Uma corrida que valeu a pena - Uma loucura despretenciosa
Boa tarde meus amooooooooooores. Agradeço a cada voto, a cada comentário. Vocês me estimulam demais a continuar dividindo parte de minha vida sexual com vocês. E vamos para uma parte de minha história com o uber taradão: Mano, senta aí que agora o bagulho ficou sério. Tu achou que a putaria tinha limite? Que nada, o filhote aqui não brinca em serviço e aquele motorista... nossa, aquele ali nasceu com o dom de estragar a vida de qualquer um. Papo de sábado à noite, o celular vibra. Era ele, direto e reto: "A patroa viajou pra casa da mãe, vai ficar o fds todo fora. O barraco tá vazio e eu tô aqui no veneno, só pensando naquela tua sentada. Brota?". Mano, eu não precisei ler duas vezes. Já mandei um "Tô chegando em 15 minutos, deixa o portão no esquema". Cheguei lá, o bairro era sossegado, clima de sigilo total. O portão abriu sozinho e eu já entrei naquele pique, coração saindo pela boca. Quando eu entro na sala, o maluco tá só de bermudinha de tactel, sem camisa, com aquele abdômen trincado brilhando e um copão de uísque na mão. Ele me olhou de cima a baixo com aquela cara de quem ia me jantar sem talher e mandou: — Veio mesmo, né, safado? Sabia que tu não ia aguentar a saudade da minha marreta. Mano, o cheiro daquela casa... era uma mistura de perfume caro com cheiro de homem limpo, tá ligado? Ele me puxou pela nuca, me deu um beijo que parecia que queria engolir minha alma. A mão dele já foi direto no meu volume, apertando com vontade, e ele soltou aquela voz rouca no meu ouvido: — Hoje não tem pressa, não tem corrida pra encerrar e nem passageiro pra buscar. Hoje eu vou te usar até tu pedir arrego. A gente nem chegou no quarto direito. No corredor mesmo, ele me encostou na parede e já foi baixando minha calça. O bicho tava com o "cacetão" já armado, apontando pro céu, pedindo passagem. Quando aquela tora pulou pra fora, parecia que tava ainda maior do que no carro. Grossa, cabeçuda, com as veias saltando... um monumento! Eu já me ajoelhei ali mesmo. Mano, que delícia trabalhar naquele pau no conforto de uma casa, sem medo de ninguém passar. Eu enfiava até o talo, sentindo a garganta abrir, e ele segurava o meu cabelo com força, ditando o ritmo. O bicho gemia: "Isso! Engole tudo, mostra que tu é profissional nessa porra!". Depois de me fazer babar naquele pau todo, ele me pegou no colo — sim, o negão é forte pra caralho — e me levou pro quarto. Me jogou na cama de casal e já veio por cima, me distribuindo mordida no pescoço e chupada no peito que me faziam contorcer todo. — Tu quer sentir o peso do pai agora, né? — ele perguntou, já passando aquele cuspe estratégico pra lubrificar o caminho. Ele me dobrou igual um lençol, mano! Me deixou de quatro, com a cara enterrada no travesseiro, e veio encostando a cabeça daquela rola no meu cuzinho. Eu senti o frio na barriga, aquele arrepio que sobe pela espinha. Ele deu uma segurada, deu dois tapinhas na minha bunda que deixou tudo vermelhinho e... VAPO! Entrou tudo de uma vez. Eu dei um grito que, se tivesse vizinho por perto, iam achar que tava tendo um assassinato. Mas era puro prazer, aquela dorzinha gostosa de ser preenchido por algo gigante. O bicho começou a martelar com um ódio, mano! Era uma macetada atrás da outra. A cama rangia, o barulho do corpo dele batendo no meu parecia uma salva de palmas pra minha safadeza. — Toma, seu puto! Gosta desse pau grosso te arrombando, né? Fala que é meu! — ele gritava, enquanto me puxava pelo quadril com tanta força que eu sentia os dedos dele cravando na minha pele. Eu já tava num estado que nem sabia mais meu nome. Só conseguia gemer e pedir mais. A gente mudou praquela posição de "frango assado", minhas pernas lá na orelha, e ele vendo tudo entrar e sair. A visão era de cinema, o cuzinho engolindo aquela tora escura com vontade. Depois de uns 40 minutos de rala e rola, ele me virou de frente, me puxou pra sentar no colo dele e a gente ficou ali, se pegando, língua com língua, enquanto eu rebolava naquela vara que parecia que nunca ia murchar. Eu sentia cada veia dele pulsando dentro de mim, uma lombra que eu nunca tinha sentido antes. O final foi apoteótico. Ele me jogou de lado, encaixou por trás e deu as últimas estocadas, aquelas bem profundas que pegam lá na alma. Ele urrou igual um bicho e eu senti o "leite ninho" vindo quente, inundando tudo por dentro. Eu gozei junto, sem nem precisar tocar no meu pau, só na força daquela foda bruta. Ficamos ali jogados, suados, tentando recuperar o fôlego. Ele me abraçou por trás, deu um beijo no meu ombro e falou: — Tu é diferenciado, viu? Acho que a patroa vai ter que viajar mais vezes. Dormi lá, mano. Acordei no domingo com ele me trazendo café na cama e... claro, com o pau duro de novo pra mais uma rodada antes de eu ir embora. E aí, se gostou do conto, vote e comente para dividir mais histórias ainda com vocês.
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