Ela não tinha planejado gravar nada hoje. Só queria relaxar depois da raid frustrada. Mas o tesão veio rápido demais, como sempre acontecia quando ela ficava muito tempo sozinha com os pensamentos safados.
Passou os dedos pelos cachos ruivos bagunçados, desceu devagar pelo pescoço, apertou os peitos pesados com força suficiente pra fazer os mamilos endurecerem na hora. Soltou um gemidinho baixo, quase envergonhado, mesmo estando completamente sozinha.
Abriu as pernas sobre a cadeira, o tecido da calcinha já marcava uma mancha escura. Ela puxou a calcinha pro lado com dois dedos, revelando o monte de pelos ruivos bem cheio, úmido, bagunçado. Não tinha feito a depilação de propósito essa semana. Gostava da sensação do pelo roçando enquanto se tocava.
Pegou o dildo roxo grosso que ficava sempre ao alcance do mouse. Sem preliminares longas, sem enrolação. Cuspiu na mão, passou rápido na cabeça do brinquedo e encaixou a ponta na entrada já escorregadia.
Desceu devagar no começo. Só a cabecinha. Depois mais um pedaço. Quando sentiu a grossura abrindo ela bem, mordeu o lábio inferior e deixou escapar:
— Caralho…
Empurrou até o fundo de uma vez. O corpo inteiro tremeu. Os peitos balançaram pesados enquanto ela começava um vai e vem firme, sem dó. A outra mão apertava o clitóris por cima do capuz, roçando em círculos rápidos, quase agressivos.
A cadeira rangeu. O monitor mostrava o jogo ainda aberto, o som do Discord com o pessoal falando besteira ao fundo. Ela nem se importou. Só aumentou o ritmo.
Os gemidos foram ficando mais altos, mais roucos. O dildo entrava e saía fazendo barulhinho molhado que ela achava vergonhosamente gostoso. A barriguinha macia tremia a cada estocada funda. Os peitos quicavam descontrolados.
— Vai… vai… porra… — ela murmurava pra si mesma, quase implorando.
Quando gozou foi de repente. O corpo inteiro travou, as coxas grossas apertaram em volta da cadeira, os dedos dos pés se curvaram dentro das meias listradas. Um jorro quente escorreu pelo dildo e pingou no chão. Ela continuou se fodendo devagar durante o orgasmo, prolongando as contrações até não aguentar mais.
Soltou o ar num suspiro longo e trêmulo.
Tirou o brinquedo devagar, vendo os fios de gozo grudados nos pelos ruivos. Sorriu de canto pra câmera imaginária que nem estava ligada.
— Acho que mereço um cochilo agora… — murmurou, ainda ofegante, passando a língua nos lábios secos.
E caiu de lado na cama, peitos esparramados, calcinha de lado, sorriso bobo no rosto.
A raid podia esperar mais um pouquinho.





Delicia!
Eu ia sair na rua atras de pau.
Que delicia estes momentos com a gente mesmo!