Fui no banheiro do fundo, aquele de madeira rústica atrás da casa, pra ajustar a calcinha que tinha subido no meio da bunda. Abri o zíper, puxei a bermuda pra baixo e fiquei só de calcinha, me olhando no espelho rachado, passando a mão no pau duro que já marcava o tecido molhado de pré-gozo.
A porta bateu forte.
O caseiro entrou. Homem grande, uns 45 anos, peito largo, barba por fazer, chapéu de palha ainda na cabeça e o cheiro de terra e suor do sítio. Ele trancou a porta atrás de si e ficou me encarando. Eu tentei puxar a bermuda rápido, mas ele já tinha visto tudo.
— Olha só… o playboyzinho de cidade tá de calcinha no sítio. — A voz dele era baixa, rouca. — Gosta de se vestir de mulherzinha, é?
Meu rosto pegou fogo. Tentei explicar qualquer merda, mas ele já vinha em cima. Me empurrou contra a parede de madeira, a mão grande apertando meu pau por cima da calcinha.
— Calado. Ou eu saio gritando pra todo mundo que o Alan tá de calcinha de puta nessa festa. Quer isso?
Não queria. O coração batia forte, o pau ainda mais. Ele desceu o zíper da calça, tirou um pau grosso, veiado, já meio duro, e me empurrou de joelhos no chão de cimento frio.
— Chupa. E chupa direito.
Eu abri a boca. O gosto de homem suado entrou forte. Ele segurou minha cabeça e meteu até o fundo, sem pressa, me fazendo engasgar. A calcinha molhada apertava meu pau. Eu chupava com vontade, baba escorrendo pelo queixo, enquanto ele gemia baixo pra não chamar atenção. Do lado de fora a festa continuava — gente rindo, música tocando, alguém gritando por mais cerveja.
Ele me puxou pelo cabelo e me virou de costas, debruçado na pia. Puxou a calcinha pro lado, spitou na minha bunda e enfiou dois dedos de uma vez. Eu gemi alto demais.
— Quieto, putinha. — Ele deu um tapa na minha bunda. — Agora vai dar pra mim.
O pau dele abriu meu cu devagar no começo, depois meteu fundo de uma vez. Eu mordia o braço pra não gritar. Ele fodia com força, o quadril batendo na minha bunda, a calcinha ainda enfiada no meio, o pau dele entrando e saindo molhado de saliva e do meu cu. Cada estocada fazia meu pau pingar no chão. Ele segurava minha cintura com uma mão e com a outra apertava minha boca pra eu não gemer alto.
— Isso… aperta o cu, maloqueiro de calcinha. Toma tudo.
Fodeu mais forte, mais fundo, até eu sentir ele tremer e gozar quente lá dentro. O porra dele escorreu quando ele tirou, misturando com a calcinha suja. Ele me virou de novo, me fez ajoelhar e limpar o pau com a boca enquanto a festa rolava do lado de fora como se nada tivesse acontecido.
Quando terminou, ele guardou o pau, ajeitou o chapéu e abriu a porta.
— Vai voltar pra festa. E deixa a calcinha. Da próxima vez que eu te pegar sozinho… a gente faz de novo.
Eu fiquei ali, de joelhos, o cu latejando, a calcinha encharcada de porra e o pau ainda duro. Levantei, puxei a bermuda e saí de volta pra varanda como se nada tivesse acontecido. Ninguém desconfiou. Só eu e o caseiro sabíamos.
E desde aquela noite, toda vez que vou pro sítio, a primeira coisa que faço é colocar a calcinha.
Quer me ver de calcinha metendo entre no xhamster e procure por alanlong47.