Naquela sexta-feira chuvosa em Varsóvia, o apartamento estava escuro, iluminado apenas pelas luzes vermelhas de LED que contornavam o colchão king size no chão da sala. Dois homens a observavam em silêncio enquanto ela terminava de se preparar.
O primeiro era Bartek, 1,92m de puro músculo eslavo, pau grosso e reto que parecia desafiar a gravidade mesmo depois de horas de preliminares. O segundo era Kuba, mais magro, mas com uma curvatura ascendente que todo mundo jurava que tinha sido desenhada para acertar o ponto G de costas.
Monika estava de quatro, de frente para o espelho de corpo inteiro encostado na parede. O plug de silicone preto que ela usava há quase duas horas já tinha 9 cm de diâmetro na parte mais larga. Ela respirava fundo, lenta, controlada. Sentia o anel do cu pulsar em volta do brinquedo, acostumando-se, cedendo.
— Tira — ela murmurou, voz rouca.
Bartek se ajoelhou atrás dela. Com calma quase ritualística, ele puxou o plug. O som foi úmido, obsceno. Quando a base larga finalmente escapou, o buraco não fechou. Ficou ali, aberto, vermelho, pulsante, um círculo perfeito de carne dilatada que parecia respirar.
Monika olhou para o reflexo e sorriu de lado, satisfeita.
— Agora os dois — ordenou.
Kuba se posicionou deitado de costas no colchão. Ela montou nele devagar, guiando o pau curvado até o ânus já escancarado. Desceu até as bolas sem quase resistência. O gemido que saiu dela foi longo, animalesco. O corpo inteiro tremia de prazer misturado com aquela estranha sensação de vazio preenchido ao extremo.
Bartek se aproximou por trás. Não precisou forçar muito. O primeiro pau já tinha aberto caminho. Quando a cabeça grossa dele começou a entrar ao lado do de Kuba, Monika soltou um grito que era metade dor, metade êxtase. Os dois paus deslizaram juntos, roçando um no outro dentro dela, esticando as paredes internas até o limite do que a carne humana suporta.
Ela sentia cada veia, cada pulsação, cada centímetro a mais que entrava. O anel do cu estava tão distendido que quase não existia mais — apenas um anel de carne elástico, vermelho vivo, abraçando dois cabos grossos como se fosse sua função natural.
— Mais fundo… porra… mais — ela implorava, as unhas cravadas nas coxas de Kuba.
Eles obedeceram. Ritmo lento, cruelmente lento. Cada estocada fazia o buraco abrir ainda mais. Quando os dois estavam completamente dentro, as bolas coladas na bunda dela, Monika olhou novamente para o espelho.
O que viu a fez gozar sem nem tocar no clitóris.
Dois paus enterrados até o talo, o anel do cu esticado em um círculo grotescamente lindo, vermelho, brilhando de lubrificante e fluidos. Um gape tão grande que dava para ver as paredes internas cor-de-rosa se contraindo em espasmos, tentando — e falhando — voltar ao normal.
Bartek segurou os quadris dela com força e começou a bombear. Kuba acompanhou por baixo. O som era molhado, violento, quase indecente demais até para o pornô. Cada saída parcial revelava o tamanho do estrago: o buraco não fechava mais nem pela metade. Ficava ali, escancarado, implorando por mais.
Monika perdeu a conta de quantas vezes gozou. Quando os dois finalmente se entregaram dentro dela, enchendo-a de porra quente que escorria pelas coxas, ela ainda tremia.
Depois que saíram, o gape permaneceu por longos minutos. Um buraco escuro, profundo, que parecia não ter intenção de voltar ao que era antes. Monika deitou de bruços, bunda empinada para o espelho, e ficou olhando, hipnotizada, enquanto o ar frio entrava e saía do lugar que antes era proibido.
Ela sorriu para o próprio reflexo, exausta e saciada.
— Amanhã… — sussurrou — amanhã a gente tenta o de 10 centímetros.
E o brilho nos olhos dela dizia que não era blefe.




