Fudendo com o melhor amigo do meu namorado - A despedida
Boa tarde meus amores. Gostaria muito de agradecer a todos que votaram em meus contos. Só estou sentindo falta dos comentários que não estão dando, que eles que me incentivam a querer dividir mais ainda minha vida sexual com vocês, então, peço desde já, comentem pra me incentivar a escrever mais. E vamos lá para mais um conto: Segurem o coração porque essa última vez com o Eli foi o verdadeiro ápice da putaria, o grand finale de uma época que deixou saudades e o rabo com eco. Depois daquele segundo round, a gente ainda fodeu junto com ele mais umas três vezes, mas nenhuma chegou aos pés dessa última. O problema é que o bicho tinha me enfeitiçado de um jeito que eu acabei pegando uma paixonite rápida por ele. O cara era irresistível. Tomei coragem e confessei pro André que tava começando a sentir algo a mais pelo Eli. O André ficou meio com a orelha em pé, com aquele ciuminho típico, mas acabou entendendo, até porque a gente sabia muito bem que o Eli tinha o parceiro dele e que aquilo era só um esquema de sexo sem compromisso. Nesse meio tempo, a gente trocava mensagens direto pelo whatsapp. O mais doido é que o Eli mandava mensagem contando as sacanagens que fazia com o namorado dele na cama, mas confessava que, na hora H, ficava imaginando era a gente. O nível de safadeza não tinha mais fim. Era um domingo abafado na cidade. O André tinha trabalho mais tarde e trabalhava como agente de portaria, aquele trampo onde ele precisava manter a pose de machão, marrento e mandão o tempo todo. Mas a gente sabia que, longe do crachá, com o Eli na jogada, o meu "ativão" virava a passivinha mais tarada do mundo. Marcamos um almoço em casa com o Eli. Assim que ele chegou, me deu um beijo rápido, jogou uma gracinha e foi direto pra cozinha falar com o André. Eu fiquei no quarto arrumando umas coisas, mas a curiosidade bateu forte. Quando fui até a cozinha ver qual era, dei de cara com o André ajoelhado, mamando o Elivelton com uma vontade que parecia que ia arrancar a pica do cara fora. Aquela cena já me deixou com o pau duro na hora. Os dois disfarçaram rapidinho, fingiram demência, e eu fui servir o almoço. A gente comeu e, para acompanhar, compramos uma caixa de cerveja. Só que com o calor infernal e a resenha pesada, a primeira caixa sumiu num piscar de olhos, mesmo o André tomando pouco porque ainda ia encarar o trabalho. Sem pensar duas vezes, peguei a carteira, fui rapidinho ao mercadinho da esquina e voltei com mais duas caixas de cerveja gelada. Quando cheguei em casa, reparei que as janelas tavam trancadas. Abri a porta do quarto com cuidado e o cenário era putaria pura: o André, bancando o marrento pra todo mundo, tava lá de joelhos, chupando o Eli como se fosse a pica mais deliciosa do planeta. Fiquei escorado na porta, só observando os dois, enquanto começava a bater uma punheta, babando de tesão. O André, depois de chupar até a alma do amigo, levantou, deu aquele sorriso de canto de boca e sentou em cima do cacete do Eli com uma sagacidade impressionante. Ele ficou pulando e rebolando em cima da pica do amigo uns dez minutos sem parar, enquanto eu só babava olhando a cena. Logo depois, o Eli pediu pro André virar de quatro. Era surreal de ver: o meu namorado, que mandava e desmandava em mim no dia a dia, tava lá com a bunda empinada, gemendo baixinho e implorando para ser arrombado pelo melhor amigo. Quando o André gozou pra caralho com o pau do Eli enfiado até o talo, ele teve que correr pro chuveiro para se limpar pro trabalho. Na hora que o André saiu do quarto, o Eli deu aquela risada safada, olhou pra mim e mandou a letra: — Vem, agora é a sua vez. Eu sei que você tá morrendo de vontade de dar pra mim. Antes de eu responder, o André passou por mim na porta do quarto e soltou rindo: — Aproveita, amor, enquanto ele quer fuder com a gente. Que esse aí é descarado rsrs. Eu dei risada, balancei a cabeça e fui direto para o bote. O Eli já me puxou, me virou de ladinho na cama e começou a meter. Mano do céu... que metida gostosa! O cara falava muita sacanagem no meu ouvido, e eu sou completamente tarado por isso. Ele dizia que o namorado dele era cheio de frescura, que reclamava quando transava, reclamava do tamanho do cacete dele, que era bruto, mas que com a gente era liberdade total, que ele admirava demais a nossa relação sem tabu. Enquanto ele me comia com aquela cadência perfeita, o André já tava pronto de novo, o cheiro de putaria era de deixar qualquer um com tesão. O André voltou do banheiro com a pica dura, dizendo que ouvir o barulho do Eli me fudendo tava deixando ele louco de novo. Ele se aproximou por trás da gente e fez uma parada que me pegou totalmente de surpresa: o André meteu o cacete no Eli! Mano, aquilo explodiu a minha cabeça. Até então, eu achava achava que o Eli só comia os outros, mas na época do exército, quando eles curtiam juntos lá atrás, o André era quem comia o Elivelton. Nessa nova fase, o Eli tinha virado o ativo principal da relação, mas ver o meu ex pegando o Eli por trás, enfiando a pica com força enquanto o Eli continuava comendo o meu rabo, foi a cena mais gloriosa da minha vida. Fiquei rebolando na pica do Eli, ouvindo os dois gemendo baixinho, trocando olhares e pegada, até que não aguentei mais o ritmo e saí do pau do Elivelton para assistir de camarote o André comer o rabo do amigo. Não demorou nadinha. O André deu umas estocadas fortes, os dois começaram a urrar juntos, e gozaram no mesmo segundo. No instante em que vi a porra dos dois misturada, eu não esperei: apontei meu pau pro peito deles e gozei jorrando um jato grosso em cima dos dois. Ficamos os três esparramados na cama daquele jeito, cobertos de suor, cheirando a cerveja e gozo. E mano... aquela acabou sendo a nossa última foda com o Eli. A vida deu voltas, os corres mudaram, mas até hoje eu fecho os olhos e sinto saudades daquele bicho me comendo. Era bom demais, porra! E aí, curtiu o desfecho dessa história? Se você gostou desse relato e quer continuar mergulhando nas loucuras da minha vida sexual, já sabe: deixa teu voto, teu comentário ou me manda um salve para me dar aquela moral e me inspirar a abrir o baú com as próximas memórias
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