Era uma noite abafada de verão, daquelas que o ar parece grudento na pele e qualquer barulhinho ecoa pela casa silenciosa. Eu, com meus 19 anos recém-completados, ainda estava com o pau latejando da punheta que tinha batido mais cedo olhando os nudes da minha mãe no celular dela. Aquelas fotos eram uma loucura. Tinha uma dela de quatro, a bunda grande e carnuda empinada pra câmera, o cu rosado piscando e a buceta inchada, molhada, com os lábios grossos abertos mostrando o grelinho inchado. Outra era ela deitada de pernas abertas, os peitos enormes caídos pros lados, mamilos escuros duros, e a mão dela enfiada até o punho na própria buceta. Eu tinha gozado três vezes só olhando aquilo, imaginando como seria meter minha pica grossa ali, sentir aquela buceta madura de 44 anos engolindo tudo. Minha mãe tinha se divorciado há um mês e estava sozinha pra caralho. O celular dela não parava de vibrar com notificações de aplicativos de pegação, mas ela nunca saía, só ficava em casa, assistindo novela e bebendo vinho sozinha no quarto. Eu achava que ela estava se segurando, mas naquela noite eu descobri que não. Acordei no meio da madrugada com uns gemidos baixos, abafados, vindo do quarto dela. Meu coração disparou. Saí da cama quietinho, só de cueca, e fui andando pelo corredor escuro, pé ante pé, pra não fazer barulho no piso de madeira. A porta do quarto dela estava entreaberta, só uma fresta, mas o suficiente pra eu ver tudo. Minha mãe estava deitada na cama king size, completamente pelada, as pernas bem abertas e os joelhos dobrados. Os peitos grandes subiam e desciam rápido com a respiração pesada. Na mão direita ela segurava um vibrador grosso, preto, daqueles que giram e vibram forte, e estava enfiando ele fundo na buceta dela, bem devagar, enquanto a outra mão rodava o grelinho inchado em círculos rápidos. O barulho molhado da buceta dela era obsceno, tipo um chuvisco constante, e o vibrador zumbia baixo. Ela mordia o lábio inferior, os olhos fechados, e gemia baixinho. - Ahhh porra... que delícia... enche essa buceta velha... Eu fiquei paralisado na porta, o pau endurecendo na hora dentro da cueca, latejando tanto que chegava a doer. Minha mãe era linda pra caralho, corpo maduro mas firme, barriga levemente macia, coxas grossas, e aquela buceta depilada brilhando de tesão. Eu não aguentei. Abaixei a cueca devagar, segurei minha pica grossa na mão e comecei a bater punheta bem devagar, olhando ela se foder com o vibrador. O pré-gozo já escorria da cabeça da minha pica, lubrificando tudo. Ela acelerou o ritmo, enfiando o vibrador até o talo, tirando e enfiando de novo, o suco da buceta escorrendo pela bunda dela e molhando o lençol. Os gemidos ficaram mais altos, desesperados. - Isso... fode minha buceta... ai caralho... vou gozar... vou gozar nessa buceta molhada... Eu bati mais rápido, a mão subindo e descendo na minha pica veia, imaginando que era a buceta dela me engolindo. Mas de repente ela parou. Os gemidos cessaram. O vibrador desligou. Ela abriu os olhos e virou a cabeça pro lado, como se tivesse ouvido alguma coisa. Meu coração quase saiu pela boca. Eu parei a punheta na hora, mas já era tarde. Ela tinha ouvido meus passos ou minha respiração pesada. Eu ia me mandar de volta pro quarto quando ouvi a voz dela, baixa, rouca de tesão. - Filho... é você aí? Eu congelei. Não tinha como negar. Empurrei a porta devagar e entrei, a cueca ainda abaixada, a pica dura pra caralho apontando pra ela, brilhando de pré-gozo. Minha mãe sentou na cama, os peitos balançando, o vibrador ainda na mão, a buceta aberta e pingando. - Mãe... eu... eu vi você... e não consegui me segurar... Ela olhou direto pra minha pica, os olhos brilhando de surpresa e tesão ao mesmo tempo. Lambeu os lábios devagar. - Meu Deus, filho... olha o tamanho dessa pica... você tá duro assim por causa da sua mãe? Eu balancei a cabeça, sem conseguir falar. Ela sorriu, um sorriso safado que eu nunca tinha visto. - Vem cá... chega mais perto... deixa eu ver essa pica de perto. Eu me aproximei da cama, tremendo de tesão. Ela largou o vibrador e pegou minha pica na mão quente, apertando devagar, sentindo as veias pulsando. - Porra, filho... tá tão grossa... tão quente... você andou olhando meus nudes, né? Eu sei que você mexeu no meu celular. - Sim mãe... eu me masturbei tanto olhando sua buceta... sua bunda... eu queria te foder faz dias. Ela gemeu baixinho só de ouvir e começou a bater punheta em mim, devagar, apertando a cabeça. - Então vem... fode sua mãe... enche essa buceta que tá louca de tesão... eu tô sozinha faz tanto tempo... quero sentir uma pica de verdade. Eu não pensei duas vezes. Subi na cama, empurrei ela deitada de novo e abri as pernas grossas dela. A buceta estava inchada, vermelha, suco escorrendo. Eu baixei o rosto e lambi tudo, chupando o grelinho dela com força, enfiando a língua fundo na buceta quente. - Ahhh caralho filho... chupa essa buceta... isso... mama no grelinho da sua mãe... ai porra que delícia... Ela segurou minha cabeça com as duas mãos, empurrando contra a buceta, rebolando o quadril no meu rosto. Eu chupei como um louco, sugando o suco dela, mordiscando o grelinho. Ela tremia toda. - Vou gozar... ai filho... vou gozar na sua boca... aaaahhh porraaa! Ela gozou forte, a buceta contraindo, jorrando suco na minha cara. Eu lambi tudo, limpei a boca e subi, posicionando a cabeça da pica na entrada da buceta dela. - Mete filho... enfia essa pica grossa na buceta da sua mãe... me fode bem fundo. Eu empurrei devagar no começo, sentindo a buceta quente e molhada engolir minha pica centímetro por centímetro. Era apertado, quente pra caralho, como se ela estivesse me sugando pra dentro. - Ahhh porra mãe... sua buceta tá tão quente... tão molhada... - Isso filho... fode... estoca essa buceta... me rasga toda... Eu comecei a meter forte, estocadas fundas, pele batendo em pele, os peitos dela balançando loucamente. Cada vez que eu entrava até o talo, ela gemia desesperada. - Ai caralho... que pica gostosa... me fode filho... mais forte... quebra essa buceta... Eu meti como um animal, segurando os quadris dela, batendo fundo, sentindo as paredes da buceta dela apertando minha pica. O barulho molhado enchia o quarto. Ela cravou as unhas nas minhas costas. - Isso... assim... vai... me enche de porra... goza dentro da buceta da sua mãe... Eu acelerei, o suor escorrendo, o pau latejando dentro dela. Senti o gozo subindo. - Mãe... eu vou gozar... vou encher sua buceta... - Goza filho... jorra tudo... enche essa buceta de porra quente... Eu explodi dentro dela, jatos grossos de porra enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pela bunda. Ela gozou junto, a buceta apertando minha pica, sugando cada gota. - Aaaahhh porraaa... tá enchendo... que porra quente... gozei de novo filho... Ficamos ofegantes um tempo, minha pica ainda dentro da buceta cheia de porra. Mas eu ainda estava duro. Ela olhou pra mim, olhos vidrados de tesão. - Ainda quer mais, né filho? Olha como tá duro ainda... quer foder o cu da sua mãe agora? Eu balancei a cabeça, o pau pulsando só de imaginar. - Quero mãe... quero meter no seu cu... Ela virou de quatro, empinou a bunda grande, abriu as nádegas com as mãos mostrando o cu rosado piscando. - Então vem... mas vai devagar no começo... meu cu é apertado... vai doer mas vai ser gostoso pra caralho. Eu cuspi na cabeça da pica, lubrifiquei o cu dela com o suco que escorria da buceta e encostei a cabeça grossa no cuzinho. Empurrei devagar. O cu dela resistiu no começo, apertado pra porra. - Ai ai ai... porra... tá doendo filho... mas não para... enfia... Eu forcei um pouco mais, a cabeça entrou com um pop, e ela gritou. - Aaaahhh caralhooo... tá rasgando meu cu... ai que dor gostosa... Eu parei um segundo, deixando ela acostumar, depois meti devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertando minha pica como um punho quente. - Isso mãe... relaxa... sua bunda tá engolindo minha pica toda... - Ai porra... tá fundo... me fode o cu filho... mete mais... Eu comecei a estocar, cada vez mais forte, o cu dela relaxando e ficando molhado de suor e porra que escorria da buceta. O barulho era obsceno, pele batendo, ela rebolando contra mim. - Fode meu cu... quebra esse cu virgem da sua mãe... ai caralho que delícia... Eu metia fundo, segurando a cintura dela, vendo os peitos balançando, o suor escorrendo pelas costas. Ela começou a gemer mais alto, desesperada. - Ai ai ai... tô sentindo no intestino... mas tá bom pra caralho... fode mais filho... esfrega meu grelinho... Eu estiquei a mão e comecei a rodar o grelinho dela enquanto metia no cu. Ela perdeu o controle. - Aaaahhh porraaa... vou gozar com esse pau no cu... ai que delícia... gozando filho... gozando no cu da sua mãe... Ela gozou forte, o cu apertando minha pica em espasmos, o corpo tremendo inteiro, gritando. - Aaaahhh caralhooo... tô gozando... tô gozando gostoso pelo cuuu... Eu continuei metendo, sentindo o gozo subir de novo. Ela virou o rosto, olhos arregalados. - Filho... não goza dentro... se você gozar no meu cu eu vou me cagar toda... por favor... ai porra... não aguento... Mas eu estava louco de tesão. Meti mais fundo, mais rápido. - Eu vou gozar mãe... vou encher seu cu de porra... - Não... ai caralho... se você gozar eu vou me cagar... vou cagar com sua porra toda... Eu explodi mesmo assim, jatos grossos de porra quente enchendo o cu dela fundo, misturando com o que já tinha na buceta. Ela gritou de prazer e desespero. - Aaaahhh porraaa... tá enchendo meu cu de porra quente, seu safado... tô sentindo a porra quente... ai que delícia... vou me cagar todinha, filho... Eu continuei gozando até o último jato, depois puxei o pau devagar do cu dela. O cu piscou, aberto, vermelho, e de repente ela rebolou forte, gemendo. - Ai ai ai... tá saindo... tô me cagando filho... olha... Enquanto o pau saía, o cu dela se abriu e começou a sair uma mistura grossa de porra branca com um pouco de coco marrom claro, escorrendo pela bunda dela, pingando no lençol. Ela rebolava, empinando mais, gemendo de vergonha e prazer ao mesmo tempo. - Porra... eu avisei... tô cagando com sua porra toda... olha como tá saindo misturado... ai que vergonha... mas que tesão... Eu olhei hipnotizado, a pica ainda dura pingando, vendo ela se acabar, o cu piscando soltando mais porra e coco misturado, escorrendo pelas coxas grossas. Ela caiu de lado na cama, ofegante, o corpo todo suado, a buceta e o cu destruídos, porra escorrendo de tudo. - Filho... você me fodeu pra caralho... me encheu os dois buracos... e me fez cagar na sua frente... Eu me deitei ao lado dela, puxei ela pro meu peito, beijando a testa suada. - Eu te amo mãe... e quero fazer isso toda noite agora. Ela sorriu fraca, ainda tremendo. - Então vem... a gente mal começou... amanhã você me fode de novo... buceta, cu, tudo... eu sou sua vadia agora. A noite seguiu com mais rodadas, mas aquela primeira vez ficou gravada pra sempre na minha cabeça, a mistura de tesão, vergonha e prazer puro que a gente descobriu juntos. Minha mãe, 44 anos, divorciada e louca de tesão, agora era minha, buceta, cu e tudo mais. E eu, com 19 anos, tinha achado o paraíso dentro de casa.
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