— Então... é isso? — ele perguntou, voz um pouco mais rouca do que o normal.
Ela sorriu, pequeno e afiado.
— Quase. Tem uma última cláusula verbal. Eu assisto. Você goza. E aí a gente fecha o negócio de verdade.
Ele piscou duas vezes. Depois riu baixo, nervoso, mas já estava abrindo o zíper.
Honey não se mexeu da cadeira. Só inclinou um pouco a cabeça, como quem aprecia uma obra de arte. O pau dele já estava duro quando saiu da calça, grosso, pulsando na mão que começou a subir e descer devagar.
— Mais rápido — ela disse, voz calma, quase entediada. — Não tenho a tarde toda.
Ele obedeceu. O som da pele contra pele encheu o escritório silencioso. O rosto dele foi ficando vermelho, a respiração entrecortada. Honey apenas observava, os olhos claros fixos no movimento ritmado, no jeito como a cabeça inchada brilhava a cada passada.
— Olha pra mim — ela mandou quando percebeu que ele ia fechar os olhos.
Ele obedeceu de novo. Os olhares se cruzaram e foi o suficiente. O corpo dele travou, as coxas tremendo, e então veio: jatos grossos e brancos que caíram no carpete caro, no sapato dele, em algumas gotas que respingaram até na barra da própria calça.
Silêncio. Só a respiração pesada dele.
Honey se levantou, alisou o vestido, pegou a caneta que ele tinha largado na mesa e assinou seu nome com uma letra elegante e desleixada ao mesmo tempo.
— Pronto. Negócio fechado.
Ela jogou a caneta de volta na mesa, deu meia-volta e caminhou até a porta sem olhar para trás.
— Manda a primeira parcela segunda-feira — disse já com a mão na maçaneta. — E limpa essa porra do carpete antes que a faxineira veja.
A porta fechou com um clique suave.
Ele ainda estava lá, pau amolecendo na mão, olhando para o vazio, com um sorriso idiota e satisfeito no rosto.
Negócio fechado. De verdade.





Adorei!
Adoro encontros assim com mulheres que recebem uma homenagem e se masturbam bem gostoso