Atendendo a porta de toalha!

O sino da porta tocou pela quinta vez e ela já sabia que não tinha mais como ignorar. Estava no chuveiro, água quente escorrendo pelo corpo nu, sabonete ainda espumando nos peitos grandes e na bundona redonda que ela mal conseguia cobrir com a toalha depois. Era meio de semana, o sol batia forte na janela do apartamento, e ela tinha se atrasado na academia de manhã, suado pra caralho, precisando daquele banho demorado pra relaxar.
- Porra, quem é que tá insistindo tanto – murmurou baixinho pra si mesma, enrolando a toalha branca fina em volta do corpo molhado. A toalha mal cobria as coxas grossas, subia até o meio da bunda, e na frente deixava um vão perigoso entre os seios, quase mostrando o bico rosado dos mamilos. Ela pensou em vestir algo rápido, mas o sino tocou de novo, impaciente.
Olhou pelo olho mágico. Era o rapaz da entrega, bonitão, uns vinte e poucos anos, camisa da empresa colada no peito musculoso, braços tatuados segurando o tablet. Atrás dele, um colchão novo enorme embalado e o velho que ele tinha que levar embora. Ela lembrou que tinha pago a taxa de recolhimento.
- Tá bom, vou abrir – disse pra si mesma, respirando fundo. Em vez de gastar trinta segundos pra colocar um short e camiseta, ela girou a maçaneta e abriu a porta toda, o corpo ainda pingando água, cheirando a sabonete de baunilha.
O entregador levantou os olhos e congelou. A toalha era ridícula de pequena. Cobria só o essencial, mas mal. Os seios quase saltavam pra fora, o decote fundo mostrava o vale entre eles, e quando ela se mexeu pra apontar o quarto, a barra da toalha subiu, revelando a curva da bunda e um pedacinho da buceta depilada, os lábios grossos brilhando ainda úmidos do banho.
- Boa tarde, moça. Entrega do colchão novo e recolhimento do velho – ele disse, voz rouca, olhos descendo sem vergonha nenhuma pelo corpo dela.
Ela sentiu um calor subir pela barriga. Não era vergonha só. Era algo mais safado, um formigamento na buceta que ela tentou ignorar.
- Entra, entra. O quarto é ali no fundo. Eu pago pra você levar o velho também, tá? – respondeu ela, virando de costas e andando na frente dele, rebolando sem querer, a toalha balançando, quase caindo.
Ele seguiu, carregando o colchão novo nos ombros fortes, e ela sentiu o olhar dele queimando na bunda. No quarto, a cama velha ainda tinha as roupas dela jogadas – calcinha fio-dental preta, sutiã rendado, shortinho de academia.
- Merda, esqueci de arrumar – ela falou, correndo pra frente dele, uma mão segurando a toalha no peito, a outra tentando empurrar tudo pro armário. A toalha escorregou um pouco, mostrando metade da bunda, o cu lisinho aparecendo por um segundo. Ele parou na porta, olhos vidrados, pica já marcando no jeans.
- Sem pressa, moça. Eu espero – ele disse, voz baixa, quase um ronronar.
Ela ficou vermelha, mas o corpo traía. Os mamilos endureceram contra a toalha fina, a buceta começou a latejar, um fiozinho de mel escorrendo pela coxa interna. Ele começou a puxar o colchão velho, músculos dos braços inchando, suor brilhando na testa. Cada vez que ele se curvava, ela via a bunda dele empinada no jeans, e imaginava aquela pica grossa ali dentro.
Cinco minutos se arrastaram. Ele suando, ela no canto do quarto, toalha quase inútil, segurando com as duas mãos agora porque o tecido escorregava. Quando ele virou o colchão novo e começou a abrir o plástico, ela percebeu no espelho grande do quarto que a toalha tinha subido toda na frente, mostrando a buceta inchada, os lábios carnudos, o grelinho aparecendo rosado e molhado. Ele olhou direto, lambeu os lábios.
- Caralho, moça... você tá me matando assim – ele soltou de repente, sem filtro.
Ela sentiu o coração disparar.
- Eu... eu não esperava que fosse um colchão tão grande. Desculpa o visual – respondeu, mas a voz saiu manhosa, safada.
Ele largou o plástico, deu um passo pra perto.
- Desculpa nada. Essa toalha tá pedindo pra cair. Sua bucetinha tá brilhando, porra. Tá molhada demais né?
Ela ficou surpresa com o atrevimento dele, mas mordeu o lábio, pernas tremendo.
- Tá... tá sim. Desde que você olhou pra mim na porta.
Não teve mais conversa. Ele puxou a toalha com uma mão só, deixando ela completamente nua. Os peitos grandes saltaram livres, mamilos duros como pedra. Ele agarrou um, apertou forte, e ela gemeu alto.
- Ahhh... porra...
- Que peitos gostosos, caralho. E essa buceta... olha só como tá inchada – ele disse, descendo a mão e enfiando dois dedos grossos direto na fenda molhada. Ela abriu as pernas sem pensar, gemendo desesperada.
- Hummm... me fode com esses dedos... assim...
Ele girou os dedos dentro dela, sentindo a buceta quente e apertada chupando, o grelinho latejando contra a palma da mão. Com a outra mão, ele abriu o zíper, tirou a pica grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Era enorme, pelo menos vinte e dois centímetros, grossa como o pulso dela.
Ela olhou e arregalou os olhos.
- Puta que pariu... que pica monstruosa. Vai caber toda na minha buceta?
- Vai caber sim, vadia. E depois no seu cu também – ele rosnou, empurrando ela pra cama nova, colchão firme e cheirando a novo.
Ele se jogou em cima, boca faminta nos peitos dela, chupando os mamilos com força, mordendo, lambendo. Ela arqueou as costas, gemendo alto.
- Ai, caralho... chupa mais forte... morde esses bicos...
A mão dele não parava de dedar a buceta, três dedos agora, entrando e saindo rápido, fazendo barulho molhado, porra escorrendo pelo cu dela. Ele desceu a boca pela barriga, abriu as pernas grossas dela e enfiou a língua direto no grelinho, sugando forte.
- Ahhhh... porraaa... que língua gostosa... lambe minha buceta... chupa meu grelinho... assim... assim...
Ela segurou a cabeça dele, rebolando no rosto dele, buceta molhando todo o queixo dele. Ele enfiou a língua fundo, fodendo ela com a boca, nariz pressionando o grelinho. Ela gozou pela primeira vez em menos de um minuto, corpo tremendo, voz rouca.
- Tô gozando... caralho... tô gozando na sua boca... engole tudo...
Ele lambeu cada gota, depois subiu, pica roçando na buceta encharcada.
- Agora vai tomar pica, safada. Abre essa buceta pra mim.
Ele empurrou a cabeça grossa contra os lábios inchados e meteu tudo de uma vez, até o talo. Ela gritou de prazer e dor misturados.
- Aaaaiii... que pica grossa... tá abrindo minha buceta toda... me fode... me fode forte...
Ele começou a meter com força, colchão novo rangendo, bolas batendo no cu dela. Cada estocada fundo, cabeça da pica batendo no fundo da buceta, fazendo ela ver estrelas.
- Toma, vadia... toma essa pica toda na sua bucetinha gulosa... tá apertando meu pau pra caralho...
- Hummm... sim... me rasga... fode essa buceta... mais rápido... mais fundo...
Ele metia sem parar, suor pingando no peito dela, mãos apertando os peitos, dedos beliscando os mamilos. Ela gozou de novo, buceta esguichando em volta da pica, mel escorrendo pelas bolas dele.
- Gozando de novo... porra... sua pica tá me matando...
Ele virou ela de quatro, segurou a cintura e meteu ainda mais forte, vendo a bunda grande balançando, o cu piscando.
- Olha esse cu... tá pedindo pica também. Mas primeiro vou encher essa buceta de porra.
Ele acelerou, estocadas brutais, pica inchando dentro dela.
- Vou gozar... vou encher sua buceta de leitinho quente...
- Goza... goza dentro... me enche toda...
Com um rugido, ele enterrou até o fundo e explodiu. Jatos grossos de porra quente jorrando fundo na buceta, enchendo ela até transbordar, escorrendo pelos lábios inchados. Ela sentiu cada jato, gozando junto, corpo convulsionando.
- Ahhhh... tá enchendo minha buceta... que porra quente... tô cheia...
Ele ficou lá dentro um tempo, pulsando, depois tirou devagar, porra branca escorrendo da buceta aberta. Mas não acabou. Ele olhou pro cu dela, ainda piscando, e sorriu safado.
- Agora é a vez do cu, safada. Vou te foder dolorido e gostoso até você se acabar.
Ela tremeu, buceta ainda pingando porra dele, mas o cu apertado.
- Vai devagar... meu cu é virgem de pica grossa assim...
Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica ainda dura e encostou no cu dela. Empurrou devagar, mas o cu resistiu. Ela gemeu de dor.
- Aiii... tá doendo... soca devagar...
Ele forçou mais, cabeça entrando com um pop. Ela gritou.
- Aaaaiii... caralho... tá abrindo meu cu... dói pra porra...
Mas ele não parou. Metade da pica já dentro, esticando o cu dela ao limite. Ele começou a meter devagar, entrando e saindo, cada vez mais fundo. A dor misturou com prazer, o cu dela relaxando aos poucos, sugando a pica.
- Tá entrando todo... olha como seu cu tá engolindo minha pica... que cu guloso...
- Hummm... agora tá gostoso... fode meu cu... mete mais...
Ele acelerou, metendo fundo, bolas batendo na buceta cheia de porra. O quarto encheu de gemidos desesperados.
- Ahhh... porraaa... tá rasgando o meu cuzinho... mas eu amo... fode mais forte...
Ela rebolava contra ele, cu apertando a pica, prazer subindo forte. Ele metia sem dó, mão dando tapa na bunda, dedos descendo pra esfregar o grelinho.
- Goza com meu pau no seu cu, vadia. Goza pra mim.
Ela sentiu o orgasmo vindo violento, cu piscando louco em volta da pica.
- Tô gozando... gozando forte e gostoso pelo cu... caralho... tô gozando com esse pau grosso no cu... aaaahhhh...
Gritos ecoaram, corpo tremendo inteiro, esguicho saindo da buceta enquanto o cu apertava a pica dele como um torno.
- Se você gozar dentro do meu cu... eu vou me cagar... porra... não goza dentro...
Mas ele sorriu e meteu mais fundo.
- Vou gozar sim, e você vai se cagar toda pra mim.
Ele explodiu, jatos grossos de porra quente enchendo o cu dela fundo, pintando as paredes internas. Ela gritou de prazer misturado com a sensação estranha.
- Tá enchendo meu cu de porra... caralho...
Ele gozou bastante, depois tirou o pau devagar. Assim que a cabeça saiu do cu dilatado, ela rebolou forte, gemendo, e começou a cagar. Porra branca misturada com merda marrom clara escorrendo do cu aberto, pingando na cama nova, sujando as coxas dela. Ela rebolava, rosto vermelho de prazer e vergonha, mas gemendo alto.
- Olha... tô cagando... tô cagando sua porra misturada... aaaah... que delícia...
Ele ficou olhando, pica ainda dura, batendo na bunda suja dela.
- Que vadia safada... cagou tudo pra mim...
Eles ficaram lá, ofegantes, corpo suados, cama bagunçada de porra, mel e agora merda misturada. Ela virou, olhou pra ele com olhos vidrados de tesão ainda.
- Nunca mais atendo a porta de toalha... mas dessa vez... valeu cada segundo.
Ele riu, puxou ela pra um beijo molhado.
- E eu volto pra entregar mais coisa qualquer dia... só pra foder essa buceta e esse cu de novo.
Ela sorriu, mão descendo pra pegar a pica suja dele.
- Pode voltar sim... mas da próxima, traz mais porra pra encher os dois buracos.
E assim terminou a entrega mais safada da vida dela, com o colchão novo já sujo de tudo que podia, e ela prometendo nunca mais repetir... mas sabendo que ia sonhar com aquela pica toda vez que ouvisse o sino tocar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Atendendo a porta de toalha!

Codigo do conto:
259633

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/04/2026

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