Quando me tornei um dildo humano!

Quando eu tinha 23 anos a grana tava curta pra porra, contas atrasadas empilhadas na mesa da cozinha e o aluguel do meu apartamentozinho de um quarto só no centro da cidade me comendo vivo. Decidi botar um anúncio simples no grupo de moradores e arrumei uma colega de quarto pra dividir a conta. Algumas semanas depois chegou a Letícia. Ela era uma morena de 25 anos, pele morena clara, cabelo castanho comprido até a metade das costas, corpo bem cheinho com coxas grossas que roçavam uma na outra quando andava e uma bunda grande redonda que balançava gostoso dentro daqueles shortinhos de algodão que ela usava em casa. Os peitos eram médios mas empinados, mamilos escuros que marcavam na camiseta fina. Não era exatamente o meu tipo, eu sempre curtia as magrinhas com bundinha pequena e definida, e ela também não parecia ligar pra mim que era um cara comum, magro mas com um pau que quando ficava duro compensava o resto. A gente combinou na hora que era só amizade, divisão de contas, sem rolo nenhum.
Os primeiros dois meses foram tranquilos pra caralho. A gente mal se via, ela saía cedo pro emprego de assistente administrativa e eu pro meu trampo de vendedor que me deixava morto. Mas aí veio aquela noite que mudou tudo.
Eu saí mais cedo do trabalho por causa de um problema no sistema da empresa e cheguei em casa por volta das oito da noite. Abri a porta devagar, sem fazer barulho nenhum, pensando em tomar um banho e cair no sofá. A sala tava com a luz do abajur baixa, a TV ligada num volume baixo num reality qualquer, e o cheiro no ar era aquele cheiro forte de buceta molhada, doce, almiscarado, tesão puro. Olhei pro sofá e lá estava ela. Letícia completamente pelada da cintura pra baixo, só com uma camiseta velha e larga puxada pra cima, peitos à mostra, montada num dos travesseiros grandes do sofá. As pernas abertas, coxas grossas tremendo de leve, a buceta raspadinha brilhando de melzinho, lábios grossos e inchados roçando com força no tecido. Ela rebolava devagar mas com vontade, empurrando o quadril pra frente e pra trás, o grelinho inchado pressionando o travesseiro enquanto gemia baixinho, olhos fechados, boca entreaberta, mãos apertando os peitos e beliscando os mamilos duros.
Eu fiquei paralisado ali na porta, coração disparado, pau já inchando dentro da calça sem controle nenhum. Ela não me ouviu entrar, tava perdida no prazer, o travesseiro todo encharcado no meio com o mel que escorria da buceta dela. Eu via cada detalhe: o jeito que os lábios da buceta se abriam um pouco a cada rebolada, o grelinho protuberante sendo esfregado sem dó, o cu redondo e apertado piscando de leve toda vez que ela empinava a bunda. O suor brilhava nas coxas dela, o cheiro de buceta enchia a sala inteira.
De repente ela abriu os olhos e me viu parado. O rosto dela passou de tesão puro pra pânico total. - Caralho! Que porra é essa? Sai daqui agora seu filho da puta! - ela gritou, pulando do travesseiro, tentando cobrir a buceta molhada com uma mão e os peitos com a outra, correndo pro quarto e batendo a porta com força. Eu fechei a porta da sala, sentei no sofá ainda chocado, pau latejando pra caralho, e ri sozinho. Puta merda, que cena.
Nos dias seguintes a casa virou um gelo. A gente se esbarrava na cozinha pra fazer café e só trocava um bom dia seco, evitava olhar nos olhos. Ela ficava trancada no quarto quando eu tava em casa e eu fingia que nada tinha acontecido. Mas eu não conseguia parar de pensar naquilo: aquela buceta molhada montando o travesseiro, os gemidos baixinhos, o cheiro forte, o grelinho inchado sendo esfregado.
Uma tarde eu tava sentado no sofá o mesmo sofá e ela passou pra pegar água na cozinha. Eu olhei pro travesseiro ao lado ainda com uma marquinha sutil do incidente e não resisti. Soltei uma risada e disse - Esse travesseiro levou uma surra daquelas hein Letícia? Tá todo marcado de tanto você montar nele haha.
Ela parou, ficou vermelha como tomate, não disse nada no começo. Depois murmurou algo e foi embora. Eu insisti brincando - Tô zoando com você relaxa. Mas sério por que você não usa um dildo de verdade? Aquilo ali deve ser bom mas uma pica de carne quente deve ser mil vezes melhor pra foder essa buceta.
Ela olhou pra mim pela primeira vez em dias, olhos brilhando de vergonha misturada com algo mais. - Nunca tive um. - foi só o que ela disse e sumiu no quarto.
Algumas noites depois eu tava sozinho em casa, tesão acumulado daqueles dias todos me consumindo. Decidi foda-se vou bater uma no sofá mesmo. Tirei a calça e a cueca, sentei pelado, pau já semi-duro na mão. Comecei a bater devagar imaginando Letícia de novo montada mas dessa vez na minha pica. A porta do quarto dela abriu de repente, ela saiu pra pegar algo na sala e me pegou no flagra. Meu pau tava duro na mão, latejando, cabeça brilhando de pré-gozo. Eu não escondi nada, continuei batendo devagar e olhei pra ela com um sorriso safado. - Se você precisar de um dildo pode usar eu no lugar. Essa pica aqui tá disponível pra foder sua buceta quando quiser.
Ela arregalou os olhos, ficou parada uns segundos olhando pro meu pau, depois virou o rosto e voltou pro quarto sem dizer nada. Mais alguns dias de estranheza rolaram, a tensão sexual no ar era palpável, a gente se olhava de canto de olho mas nada.
Então veio a noite decisiva. A gente tava na sala sentados no sofá um do lado do outro assistindo Os Intocáveis no streaming, o filme rolando com o Kevin Costner e o Sean Connery, tiros e tudo. O clima tava normal até que do nada no meio de uma cena ela vira pra mim e diz baixinho - Se a oferta ainda tá de pé eu gostaria de usar o dildo.
Eu não perdi tempo nem um segundo. Meu coração disparou, pau já endurecendo só com a frase. - Claro que tá de pé Letícia. Vem cá usa o que quiser.
Eu desliguei a TV mas o filme ficou pausado no fundo como trilha. A gente começou a agir rápido. Eu tirei a camiseta, ela fez o mesmo, revelando os peitos firmes com mamilos já duros. A gente se beijou pela primeira vez, um beijo faminto línguas se enrolando enquanto eu apertava aquela bunda grande dela. - Porra sua boca é gostosa - eu disse entre beijos.
Ela empurrou-me pro sofá, me fez sentar, e tirou o shortinho dela junto com a calcinha revelando a buceta raspada já molhada só de expectativa. - Eu vou te usar como dildo mesmo como eu fiz com o travesseiro - ela falou safada montando em mim de frente as coxas grossas ao lado das minhas pernas.
Meu pau tava duro pra caralho apontando pra cima veias pulsando. Ela segurou a base com a mão esfregou a cabeça grossa nos lábios da buceta dela espalhando o melzinho. - Ahhh... tá quente... - gemeu ela. Então desceu devagar a buceta apertada engolindo minha pica centímetro por centímetro. - Uuuuhhh caralhooo... que pica grossa... tá enchendo toda minha buceta - ela gemeu desesperada olhos revirando.
Eu segurei a bunda dela ajudando no movimento. Ela começou a cavalgar subindo e descendo a buceta fazendo barulhos molhados de ploc ploc ploc a cada descida. O grelinho dela roçava na minha virilha a cada rebolada inchado e sensível. Eu sentia a buceta quente apertada sugando meu pau como se não quisesse soltar. - Me fode com essa pica dildo humano! Enfia fundo na minha buceta molhada! - ela gritava rebolando mais rápido os peitos balançando na minha cara.
Eu peguei um mamilo na boca chupando forte enquanto ela cavalgava louca. Os gemidos dela eram desesperados - Aaaahhh porraaa... assim... me arromba essa buceta! Tô sentindo o grelinho latejando!
A gente trocou de posição. Eu a deitei no sofá abri as pernas dela bem abertas e meti de novo na buceta agora eu controlando as estocadas. Fodia forte a pica entrando e saindo rápido batendo no fundo da buceta dela. O som da pele batendo era alto paf paf paf misturado com os gemidos. - Caralho sua buceta é uma delícia tá piscando em volta da minha pica! - eu dizia suado.
Ela gozou pela primeira vez assim o corpo tremendo todo a buceta apertando meu pau como um torno. - Eu tô gozandooo! Aaaahhh caralhooo... porraaa! - gritou ela unhas cravando nas minhas costas o melzinho escorrendo pelas coxas.
Eu continuei fodendo sem parar levando ela pra outro orgasmo. Depois mudei pra doggy ela de quatro no sofá bunda empinada pra mim. Eu cuspi na mão passei na pica e meti de novo na buceta segurando a cintura dela e metendo com força. A bunda dela balançava a cada estocada o cu piscando pra mim. - Fode mais forte me arromba essa buceta! Eu quero sentir essa pica batendo no útero! - ela pedia voz rouca de tesão.
Eu metia sem piedade o pau latejando bolas batendo na buceta dela. Ela gozou de novo gritando mais alto - Gozando de novo! Porraaa... não paraaa!
Depois de uns trinta minutos sólidos de foda intensa como no filme que a gente perdeu eu senti que não aguentava mais. - Tô pra gozar Letícia! Vou encher essa buceta de porra! - avisei.
- Goza dentro enche minha buceta de porra quente! - ela implorou rebolando contra mim.
Eu meti fundo e gozei jatos grossos de porra explodindo dentro dela enchendo a buceta até transbordar. - Aaaahhh tomaaa... porraaa na bucetaaa! - eu gemi o corpo tremendo.
A porra escorria pela buceta dela enquanto eu tirava o pau devagar branco e grosso misturado com os fluidos dela.
Mas ela ainda tava no fogo. Virou pra mim olhos vidrados de tesão e disse - Agora quero no cu. Usa meu cu como dildo também mas vai devagar no começo que tá apertado.
Eu tava duro de novo só de ouvir. Peguei a porra que escorria da buceta dela passei no cu dela e no meu pau lubrificando. Ela se posicionou de quatro de novo bunda empinada o cu piscando nervoso. Eu encostei a cabeça da pica no cu apertado e empurrei devagar.
- Ai porraaa... tá doendo! Sua pica é grossa demais pro meu cu! - ela gemeu de dor mas empurrou o quadril pra trás querendo mais.
Centímetro por centímetro o cu dela engoliu minha pica quente e apertado pra caralho um aperto que quase me fez gozar na hora. - Uuuuhhh... tá entrando... que cu apertado... - eu disse segurando a bunda dela aberta.
Quando tava todo dentro eu parei deixando ela se acostumar. O cu dela pulsava em volta da pica milímetro por milímetro. Depois comecei a mover devagar estocadas curtas. A dor dela virou prazer rápido. - Ahhh... agora tá gostoso... me fode o cu! Enfia essa pica no meu cu! - ela começou a gemer de prazer.
Eu aumentei o ritmo fodendo o cu dela com força a pica saindo e entrando fazendo barulhos molhados. Ela rebolava contra mim desesperada. Eu metia fundo batendo as bolas no grelinho dela que tava encharcado. - Caralho seu cu é melhor que a buceta! Tá sugando minha pica toda! - eu grunhia.
Os gemidos dela ficaram insanos - Aaaahhh porraaa...arromba forte meu cu! Tô sentindo a pica no intestino! Goza no meu cu!
Ela gozou de novo o corpo convulsionando o cu apertando meu pau como nunca leite escorrendo da buceta vazia. - Eu tô gozando no cuuuu! Aaaahhh caralhooo... se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar toda! Não aguento! - ela gritou desesperada o prazer misturado com o aviso.
Mas eu não parei o tesão era demais. Meti mais forte sentindo o cu dela contrair nos espasmos do gozo dela. - Tô gozando também! Toma porra no cu! - eu rosnei.
Jatos quentes de porra explodiram fundo no cu dela enchendo o intestino. Ela sentiu e gritou mais - Porraaa... tá enchendo meu cu de porra! Eu vou me cagar!
Eu gozei bastante o cu dela transbordando um pouco de porra branca. Depois devagar comecei a tirar o pau. Ela rebolava devagar ainda no prazer o cu piscando. Quando a cabeça da pica saiu com um ploc molhado aconteceu ela não segurou o cu abriu e um jato de merda misturada com minha porra grossa saiu marrom claro com fios brancos de sêmen escorrendo pelas coxas dela sujando o sofá. Ela rebolava envergonhada mas gozando ainda gemendo - Ai caralho... tô cagando... sua porra tá saindo misturada com minha merda... que delícia nojenta...
Eu olhava hipnotizado o pau ainda duro pingando vendo ela se acabar no prazer o cu dela se contraindo e soltando mais um pouco da mistura quente e grossa que escorria devagar pelas coxas grossas dela misturando com o suor e o mel da buceta. O cheiro forte de sexo e merda enchia a sala mas a gente tava tão perdido no tesão que não ligava. Ela tremia toda ainda com os espasmos do gozo o cu piscando soltando mais porra misturada e ela rebolava devagar como se quisesse tirar tudo pra fora enquanto gemia baixinho - Porra... nunca gozei tão forte... você encheu meu cu e agora tô cagando tudo...
A gente ficou ali suados sujos ofegantes o filme ainda pausado na tela. Aquela noite eu virei o dildo humano dela de verdade e depois disso a gente repetiu a dose muitas vezes a cada vez mais safado e sem vergonha nenhuma.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


259625 - Dando uma mão pra minha prima grávida! - Categoria: Incesto - Votos: 1
259624 - Peripécias em um acampamento! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
259567 - Levei um flagra no vestiário! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259565 - Ela entrou no banheiro enquanto eu tomava banho, daí tudo mudou! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259554 - Currada por um estranho em um banheiro de supermercado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
259553 - Descobri que minha filha é uma safadinha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
259550 - Sendo acordado de maneira gostosa! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
259549 - Maninha sentou no meu colo, doida pra levar pica! - Categoria: Incesto - Votos: 3
259506 - Terapia de valor! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
259493 - Tirando o cabaço do cuzinho da irmãzinha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
259484 - Descobrindo algo sobre minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 6
259475 - Depois de esfregar gostoso no meu irmão, eu dei tudo pra ele! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259390 - Me esfregando gostoso no meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 1
259388 - Minha mãe me viu trepando na cozinha - Consequências! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259320 - Comendo minha mulher na cozinha, quando do nada minha mãe apareceu.. - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
259242 - Atendi ligação do meu pai, enquanto caia numa pica! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259179 - Deixei um estranho me enrabar na balada! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
259174 - Mostrando a bucetinha pro marido de minha amiga, até que ele não aguentou... - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
259172 - Minha sogra virou minha putinha! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
259166 - Quase sendo pegos no flagra! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259165 - Pega no flagra pelo namorado, quicando no pau do irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259164 - Separei do meu marido, fui morar com meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 5
259163 - Gozando com a camera da reuniao ligada! - Categoria: Fantasias - Votos: 0
259161 - Sexo com o irmão na frente da galera! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259149 - Na primeira oportunidade, passei a rola na minha sogra! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
259148 - Ensinando meus sobrinhos sexo a três! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259146 - Sentada no colo de meu filho numa viagem de carro... - Categoria: Incesto - Votos: 5
259145 - Minha enteada gozando na minha frente! - Categoria: Incesto - Votos: 3
259092 - Após me acabar no vibrador de minha mãe, chamei meu namorado pra terminar de arrombar comigo! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
259083 - Siririca entre amigas termina de maneira inesperada! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Quando me tornei um dildo humano!

Codigo do conto:
259623

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0