Era ela.
Eme. 19 anos. Saia curtíssima de couro falso, cropped branco quase transparente, batom vermelho borrado de propósito. O cabelo ainda molhado do banho recente.
— Oi, tia… tio… — ela disse com aquele sorrisinho de quem já sabe o roteiro inteiro.
Clara nem respondeu. Só agarrou a nuca da menina e puxou pra dentro, beijando com força, língua primeiro, como se quisesse engolir a juventude inteira. Roberto fechou a porta com o pé.
— Você demorou — ele falou, voz grossa, já abrindo o zíper.
— Tava me preparando pra vocês… — Eme respondeu, passando a língua nos lábios. — Queria chegar já molhadinha.
Clara riu baixo, safada, e empurrou a menina de joelhos bem no meio da sala.
— Mostra pro tio o quanto você se preparou então.
Eme não hesitou. Levantou a saia até a cintura. Sem calcinha. A buceta lisinha brilhando de excitação, já escorrendo pela parte interna da coxa.
Roberto soltou um gemido rouco.
— Caralho… olha isso, Clara.
Clara se agachou atrás da menina, abriu as nádegas dela com as duas mãos e lambeu devagar, da entrada até o cuzinho, uma única passada longa.
Eme tremeu inteira, gemendo alto.
— Isso… porra… lambe tudo…
Roberto se aproximou, pau já pra fora, grosso, veias saltadas. Encostou a cabeça na boca da garota.
— Abre.
Ela abriu. Ele enfiou até a garganta sem aviso. Eme engasgou, olhos lacrimejando, mas não recuou. Pelo contrário: segurou as coxas dele e puxou mais pra dentro.
Clara se levantou, tirou a camisola num movimento só. Nua, se sentou no braço do sofá, pernas bem abertas, se masturbando devagar enquanto assistia.
— Fode a boca dela direito, amor. Ela aguenta.
Roberto segurou a cabeça da menina com as duas mãos e começou a bombar. Ritmo forte, sem dó. Saliva escorrendo pelo queixo de Eme, pingando no chão de madeira.
Depois de uns minutos ele saiu da boca dela com um estalo molhado.
— Deita no sofá. Pernas pra cima.
Eme obedeceu na hora, deitando de costas, dobrando as pernas até quase encostar os joelhos no peito. A buceta exposta, pulsando.
Clara subiu no sofá, sentou na cara da garota sem cerimônia. Eme gemeu abafado contra a buceta da mulher mais velha, lambendo com vontade, enfiando a língua fundo.
Roberto se posicionou entre as pernas abertas da menina. Passou a cabeça do pau na entrada molhada, só provocando.
— Pede.
— Me fode, tio… por favor… me arromba… — a voz dela saiu abafada contra a buceta da Clara.
Ele empurrou tudo de uma vez. Até o talo.
Eme gritou contra a carne da Clara, o corpo todo se contorcendo.
Depois disso foi só ritmo.
Roberto socando forte, fundo, o som molhado ecoando na sala.
Clara rebolando na cara da menina, se esfregando, gemendo rouco.
Eme se masturbando o clitóris com os dedos, louca, quase sem ar.
— Vai gozar, sua putinha? — Clara perguntou, voz tremendo.
— Tô… tô quase… caralho… — Eme conseguiu responder entre lambidas.
— Então goza enquanto ele te enche — Clara ordenou, apertando os próprios peitos com força.
Roberto acelerou, grunhindo.
— Porra… vou gozar dentro dessa putinha…
— Goza, amor… enche ela… — Clara incentivou, quase gozando também.
Eme gozou primeiro. Corpo convulsionando, gemido alto abafado pela buceta da Clara, apertando o pau de Roberto como se quisesse sugar tudo.
Roberto não aguentou. Grunhiu alto e gozou forte, jatos quentes enchendo a menina até transbordar.
Clara gozou logo depois, esfregando o clitóris na língua da garota, tremendo inteira.
Silêncio. Só respiração pesada.
Eme ainda deitada, pernas moles, o sêmen do Roberto escorrendo lentamente pela buceta inchada.
Clara se abaixou, deu um beijo lento e sujo na boca da menina, provando o próprio gosto misturado com saliva.
— Boa menina — sussurrou.
Roberto, ainda ofegante, passou a mão no cabelo dela.
— Semana que vem de novo?
Eme sorriu, olhos brilhando, voz rouca:
— Pode vir mais cedo que eu venho correndo.
Fim da visita.
Por enquanto.





Maravilhoso! Amei e fiquei super molhada!