Telhado quebrado, o pedreiro subiu... no meu rabo!

Era uma quinta-feira de calor absurdo. O sol castigava o telhado e eu estava em casa sozinho, de short e camiseta velha, tentando trabalhar no computador. Quando o pedreiro chegou, eu nem levantei da cadeira. Só abri o portão pelo interfone e deixei ele subir.
Ele se chamava Renato. Uns 38 anos, braços grossos, peito largo, barba por fazer e um sotaque de interior que me deixou meio mole só de ouvir. Veio de bermuda e camisa aberta, já suado, com a ferramenta na mão e aquele jeito de homem que trabalha de verdade. Cumprimentei ele rápido e indiquei a escada pro terraço.

Fiquei na sala, mas não conseguia me concentrar. Ouvia o barulho das telhas, os passos pesados dele em cima da casa, de vez em quando eu subia pra levar água. Na terceira vez, ele tava de camisa amarrada na cintura, peito peludo e molhado de suor, calça de trabalho descendo um pouco e mostrando a cueca preta.

— Obrigado, patrão — disse ele, pegando o copo. Bebeu tudo de uma vez, olhando pra mim por cima do copo. Os olhos escuros, diretos.
Eu engoli em seco.
— Se precisar de mais alguma coisa, é só chamar.
Ele sorriu de canto.
— Pode deixar.

Voltei pra baixo, mas o pau já tava duro dentro do short. Fiquei puto comigo mesmo. Que merda de fantasia era aquela? Um pedreiro qualquer, suado, fedendo a sol e cimento… e eu ali, imaginando a porra toda.
No final da tarde ele desceu. Tava ainda mais suado, a camisa agora pendurada no ombro, o peito brilhando. Parou na porta da cozinha e me olhou de cima a baixo.

— Terminei o que dava pra hoje. Amanhã eu volto pra finalizar.

Eu concordei, tentando não olhar demais pro volume na calça dele. Mas ele notou. Claro que notou.

— Você tá sozinho aqui, né? — perguntou, a voz mais baixa.
— Tô.
Ele deu dois passos pra dentro. Fechou a porta atrás de si.

— Então… se eu falar que tô com o pau duro pra caralho desde que você subiu a primeira vez com a água, você me manda embora?

Meu coração bateu tão forte que eu quase não respondi. Só sacudi a cabeça.

— Não mando.

Foi o suficiente.

Ele veio em cima de mim como se tivesse segurando o desejo o dia inteiro. Me empurrou contra a pia, a mão grande no meu pescoço, a boca quente e suada na minha. O beijo foi bruto, de língua, de dente. Eu gemi alto quando ele apertou minha bunda por cima do short e puxou meu corpo contra o dele. O pau duro dele esfregava no meu, grosso, pesado.

— Vai me comer? — eu perguntei, a voz já falhando.
— Vou te foder até você não aguentar mais ficar de pé.

Ele me virou de frente pra pia, puxou meu short e a cueca de uma vez só. A mão dele desceu e apertou minha bunda, abrindo. Eu ouvi o barulho do cinto, o zíper, e de repente o pau dele tava esfregando entre minhas nádegas, quente, grosso, a cabeça já molhada de pré-gozo.

— Tem lubrificante? — ele perguntou, a voz rouca.
— Banheiro… gaveta.

Ele sumiu por dez segundos e voltou com o tubo. A mão dele passou o gel frio na minha entrada, dois dedos entrando sem cerimônia, abrindo caminho. Eu gemi, a testa encostada no armário, as pernas tremendo.

Quando o pau dele finalmente começou a entrar, eu quase gritei. Era grosso pra caralho. Ele foi devagar no começo, me dando tempo, mas assim que eu relaxei um pouco, meteu até o fundo de uma vez. Eu senti o peito peludo dele colado nas minhas costas, o cheiro de suor e cimento, a respiração quente no meu pescoço.

— Porra… que cu apertado — ele rosnou, já metendo com força.

Cada estocada batia fundo. O barulho molhado da pele, o gemido dele, o meu. Ele me segurava pela cintura com uma mão e com a outra apertava meu pau, batendo no mesmo ritmo. Eu tava completamente entregue, gemendo alto, pedindo mais, pedindo pra ele me foder mais forte.
Ele me virou de novo, me levantou e me sentou na pia. Abriu minhas pernas, enfiou de novo e continuou metendo, agora olhando nos meus olhos. O peito dele suado esfregava no meu. Eu chupei o mamilo dele enquanto ele me fodia, e isso fez ele gemer mais alto.

— Vou gozar dentro — avisou, a voz quase um rosnado.
— Goza. Enche meu cu.

Ele meteu fundo, tremeu, e eu senti o pau pulsando, o porra quente enchendo. Foi o bastante pra eu gozar também, sem nem tocar no meu pau, jorrando entre nossos corpos.
Ele ficou um tempo ainda dentro de mim, respirando pesado, a testa encostada na minha. Depois saiu devagar, o sêmen escorrendo pela minha coxa.

— Amanhã eu volto pra terminar o telhado — disse ele, se ajeitando a calça, ainda com o pau meio duro. — E se você quiser… a gente termina o resto também.
Eu só consegui sorrir, ainda sentado na pia, as pernas abertas, o corpo tremendo.

— Pode vir mais cedo.

Ele riu, baixo, pegou a ferramenta e saiu.
E eu fiquei ali, sujo, cheio de porra, sabendo que o telhado não ia ser a única coisa que ele ia refazer naquela casa.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


271959 - Bebi muito, e acabei pelado na festa! - Categoria: Gays - Votos: 6
271577 - Ma festa junina, dei! - Categoria: Gays - Votos: 1
268958 - O pau do Alessandro - Categoria: Gays - Votos: 5
263411 - O Fim de Semana no Sítio - Categoria: Gays - Votos: 5
263152 - As Cinco Vezes que Chupei um Pau Maior que 20cm - Categoria: Gays - Votos: 1
263151 - Cinco vezes que fui pego de calcinha - Categoria: Gays - Votos: 3
263011 - Orgia sem limites no sítio - Categoria: Gays - Votos: 10
262878 - Na praia de nudismo - Categoria: Gays - Votos: 15
262609 - Com o namorado da minha prima - Categoria: Gays - Votos: 6
262515 - Me pegou tomando sol pelado - Categoria: Gays - Votos: 11
262415 - A Noite que Mudou Tudo - Categoria: Gays - Votos: 6
261957 - Segredo revelado - Categoria: Gays - Votos: 5
261441 - Na sauna o clima esquentou! - Categoria: Gays - Votos: 7
261083 - Na Balada - Categoria: Gays - Votos: 6
260504 - No vestiário ele me pegou. - Categoria: Gays - Votos: 11
259722 - No banheiro do Busão - Categoria: Gays - Votos: 10
259536 - Roberta virou, Roberto - Categoria: Gays - Votos: 5
259385 - Peguei minha namorada no flagra e acabei dando pro macho dela - Categoria: Gays - Votos: 28
259248 - No swing com a namorada, acabei chupando uma rola - Categoria: Gays - Votos: 19
259007 - Me flagrou chupando rola - Categoria: Gays - Votos: 8
258872 - Levei uma pintada do pintor - Categoria: Gays - Votos: 6
258549 - Chupando no exército - Categoria: Gays - Votos: 16
258238 - A festa que virou orgia - Categoria: Gays - Votos: 10
257991 - Pego pela namorada, no chuveiro com o macho! - Categoria: Gays - Votos: 15
257849 - Com a Barraca Armada - Categoria: Gays - Votos: 14
257542 - Fizeram fila para eu chupar - Categoria: Gays - Votos: 11
257321 - Fui pescar, e claro, acabei levando vara! - Categoria: Gays - Votos: 8
257030 - Na sauna, um pau me aqueceu - Categoria: Gays - Votos: 6
256883 - Na fazenda, cavalguei gostoso - Categoria: Gays - Votos: 12
256680 - O pintor me deu uma pintada! - Categoria: Gays - Votos: 14

Ficha do conto

Foto Perfil alanlong47
alanlong47

Nome do conto:
Telhado quebrado, o pedreiro subiu... no meu rabo!

Codigo do conto:
272546

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/09/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0