Naquela noite o cara apareceu no motel sem muita conversa. Alto, grosso, silêncio pesado. Quando baixou a calça, o pau dele caiu como se tivesse vida própria — pesado, veioso, quase agressivo. Erica riu baixo, nervosa e excitada ao mesmo tempo.
— Vai devagar no começo… — ela pediu, mais por teatro do que por medo.
Ele não foi.
Segurou ela pelos quadris, virou de costas e simplesmente encaixou. A cabeça já abriu caminho com pressão bruta. Erica arfou alto, as unhas cravando no lençol. Não era dor exatamente… era o limite sendo esticado até quase rasgar. Ela sentia cada centímetro forçando, abrindo, invadindo.
— Caralho… tá me partindo… — gemeu, mas empinou mais a bunda, traindo as próprias palavras.
Ele não parava. Estocadas longas, lentas no começo, depois cada vez mais fundo, mais rápido. O barulho molhado misturado com os tapas da virilha batendo na carne dela enchia o quarto. O cu dela começou a ceder de verdade por volta do décimo minuto — abriu, engoliu, ficou vermelho e inchado em volta do pau monstruoso.
Quando ele puxou tudo pra fora, o buraco ficou escancarado, pulsando, incapaz de fechar. Erica olhou por cima do ombro, viu o estrago e mordeu o lábio com força.
— De novo — pediu rouca.
Ele meteu de volta, agora sem dó nenhuma. Fodia como se quisesse marcá-la por dentro. Os peitos dela balançavam descontrolados, o suor escorrendo entre eles. Ela gozou duas vezes só com a pressão, sem nem encostar no clitóris — corpo tremendo, voz falhando.
No final ele segurou a nuca dela, virou o rosto pra cima e gozou direto na boca aberta. Jatos grossos, quentes, muitos. Erica engoliu o que conseguiu, o resto escorreu pelo queixo, pingou nos peitos. Ela respirava pesado, olhos vidrados, o cu ainda escancarado latejando no ar.
Ele deu um tapa leve na bunda destruída, como quem diz “bom trabalho”.
— Até a próxima, garota.
Erica só conseguiu sorrir torto, com gosto de porra na boca e o corpo inteiro dolorido de prazer.
Ela já sabia que ia voltar.




