Peripécias em um acampamento!

Era o segundo dia de acampamento com a galera da faculdade e o ar da noite ainda carregava aquele cheiro de fumaça de fogueira misturado com terra molhada da trilha do dia inteiro. A gente tinha andado pra caralho, pernas doendo, suor grudado na pele, e agora todo mundo voltava pras barracas com o corpo cansado mas a cabeça ainda ligada no papo da fogueira. Eu, a Ana, tinha sido sorteada pra dividir a barraca com o Lucas, um amigo da turma que era gente boa, ria das mesmas piadas, mas nunca tinha rolado nada além de amizade normal. A barraca era pequena, apertada, daqueles modelos de duas pessoas que mal cabem os colchonetes finos e as cobertas finas que a organização deu. Não tinha saco de dormir chique, só aquele pano esticado no chão e um travesseiro duro pra cada um. Os professores já tinham mandado todo mundo dormir, as lanternas baixas, o acampamento quieto só com o som dos grilos e o vento leve nas árvores.
Eu estava vestindo uma calça de moletom folgada que deixava minha bunda solta, um moletom com capuz por cima e uma camiseta velha por baixo. Não durmo com muita roupa, odeio sentir calor à noite, então falei pro Lucas que precisava trocar antes de entrar. A gente ficou os dois do lado de fora, no escuro, só a luz fraca de uma lanterna pequena no chão. Combinamos de não olhar, virar de costas, coisa de gente civilizada. Ele trocou primeiro, colocou uma bermuda larga e uma camiseta velha, o corpo dele ainda suado da trilha, os ombros largos aparecendo. Depois foi minha vez. Tirei o moletom, a calça, a camiseta suada que grudava nos peitos. Fiquei só de sutiã e calcinha fio dental preta, aquela que mal cobre a buceta e deixa a bunda toda de fora, a pele arrepiada do vento frio da noite. Me virei pra pegar o short curto que eu ia dormir e vi ele de canto de olho, espiando, o olhar grudado nos meus peitos grandes e na curva da minha bunda.
- Aí meu Deus, a gente combinou de não olhar porra – eu falei baixo, tentando cobrir os peitos com os braços, o rosto queimando de vergonha mas sentindo um calor estranho subir entre as pernas.
Ele riu baixinho, aquele riso safado que os caras dão quando são pegos no flagra.
- Ah qual é Ana, não é como se eu nunca tivesse te visto de biquíni antes. E ainda por cima vamos ficar juntos nessa barraca apertada por duas semanas inteiras, não é grande coisa não. Relaxa vai, ninguém tá vendo nada demais.
Eu relaxei um pouco, o coração batendo forte, e pedi pra ele se virar de verdade porque eu ia tirar o sutiã pra dormir só com a camiseta grande que descia até as coxas. Ele virou, mas hesitante, o corpo tenso. Tirei o sutiã, meus peitos pesados balançando livres, mamilos duros do frio da noite, e vesti a camiseta larga. Entramos na barraca, fechamos o zíper, deitamos nos colchonetes um do lado do outro, cobertas puxadas até o peito. O silêncio era pesado, só a respiração dos dois. Tentei dormir, mas o cansaço misturado com aquela espiada dele ficou martelando na cabeça.
Acordei no meio da noite, não sei que horas eram, o acampamento todo quieto lá fora. Senti frio e percebi que a coberta tinha escorregado do meu corpo. Minha camiseta tinha subido até em cima dos peitos, os dois mamilos grandes e rosados completamente de fora, a pele arrepiada. Me virei devagar e o que eu vi me deixou paralisada por um segundo. O Lucas estava de joelhos ao meu lado, a bermuda abaixada até os joelhos, a pica grossa e dura na mão, veias pulsando, a cabeça brilhando de pré-gozo enquanto ele se masturbava devagar olhando direto pros meus peitos e pra minha buceta que a calcinha fio dental mal cobria.
Eu sentei de repente, o coração disparado.
- Que porra você tá fazendo Lucas? – eu sussurrei, a voz rouca de sono e choque, mas meus olhos não conseguiam desgrudar daquela pica latejando na mão dele.
Ele parou no meio do movimento, a cara vermelha, mas a pica ainda dura pra caralho, apontando pra mim.
- Desculpa Ana, eu tô muito excitado, não consegui dormir pensando em você ali do lado, com essa camiseta subindo e esses peitos de fora.
Ficamos em silêncio por uns segundos que pareceram eternos, o ar dentro da barraca ficando quente e pesado, cheiro de suor e excitação no ar. Eu olhei pra pica dele de novo, grossa, longa, a pele esticada, e senti minha buceta latejar, o grelinho inchando devagar dentro da calcinha. Meu corpo traiu a cabeça, o calor subiu.
- Bom… lide com isso então – eu disse, a voz baixa e safada, sem conseguir me controlar.
Ele começou a se masturbar de novo, a mão subindo e descendo devagar na pica, o som molhado leve enchendo a barraca. Isso me deixou louca. Sentei melhor, abri as pernas um pouco, enfiei a mão por dentro do short curto e da calcinha fio dental, sentindo a buceta já encharcada, os dedos escorregando no melzinho que escorria, roçando o grelinho inchado e sensível. Com a outra mão eu apertei meus peitos que estavam de fora, apertando os mamilos duros, puxando eles. A gente se olhava nos olhos enquanto se masturbava, a respiração pesada.
Eu gozei primeiro, rápido pra caralho, em uns cinco minutos. O orgasmo veio forte, o corpo arqueando, as costas saindo do colchonete.
- Porraaa simmm AHHH SIMMM – eu gemi alto, os olhos revirando, a buceta contraindo forte nos meus dedos, o gozo escorrendo pela coxa.
Isso deixou ele completamente louco. O Lucas parou de se masturbar, a pica babando, e veio pra cima de mim como um animal.
- Não consigo evitar porra, você é muito gostosa meu Deus – ele rosnou, a voz rouca.
Eu estava meio deitada agora, inclinada pra trás com as pernas abertas, as mãos atrás de mim apoiando o corpo. Ele tirou minhas mãos do short, puxou o short e a calcinha pro lado com força, expondo minha buceta molhada, os lábios inchados brilhando. Segurou nos meus quadris e meteu a pica grossa toda de uma vez, abrindo minha buceta apertada.
- Que porra você tá fazendo hmm porraaa ahh para – eu gemi, mas minha buceta apertava a pica dele como se não quisesse soltar nunca.
Ele tapou minha boca com a mão grande e começou a foder forte, estocadas profundas, a pica entrando e saindo com som molhado, ploc ploc ploc, minha buceta babando em volta do pau. Eu gemia abafado contra a mão dele, os peitos balançando a cada metida. Ele me fodeu até eu gozar de novo, forte pra caralho, o corpo tremendo, unhas cravando na coberta.
- AHHHH PORRAAA GOZEI DE NOVO – eu gritei abafado quando ele tirou a mão da boca por um segundo.
Ele não parou. Tirou a pica da buceta, me virou de quatro, levantou minha bunda alta, puxou a calcinha até os joelhos e meteu de novo, fodendo fundo, as bolas batendo na minha buceta molhada. Meu grelinho roçava no colchonete a cada estocada, o prazer misturado com dor de tanto gozar. Gozei mais duas vezes seguidas, implorando.
- Para Lucas por favor tá sensível demais AHHH PORRA PARA – eu gemia, mas ele não parava, a pica grossa esticando minha buceta inchada.
Eu empurrei ele com força, subi em cima dele, sentei no colo, peguei a pica latejando e enfiei de novo na buceta, cavalgando forte, rebolando o quadril, meus peitos pulando na cara dele.
- Eu disse pra parar caralho – eu rosnei, mas continuei cavalgando, apertando a buceta em volta da pica.
Masturbei ele com a buceta até ele gozar pela primeira vez, jatos grossos de porra quente enchendo minha buceta enquanto ele gemia baixo. Mas eu não parei, continuei cavalgando mesmo ele implorando.
- Ana para por favor tá sensível AHHH CARALHO – ele gemia, mas eu fiz ele gozar mais uma vez, a porra escorrendo pelos lados da pica, misturada com meu mel.
Ele estava mole agora, ofegante, mas eu ainda fiz ele gozar seco uma vez, o corpo dele tremendo de sensibilidade. A gente estava os dois suados, ofegantes, o cheiro de sexo tomando a barraca inteira. Ele se ajoelhou gemendo, tirou minha camiseta, me sentou no colo dele de novo e enfiou os dedos na minha buceta inchada, roçando o grelinho até eu gozar mais uma vez, chorando de tanto prazer, o corpo convulsionando.
- AHHHH SIMMM CHORA PORRA, GOZA MAIS – ele sussurrava no meu ouvido enquanto eu chorava e gozava.
A gente parou por um minuto, ofegantes, corpos colados. Mas a pica dele começou a endurecer de novo encostada na minha bunda. Ele me deitou de lado, abriu minhas pernas, e meteu a pica de novo na buceta cheia da porra dele. Fodeu devagar no começo, depois forte, estocadas longas e profundas, a porra dele fazendo barulho molhado a cada entrada.
- Olha como sua buceta tá cheia da minha porra Ana, tá escorrendo toda – ele disse, a voz rouca de tesão.
Eu gemia desesperada, o prazer voltando forte.
- Mete mais fundo Lucas, fode essa buceta cheia de porra AHHH SIMMM.
Ele acelerou, segurando meus peitos, apertando os mamilos, a pica batendo no fundo da buceta. Gozei mais duas vezes, o corpo tremendo, até que ele não aguentou. Segurou meus quadris com força e meteu fundo, a pica inchando.
- Porra Ana vou encher essa buceta de novo, toma toda a porra quente – ele rosnou.
Jatos grossos de porra quente explodiram dentro da minha buceta, enchendo tudo, escorrendo pelos lábios inchados, misturando com o gozo anterior. Ele ficou ali dentro pulsando, esvaziando as bolas. Eu tremia, a buceta contraindo em volta da pica, o gozo escorrendo pela coxa.
Mas ele não tirou. A pica ainda dura dentro da buceta cheia. Ele puxou devagar, a porra branca escorrendo grossa da minha buceta aberta. Olhou pra minha bunda, o cu piscando, e cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e no meu cu apertado.
- Agora eu quero esse cu Ana, tá molhado da porra que escorreu – ele disse, a voz baixa e safada.
Eu senti medo e tesão misturados. Fazia muito tempo que eu não dava o cuzinho, ainda mais pra uma pica grossa desse jeito.
- Lucas espera, vai doer pra caralho – eu sussurrei, mas minha buceta latejava só de imaginar.
Ele posicionou a cabeça da pica no meu cu, empurrou devagar. A dor veio forte, o cu esticando ao redor da pica grossa, queimando.
- AIII CARALHO DÓI PORRA PARA – eu gritei baixo, as unhas cravando no colchonete.
Ele parou um pouco, só a cabeça dentro, a porra da buceta servindo de lubrificante. Depois empurrou mais, centímetro por centímetro, até a pica toda entrar no meu cu apertado. A dor era intensa, mas misturada com um prazer estranho, profundo, o cu pulsando em volta da pica.
- Relaxa Ana, deixa o cu acostumar, tá apertado pra caralho – ele gemeu, segurando meus quadris.
Começou a meter devagar, saindo e entrando, o cu fazendo barulho molhado da porra que servia de lubrificante. A dor foi diminuindo, virando prazer puro, o grelinho da buceta roçando no colchonete a cada estocada.
- AHHH PORRA AGORA TÁ GOSTOSO, METE MAIS NO MEU CU – eu gemi, rebolando a bunda pra trás.
Ele acelerou, fodendo o cu com força, a pica entrando fundo, as bolas batendo na buceta molhada. Eu gozava sem parar, o orgasmo vindo do cu, o corpo inteiro tremendo.
- AHHHH SIMMM GOZEI PELO CU PORRA GOZEI COM ESSE PAU GOSTOSO NO CU – eu gritava, os olhos revirando, baba escorrendo da boca.
Ele metia cada vez mais rápido, o cu esticado ao máximo, o prazer dolorido misturando tudo.
- Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar Lucas, por favor não goza dentro AHHH PORRA – eu gritei desesperada, mas o cu apertava a pica querendo mais.
Ele não parou. Segurou meus ombros e meteu fundo, a pica inchando dentro do cu.
- Vou encher esse cu de porra também Ana, toma – ele rosnou.
Jatos quentes de sêmen explodiram dentro do meu cu, enchendo o intestino, a porra grossa e quente. Eu gozava ao mesmo tempo, gritando.
- AHHHHHH PORRA GOZEI DE NOVO COM PORRA NO CU.
Ele ficou pulsando dentro, esvaziando tudo. Depois puxou devagar a pica do cu. Quando a cabeça saiu, meu cu ficou aberto, piscando, e eu comecei a rebolar a bunda sem controle, o corpo ainda em choque de prazer. A merda veio junto, mole e quente, misturada com o sêmen branco dele, escorrendo do cu aberto, sujando minha bunda, as coxas, o colchonete. Eu rebolava, gemendo de humilhação e prazer misturados.
- AHHH PORRA TÔ CAGANDO COM A PORRA DELE MISTURADA, OLHA O QUE VOCÊ FEZ NO MEU CU – eu gemi, rebolando mais, a merda e o sêmen escorrendo em fios grossos, o cheiro forte enchendo a barraca.
Ele olhava hipnotizado, a pica ainda semi-dura babando o resto de porra. A gente ficou ali, ofegantes, corpos suados e sujos, a barraca cheirando a sexo, porra, merda e buceta. Eu desabei no colchonete, o cu ainda piscando, a mistura escorrendo devagar. Ele se deitou ao meu lado, puxou a coberta por cima da gente, e a gente adormeceu assim, colados, o corpo exausto mas satisfeito pra caralho depois de toda aquela loucura na barraca do acampamento.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Peripécias em um acampamento!

Codigo do conto:
259624

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/04/2026

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