O começo de um trisal

Boa tarde morecos. Agradeço demais a cada voto e a cada comentário que deixam, assim como a cada mensagem recebida. Obrigado de verdade e vamos para mais um conto:
Vocês acham mesmo que a nossa rotina ia ficar calma? Esquece. O dia que a gente oficializou o trisal com o Lucas foi uma das paradas mais loucas, intensas e suadas da nossa vida. Um verdadeiro evento canônico na nossa história de putaria e afeto.
Tudo começou numa tarde de sábado. Estava em casa com o André e o Lucas, aquele clima abafado de chuva prestes a cair em Manaus. A gente tava deitado na cama de casal, sem compromisso, só de calção de tactel, trocando ideia e rindo de besteira. Só que a calmaria durou pouco, porque nosso tesão nunca dormia e a brincadeira começou a esquentar do nada.
O Lucas me olhou com aquele sorriso de canto de boca, passou a mão grossa na minha perna e soltou, bem no meu ouvido:
— Estou afim de fazer algo diferente. Deixa eu te comer hoje? O André vai ficar assistindo e depois eu dou para ele.
O André, que tava do outro lado esparramado na cama, deu risada, passou a mão na minha bunda e pilhou na hora:
— Vai fundo! Quero ver se tu aguenta o tranco e se vai aguentar essa tora.
Mano, meu coração disparou de um jeito que parecia que ia sair pela boca. Eu sempre fui o passivo da relação com o André, mas saber que o Lucas tava ali com aquela pica latejando querendo me testar me deixou num nível de tesão indescritível.
O Lucas não perdeu tempo. Me virou de bruços na cama, pegou o lubrificante e começou o ritual de preparação. Os dedos dele iam entrando e saindo com uma calma deliciosa, enquanto ele beijava minhas costas e o André chupava meu peito com vontade, me dando o apoio que eu precisava.
— Tá sentindo como o pai prepara o terreno para ti? — o Lucas sussurrava, com a voz rouca, roçando a cabeça daquela tora grossa no meu cuzinho.
— Ai, caralho... enfia logo essa porra, não enrola! — eu já gemia, com o corpo estalando de vontade.
E ele não perdoou. Numa empurrada só, ele entrou inteiro. Aquele choque de tamanho fez meu corpo arquear, a respiração sumiu e eu soltei um grito abafado no travesseiro, com o André segurando firme na minha mão para me dar estabilidade. Mas logo a dor virou um prazer absurdo.
O Lucas me comeu de quatro com uma pegada bruta, socando fundo sem dó, enquanto o André assistia com o pau duro igual pedra e incentivando:
— Isso! Arromba esse safado, fode bem gostoso!
Depois, o Lucas me puxou pro estilo frango assado, com minhas pernas jogadas lá nos ombros dele. A visão de ver ele me martelando debaixo daquela água morna do suor e da nossa saliva era pornografia pura.
— Tá gostoso? Fala que o meu pau é melhor que o do André! — o Lucas zoava, rindo enquanto me rasgava por dentro.
— Vai tomar no cu, seu desgraçado... continua, não para! — eu gritava, entregue totalmente.
Para fechar a minha rodada, ele me puxou pra cima, mandou eu cavalgar nele, e eu fui lá: encaixei, quiquei e rebolei com tanta força e ódio no olhar que os nossos gemidos misturados batiam nas paredes do quarto. A gente gozou junto, eu esvaziando no lençol e ele despejando a quentura dele bem no fundo de mim.
Eu caí na cama, completamente estatelado, ofegante, com as pernas bambas e a pica dele ainda escorregando de dentro de mim. Pensei que a maratona tinha acabado ali. Mas o André, que tava com os olhos brilhando de tesão e o pau latejando, já se levantou em cima da cama e mandou a braba:
— Acabou a folga. Agora é a minha vez de te amaciar de verdade, Lucas. Deita de quatro para o papai!
O Lucas riu todo suado, ofegante, mas já virou de bunda para o alto, de braços abertos, pronto pra guerra. O André não teve piedade nenhuma. Chegou encaixando aquela tora grossa de uma vez só, fazendo o Lucas soltar um gemido agudo e estridente que ecoou pela casa inteira.
— Puta que pariu, André! Que delícia, entra com tudo! — o Lucas implorava, cravando os dedos no colchão.
O André repetiu o roteiro todinho com o Lucas, mas com uma intensidade animalesca. Começou comendo ele de quatro, dando tapas estalados na bunda do Lucas que deixavam tudo vermelhinho, enquanto eu ficava ali do lado, chupando o peito do Lucas e dando beijos nele. Depois, o André jogou o Lucas de frango assado, levantando aquelas pernas torneadas, enfiando fundo e rápido até o Lucas gritar o nome dele sem fôlego. E pra fechar com chave de ouro, o André deitou de costas na cama e ordenou:
— Senta aqui e cavalga no pai, meu putinho!
O Lucas, mesmo acabado da nossa foda, subiu em cima do André com uma vontade surreal. Ele encaixou, começou a quicar e pular rebolando com tanta força que a cama parecia que ia desmontar. Os gemidos dos dois formavam uma sinfonia de putaria descarada.
— Vou gozar, vou gozar na tua cara, seu gostoso! — o André urrava.
— Goza dentro, me enche de leite! — o Lucas gritava de volta.
O André despejou um jato farto e quente lá no fundo do Lucas, que logo em seguida gozou junto, espalhando tudo na barriga e no peito do André.
A gente tava ali, os três jogados na cama, completamente encharcados de suor, com o peito subindo e descendo num ritmo descompassado, rindo daquela maratona de sexo bruto e insano. O quarto inteiro cheirava a sexo, a cumplicidade e a puro tesão.
Foi bem naquele momento exato, com a respiração ainda pesada e o corpo relaxado pelo orgasmo, que o André olhou pro Lucas. Sem frescura, que o André falou:
— Olha só. A gente não é de muito romantismo, mas depois de uma foda monstruosa dessas e de tudo o que a gente vive junto, tu já virou parte da nossa vida, da nossa rotina e da nossa bagunça. Quer namorar a gente de verdade e fechar isso oficialmente, nós três namorado, um trisal, topa?
O Lucas arregalou o olho, surpreso, e abriu um sorriso tão bonito e sincero que desarmou nós dois. Os olhos dele encheram d'água de emoção, e ele nem deixou a gente terminar de raciocinar: já pulou em cima dos dois, abraçando a gente forte, colando os corpos suados e dizendo com a voz embargada:
— Sim! Porra, é claro que eu quero! Vocês são tudo para mim.
Foi assim, no meio do cheiro de sexo, do cansaço gostoso, nus e grudados naquele colchão bagunçado, que a gente virou um trisal de verdade.
Se curtiu esse capítulo da nossa história de amor e putaria, já sabe: deixa teu voto e teu comentário aí embaixo para o nosso motor continuar acelerando!

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Ficha do conto

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dhimmyapimentado

Nome do conto:
O começo de um trisal

Codigo do conto:
271944

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/09/2026

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