A Noite em que Violet se Entregou

A festa já estava no auge quando Violet entrou na sala escura do fundo da casa. Luzes roxas e vermelhas pulsavam devagar, o grave da música parecia bater dentro do peito. Ela usava apenas um vestidinho branco curtíssimo que mal cobria a bunda, sem nada por baixo — exatamente como eles tinham combinado no grupo do Telegram.

Eram cinco. Todos negros, todos altos, todos com aquele olhar de quem já sabia o que ia acontecer. O primeiro, Marcus, o mais alto, segurou o queixo dela com dois dedos e sorriu devagar.

— Pronta pra virar nossa putinha loira hoje, Violet?

Ela nem respondeu com palavras. Apenas mordeu o lábio inferior, os olhos claros brilhando de nervoso e tesão misturados, e assentiu devagar.

Não demorou nem dois minutos pra o vestido estar no chão.

Eles a cercaram como predadores. Mãos grandes e quentes já estavam por toda parte: apertando os seios pequenos e firmes, puxando os mamilos rosados até ela gemer alto, descendo pelas costas até abrir as nádegas com força. Alguém já estava de joelhos atrás dela, língua grossa e quente lambendo devagar o cuzinho apertado enquanto outro enfiava dois dedos na bucetinha lisinha e molhada.

— Caralho, essa loirinha tá pingando — alguém riu.

Violet mal conseguia ficar em pé. As pernas tremiam. Quando tentava se apoiar em alguém, era só pra encontrar outro pau duro roçando na coxa, na barriga, no rosto.

Marcus foi o primeiro a sentar no sofá e puxá-la pro colo. Ele segurou a cintura fina dela com as duas mãos e desceu-a devagar no pau preto grosso que apontava pra cima como uma ameaça. A cabecinha abriu os lábios da bucetinha loira até o limite, esticando a pele rosada. Violet soltou um gritinho agudo quando sentiu a grossura invadindo tudo.

— Isso… engole tudo, vadia — ele rosnou, empurrando os quadris pra cima.

Ela desceu até o talo, a bucetinha pulsando em volta do pau enorme. Mal teve tempo de se acostumar com a sensação de estar tão cheia quando sentiu outro cara atrás. Dedos com saliva generosa abriram o cuzinho. Ela tentou virar o rosto, assustada, mas Marcus segurou a nuca dela com firmeza.

— Olha pra mim enquanto ele te arromba o cu, loirinha.

O segundo pau entrou devagar, mas sem piedade. Centímetro por centímetro, abrindo o anel apertado até ela sentir que ia rasgar. Quando finalmente as duas bolas bateram na bunda dela, Violet soltou um gemido rouco, quase animal, os olhos revirando.

Dois paus dentro dela ao mesmo tempo. E ainda tinha mais três esperando.

Alguém enfiou o pau na boca dela sem cerimônia. Era grosso demais pra caber inteiro, mas eles não se importavam. Seguravam a cabeça loira pelos cabelos e fodiam a garganta como se fosse outra buceta. Lágrimas escorriam pelo rosto dela, misturando rímel borrado com baba que pingava no queixo.

A cada estocada dupla, o corpo dela balançava inteiro. Os seios pequenos pulavam, as coxas tremiam violentamente. Eles trocavam de posição o tempo todo: um saía do cu pra outro entrar, outro tomava a boca, outro se masturbava esperando a vez de arrombar a bucetinha já vermelha e inchada.

Em algum momento ela perdeu a conta de quantas vezes gozou. Teve um orgasmo tão forte que mijou um pouco, quente e vergonhoso, escorrendo pelas coxas dos caras enquanto eles riam e xingavam de um jeito que só a fazia apertar mais os dois paus dentro dela.

— Olha só a putinha loira fazendo xixi de tanto pau… que delícia — alguém falou antes de enfiar o pau sujo de porra e mijo na boca dela de novo.

No final, quando já estavam todos exaustos, eles a colocaram de quatro no chão, no meio da sala. Cinco paus apontados pra ela. Um a um, gozaram em jatos grossos e quentes: no rosto, nos cabelos loiros, nos seios, na língua esticada. O último ainda segurou a cabeça dela pra trás e gozou direto na garganta, obrigando-a a engolir enquanto os outros babavam porra nos lábios entreabertos.

Quando terminaram, Violet ficou ali, de joelhos, corpo brilhando de suor, porra e saliva. A bucetinha e o cuzinho abertos, vermelhos, pulsando. O rosto coberto de gozo, os cabelos grudados na testa.

Ela sorriu, ainda ofegante, com aquele olhar vidrado de quem tinha acabado de cruzar um limite que não pretendia voltar atrás.

— Quem disse que acabou? — Marcus perguntou, já se levantando de novo, o pau meia-bomba balançando.

Violet apenas abriu a boca devagar, mostrando a língua branca de porra, como quem diz:

*Ainda aguento mais.*

E a noite continuou.

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Comentários


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donizete- Comentou em 12/01/2026

Hummmm 🤤 adorei menina gulosa é safadinha 😍😍 que tesão gostoso 😋🤤 Votadissimo 👏👏👏

foto perfil usuario viciadoemsexo69

viciadoemsexo69 Comentou em 12/01/2026

Adorei a história, tenho tesão em grupal. Votado




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Ficha do conto

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luna-blood

Nome do conto:
A Noite em que Violet se Entregou

Codigo do conto:
251889

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
12/01/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5