Naquela noite o namorado trouxe o amigo. Não houve conversa longa, nem clima construído com drinks e música baixa. Só um "você ainda quer tentar?" dele, um aceno rápido dela e os três já estavam no quarto.
A luz do abajur deixava tudo meio dourado, meio suado antes mesmo de começar.
O namorado tirou a calcinha dela devagar, como quem desembrulha um presente que já conhece. O amigo só observava, a mão já dentro da calça, respirando pesado.
Quando ela ficou de quatro na cama, o namorado pegou o plug médio, aquele preto brilhante que eles tinham comprado na semana anterior. Passou lubrificante devagar, quase teatral, só pra ver ela se contorcer e morder o lábio inferior.
— Relaxa… só a cabecinha primeiro.
Entrou. Ela soltou um gemidinho curto, meio dor, meio tesão. O amigo se aproximou, ajoelhou na frente dela e colocou o pau na boca sem pedir. Angelica abriu os lábios e deixou ele deslizar até onde aguentava, o corpo balançando com as estocadas leves que o namorado dava atrás, só mexendo o plug pra abrir mais.
Depois de uns minutos ela já gemia com a boca cheia, os olhos meio fechados.
O namorado tirou o plug devagar, o anel apertado piscando, vazio por dois segundos antes dele meter o pau inteiro de uma vez. Angelica arregalou os olhos, soltou um "caralho" abafado no pau do outro cara.
Aí não teve mais delicadeza.
O namorado socava forte, segurando a cintura dela com as duas mãos. O amigo segurava a nuca dela, fodia a boca num ritmo parecido. Angelica estava no meio, sendo puxada pros dois lados, o corpo tremendo inteiro.
— Goza dentro dela — o amigo falou rouco pro namorado.
Não demorou muito.
O namorado grunhiu, enterrou até o talo e ficou pulsando, enchendo ela. Angelica sentiu o calor se espalhar e gozou junto, as pernas tremendo, quase caindo de cara no colo do outro.
Quando o namorado saiu, o esperma escorreu devagar pela buceta inchada. O amigo não esperou nem um segundo: virou ela de barriga pra cima, abriu as pernas dela e meteu no lugar que ainda pulsava. Entrou fácil, escorregadio de porra e tesão.
Ele não durou vinte estocadas. Gemeu alto, jogou a cabeça pra trás e deixou tudo dentro também, misturando com o que já estava lá.
Quando saiu, Angelica ficou ali deitada, pernas abertas, dois creampies escorrendo devagar, o rosto vermelho, o peito subindo e descendo rápido.
Ela olhou pros dois, deu um sorrisinho cansado e falou baixinho:
— Da próxima vez… eu quero os dois ao mesmo tempo.
Os caras só se olharam, já sabendo que a noite tinha sido só o começo.




