Dando uma mão pra minha prima grávida!

Eu sou o Rogério, 34 anos, e o que aconteceu com a minha prima Brenda foi uma coisa que ainda me deixa com a cabeça rodando. Ela tem 40, tá grávida de 34 semanas de uma barriga enorme e redonda, daqueles que fazem a gente pensar duas vezes antes de olhar, mas ao mesmo tempo... porra, é irresistível. O marido dela, o Fernando, tava fora da cidade a trabalho há uma semana inteira, e a Verônica, minha esposa, e eu tínhamos combinado de ir lá ajudar com a casa. Limpar, organizar, essas coisas que grávida não consegue mais fazer direito. Depois, a gente ia dar um mergulho na piscina deles, que é daquelas grandes, com borda infinita, no quintal dos fundos.
Chegamos lá por volta das dez da manhã. Brenda tava com uma cara de cansada, mas sorridente, vestindo um shortinho folgado e uma camiseta larga que mal escondia a barriga inchada. Os peitos dela, meu Deus, pareciam dois melões maduros, pesados de leite, com os bicos marcando o tecido fino. A Verônica deu um abraço nela e já foi se oferecendo pra arrumar a cozinha. Eu peguei o aspirador e comecei a passar nas salas. A gente conversava besteira, ria das histórias do Fernando viajando tanto. Mas aí, por volta do meio-dia, o celular da Verônica tocou. Era o chefe dela, um problema urgente no escritório. Ela me deu um beijo rápido na boca e disse que voltava à noite, se desse. Ficamos só eu e a Brenda.
Terminei o que faltava na casa – lavei a louça, dobrei umas roupas de bebê que ela tinha deixado espalhadas – e o calor lá fora tava de matar. 38 graus fácil, aquele ar úmido que gruda na pele. Brenda enxugou o suor da testa com o braço e olhou pra mim.
- Rogério, tá um forno aqui. Que tal a gente pular na piscina agora? Eu tô derretendo.
Eu ri, limpando as mãos na calça.
- Beleza, prima. Eu trouxe a sunga, mas se você quiser nadar pelada, eu não ligo. A gente se conhece desde criança, já viu tudo um do outro mil vezes.
Ela revirou os olhos, mas sorriu daquele jeito safado que eu conhecia bem.
- Exibicionista do caralho, hein? Tá bom, então. Sem roupa nenhuma. Nadar pelado é mil vezes melhor mesmo.
Ela tirou a camiseta devagar, deixando a barriga grávida saltar pra fora, redonda, esticada, com a pele brilhando de suor. Os peitos grandes balançaram pesados, os mamilos escuros e inchados, já meio duros do ar. Depois o shortinho e a calcinha caíram no chão. A buceta dela tava depilada, mas inchada pra caralho por causa da gravidez – os lábios grandes, vermelhos, meio abertos, brilhando de umidade que não era só suor. A barriga descia até cobrir um pouco o monte, e o cu dela, redondo e empinado, tava ali, exposto, sem vergonha nenhuma.
Eu tirei a camisa, a bermuda, a cueca. Minha pica já tava meio meia-bomba só de ver ela assim, balançando pesada entre as pernas. Brenda deu uma olhada rápida, ergueu a sobrancelha.
- Sempre o mesmo exibicionista, né? Vamos.
Ela pulou na água primeiro, o corpo inteiro mergulhando com um splash gostoso. Eu pulei logo atrás. A água fria bateu na pele quente e foi um alívio imediato. A gente nadou um pouco, rindo, jogando água um no outro como quando éramos pequenos. Mas aí ela veio nadando mais perto, o corpo grávido flutuando, a barriga enorme boiando na superfície. Os peitos dela balançavam na água, os bicos duros roçando a pele molhada.
- Rogério... faz uma semana que o Fernando tá fora. Eu tô louca, cara. Tô excitada pra porra. Essa gravidez me deixa com a buceta latejando o dia inteiro. Você não imagina.
Eu parei de nadar, o coração acelerando. A gente se entreolhou. Não tinha mais risada infantil ali. Era tesão puro.
- Brenda... você tá falando sério?
Ela mordeu o lábio inferior, a mão descendo e roçando a barriga.
- Seríssimo. Eu sei que é loucura, você é meu primo, mas... porra, eu preciso. Se você quiser, eu deixo.
Eu nadei até a borda, me sentei na beirada da piscina, a água batendo na cintura. Minha pica agora tava dura pra caralho, latejando, a cabeça inchada brilhando.
- Senta aqui na borda, prima. Deita pra trás.
Ela obedeceu, saiu da água com dificuldade por causa da barriga, sentou na borda de pedra quente e deitou de costas, abrindo as pernas devagar. A buceta grávida dela tava ali, exposta, os lábios inchados brilhando, o grelinho grande e protuberante, já duro como uma pedrinha. O cheiro dela subiu – doce, almiscarado, com aquele toque de grávida que deixa qualquer um louco.
Eu me ajoelhei na água, o rosto entre as coxas dela. Segurei a barriga com as duas mãos, sentindo o bebê se mexer lá dentro, e aproximei a boca. Lambi devagar primeiro, da entrada do cu até o grelinho. Ela gemeu baixo.
- Aaaahhh... Rogério, caralho...
Eu não poupei. Enfiei a língua toda na buceta inchada dela, chupando os lábios grossos, sugando o mel que escorria. O gosto era forte, salgado, doce. Meu nariz batia no grelinho enquanto eu comia ela com fome. Ela agarrou minha cabeça, os dedos no meu cabelo.
- Isso, primo... come essa buceta grávida... aaaahhh, porra, que delícia... chupa o grelinho, vai...
Eu obedeci, fechei os lábios no grelinho e suguei forte, batendo a língua rápido. Dois dedos entraram na buceta dela, curvados, roçando aquele ponto inchado lá dentro. A barriga dela subia e descia rápido, os peitos balançando. Ela tava molhada pra caralho, o líquido escorrendo pela minha mão e pela bunda.
- Aaaahhh! Rogério! Não para... eu vou gozar... porra, eu tô gozando!
O corpo dela tremeu inteiro. A buceta apertou meus dedos como um punho, jorrando um squirt quente na minha boca. Eu continuei chupando, bebendo tudo, o gosto dela inundando minha língua. Ela gritava, desesperada, a voz rouca.
- Aaaaahhhh! Porra! Que gozo... me mata, primo... aaaahhh!
Ela gozou forte, o corpo convulsionando, a barriga tremendo. Quando parou, tava ofegante, o rosto vermelho, os olhos meio envergonhados.
- Meu Deus, Rogério... eu gozei na cara do meu primo. Que vergonha... mas que delícia, caralho.
Eu subi na borda, o pau duro roçando a coxa dela.
- Vergonha nada, Brenda. Eu tô louco por você agora.
Ela sorriu, ainda arfando, e escorregou de volta pra água. Virou de costas pra mim, encostou a bunda grande e molhada na minha pica.
- Se você precisa foder, então fode. Enfia essa pica grossa na buceta da sua prima grávida. Eu quero sentir você me arrombando.
Eu segurei os quadris dela, a barriga enorme pressionando a borda. A cabeça da minha pica roçou a entrada inchada da buceta. Empurrei devagar. Ela tava apertada pra caralho, quente, molhada. Entrei centímetro por centímetro até as bolas batendo no cu dela.
- Aaaahhh... Rogério... que pica grossa... me enche toda...
Eu comecei a meter, devagar primeiro, sentindo a buceta grávida engolir meu pau. A água batia na gente, fazendo um barulho molhado a cada estocada. Eu aumentei o ritmo, segurando a barriga com uma mão pra não machucar, a outra no quadril.
- Porra, Brenda... sua buceta tá mamando minha pica... tá tão inchada, tão quente...
Ela empinava o cu pra trás, rebolando.
- Me fode, primo! Mais forte! Aaaahhh! Enfia até o fundo... quero sentir essa rola batendo no fundo da minha buceta grávida!
Eu metia com força agora, o barulho da água e da carne molhada ecoando no quintal. As bolas batiam no grelinho dela a cada estocada. Ela gemia sem parar, desesperada.
- Aaaahhh! Porra! Que delícia... fode essa prima safada... aaaahhh! Eu tô gozando de novo!
A buceta dela apertou meu pau como um torno. Ela gozou gritando, o corpo tremendo, leite escorrendo um pouco dos bicos dos peitos. Eu não parei. Continuei metendo, sentindo o cu dela piscar de tesão.
- Vou gozar dentro, Brenda... posso?
- Goza, Rogério! Enche essa buceta grávida de porra! Aaaahhh!
Eu explodi. Jatos grossos de porra quente encheram ela, transbordando pela buceta inchada, misturando com a água da piscina. Eu gemia rouco, o corpo colado no dela.
- Porraaa... Brenda... que gozada...
A gente ficou ali, ofegantes, meu pau ainda dentro dela, pulsando. A água balançava devagar. Ela virou o rosto, me olhou com um misto de vergonha e tesão.
- Meu Deus... eu deixei meu primo me comer na piscina. E gozei duas vezes como uma puta.
Eu saí de dentro dela devagar, o pau mole escorregando, um fio de porra branca saindo da buceta inchada.
- Foi foda, prima. Quente pra caralho. Mas... a gente é família. Não sei se vai rolar de novo.
Ela riu baixinho, nadando um pouco pra longe, a barriga flutuando.
- Eu também não sei, Rogério. Mas foi bom demais. O Fernando volta amanhã... quem sabe a gente finge que nada aconteceu.
A gente saiu da piscina, se secou em silêncio, ainda com o corpo latejando. Eu ajudei ela a vestir a roupa, a barriga enorme roçando em mim de novo. Quando a Verônica chegou à noite, a gente tava normal, conversando sobre o bebê. Mas eu e Brenda trocamos um olhar rápido, cúmplice. A buceta dela ainda devia tá inchada da minha pica, e minha cabeça ainda rodava com o gosto dela na boca.
Não sei se vai acontecer de novo. Não sei como me sentir. Foi quente, foi safado, foi proibido pra caralho. Mas foi real. E eu não consigo parar de pensar na barriga dela balançando enquanto eu metia fundo.
Voltando pro começo do dia, quando a Verônica ainda tava lá. A gente tava na cozinha, eu lavando louça e Brenda secando, a barriga dela roçando no meu braço toda vez que ela esticava o braço. Os peitos grandes balançavam por baixo da camiseta, e eu sentia o cheiro dela – suor misturado com aquele perfume de grávida, doce e quente. A Verônica tava no quarto arrumando as coisas do bebê, e Brenda baixou a voz.
- Rogério, você reparou como meus peitos estão enormes? Tá doendo de tão cheios. O leite tá subindo o tempo todo.
Eu ri nervoso, mas meu pau deu uma pulsadinha na calça.
- Reparei sim, prima. Tá difícil não olhar.
Ela riu e deu um tapinha no meu ombro.
- Safado.
Quando a Verônica saiu, o calor apertou de vez. A gente terminou o serviço suando. Eu tirei a camisa pra ajudar a carregar umas caixas pro quarto do bebê, e Brenda ficou olhando meu peito suado. Depois, na piscina, quando ela pulou nua, o corpo inteiro brilhando molhado, a água escorrendo pelos peitos, pela barriga redonda, pela fenda inchada da buceta... eu quase gozei só de olhar.
Quando eu comi ela na borda, não foi só lamber. Eu chupei cada lábio, mordisquei de leve o grelinho, enfiei a língua fundo na buceta e depois no cu, sentindo o gosto proibido. Ela gritava:
- Aaaahhh! Rogério, seu safado... lambe meu cu também... aaaahhh! Que língua gostosa, porra!
Eu meti três dedos na buceta enquanto chupava o cu, e ela squirtou de novo, molhando meu peito inteiro. O leite dos peitos dela vazou um pouco, pingando na água, e eu lambi os bicos também, sugando forte.
- Aaaahhh! Chupa meus peitos grávidos... tira leite de mim, primo!
Quando eu enfiei a pica, não foi só uma vez. Eu meti devagar, sentindo cada centímetro da buceta apertada engolir minha rola grossa. Depois acelerei, batendo fundo, as bolas estalando no cu molhado. Ela rebolava desesperada, a barriga batendo na borda.
- Me fode como uma vadia, Rogério! Aaaahhh! Mais forte! Quero sentir essa pica grossa me arrombando até amanhã!
Eu puxei o cabelo dela de leve, metendo como um animal. O suor escorria pela gente, misturando com a água. Eu sentia o bebê se mexer contra minha mão na barriga enquanto eu fodia a mãe dele. Era loucura total.
Depois do primeiro gozo, a gente não parou. Ela virou de frente na água, segurou a borda e eu entrei de novo por trás, agora mais devagar, roçando o grelinho com os dedos enquanto metia. Ela gozou uma terceira vez, gemendo rouca:
- Aaaahhh! Porra, primo... eu tô viciada na sua pica... goza de novo, enche meu útero de porra!
Eu gozei pela segunda vez, jorrando tanto que a água ao redor ficou leitosa. A gente ficou abraçado na piscina, meu pau amolecendo dentro dela, a respiração pesada. Ela sussurrou:
- Isso foi a coisa mais safada que eu já fiz na vida. E foi com você, meu primo de sangue.
Depois, quando a gente se vestiu, eu ajudei ela a limpar a porra que escorria pela perna. Ela me deu um beijo rápido na boca, só um selinho, mas com língua.
- Obrigada, Rogério. Por ajudar... em tudo.
A Verônica chegou e a gente jantou normal. Mas eu e Brenda sentamos um do lado do outro na mesa, e debaixo da toalha a mão dela roçou minha coxa uma vez. Só isso. O resto da noite foi silêncio e olhares.
Eu ainda não sei o que sentir. Culpa? Tesão? Os dois. Mas toda vez que fecho os olhos, vejo aquela buceta grávida inchada, o grelinho latejando na minha boca, o cu piscando enquanto eu metia fundo. E a voz dela gemendo meu nome.
Se rolar de novo, eu não sei se vou conseguir dizer não. Foi quente demais. Foi proibido demais. Foi real pra caralho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dando uma mão pra minha prima grávida!

Codigo do conto:
259625

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/04/2026

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