar, e ele atrás de mim, calça arriada, pica brilhando de saliva. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e meteu tudo de uma vez na minha buceta molhada. - Aaaahhh porra, que buceta apertada e quente da porra – ele gemeu, e eu tive que morder o lábio com tanta força que quase sangrou pra não gritar alto. A pica dele esticou minha buceta toda, senti cada veia roçando dentro, batendo fundo no colo do útero. Ele começou a meter forte e rápido, uma mão tapando minha boca com força, a outra segurando meu quadril, batendo a pélvis contra minha bunda com estalos molhados.
- Mete, me fode com essa pica grossa, me usa como sua putinha – eu gemi abafado contra a mão dele, e ele respondeu metendo mais fundo ainda. O banheiro ecoava baixinho com o barulho de pele contra pele, o cheiro de sexo já tomando conta, suor misturado com meu perfume. Lá fora dava pra ouvir tudo perfeitamente: carrinhos passando, crianças gritando e correndo, e de repente a voz da esposa dele bem perto – João, amor, onde você tá? As crianças tão chamando você pra ver o brinquedo! Eu fiquei ainda mais molhada com o risco, a buceta contraindo em volta da pica dele, escorrendo mel pelo chão. Ele tapou minha boca mais forte e meteu como um louco, sussurrando no meu ouvido - Cala a boca sua puta, ouviu? Minha mulher tá ali do lado procurando, e eu tô aqui enchendo sua buceta de pica enquanto ela compra alguma coisa pro nosso almoço. Isso te deixa molhada né, vadia?
Eu só conseguia gemer desesperada, - Aaaahhh sim, me fode mais, eu sou sua puta, mete fundo, quero sentir você gozando dentro de mim enquanto ela tá ali fora –. Ele acelerou, a pica inchando mais dentro da minha buceta, batendo no ponto G toda hora, meu grelinho roçando na borda da pia. Eu gozei primeiro, pernas tremendo, buceta apertando a pica dele como um punho, jorrando mel pelas coxas. - Tô gozando, porra, tô gozando na sua pica – eu gemi abafado, olhos revirando no espelho. Ele não parou, meteu mais umas dez vezes fortes e gozou fundo, jatos quentes e grossos enchendo minha buceta até transbordar. - Toma toda a porra, puta, enche essa buceta de leite quente – ele rosnou baixinho, segurando meu quadril com força enquanto pulsava dentro de mim.
A gente ficou ali uns segundos, ofegando como loucos, a pica ainda dentro da minha buceta latejando, porra escorrendo pelas minhas pernas. Eu sentia o calor da porra dele misturado com meu gozo, pingando no chão. Mas ele não puxou pra fora. Em vez disso, ele tirou a pica devagar, deixando um fio de porra e mel ligando a cabeça da pica na minha buceta aberta, e passou a cabeça melada no meu cu apertado. - Agora eu quero esse cu, sua vagabunda. Vou te comer no cu bem aqui, enquanto minha família tá ali fora – ele disse rouco, cuspindo na mão e passando saliva no meu cuzinho virgem de pau grosso. Eu tremi, meio com medo, mas o tesão era maior. - Vai, mas devagar no começo, sua pica é grossa demais pro meu cuzinho – eu respondi, empinando a bunda pra ele.
Ele pressionou a cabeça contra o meu cu e empurrou devagar. Doeu pra caralho no começo, um ardor que me fez morder o lábio de novo, lágrimas nos olhos. - Aaaaiii porra, tá doendo, tá rasgando meu cu – eu gemi desesperada, mas ele continuou empurrando, centímetro por centímetro, até a base sumir dentro do meu cu apertado. A dor misturou com um prazer doentio, minha buceta ainda pingando porra dele, e eu comecei a rebolar devagar contra ele. Ele metia devagar no começo, segurando meus peitos por baixo do top, apertando os mamilos. - Caralho, que cu apertado e quente, parece que tá me ordenhando a pica – ele gemeu. O espelho mostrava tudo: eu inclinada na pia, saia arriada, bunda aberta com a pica grossa entrando e saindo, meu rosto de puta em êxtase.
Lá fora a voz da esposa de novo, mais perto – João? Você tá no banheiro família? As crianças tão te esperando! O risco me deixou louca, eu comecei a meter contra ele, pedindo mais. Ele acelerou, metendo no cu com força agora, estocadas que faziam minhas nádegas balançarem, o barulho de bolas batendo na minha buceta molhada. Eu enfiei a mão entre as pernas e esfreguei o grelinho inchado, gemendo cada vez mais alto apesar do perigo. - Aaaahhh fode meu cu, mete essa pica grossa no meu cu apertado, me arromba – eu gemi, voz tremendo. O prazer foi crescendo, a dor virando puro gozo, meu cu piscando em volta da pica dele, e eu gozei de novo, forte pra caralho, pernas quase cedendo. - Tô gozando gostoso com cu piscando, porra, tô gozando com seu pau no meu cu, aaaahhh não para, me fode mais!
Ele metia como um animal agora, suado, respirando pesado no meu pescoço. - Vou gozar no seu cu, puta, vou encher esse cu de porra quente – ele avisou. Eu gritei desesperada, ainda gozando - Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar toda, porra, vou me cagar no seu pau, não goza dentro não! Mas ele não parou, meteu mais fundo e gozou, jatos grossos e quentes enchendo meu intestino, porra misturando com a que já tava na minha buceta. - Toma, vadia, toma toda a porra no cu – ele rosnou, segurando firme enquanto esvaziava as bolas.
Quando ele começou a puxar a pica devagar, eu senti a pressão. Meu cu tava dilatado, cheio de porra e vontade de soltar. Eu rebolava a bunda contra ele, gemendo - Aaaahhh tá saindo, porra, tá saindo tudo –. Ele tirou a pica com um plop molhado, e no mesmo instante eu empinei o cu, rebolando forte, e caguei mesmo, um jato quente e mole misturado com a porra branca e grossa dele escorrendo pelo meu cu, pingando na perna, no chão do banheiro, fazendo uma bagunça nojenta e safada. O cheiro de sexo e merda encheu o banheiro, mas eu não parei de rebolar, gemendo de prazer e vergonha - Olha o que você fez, encheu meu cu de porra e agora eu tô cagando tudo, seu cachorro safado – eu disse rindo ofegante. Ele olhou pro chão, sorriu culpado e excitado, limpou a pica na minha saia e ajeitou a calça rapidinho.
A gente ficou ali respirando pesado por mais uns segundos, ouvindo a família dele do lado de fora, depois ele saiu primeiro, me dando um sorrisinho rápido. Eu esperei, limpei o que deu com papel, mas ainda sentia porra e resto escorrendo. Saí do banheiro com as pernas bambas, saia meio suja, e quando passei no caixa lá tava ele, segurando a mão do filho, agindo normal como se não tivesse acabado de me comer na buceta e no cu enquanto a esposa pagava as compras. Nossos olhos se encontraram por uma fração de segundo, ele deu aquele sorrisinho culpado e gostoso de novo, e eu senti a buceta e o cu latejando mais uma vez, molhada só de lembrar. Nunca fiz nada parecido antes, mas porra, eu amei ser a putinha dele naquele banheiro, sentindo ele me usar enquanto a família tava a poucos metros. Toda vez que penso nisso – na pica grossa esticando minha buceta, depois meu cu, na porra enchendo os dois buracos, no risco, no gemido desesperado, no jeito que eu me acabei gozando e depois caguei tudo misturado com o sêmen dele – eu fico molhada de novo, tocando o grelinho escondida e imaginando a próxima vez que um pai de família casado me olhar daquele jeito no Target.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Currada por um estranho em um banheiro de supermercado!

Codigo do conto:
259554

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/04/2026

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