Uma corrida que valeu a pena - Uber safado me fudendo enquanto sua esposa estava em casa
Olá pessoal, desculpa o sumiço. Estava muito ocupado, devido as minhas férias e quando voltei tive muita coisa pra organizar e bora lá continuar a minha saga com o uber safado: Mano, se tu achou que a tensão tinha acabado ali no café da manhã, tu não perde por esperar. O clima de "perigo" é o tempero que deixa a pica mais doce, né? Pois então, o cenário era o seguinte: domingo de sol, a gente tava lá no pós-foda, comendo um pão com manteiga, achando que o mundo ia girar no nosso ritmo, quando o celular dele apita. Era mensagem da esposa: "Amor, o trânsito tá uma merda, vou chegar aí umas 3 horas antes do previsto. Vai adiantando o almoço!". O sangue da gente gelou na hora. Era tipo final de filme de suspense, só que com o cu na reta. Ele me olhou, arregalou o olho e soltou um: "Porra, fodeu! Veste a roupa, rápido, o cerco tá fechando!". Eu comecei a catar minhas coisas no quarto igual um maluco. Cueca pra um lado, celular pro outro, camiseta que eu nem sabia onde tinha parado. Mas aí, mano, o destino é engraçado... Na hora que eu tava saindo do banho, com a toalha amarrada na cintura, a porta da frente faz aquele barulho de chave girando. O motorista me olhou, empalideceu, e me puxou pra dentro do banheiro de novo, trancando a porta. O silêncio ficou ensurdecedor. A gente tava ali, colado um no outro, ele com o corpo todo suado e eu tentando não soltar nem um suspiro. A mulher entrou, falando sozinha no telefone, jogou a chave na mesa. O coração do motorista batia tão forte que eu acho que ela podia ouvir através da parede. Ele me encarou, botou o dedo na boca pedindo silêncio e, cara, o bicho é muito insano. O pau dele, que tava em repouso, começou a despertar com o perigo. Ele me empurrou contra a pia, levantou a minha toalha e começou a me dar uma chupada ali mesmo, no sigilo total, enquanto a mulher tava a cinco metros de distância, na cozinha! Mano, o som daquele beijo, a língua dele descendo pelo meu peito, me deu uma descarga de adrenalina que eu quase desmaiei. Ele tava me comendo com os olhos e com a boca, me mantendo calado com beijos profundos, enquanto a gente ouvia a mulher mexendo nas panelas. A mão dele desceu pro meu cu, enfiou um dedo, depois dois, me preparando ali, na pressão, no limite da loucura. Aí ela gritou da sala: "Amor, você tá aí?". Ele respondeu, com a voz um pouco grossa, mas segurando a onda: "Tô aqui no banheiro, meu bem! Já saio!". Nesse meio tempo, ele me encostou de frente pro box e, num movimento rápido, enfiou a rola toda em mim, sem aviso. Eu mordi o antebraço dele pra não gritar. O impacto foi violento, o prazer me subiu pela espinha como um choque elétrico. Ele começou a estocar ali, num ritmo frenético, mas sem fazer barulho com o corpo, só o atrito da pele e o balanço da pia. Cada estocada era um pedaço do meu juízo indo embora. Eu sentia a presença da mulher lá fora e, quanto mais perto ela chegava, mais ele cavalgava em mim. Era um misto de medo e uma tesão tão absurda que eu cheguei no meu limite. Eu tava quase gozando, precisava soltar o grito, e ele percebeu. Ele tapou minha boca com a mão, me beijou com vontade e a gente gozou ali, abafado, colados um no outro, sentindo o calor do corpo se misturar enquanto o mundo lá fora continuava normal. Depois que o "perigo" passou, ela foi pro quarto tirar um cochilo. A gente saiu do banheiro nas pontas dos pés, parecendo dois adolescentes fazendo merda. Ele me empurrou pra fora da porta dos fundos, me deu um tapa na bunda e sussurrou: "Vaza, moleque! Mas amanhã a gente se fala. Isso aqui foi o ponto alto do meu mês". Saí pra rua parecendo que tinha acabado de ganhar uma maratona. As pernas bambas, o cheiro dele impregnado em mim, a sensação daquela rola ainda latejando lá dentro. O cara não era só um motorista de Uber, era um viciado em adrenalina que me viciou junto. Mano, tu tem noção? O risco de ser pego deixou tudo dez vezes mais gostoso. Eu cheguei em casa, deitei na cama e fiquei encarando o teto, pensando se eu era muito doente ou se eu só tinha encontrado o meu par ideal na safadeza. E agora? Será que depois dessa "fuga épica", a gente conseguiu se encontrar mais alguma vez, ou o medo de ser pego pela esposa fez a gente dar uma segurada? O que tu acha? Se curtiu vote e deixe seu comentário para me empolgar para escrever mais.
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