Uma corrida que valeu a pena - Quem come calado, come de novo.

Boa tarde ninos e ninas. Faz tempo que não escrevo pois estava de férias e estava aproveitando de todas as formas possíveis, menos escrevendo. Agradeço a cada comentário e a cada voto e vamos a mais um conto...
Mano, tu acha mesmo que eu ia deixar aquele contato mofando no zap? Jamais! Aquele número tava salvo com o nome de "Uber Premium" e um emoji de fogo, porque o que a gente viveu não foi uma corrida, foi um evento canônico na minha vida de solteiro.
Passou uma semana, a saudade daquela "vara" já tava batendo forte, e o meu corpo tava pedindo aquele check-up de novo. Era uma sexta-feira, o tempo tava meio abafado, e eu mandei a braba no sigilo: "E aí, Uberzão... tá na pista ou tá guardado? Tô precisando de uma corrida especial hoje, sem pressa pra chegar."
Não deu dois minutos e o celular vibrou. O papo foi reto: "Pra você, eu sempre tô na pista. Me manda a localização que o pai tá chegando pra te macetar."
Mano, meu coração disparou! Tomei aquele banho caprichado, passei meu melhor perfume (porque se o cara é cheiroso, eu tenho que estar no nível, né?), e fiquei só na espera. Quando o carro dele dobrou a esquina, o farol deu aquela piscadinha e eu já senti o fogo subir.
Dessa vez, nem esperei ele pedir. Entrei direto na frente, bati a porta e o clima já tava elétrico. Ele tava com um boné de cria, uma regata que deixava os braços ainda mais gigantes e aquele sorriso de quem sabia exatamente o que eu queria. Ele olhou pra mim e mandou: — E aí, sumido? Achei que tinha esquecido do meu "atendimento personalizado".
— Esquece nada, pô! Aquele dia ficou gravado na mente — respondi, já sentindo o cheiro daquele perfume que me deixa doido.
Ele nem ligou o aplicativo. Botou um trap baixinho e falou: — Hoje o bagulho vai ser mais louco. Não quero saber de motel rapidinho não. Vou te levar num lugar que eu conheço, um mirante onde a vista é linda, mas o que vai acontecer dentro desse carro vai ser muito melhor.
Mano, o cara dirigiu até um lugar mais afastado, um breu total, só a luz da cidade lá embaixo. Quando ele estacionou e desligou o motor, o silêncio durou dois segundos. Ele já puxou o banco pra trás, se ajeitou e falou: — Chega aqui.
Eu já pulei pra cima dele com uma vontade que parecia que eu tava em jejum há anos. A gente se atracou ali mesmo, um beijo de língua voraz, aquela mãozona dele apertando a minha nuca e a outra já descendo pra minha bunda, dando aquele tapa que estalou no carro todo.
— Tu tá muito sapeca hoje, né? — ele sussurrou no meu ouvido, com aquela voz rouca que faz o cu piscar.
Ele meteu a mão por dentro da calça e já tirou o "instrumento de trabalho" pra fora. Mano, no escuro o bagulho parecia ainda maior! Estava pulsando, pronto pra guerra. Eu não perdi tempo, já me joguei naquela mamada de mestre. O bicho é grosso demais, a boca fica até travada, mas eu fui com tudo, fazendo aquele barulho de sucção que ele ama.
Ele gemia baixo: "Isso, mita! Chupa essa porra toda que hoje eu vou te arrombar com carinho."
O ápice foi quando ele me virou de costas ali mesmo no banco do carona. Ele jogou o banco todo pra trás, me deixou de quatro com a cara no encosto e começou a me preparar com aquele dedo gigante. Quando ele sentiu que eu tava no ponto, ele veio com tudo.
Vapo!
Mano, a primeira estocada foi de perder o fôlego. Ele entrou seco e fundo, e eu soltei um gemido que deve ter ecoado pelo morro inteiro. Ele não tinha pena, não! Ele segurava no meu quadril com as duas mãos e martelava com uma força que o carro balançava todo. Parecia que a suspensão ia pedir arrego.
— Tá gostoso, seu safado? — ele perguntava, enquanto me macetava sem dó.
— Puta que pariu, me fode mais! — eu só conseguia gritar isso.
Foi uma putaria de alto nível. A gente mudou de posição ali dentro daquele espaço apertado, o que deixava tudo ainda mais quente. Eu sentei nele, rebolando com ódio, sentindo cada centímetro daquela rola preencher tudo por dentro. O suor escorria, o vidro do carro já tava todo embaçado, e a gente ali, trocando fluido e tesão puro.
No final, ele me puxou pra perto, me deu um beijo de tirar a alma e gozou tanto que eu senti o jato quente batendo no fundo. Eu gozei junto, só de sentir a vibração dele. Ficamos ali, ofegantes, naquele clima de pós-guerra, com o cheiro de sexo dominando o carro.
Ele limpou tudo, se arrumou e me olhou com aquele olhar de satisfação: — Viu? Eu disse que a segunda corrida ia ser melhor.
Ele me deixou em casa, me deu um beijo na testa e falou: — O zap tu já tem. Quando a carência bater, já sabe quem é o motorista nota 5 estrelas.
E aí, quer que eu te conte o que aconteceu quando ele me convidou pra ir na casa dele no final de semana seguinte, quando a mulher viajou? O bagulho ficou ainda mais doido!
Aproveite, vote e comente para me dar essa força.

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Comentários


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ksn57 Comentou em 06/02/2026

Votado ! Delicia de Uber...




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Ficha do conto

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dhimmyapimentado

Nome do conto:
Uma corrida que valeu a pena - Quem come calado, come de novo.

Codigo do conto:
254057

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/02/2026

Quant.de Votos:
6

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