Ensinando o prazer do ménage a meu namorado



Olá meus amooooooooores, quanto tempo. Estava muito ocupado devido a mudanças no trabalho e por isso me afastei um pouco. Peço desde já que se gostarem do conto votem, comentem, que isso me inspira a dividir mais ainda minha vida sexual com vocês e vamos lá.
Para contextualizar, eu comecei a namorar com um rapaz que se chamava André logo no início da pandemia, em abril de 2021, e a gente ficou junto por um ano e meio. Naquela época, nossa casa era bem humilde, resumida em dois cômodos grandes: um quarto onde todo mundo se espremia e a cozinha.
Para piorar, minha ex-cunhada e o marido dela tavam dormindo no mesmo quarto com a gente. Ou seja, intimidade ali era luxo que a gente não tinha. Mas a real é que eu decidi abrir a nossa relação por um motivo bem específico: o André tinha um cacete colossal, uma tora grossa e pesada que toda vez que me comia, me rasgava e me machucava de verdade. Eu já tava andando travado de tanto dor no rabo. Então, chamei o Igor mais para agradar o André e dar uma aliviada em mim, tirando um pouco da carga pesada daquele pau gigante de cima de mim.
O Igor era totalmente o oposto: um passivo magrinho, todo delicadinho, com uma bundinha branquinha que parecia feita sob medida para aguentar tranco. O André, óbvio, amou a ideia na hora. A gente marcou o esquema para uma madrugada de terça-feira.
Por volta de uma da manhã, o plano foi colocado em prática. A gente esperou a minha ex-cunhada e o cunhado caírem no sono pesado, daquele tipo que ronca que nem um trator velho. O grande detalhe é que o nosso quarto era a passagem para a rua, e a porta do quarto deles dava de frente para a nossa cama.
Para não correr o risco de sermos surpreendidos no meio da baixaria, o André teve uma ideia genial: na malandragem pura, a gente deu um jeito de encostar a porta do quarto deles e passar a tranca por fora, garantindo que ninguém ia sair de lá de surpresa para atrapalhar nossa foda.
Aí pegamos o nosso colchão de reserva que ficava guardado no quarto, arrastamos ele com todo o cuidado do mundo pela casa e jogamos no chão da cozinha. Era ali que a magia ia acontecer.
Mandei a mensagem pro Igor. Dez minutos depois, ouvi uma batida leve na porta da cozinha. Era ele. O bicho entrou parecendo um gato no cio, sorrindo de orelha a orelha, vestindo uma bermuda de moletom cinza sem cueca, marcando um pouco o cacete que não era tão grande. O André recebeu ele com um beijo de língua estalado, e eu já fui fechando a porta da cozinha na ponta dos pés.
Como o espaço era apertado e o quarto tava trancado com os dois lá dentro, o ringue da madrugada foi em cima daquele colchão jogado no chão frio da cozinha. A luz tava apagada, só clareada pela claridade da rua que batia na janela. O calor naquela madrugada tava infernal, o que deixava todo mundo pelado, suado, com o corpo grudando e os nervos à flor da pele.
O André, que tem uma pegada possessiva que me deixa com o rabo piscando de tesão, já foi colando a boca do Igor num beijo sujo, trocando saliva e chupando a língua do moleque. Eu tava ali no meio, ajoelhado no colchão, com o coração na boca, ouvindo o barulho abafado de um ronco lá do quarto trancado. O perigo de ser pego dava um tesão tão escroto e violento que a minha pressão foi lá no alto e meu pau começou a latejar dentro da bermuda.
O André olhou pra mim com aquele sorriso de canto de boca, me empurrou de leve pro chão do colchão e deu o papo: "Hoje eu vou foder com vocês dois até vocês pedirem arrego, mas você vai ficar de camarote assistindo primeiro pra aprender como o pai aqui arromba um rabo".
E mano... que espetáculo doentio de bom. Eu recuei pro canto do colchão, apoiei os joelhos e virei a plateia VIP daquela putaria ao vivo.
O André virou o Igor de quatro em cima do colchão, puxou a bermuda do moleque até os joelhos, expondo aquela bunda branquinha e redonda. O André passou a mão com saliva no rabo do Igor, aliviando a entrada, e sem dó nem piedade, enfiou aquela tora inteira de uma vez só.
O Igor deu um grito abafado, mordendo o próprio braço para não fazer escândalo, com os olhos revirados de tanto prazer e dor misturados. O André segurava a cintura dele com força bruta, puxando o moleque contra a pélvis e metendo como um animal, socando a rola sem parar. O som da carne estalando, os peitos batendo, o suor pingando nas costas do Igor... meu irmão, ver o meu homem comendo aquele rabo gostoso bem na minha frente, no chão da minha cozinha, ativou o meu modo mais tarado.
Eu tava ali, com a mão no meu próprio pau, descascando seco e rápido, assistindo àquela cena a dois palmos de mim. O André olhava pra mim enquanto estocava o Igor com violência, me provocando com os olhos cheios de maldade, sussurrando: "Tá gostoso de ver o rabo desse safado tomando leitada? Quer vir mamar essa porra ou vai só bater uma secando a gente?"
O Igor gemia alto, babando no chão da cozinha, implorando por mais: "Isso, arromba meu rabo, porra!". Era uma foda bruta, pornográfica, com o bafo quente e os gemidos sujos ecoando baixo na cozinha escura.
A cena tava tão imunda e intensa que a minha visão começou a embaçar de tanto tesão. Ver o André dando aquele tratamento de primeira, estocando o rabo do Igor até o talo, fez a minha cabeça explodir.
O André percebeu que eu tava no limite da loucura. Ele deu mais umas dez estocadas cavalas e fundas, arrancando um uivo abafado do Igor, e avisou urrando baixinho: "Vou gozar dentro desse teu rabo apertado, seu filho da puta!".
No segundo em que o André socou a última vez e despejou todo o leitão quente dentro do rabo do Igor, com o porra do sêmen escorrendo pelas pernas do moleque, a onda bateu em mim com tanta força que eu nem esperei me encostarem. Puxei meu pau e gozei jorrando um jato grosso em cima da minha própria barriga e peito, mordendo o lábio para não gritar igual a uma cadela.
Ficamos os três ali jogados no colchão da cozinha, ofegantes, nadando no nosso próprio suor e gozo, rindo baixo de nervoso com a adrenalina pura correndo nas veias. O Igor teve que vestir a bermuda correndo e ir embora, com o rabo melado e andando meio travado, parecendo um verdadeiro bandido fugindo da cena do crime.
Depois que ele sumiu, a gente tirou o colchão dali, limpou a bagunça correndo e destrancou o nosso quarto fingindo que tava tudo na paz do senhor. Eles continuaram roncando nem sabendo do livramento que tiveram. E quer saber? Aquilo foi só o primeiro tiro. Dali em diante vivemos muita coisa juntos na Colônia Terra Nova e a casa virou um puteiro particular e a gente usufruiu tanto daquela casa de tanto foder a três. Até que resolvemos abrir a relação ainda mais.
Se gostaram do conto, votem, comentem. Me deem esse engajamento.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


263559 - Uma corrida que valeu a pena - Uber safado me fudendo enquanto sua esposa estava em casa - Categoria: Gays - Votos: 4
254412 - Uma corrida que valeu a pena - Uma loucura despretenciosa - Categoria: Gays - Votos: 6
254057 - Uma corrida que valeu a pena - Quem come calado, come de novo. - Categoria: Gays - Votos: 13
250862 - Dando conta do enfermeiro safado - a continuação. - Categoria: Gays - Votos: 3
250209 - A volta do enfermeiro safado - Categoria: Gays - Votos: 4
249913 - O A3 mais inesperado e gostoso da minha vida - Categoria: Gays - Votos: 5
249624 - Uma orgia inesperada - Categoria: Gays - Votos: 10
249465 - A noite que encontrei o GP na boate e rolou uma foda grátis e deliciosa. - Categoria: Gays - Votos: 8
247866 - A primeira vez que contratei um GP - Categoria: Gays - Votos: 9
247592 - Dando conta do enfermeiro safado - Categoria: Gays - Votos: 12
247146 - Uma corrida que valeu a pena - Categoria: Gays - Votos: 7
246917 - Dando conta do personal trainer - O dia em que o mamei na academia. - Categoria: Gays - Votos: 15
246380 - Levando uma "dura" dos policiais - Categoria: Gays - Votos: 19
246338 - Dando conta do personal trainer - Categoria: Gays - Votos: 38
246028 - O dia em que juntei todos os machos que me comeram fora do meu relacionamento. - Categoria: Gays - Votos: 3
245400 - Dando conta do segurança da boate e do pintor - Categoria: Gays - Votos: 5
245325 - Experimentando o cacete do hétero bombado junto com o pintor dessa vez. - Categoria: Gays - Votos: 6
244922 - Dando pro pintor e o mototaxista juntos. - Categoria: Gays - Votos: 17
244861 - O PINTOr de verdade - Categoria: Gays - Votos: 14
244839 - Uma corrida que valeu a pena - Categoria: Gays - Votos: 11
244756 - Minha primeira foda a 4 - Categoria: Gays - Votos: 6
244643 - Dando conta do segurança da boate e do Richard juntos - No bloco de carnaval - Categoria: Gays - Votos: 5
244555 - Dando conta do segurança da boate e do Richard juntos - Até dupla penetração rolou rsrs - Categoria: Gays - Votos: 5
244478 - Fudendo escondido no banheiro da boate. - Categoria: Gays - Votos: 3
244343 - Experimentando o cacete do hétero bombado no acampamento. - Categoria: Gays - Votos: 10
244211 - Experimentando o cacete do "hétero" bombado, sozinho, dessa vez - Categoria: Gays - Votos: 8
244134 - Meu primeiro sexo a 3 - Categoria: Gays - Votos: 8
244068 - Dando conta do segurança da boate: Do Terceiro Andar ao Banco de Trás - Categoria: Gays - Votos: 4
244035 - Dando conta do segurança da boate - No motel - Categoria: Gays - Votos: 6
243954 - Dando conta do segurança da boate - Categoria: Gays - Votos: 31

Ficha do conto

Foto Perfil dhimmyapimentado
dhimmyapimentado

Nome do conto:
Ensinando o prazer do ménage a meu namorado

Codigo do conto:
270172

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/08/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0