Minha buceta é sempre raspadinha, inchada e molhada quando o tesão bate, e meu cu apertado adora ser esticado por paus grossos. Venho de uma família rica e respeitável. Meus pais e irmãos acham que sou uma boa menina que está aproveitando a faculdade. Eles nunca imaginaram o que eu faço quando saio de casa.
Eu descobri que Lucas, um aluno do último ano de Jornalismo, andava pesquisando sobre a Diaba Pelada. Ele queria escrever uma matéria diferente para o boletim estudantil, algo que marcasse sua saída da faculdade. Era tímido, de fala mansa, e eu já o tinha visto algumas vezes pelos corredores. O risco de ser reconhecida existia… e isso só me deixava mais molhada.
Mandei uma carta anônima para ele:
“Se quiser as informações que procura sobre a Diaba Pelada, apareça sozinho no terreno baldio atrás do antigo depósito da avenida principal, à meia-noite de sexta. Venha sozinho. Eu estarei lá.”
Na sexta, deixei o carro longe. Tirei toda a roupa, coloquei apenas a máscara preta que cobria os olhos e caminhei nua até o terreno baldio. O lugar era escuro, cheio de mato alto e entulho. Meu coração batia forte. O medo de ele me reconhecer era real, mas o tesão falava mais alto.
Lucas já estava lá, nervoso, segurando um caderno e uma lanterna fraca. Quando me viu sair do mato completamente nua, ele engasgou.
— Meu Deus… Você é a própria Diaba Pelada.
Eu parei na frente dele, seios pesados à mostra, e falei com a voz rouca que sempre usava:
— Pode começar a entrevista. Mas só com o pau de fora.
Ele engoliu em seco, as mãos tremendo. Hesitou, mas acabou abrindo a calça. O pau já estava meio duro de nervoso. Eu me ajoelhei na frente dele, no chão sujo, e segurei o pau com a mão.
— Pode perguntar — disse, antes de enfiar ele inteiro na boca.
Lucas soltou um gemido abafado. Eu chupava devagar, olhando para cima, a língua girando na cabeça, enquanto ele tentava formular a primeira pergunta.
— Q-quantos… anos você tem? — ele conseguiu perguntar, a voz falhando.
Eu tirei a boca só o suficiente para responder, a saliva escorrendo pelo queixo:
— A Diaba não tem idade… — e voltei a chupar fundo.
Ele gemia, uma mão hesitante no meu cabelo. Eu sentia o pau latejar na minha garganta. Continuei mamando enquanto ele fazia outras perguntas, sempre intercalando as respostas com a boca cheia ou com a língua passando devagar pela glande.
— Por que você aparece nua?
— Porque é assim que eu sou… — respondi, lambendo o pau de baixo até em cima.
— E porque os homens prestam mais atenção.
Em determinado momento, eu o empurrei para sentar num pedaço de concreto baixo. Subi no colo dele, de frente, e enfiei o pau na minha buceta de uma vez só. Os dois gememos juntos. Eu comecei a cavalgar devagar, os seios balançando na cara dele.
— Continua a entrevista — ordenei, rebolando.
Lucas tentava falar, mas cada vez que eu apertava a buceta ou descia mais fundo, a voz dele falhava.
— As pessoas...as pessoas... quero dizer... hummm, Você… ahh… você é um espírito? — ele perguntou, ofegante.
Eu sorri, ainda cavalgando, e respondi com a voz rouca, gemendo entre as palavras:
— Eu sou um espírito… que possui o corpo de alunas inocentes. Entro nelas, uso o corpo delas, faço elas ficarem molhadas e safadas… e depois sumo.
Lucas arregalou os olhos, as mãos apertando minha bunda com mais força.
— Esse corpo...hummm, esse corpo é de uma aluna?
— Sim, é sim, de uma tolinha que peguei.
— Então… você já… possuiu alguma aluna da minha faculdade?
Eu rebolei mais devagar, propositalmente, sentindo o pau dele latejar fundo dentro de mim, e me incline perto do ouvido dele, provocando:
— Quem sabe? Talvez eu esteja possuindo uma garota bem inocente agora mesmo… uma daquelas que todo mundo acha certinha e tímida. Você sentiria a diferença se fosse uma colega sua?
— Esse corpo parece de alguém que você conhece?
Ele gemeu alto, quase gozando. Eu acelerei e diminuí o ritmo de propósito, sempre que sentia ele perto do limite, eu parava ou rebolava bem devagar, prolongando o prazer e a tortura.
— Porra… eu não consigo… pensar direito…
— Então pergunta de novo — eu gemia no ouvido dele, subindo e descendo no pau.
— Pergunta enquanto eu te fodo.
A entrevista virou um caos gostoso. Ele fazia perguntas entrecortadas, eu respondia gemendo, às vezes chupando o pescoço dele, às vezes rebolando mais forte. Minha buceta escorria no pau dele, o barulho molhado ecoava no terreno escuro. Eu gozei duas vezes no colo dele, apertando forte, gemendo sem me importar com o barulho.
No final, quando senti que ele não aguentava mais, desci do colo, me ajoelhei de novo e enfiei o pau na boca. Chupei com vontade, olhando para ele. Lucas gozou fundo na minha garganta, gemendo alto, as mãos tremendo no meu cabelo. Eu engoli tudo, lambendo os lábios depois.
Levantei devagar, ainda ofegante, porra escorrendo um pouco pelo queixo.
— Entrevista encerrada — falei com a voz rouca.
— Se quiser mais informações… me procure novamente, talvez apareça.
E saí caminhando nua de volta para o mato, deixando Lucas sentado no escuro, ainda com a calça aberta e a respiração descompassada.
No caminho até o carro, eu sorria sozinha. O risco de ser reconhecida tinha sido real… e isso só tinha deixado tudo ainda melhor.



