Silêncio no Sofá – Parte 3: A Caçada Fodenda é Sem Volta

Clara estava diferente.
Depois da chegada de Ísis, algo dentro dela virou. Não era mais só desejo. Era raiva mascarada de submissão.

Ela acordou primeiro.
Foi até a sala. O sofá ainda cheirava a sexo e suor. Ela tocou o colar no pescoço... e jogou no chão.

— Não sou mais de ninguém.

Ele apareceu na porta. Calmamente. Como sempre.
Mas agora... segurava um envelope preto.

— Clara. Está pronta para saber a verdade?

Ela não respondeu. Só encarou.
Ele jogou o envelope no sofá.
Dentro: fotos de outras garotas, todas com colares iguais. Uma seita. Um grupo. "OS SUBMISSOS DA SERPENTE BRANCA" — dizia o carimbo.

— Vocês foram escolhidas. Observadas. Preparadas.
— E Luiza? Ela sabe?
— Vai saber. Mas você... ainda pode ser algo maior. Uma das mestras.

Clara ri.
— Foda-se sua seita. Foda-se você.

Ela corre para o quarto. Encontra Luiza... de joelhos aos pés de Ísis.
Totalmente entregue.
— Ele é tudo, Clara. Ele mostrou quem eu sou. Ele é mais do que um homem.

Clara explode.
Empurra Ísis contra a parede.
A primeira briga começa — mas não é física, é emocional.
Ciúmes. Desprezo. Dor.

— Ele nos dividiu. Como um pastor faz com cordeiros. E você... se ajoelhou.

O homem aparece. Nu. Corpo marcado com tatuagens antigas. Uma serpente no abdômen, um olho entre os peitos.

— Se você quer ser livre, Clara, prove. Domine a irmã. Submeta Ísis. Ou será punida... diante de todos.

Clara hesita.
Mas o fogo está aceso.

Ela prende Luiza à cama com a algema. Rasga a camisa de Ísis. A lambe de cima a baixo.

Luiza geme. Assustada e excitada.
Ísis morde os lábios. Desarmada.
O homem observa, batendo o próprio pau, olhando como um deus assistindo seu templo.

Clara penetra Ísis com o mesmo dildo usado nela na Parte 4.
Vingança e prazer.
Depois se senta no rosto da irmã.
Luiza geme e chora. Confusa. Gozando com dor e prazer ao mesmo tempo.

Clara olha nos olhos do homem.
— Quer me ver dominando? Então grava essa merda.

Ele obedece. Pela primeira vez... ele obedece.

Ela venceu.
Mas o sorriso dele... ainda esconde algo.

— Você passou no teste. Agora pode liderar.

Clara ri.
— Eu não quero liderar. Eu quero destruir sua seita. Por dentro.
— Então que venha a guerra.
No meio da noite, Clara correu.
Sem colar. Sem roupas. Com marcas no corpo e fúria nos olhos.

Levou só uma coisa: o celular com os vídeos da seita.
Ela queria destruir tudo. Expor a verdade. Mas o culto... não deixa ninguém sair viva.

Na casa, Luiza chora.
Sozinha no quarto, entre os lençóis ainda úmidos. Ísis a observa.
O homem? Sumiu. Mas deixou ordens:

"Tragam Clara de volta.
Ela precisa ser purificada no templo do sofrimento."

O novo templo: uma mansão afastada, com paredes vermelhas, espelhos nos tetos, cruzes de madeira polida e camas com algemas de ferro.

O símbolo da serpente está em todos os lugares.

Ísis agora veste couro preto. Lidera um pequeno grupo de cinco mulheres marcadas – ex-submissas transformadas em caçadoras.

Luiza... está entre elas.

— Se ela voltar, vai entender. O prazer na dor é onde tudo recomeça — Ísis sussurra no ouvido dela.
— E se ela não quiser? — pergunta Luiza.
— Então vamos fazer ela querer.

Clara se esconde em um motel barato.
Mas à noite... elas a encontram.

Primeiro, Ísis entra.
Depois, Luiza.
Depois, duas das caçadoras.

Ela tenta fugir — mas é algemada à cama.
Eles não vão matar... vão converter. Com o corpo.

A purificação começa.

Clara está presa.
As cinco estão nuas.
Ísis com chicote de couro.
Luiza com olhos cheios de desejo e culpa.

— Você vai gozar até esquecer quem é.

O bastão entra de novo. O plug anal vibra.
Luiza monta no rosto da irmã, como antes — mas agora... chora.
— Me perdoa, Clara...

Clara Goza uma, duas, cinco vezes.
Mas o ódio ainda está lá.
Ela cospe.
— Vocês acham que isso vai me quebrar?

Ísis sorri.
— Não. Vai te recriar.

No salão principal do templo, o homem espera.
Pelado. Erejado.

A cruz está pronta. Clara será presa nela.
Mas antes... Luiza hesita.

— Deixa ela ir.
— O quê? — Ísis rosna.
— Eu... ainda sou dela. Mesmo depois de tudo.

O homem se levanta. Caminha até Luiza.
Beija ela na boca. Depois no pescoço.
Depois morde.

— Então você vai ser o sacrifício.

Luiza é presa na cruz. Clara assiste.
Chora.
E pela primeira vez... grita.

— Parem! Eu aceito!

Com a cruz tremendo, Luiza gemendo, e Clara... se entregando.

Mas nos olhos dela... a guerra ainda não acabou.

Foto 1 do Conto erotico: Silêncio no Sofá – Parte 3: A Caçada Fodenda é Sem Volta


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Comentários


foto perfil usuario fernando1souza2

fernando1souza2 Comentou em 22/04/2025

Tesão demais!




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
Silêncio no Sofá – Parte 3: A Caçada Fodenda é Sem Volta

Codigo do conto:
233911

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
22/04/2025

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
1