O quarto era simples, luz amarelada do abajur, lençol branco meio amassado. Carla estava de quatro na cama, calcinha preta de renda já jogada no chão, joelhos abertos, bunda empinada como quem entrega sem saber direito o que está entregando.
Ele passou a mão devagar pelas costas dela, descendo até as nádegas. Sentiu a pele arrepiar inteira só com o toque.
— Relaxa… só um pouquinho de cada vez — murmurou, voz baixa.
O pau dele já estava duro há tempo, a cabeça brilhando de lubrificante e da saliva que ela tinha colocado com uma mistura de inexperiência e vontade. Encostou devagar na entrada da vagina dela. Carla prendeu o ar.
A primeira penetração foi lenta, centímetro por centímetro. Ela soltou um gemidinho agudo, meio dor, meio prazer, as unhas cravando no lençol. Quando ele chegou até o fundo, parou. Deixou ela sentir o peso, a grossura, o calor pulsando dentro.
— Tá doendo? — perguntou.
— Um pouco… mas não para — ela respondeu rápido, voz tremendo.
Ele começou a mexer. Primeiro só balançando devagar, depois estocadas curtas e ritmadas. Carla foi abrindo mais as pernas sem perceber, o corpo aprendendo sozinho. Os gemidos dela mudaram de tom, ficaram mais roucos, mais necessitados.
Depois de uns minutos ele saiu, o pau melado brilhando. Passou o dedo no cuzinho dela, só circulando, sem forçar. Carla virou o rosto, olhos grandes.
— Quer tentar aqui também?
Ela mordeu o lábio, hesitou dois segundos e fez que sim com a cabeça.
Ele colocou mais lubrificante, muito. Encostou a cabeça e pressionou devagar. A resistência foi maior, Carla soltou um “ai” mais alto, mas não pediu pra parar. Aos poucos a cabeça passou. Ele ficou parado, só a cabecinha dentro, deixando ela respirar.
— Caralho… tá apertado pra porra — ele grunhiu.
Carla riu nervoso, ofegante.
— Vai devagar… por favor…
Ele obedeceu. Entradas e saídas mínimas, só o suficiente pra ela se acostumar. Aos poucos o cuzinho foi cedendo. Quando já estava entrando metade, Carla começou a rebolar de leve, quase sem querer, procurando o ângulo.
Foi aí que ele perdeu o controle.
Aumentou o ritmo na buceta de novo, metendo forte enquanto o polegar brincava no cu ainda aberto. Carla gemia alto agora, sem vergonha, o corpo todo tremendo.
— Vou gozar… — ele avisou, voz rouca.
— Na bunda… por favor, na bunda — ela pediu rápido.
Ele saiu, deu três punhetadas fortes e gozou. Jatos grossos e quentes caíram nas nádegas dela, escorrendo devagar pelo rego, alguns pingos alcançando até as costas. Carla ficou ali, de quatro, ofegante, sentindo o sêmen quente escorrer enquanto o corpo ainda tremia dos orgasmos que tinha levado escondido.
Depois de alguns segundos ela olhou pra trás, cabelo grudado na testa, sorriso tímido e safado ao mesmo tempo.
— Foi… melhor do que eu imaginava.
Ele só riu, passando a mão na bunda melada dela.
— Ainda tem muito pra aprender, pequena.
E Carla, com o rosto vermelho e o corpo satisfeito, só fez que sim com a cabeça, já pensando na próxima vez.





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