Amiga safada de minha mãe!

Era verão de 2018 e eu tinha acabado de fazer 18 anos. Os hormônios tavam explodindo dentro de mim que nem fogos de artifício. Sempre fui louco por mulher mais velha, e a culpa era toda dela, a Rita, amiga da minha mãe desde que eu era moleque. Ela tinha 48 anos, corpo de quem cuidava bem de si mas sem ser magra demais, peitões grandes e pesados que balançavam quando ela ria, uma bunda redonda e carnuda que esticava qualquer calça jeans, coxas grossas e macias, cabelo castanho na altura dos ombros e um sorriso que parecia inocente mas escondia safadeza. Ela e minha mãe eram inseparáveis, jantavam na nossa casa toda quinzena com o marido dela, o Jorge, um cara quieto que só falava de futebol. Eu desde os 13 anos já batia punheta pensando nela. Aos 17 o negócio piorou. Qualquer abraço que ela me dava eu aproveitava pra sentir o sutiã nas costas ou deixar a mão escorregar pro lado da bunda. No verão depois da formatura eu comecei a trabalhar pro Jorge, pintando a casa, cortando grama, ajudando no que precisasse. Via ela o tempo todo. Ela sempre usava blusinhas leves de algodão, nunca decotadas demais, mas quando se curvava dava pra ver o vale entre os peitos. Eu ficava duro só de imaginar chupando aqueles mamilos.
Aquele dia específico tava quente pra caralho. Eu tava na casa deles ajudando a tirar umas caixas pesadas do porão. Rita tava de short jeans curto e blusa branca fina, sem sutiã porque o calor tava insuportável. Ela se curvou pra pegar uma caixa e eu me abaixei pra ajudar. Foi aí que aconteceu. A blusa abriu um vão enorme e eu vi direto os peitões dela, grandes, pesados, mamilos escuros e duros balançando soltos dentro do tecido. Fiquei parado, olhando, a boca seca, a pica latejando dentro da bermuda. Ela levantou o olhar e me pegou no flagra. Em vez de gritar ou se cobrir, ela só sorriu devagar, piscou um olho e disse baixinho:
- Gostou do que viu, hein, safadinho?
Eu fiquei vermelho que nem pimentão, mas o pau não abaixou. Quando ela me deu o abraço de despedida no portão, eu desci a mão sem vergonha e apertei aquela bunda macia por cima do short. Ela não tirou. Só encostou o corpo mais forte no meu, roçando a barriga na minha ereção e sussurrou no meu ouvido:
- Amanhã o Jorge viaja cedo. Vem ajudar aqui de novo se quiser.
Dois dias depois chegou mensagem dela no meu WhatsApp: “Tô sozinha em casa, precisa de ajuda com umas coisas pesadas aqui. Vem?” Eu fui correndo, coração disparado. Cheguei e ela abriu a porta de shortinho curto e uma camisola fina de alcinha, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido. O abraço foi diferente. Ela grudou o corpo inteiro no meu, apertou os peitões contra meu peito e deixou a mão descer até quase a minha bunda. Quando nos separamos ela tava com os olhos brilhando.
- Vamos começar? - perguntou, mas o tom era puro provocação.
A gente foi pra sala, ela pediu pra eu mover um sofá. Enquanto eu empurrava, ela se curvou do outro lado pra ajudar e a camisola abriu de novo. Peitões balançando, mamilos duros. Eu parei e encarei sem disfarçar. Ela percebeu e riu baixinho.
- Eu te vi olhando outro dia, sabia? - disse ela, endireitando o corpo.
- Tudo bem? - perguntei, a voz rouca.
- Bem, se você gosta, eu gosto da atenção. Faz tempo que ninguém me olha assim.
Eu fiquei ousado pra caralho.
- Preciso de uma relembrada de como eles são de perto. Os peitos, quero dizer.
Ela me encarou nos olhos, mordeu o lábio inferior e, sem dizer mais nada, cruzou os braços e tirou a camisola pela cabeça. Os peitões pularam livres, pesados, com aréolas grandes e mamilos inchados. Eram perfeitos, cheios de veias finas, balançando com o movimento. Eu engoli em seco.
- E aí? - ela perguntou. - Melhor do que na imaginação?
- Porra, Rita... são lindos pra caralho.
Ela deu um passo pra frente, pegou minha mão e colocou direto no peito esquerdo. A carne era quente, macia, o mamilo duro contra minha palma. Eu apertei, senti o peso, e ela gemeu baixinho.
- Aaaah... aperta mais forte, vai. Eu gosto assim.
Eu apertei os dois peitões ao mesmo tempo, esfregando os polegares nos mamilos. Ela fechou os olhos e inclinou a cabeça pra trás.
- Hummm... isso... você é bem safado mesmo, hein?
A gente não aguentou mais. Eu puxei ela pra mim e beijei aquela boca carnuda, língua entrando fundo, saliva trocando. Minhas mãos desceram pra bunda, apertando as bandas por cima do shortinho. Ela gemeu na minha boca e esfregou a buceta no meu pau duro por cima da bermuda.
- Tira tudo - ela mandou, ofegante.
Eu tirei a camisa, a bermuda, a cueca. Minha pica pulou pra fora, grossa, latejando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela olhou e lambeu os lábios.
- Caralho, que pica grande e grossa... maior do que eu imaginava. Vem, vamos pro meu quarto.
A gente foi pro quarto do casal. A cama king size, lençóis brancos, cheiro de perfume dela misturado com o do marido. Ela tirou o shortinho e a calcinha num movimento só. A buceta dela tava depilada, lábios carnudos e inchados, brilhando de tesão. O grelinho tava protuberante, pedindo atenção. Ela deitou de costas, abriu as pernas e mostrou tudo.
- Olha como tá molhada por sua causa. Vem chupar essa buceta, garoto.
Eu me ajoelhei entre as coxas grossas dela e enfiei a cara. O cheiro era doce e safado, mistura de suor e tesão. Lambi devagar da entrada do cu até o grelinho. Ela arqueou as costas.
- Aaaahhh... isso... chupa o grelinho, vai... mete a língua dentro dessa buceta velha...
Eu chupei o grelinho com força, sugando, lambendo em círculos rápidos. Enfiei dois dedos na buceta quente e molhada, sentindo as paredes apertarem. Ela começou a rebolar no meu rosto, gemendo cada vez mais alto.
- Porra... que boca gostosa... continua... aaaahhh... eu vou gozar na sua cara, caralho!
Os gemidos dela viraram gritos. A buceta apertou meus dedos, esguichou um pouco de líquido quente na minha boca. Ela gozou tremendo inteira, coxas apertando minha cabeça, unhas cravadas no meu cabelo.
- Aaaaiii... gozei... porra, que delícia...
Eu subi, pica roçando na coxa dela, e enfiei a cabeça na entrada da buceta. Ela olhou nos meus olhos.
- Mete tudo de uma vez. Quero sentir essa pica grossa me abrindo.
Eu empurrei. A buceta dela era quente, molhada, apertada pra caralho apesar da idade. Entrei até o talo, bolas batendo na bunda. Ela abriu a boca num gemido longo.
- Uuuuuhhh... que pica... me enche toda... fode essa buceta, garoto... fode forte!
Comecei a meter com força, estocadas fundas, a cama rangendo. Os peitões dela balançavam pra cima e pra baixo. Eu peguei um mamilo na boca e chupei enquanto metia. Ela arranhava minhas costas.
- Isso... morde o bico... aaaahhh... mais fundo... quero sentir suas bolas batendo no meu cu!
A gente trocou de posição. Ela subiu em cima, montou na minha pica e desceu devagar, engolindo tudo. Começou a cavalgar, rebolando, subindo e descendo com força. Os peitões pulavam na minha cara. Eu agarrava a bunda dela, abrindo as bandas, dedo roçando o cuzinho apertado.
- Rebola nessa pica, Rita... mostra como você gosta de comer pau novo...
- Aaaahhh... eu adoro... que pica dura... me rasga... vou gozar de novo... caralho!
Ela acelerou, suor escorrendo entre os peitos, buceta fazendo barulho molhado toda vez que descia. Eu sentia o grelinho roçando na base da minha pica. De repente ela tremeu inteira, buceta apertando como um punho.
- Gozando... aaaaiii... gozei na sua pica... enche essa buceta de porra agora!
Eu não aguentei. Segurei a bunda dela e meti pra cima com tudo, jorrando porra quente bem fundo na buceta dela. Jato atrás de jato, enchendo até transbordar. Ela sentiu o calor e gemeu desesperada.
- Isso... goza tudo dentro... enche minha buceta de porra quente... porra, tá transbordando...
A gente ficou parado um minuto, ofegantes, porra escorrendo pela minha pica ainda dentro dela. Mas eu ainda tava duro. Ela percebeu e sorriu safada.
- Ainda quer mais, né? Olha pra esse cu... tá piscando pra você. Quer foder meu cu também?
Eu assenti, pau latejando. Ela cuspiu na mão, passou na rola e no próprio cu, depois se posicionou de quatro na cama do marido, bunda empinada, mãos abrindo as bandas. O cuzinho era rosado, apertado, piscando.
- Vai devagar no começo... tá anos que ninguém fode meu cu... vai doer, mas eu quero sentir dor misturada com prazer.
Eu encostei a cabeça da pica no cu dela e empurrei devagar. O anel apertou forte, resistindo. Ela gemeu de dor.
- Aaaaiii... devagar... caralho, que grossa... tá abrindo meu cu...
Eu empurrei mais, centímetro por centímetro. A buceta dela ainda escorria porra minha. Finalmente a cabeça passou e eu entrei devagar até meio pau. Ela tava tremendo.
- Uuuuhhh... tá doendo... mas continua... mete mais... quero sentir essa pica toda no meu cu...
Eu meti até o talo. O cu dela era absurdamente apertado, quente, pulsando em volta da minha pica. Comecei a meter devagar, saindo quase tudo e enfiando de novo. Ela começou a gemer diferente, dor virando prazer.
- Aaaahhh... agora tá gostoso... fode meu cu... mete mais forte... rasga esse cu de velha...
Eu aumentei o ritmo, estocadas mais fundas, bolas batendo na buceta molhada. Ela rebolava pra trás, pedindo mais.
- Isso... fode esse cu guloso... aaaaiii... tá bom pra caralho... mais rápido!
O quarto tava cheio de barulho de pele contra pele, gemidos dela ecoando. Eu metia com força, segurando os quadris dela, vendo a pica desaparecer no cu apertado. Ela enfiou a mão entre as pernas e começou a esfregar o grelinho.
- Vou gozar com esse pau no meu cu... caralho... continua metendo... aaaahhh... tô quase...
De repente ela gritou, corpo inteiro convulsionando. O cu apertou minha pica como se quisesse espremer.
- Gozandooo... pelo cu... aaaaiii... gozei de novo... porra, que delícia!
Eu não parei. Meti mais forte, sentindo o cu dela pulsar. Ela tava desesperada, voz rouca.
- Goza dentro... enche meu cu de porra... mas se você gozar dentro eu vou me cagar toda... tô avisando... aaaahhh... vai me fazer cagar no seu pau!
Isso me deixou louco. Eu meti com tudo, segurando firme.
- Eu vou gozar sim, Rita... vou encher esse cu de porra quente!
Ela gritou mais alto, gozando de novo só com a ideia.
- Não... vai... eu vou me cagar... porra... goza logo... enche meu cu!
Eu explodi. Jatos grossos de porra jorraram fundo no intestino dela. Ela sentiu o calor e o corpo dela inteiro tremeu.
- Tá gozando... tá enchendo meu cu... aaaaiii... tô me acabando... vou me cagar... caralho!
Quando parei de jorrar, eu puxei a pica devagar. O cu dela ficou aberto por um segundo, vermelho, piscando. Ela começou a rebolar a bunda, empinando mais, e então aconteceu. Um barulho molhado, e ela começou a cagar de verdade. Um monte de merda mole misturada com minha porra branca grossa saiu do cu dela, escorrendo pelas coxas, caindo na cama do marido. Ela rebolava devagar, gemendo de prazer e vergonha misturados.
- Olha o que você fez... eu tô cagando... porra misturada com merda... tá saindo tudo... aaaahhh... que delícia safada...
Eu olhei hipnotizado enquanto ela rebolava, o cu cuspindo mais porra e merda, o cheiro forte enchendo o quarto. Ela virou o rosto, olhos vidrados de tesão.
- Viu? Eu avisei... você me fez cagar no pau... e eu gozei tanto que nem me importo... vem, limpa com a boca se quiser... ou me fode de novo suja assim...
A gente ficou ali, ofegantes, corpo suado, cama suja de porra, buceta e cu escorrendo. Ela sorriu cansada e safada.
- Da próxima vez que o Jorge viajar, você volta, né? Essa buceta e esse cu agora são seus.
Eu assenti, já imaginando a próxima vez. A paixonite de anos tinha virado a foda mais louca e suja da minha vida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Amiga safada de minha mãe!

Codigo do conto:
259687

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
17/04/2026

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