Eu, meu namorado e um rapaz de 24cm de prazer e surpresa
Boa tarde galerinhaaaaaaaaa. Agradeço demais pelos comentários, pelos votos, pelas mensagens e pelos pedidos de amizade que venho recebendo por aqui. Mano, tu acha que a nossa putaria parou no Eli? Nada, meu parceiro! Naquela época de namoro com o André, a nossa mente não descansava. Quando a gente tava com aquela coceira no rabo e afim de experimentar uma carne totalmente diferente, o Grindr era o nosso cardápio oficial. Ficamos ali no sofá, os dois grudados na tela do celular, arrastando o dedo para cima e para baixo, até que bateu a vista num perfil que chamava a atenção de qualquer tarado: **"24cm Afim"**. O apelido já era um atestado de periculosidade. Mandamos mensagem na hora. O bicho morava a literalmente um quilômetro da gente, ou seja, era tiro curto. O papo desenrolou rápido, ele se interessou, pediu fotos nossas, uns nudes no capricho, e mandou os dele também. Meus amigos... quando eu abri a foto do Marcelo — que era o nome dele —, eu juro que minha pressão caiu. O tamanho daquela tora na foto era de dar medo. Era o tipo de desafio que fazia a gente pensar se o rabo ia voltar inteiro para o lugar depois. Mas quem tem limite é município, e a gente tava era com fome de rola. Só que deu um desencontro: na hora que o Marcelo confirmou que tava indo lá pra casa, eu tava de saída para o supermercado para comprar umas coisinhas. Quem recebeu a fera foi o André. Mais tarde, quando saí do mercado e voltei, o André me contou os detalhes do que aconteceu antes de eu chegar. Assim que o Marcelo pisou em casa — e como a entrada dava direto na cozinha —, a pegação começou ali mesmo, sem frescura. Os dois já arrancaram a roupa na marra. O Marcelo começou a mamar o André com aquela fome de quem tava há dias sem ver um pau, e o André tentou retribuir, mas disse que quase passou mal: o cacete do maluco era tão gigante e grosso que ele não conseguia fechar a boca direito, parecendo uma cobra engolindo uma capivara. De lá, os dois correram pro quarto. E foi exatamente nessa hora que eu cheguei do supermercado. O cheiro me atingiu antes mesmo de eu abrir a porta do quarto. Um aroma denso, úmido, de suor, sexo e lubrificante barato que encheu minhas narinas e fez algo em meu estômago se contrair de desejo imediato. As roupas deles estavam espalhadas pela cozinha, um rastro de urgência que levava direto para o corredor escuro. A porta entreaberta deixava escapar o som: um gemido rouco e contido do André, seguido por um baque rítmico, úmido, de carne batendo contra carne. Não hesitei. Empurrei a porta de madeira e o quadro se abriu diante de mim, cru e inescapável. Marcelo estava cavalgando no André com uma força que fazia a cama rangir em protesto. As costas dele, largas e suadas, tensas com cada investida. O pau dele, um monstro escuro e veiudo, desaparecia e reaparecia no cacete do André com um som encharcado, obsceno. O rosto do André estava enterrado no travesseiro, seus dedos encostados nas grades da cabeceira, os nós dos dedos brancos e a cara de prazer era impagável. Ele gemeu de novo, um som que era metade dor, metade prazer puro, quando Marcelo afundou completamente nele. “Chegou a hora, né, gatinho?” Marcelo disse, virando a cabeça para mim. Seus olhos escuros me prenderam, cheios de uma fome que não tinha acabado. Ele não parou o movimento dos quadris, nem por um segundo. “Tira essa roupa e vem pra festa.” Minhas mãos tremiam enquanto eu arrancava minha camisa, minha bermuda. Nosso ar-condicionado estava ligado, mas o ar do quarto era quente, carregado do nosso calor combinado. Meu pau já estava latejante, duro contra minha barriga. Eu me aproximei da beira da cama, hipnotizado pelo vai-e-vem daquele corpo, pelo suor que brilhava na costa do Marcelo. Ele soltou uma das mãos do quadril do André e a enfiou nos meus cabelos, puxando minha cabeça para perto dele. “Enquanto eu quico nele, você me mama,” ele ordenou, a voz um rosnado baixo. Não era um convite. Era uma exigência daquele momento bruto. Eu me ajoelhei em cima da cama, o som dos corpos deles ecoando acima de mim. O cheiro deles era intenso, salgado, animal. Quando minha boca o envolveu, foi um choque. Pessoalmente era imenso, muito mais grosso do que as fotos tinham sugerido. Minhas mandíbulas doeram instantaneamente tentando acomodar aquela circunferência. Eu me concentrei na cabeça, na parte que conseguia caber, lambendo como um belo sorvete e baba que escorria do cacete dele enquanto meu rosto era sacudido pelo ritmo das suas estocadas do André. Era uma sensação gostosa, deliciosa, uma rendição completa aos sentidos. Os dez minutos seguintes foram um borrão de sensações. O gosto salgado da pele dele na minha boca. Os gemidos abafados do André crescendo em intensidade. O rangido constante da cama. Até que o corpo do André se contorceu num espasmo silencioso, seus músculos ficando rijos, o corpo inteiro enrijecendo num tremor violento. Um gemido longo e rouco escapou dos lábios dele, abafado pelo travesseiro, enquanto o cacete dele se contraía em espasmos ao redor do cuzinho de Marcelo. O som molhado da foda mudou de tom, mais chato, mais intenso, enquanto André se derramava nos lençóis. Marcelo não parou. Ele continuou sentando, mais lento agora, deixando André se recuperar, mas ainda assim profundamente enterrado naquele cacete quente. Ele soltou os cabelos dele e apoiou a mão no meio das minhas costas, me empurrando para baixo com mais força no pau dele. “Não para,” ele rosnou, a voz áspera. “Continua chupando, seu puto.” Minha boca estava dolorida, as mandíbulas queimando, mas eu obedeci. Eu lambi a base do pau dele, sentindo o gosto do suor, e então subi de volta para a cabeça, chupando com força, ouvindo o gemido baixo que ele soltou. A mão dele apertou minha nuca, guiando meu ritmo. André se virou na cama, o rosto vermelho, os olhos vidrados. Ele me olhou, um sorriso torto nos lábios, e estendeu a mão para tocar meu rosto enquanto eu mamava o Marcelo. “Tá na hora de você provar esse pau também,” ele murmurou, a voz rouca de quem acabou de gozar. Marcelo soltou uma risada baixa e puxou minha cabeça para trás, me fazendo soltar o pau dele com um som molhado. “Levanta,” ele ordenou. “Vem pra cá.” Eu me levantei, as pernas tremendo, o pau latejando. Subi na cama, me ajoelhando ao lado de André, que se afastou para me dar espaço. Marcelo se ajeitou, deitou na cama, o pau ainda duro, brilhante, apontando para cima como uma acusação. “Senta,” ele disse, batendo na coxa. “Senta no meu colo e rebola.” Eu não precisei de mais incentivo. Me aproximei dele de joelhos, sentindo o calor do corpo dele, o cheiro de sexo que impregnava o ar. Ele me puxou para cima dele, e eu me posicionei, sentindo a ponta do pau dele roçar na minha entrada. O contato me fez estremecer, um arrepio subindo pela espinha. “Vai,” ele sussurrou, os olhos escuros fixos nos meus. “Mete ele inteiro.” Eu desci, devagar, sentindo cada centímetro daquela grossura abrindo caminho dentro de mim. Minha boca se abriu num gemido silencioso quando a cabeça passou, e então o resto veio, preenchendo completamente, até eu sentir os pelos pubianos dele contra a minha pele. Fiquei imóvel por um segundo, apenas sentindo aquele peso, aquela plenitude. “Caralho,” eu ofeguei, as mãos apoiadas nos ombros largos dele. “Isso,” ele disse, as mãos firmes nos meus quadris. “Agora rebola.” Eu comecei a me mover, um ritmo lento no início, subindo e descendo, sentindo o pau dele deslizar dentro de mim, cada estocada um choque de prazer. André se aproximou por trás, suas mãos quentes nas minhas costas, descendo até minhas nádegas, apertando. “Assim,” ele murmurou, perto da minha orelha. “Gosta de ser fodido, não gosta?” Eu só conseguia gemer em resposta, o ritmo acelerando, o som molhado do meu cuzinho engolindo o pau do Marcelo preenchendo o quarto. O suor escorria pelo meu peito, minhas coxas queimando com o esforço. Marcelo gemeu, jogando a cabeça para trás, os dedos cavando fundo na minha carne. “Porra, que cuzinho gostoso,” ele rosnou. “Apertado pra caralho.” Ele começou a meter de baixo para cima, encontrando meu ritmo, as estocadas mais fortes, mais profundas. Cada uma me fazia perder o fôlego, me jogava para frente, e André me segurava, me estabilizava, as mãos quentes me guiando. Meus amigos... eu já tava acostumado com a tora grossa do André, mas o cacete do Marcelo parecia não ter fim. Conforme ele ia empurrando, parecia que a pica entrava até o meu estômago. Demorou uns cinco minutos só para o meu rabo aceitar aquela grossura toda e parar de queimar. Quando finalmente relaxei e encaixei, comecei a sentar e a quicar em cima dele, e a sensação era simplesmente cósmica. O bicho era tão grande que, quando ele puxava um pouco para fora, parecia que ficava um vago enorme no meu cuzinho implorando para ser preenchido de novo. Logo ele me virou de quatro, me colocou no estilo "frango assado" e avisou: — Agora você vai sentir o que é arrombamento de verdade. Mal sabia ele que o André já me deixava no talo toda vez que a gente transava a dois! Mas com o Marcelo a pegada era outro nível. O André, já limpo e de banho tomado, ficou ali do lado, assistindo a tudo. E por mais que o meu ex me machucasse nas nossas intimidades, ver o André ali, curtindo e sentindo um tesão absurdo de me ver comendo a pica de outro cara, me deixava ainda mais tarado. Era um misto de dor gostosa com submissão total. O Marcelo me comia como um animal faminto, com uma fúria que parecia que ele nunca tinha visto um cuzinho na vida. Ele estocava com tanta força que a minha alma quase saía pela boca. Não demorou muito para ele soltar um urro e gozar dentro de mim. E mano, pela quantidade de porra que ele despejou no meu fundo, parecia que o cara tava guardando leitão há uns três meses! Logo em seguida, o André não aguentou ver a cena e gozou de novo ali do lado.“Vou gozar,” eu avisei, a voz um fio, o corpo todo tenso, o prazer se acumulando na base da espinha. “Goza,” Marcelo ordenou, a voz rouca. “Goza no meu pau, seu viado.” E eu obedeci. O orgasmo me atingiu como uma onda, me sacudindo inteiro, um gemido alto escapando da minha garganta enquanto eu me espremia ao redor dele, as paredes do cuzinho se contraindo em espasmos violentos. Minha visão escureceu por um segundo, e eu senti as mãos de André me segurando firme, me impedindo de cair. Marcelo gemeu, um som profundo, animal, e senti o pau dele pulsar dentro de mim, o jato quente do gozo dele me preenchendo, mais intenso do que o meu próprio. Ele continuou metendo, mais devagar, estocadas curtas, até o último espasmo passar. Ficamos ali, os três, ofegantes, suados, colados um no outro. O ar estava pesado, cheio do cheiro de sexo consumado. Eu ainda estava sentada no colo dele, sentindo o gozo escorrer pelas minhas coxas, o pau dele começando a amolecer dentro de mim. André me puxou para trás, me deitando na cama ao lado dele. Marcelo se levantou, foi até o banheiro, e voltou com uma toalha úmida. Ele limpou o peito, o pau, e então se deitou do outro lado, puxando a toalha para limpar minhas coxas também. “Vocês dois são uns putos do caralho,” ele disse, sem rancor, um sorriso nos lábios. André riu, baixo, e me puxou para mais perto, aninhando a cabeça no meu ombro. “A melhor noite da semana,” ele murmurou. Eu fiquei ali, entre os dois corpos quentes, o coração ainda batendo forte, a pele formigando. O desejo não tinha acabado — estava apenas descansando, esperando a próxima rodada. Se gostou do conto vote e comente, me ajude a dividir mais histórias com vocês
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