O dia em que decidimos abrir nossa relação - O começo do trisal
Boa tarde meus amores. Agradeço cada voto e cada comentário de vocês e vamos para mais um conto. Direto pra narrativa, sem enrolação. --- O dia que o Lucas entrou na nossa vida começou num pique totalmente inocente, mas acabou virando aquela putaria desenfreada que a gente adora. Era uma tarde de trampar pesado, eu lá na correria da gerência, quando o André me manda mensagem no zap: "Amor, troquei ideia com um cara daora chamado Lucas. Chamei ele pra colar aqui em casa hoje mais tarde pra gente trocar ideia, fazer uma amizade". Eu li e pensei: "Beleza, um amigo novo, tranquilo, sem pressão". Naquele momento, zero intenção de putaria. A meta era só socializar e tomar um café. Saí do serviço por volta das 17h e voei pra casa. Quando cheguei, já era umas 18h e o breu da noite tava começando a cair em Manaus. Abri a porta e os dois tavam no quarto, grudados na tela do notebook assistindo alguma coisa que eu nem prestei atenção. Porque assim que eu bati o olho no Lucas... mano do céu. Foi um raio na espinha. Um tesão à primeira vista daqueles animalescos, sabe? O bicho tinha uma presença que pqp, meu corpo inteiro acendeu na hora. Falei um "salve" geral, tirei a mochila e mandei: — Vou ali tomar um banho rápido pra tirar o suor do dia, já volto. Entrei no banheiro, tirei a roupa, mas fiquei ouvindo o buchicho dos dois vindo do quarto, aquela conversa baixinha de quem tá tramando alguma. Terminei o banho, passei a toalha e saí na ponta do pé. Quando me deparo com os dois! Estavam se atracando num beijo gostoso. Mas assim que o Lucas percebeu que eu tinha saído, o coitado travou, deu um passo pra trás todo sem graça, achando que ia dar ruim. Eu dei aquela risada de canto de boca e soltei: — Relaxa, meu parça, tá em casa! Zero B.O. por aqui, isso é super normal. Pra aliviar o clima e dar uma respirada, peguei a chave e fui na padaria da esquina. Comprei pão fresco, frios, um bolo e fiz um café coado bem caprichado pra gente comer e enturmar. Só que, né? O destino e os hormônios tinham outros planos. Quando voltei da padaria, entrei com as sacolas e escutei uns barulhinhos suspeitos vindos do quarto. Abri a porta devagarzinho e... caralho! Os dois tavam na cama travados num 69 lindo de se ver, um chupando o cacete do outro com uma voracidade que parecia que iam se devorar. Eu só soltei da porta: — Caracas, a diversão tá boa aí, hein? Fechei a porta de leve e fui pra cozinha montar os lanches, rindo sozinho com a cena. Enquanto o café coava, o som começou a subir de tom: a batida seca da cama de casal encontrando na parede foi o ritmo da minha preparação. Eu lá na cozinha, arrumando a travessa, mas com a cabeça inteira imaginando o estrago que os dois tavam fazendo lá dentro. Terminei, peguei a bandeja e empurrei a porta do quarto. A cena que tava rolando era de cinema adulto explícito: o André tava comendo o Lucas de quatro na cama. E mano, eu fiquei embasbacado, porque eu sei muito bem o quanto dói quando o André me pega de jeito no começo, e o Lucas tava lá, recebendo aquela tora grossa com uma facilidade e um tesão que parecia que nasceu praquilo. O maluco gemia gostoso, arqueando as costas, curtindo cada estocada. Me aproximei da cama com a bandeja, mas botei ela de lado porque a prioridade era outra. Tirei meu pau pra fora, já duro igual uma rocha, e empurrei na cara dele. O Lucas abriu a boca e abocanhou com uma fome absurda, mamando meu cacete enquanto o André continuava martelando ele sem dó. O clima tava tão insano que o André puxou o Lucas pelas pernas, mudando pro estilo "frango assado" — com as pernas lá no alto, o cuzinho dele escancarado recebendo aquela pica preenchendo tudo. Vendo aquela putaria toda, eu decidi dar um tempo pra minha mandíbula, recuei e fui sentar na cadeira que a gente tem no canto do quarto. Fiquei ali, assistindo meu homem arrombar o Lucas, com uma tesão tão grande que eu quase gozava só de ver os dois se fudendo daquele jeito. O Lucas gritava o quanto tava gostoso, pedindo mais, implorando pra ser maltratado. Até que o André tirou de dentro dele, deitou de costas na cama e ordenou com aquela voz de macho dominante: — Agora cavalga, putinho. Senta no pai! Mano, o Lucas não pensou duas vezes. Subiu em cima do André parecendo que já conhecia aquele pau de longa data. Sentou, encaixou de uma vez só, começou a quicar e pular com uma desenvoltura que parecia escola de samba. Os gemidos dos dois ecoavam pelo quarto inteiro, uma mistura de suor, fôlego curto e puro prazer. Ficaram uns dez minutos nessa quicada e rebolada louca, até que o Lucas deu o último salto, soltou um urro e gozou com tudo no peito do André. No mesmo instante, o André enterrou a última metida e despejou tanto leite dentro que, quando ele puxou, começou a escorregar aquela gala branca e grossa pelo cuzinho do Lucas. Não aguentei, me masturbei olhando aquela cena e joguei meu leite ali na beirada da cama também. Foi assim que a nossa amizade começou. Sem planos, sem frescura, mas com uma química que virou o primeiro capítulo do nosso trisal. Se curtiu este conto deixa teu voto e teu comentário aí embaixo pra dar aquela força pro nosso motor continuar acelerando!
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