Eu tava ali no sofá da sala da Rayanne, de calça de moletom cinza bem folgada mas já marcando tudo, e um top curto justo pra caralho que mal cobria a barriga. Sem sutiã, óbvio. Meus mamilos perfurados tavam duros que nem pedra, apontando pro tecido fino, e eu tinha as pernas bem abertas, quase oferecendo pra ela. Rayanne, minha irmã mais velha, 26 anos, lésbica assumida e sem vergonha nenhuma, tava sentada na poltrona do lado, assistindo beisebol na TV com aquele jeito dela de quem tá relaxada mas sempre ligada em tudo. A gente é super aberta sobre sexo. Sempre foi. Eu, Isadora, 22 anos, hétero até o último fio de cabelo, mas hoje tava rolando uma coisa diferente. Uma garota me adicionou no Snapchat mais cedo e mandou umas indiretas bem safadas, tipo querendo marcar um rolê só nós duas. Eu contei pra Rayanne rindo, mas já sentindo um calor subir pela barriga. - Mana, você não vai acreditar. Uma mina me adicionou no Snap e tá mandando uns nudes leves, insinuando que quer ficar. Eu tô curiosa pra caralho, sabe? Tipo, meio que quero testar. Rayanne virou o rosto devagar, aquele sorrisinho de quem sabe exatamente o que tá acontecendo. Ela se inclinou pra frente na poltrona, os olhos descendo pro meio das minhas pernas abertas. Minha mão já tava ali, roçando por cima do moletom, sentindo a buceta latejar. - Vai fundo, Isa. Se tá molhada só de pensar, imagina quando ela te comer de verdade. Mostra pra ela como você fica safada. Eu ri, mas a voz saiu rouca. Meu dedo pressionou mais forte bem no grelinho por cima da calça. Tava encharcada. O tecido cinza já tinha uma mancha escura, grande, bem no meio, e eu esfregava devagar, circulando, sentindo o calor subir. Rayanne não tirava os olhos. Ela se inclinou mais, quase saindo da poltrona, e eu apontei a mão direto pra ela, como se dissesse “olha o que você tá fazendo comigo sem nem tocar”. - Porra, Ray, tô molhada demais. Olha só isso. A calça tá encharcada. Só de falar com você sobre essa mina eu já tô pingando. - Eu tô vendo, maninha. Sua bucetinha tá pedindo. Continua esfregando. Me conta mais o que ela te mandou. Eu obedeci. Meu dedo deslizou pra dentro da calça, direto na buceta lisinha e quente. Tava encharcada, o mel escorrendo pros dedos. Eu gemia baixinho enquanto falava. - Ela mandou uma foto da buceta dela, toda depilada, brilhando. Disse que quer lamber a minha até eu gozar na cara dela. Aaaah... caralho, Ray, tô imaginando isso agora e minha buceta tá piscando. Rayanne respirou fundo, os olhos fixos na mancha que crescia no moletom. Ela cruzou as pernas, mas eu vi o jeito como apertou as coxas. A conversa continuou assim por uns vinte minutos. Cada pergunta dela me deixava mais louca. Eu esfregava o grelinho inchado, enfiava dois dedos na buceta por dentro da calça, sentindo o barulhinho molhado ecoar na sala silenciosa. O cheiro de buceta excitada já tava no ar, doce e forte. De repente ela se levantou. - Vou no posto rapidinho, comprar cigarro e umas coisas. Já volto. Fica aí se tocando pra mim, tá? E saiu. A porta bateu e eu fiquei sozinha, o coração martelando. Minha buceta tava latejando tanto que eu mal conseguia pensar. Fui pro quarto dela correndo, abri a gaveta da cômoda onde ela guarda os brinquedos. Encontrei os dois vibradores – o dela, roxo, grosso, com aquelas bolinhas na ponta, e o da namorada dela, preto, mais fininho e com sucção pro grelinho. E ainda o dildo de ventosa, bem realista, veias marcadas, cabeça grossa, uns 20 centímetros de pura delícia de silicone. Eu tirei a calça de moletom de uma vez, o top também. Tava pelada, mamilos duros, buceta brilhando de tanto mel. Peguei primeiro o vibrador roxo da Rayanne. Liguei no máximo. O zumbido encheu o quarto. Encostei direto no grelinho e meu corpo inteiro tremeu. - Aaaahhh porra... que delícia, mana... sua buceta deve gozar tanto com isso. Enfiei devagar na minha bucetinha apertada. Tava tão molhada que deslizou inteiro de uma vez. Comecei a foder forte, empurrando fundo, tirando quase todo e metendo de novo. Meu cu piscava de tesão. Lambi o outro vibrador, o preto, chupando como se fosse uma pica de verdade, enfiando na garganta até babar. Depois troquei, coloquei o preto na buceta e o roxo no grelinho. Gozei pela primeira vez em menos de dois minutos, gritando abafado no travesseiro dela. - Haaaaaaa... caralho... tô gozando na sua cama, Ray... minha buceta tá esguichando! Mas eu não parei. Peguei o dildo de ventosa. Chupei ele inteiro, garganta profunda, baba escorrendo no peito, nos mamilos perfurados. Prendi na cômoda com a ventosa, de quatro na frente dele. Empinei o cu e desci devagar, sentindo a cabeça grossa abrir minha buceta. Meti tudo. Comecei a cavalgar desesperada, o barulho molhado ecoando – ploc ploc ploc – enquanto meus dedos esfregavam o grelinho inchado. - Aaaaiii meu Deus... que pica gostosa... me fode, me fode fundo! Mudei de posição. Deitei de lado, levantei uma perna e enfiei o dildo no cu. Tava apertado, mas eu tava tão molhada que o silicone entrou lisinho. Fodi o cu devagar no começo, depois mais forte, enquanto enfiava três dedos na buceta. O cu piscava em volta do brinquedo, um prazer sujo que me fazia tremer inteira. - Uhhhhh... no cu... tá entrando tudo no meu cu virgem pra você, mana... que tesão do caralho! Tirei o dildo do cu, lambi ele inteiro, sentindo meu próprio gosto no ânus. Coloquei de volta na buceta, depois no cu de novo, alternando sem parar. Gozei mais duas vezes, o corpo convulsionando, mel escorrendo pelas coxas. Depois peguei a garrafa de água dela, aquela que ela sempre usa. Esfreguei minha buceta molhada direto no bocal, lambuzando tudo com meu mel. Girei o grelinho no plástico frio, gemendo alto. - Toma, Ray... bebe o meu cheiro depois... minha buceta tá marcando tudo que é seu. Guardei tudo no lugar, limpando como pude, mas o cheiro ficou. Voltei pro sofá, pernas tremendo, buceta ainda latejando. Ela chegou uns quarenta minutos depois. Entrou, foi direto pro quarto, mexeu nas gavetas – eu ouvi o barulho. Voltou, sentou na poltrona, pegou a garrafa de água, deu um gole longo. Respirou fundo. Eu vi o nariz dela tremer. Ela sentiu. Sentiu o cheiro da minha buceta no bocal. Seus olhos encontraram os meus por um segundo, um brilho diferente. Eu esperei um pouco, depois falei casualmente. - Deixei meu vape no seu quarto, mana. Vou pegar. Fui. O vibrador roxo tava ligeiramente fora do lugar. Ela tinha mexido. Sabia. Meu coração disparou de tesão. Peguei ele de novo, de pé no meio do quarto dela, com ela no cômodo ao lado assistindo TV. Baixei o moletom até os joelhos, abri as pernas e enfiei o vibrador inteiro na buceta de uma vez. Liguei no máximo. Fodi de pé, rápido, os seios balançando, mamilos perfurados roçando o top. - Haaaaaaa... Ray... você sabe... você sabe que eu usei tudo... aaaahhh porra... Gozei ali mesmo, mordendo o lábio pra não gritar alto demais. Lambi o vibrador inteiro, sentindo meu mel e o gosto dela misturado no silicone. Coloquei de volta exatamente onde tava, mas deixei um fiozinho de baba brilhando na gaveta. Voltei pra sala como se nada tivesse acontecido. Rayanne tava me olhando. Não disse nada. Só sorriu aquele sorriso lento, perigoso. Eu sentei de novo, pernas abertas, a mancha de molhado ainda maior agora. A gente ficou em silêncio por uns minutos, só o barulho do jogo na TV. Mas o ar tava pesado. Eu sentia o olhar dela na minha buceta, como se ela soubesse de cada detalhe – do dildo no meu cu, da garrafa lambuzada, do cheiro que eu deixei pra ela beber. - Mana... – eu sussurrei, a voz rouca de tanto gemer – se você quiser... eu posso te contar tudo que eu fiz enquanto você tava fora. Ela não respondeu com palavras. Só inclinou o corpo pra frente de novo, os olhos descendo devagar pro meio das minhas pernas. E eu soube, ali, que aquela noite ainda tava só começando. Minha buceta latejava de novo, completamente molhada pela minha irmã mais velha lésbica. E eu não queria que parasse nunca.
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