A Noite Inteira com Minha Doce Enteada

A casa estava silenciosa demais naquela noite de sexta-feira. A esposa tinha viajado para o interior visitar a mãe doente e só voltaria no domingo à noite. Era a primeira vez em muito tempo que ficávamos completamente sozinhos em casa, eu e ela.

Larissa tinha acabado de completar dezoito anos, mas o corpo dela parecia ter pressa de se tornar mulher. Os seios cheios que esticavam as camisetinhas finas, a bunda redonda que balançava de um jeito quase criminoso quando ela andava de shortinho pela casa... Eu tentava não olhar. Tentava mesmo. Mas naquela noite, quando ela apareceu na sala usando apenas uma camisola preta curtíssima de alcinha, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido fino, alguma coisa dentro de mim simplesmente quebrou.

— Pai... posso dormir com você hoje? — perguntou ela com aquela voz doce e baixa, mordendo o canto do lábio inferior. — A cama da minha mãe tá muito fria...

Eu engoli em seco. Sabia que não devia. Sabia que cada célula do meu cérebro gritava "para". Mas meu pau já estava duro só de ouvir a palavra "dormir" saindo daquela boquinha.

— Vem — respondi, a voz rouca.

Ela se arrastou pela cama como gata, de quatro, a camisola subindo e revelando que não usava calcinha. A visão daquela bunda empinada, a pele clarinha, o reguinho escuro entre as nádegas... Meu Deus.

Quando ela se deitou do meu lado, roçou de propósito a coxa macia na minha ereção. Não foi acidente. Seus olhos brilharam maliciosos quando sentiu o volume.

— Você tá assim por minha causa, né? — sussurrou, deslizando a mão devagar por cima do lençol até encontrar meu pau latejando.

Eu não respondi com palavras. Agarrei os cabelos dela com firmeza e puxei sua boca contra a minha. O beijo foi faminto, sujo, cheio de língua e dentes. Ela gemia na minha boca, esfregando o corpo inteiro em mim como se quisesse se fundir.

— Quero você inteiro... — ela murmurou entre beijos. — Quero sentir você me rasgando todinha...

Virei ela de bruços sem cerimônia. Levantei a camisola até a cintura e abri aquelas nádegas com as duas mãos. O cuzinho dela era pequeno, rosado, apertadíssimo. Pinguei saliva direto ali e comecei a esfregar a cabeça grossa do pau na entradinha minúscula.

— Vai devagar, pai... — ela pediu, mas ao mesmo tempo empinava mais a bunda, traindo o próprio pedido.

Não fui devagar.

Quando a cabeça passou o anel apertado, ela soltou um gritinho abafado no travesseiro. Segurei firme nos quadris dela e continuei empurrando, centímetro por centímetro, sentindo o calor sufocante e a pressão insana daquele cu virgem me engolindo.

— Caralho... que cu gostoso... — rosnei, já com metade dentro.

Ela tremia inteira, as mãos agarrando o lençol, mas não pediu pra parar. Pelo contrário. Quando meti até o talo, ela soltou um gemido longo e rouco:

— Me fode... me fode o cu a noite inteira, por favor...

E foi exatamente o que eu fiz.

Comecei devagar, sentindo cada pulsação dela em volta do meu pau, depois acelerei. O quarto se encheu do barulho molhado da pele batendo, dos gemidos dela cada vez mais altos, dos meus grunhidos de tesão puro. Virei ela de lado, levantei uma perna dela bem alto e meti ainda mais fundo, vendo o pau entrar e sair daquele buraquinho esticado.

— Tá gostando de levar no cuzinho, sua putinha? — perguntei, mordendo o ombro dela.

— Tô... tô amando... sou sua putinha, pai... me usa...

Gozei a primeira vez bem lá no fundo, enchendo o cu dela de porra quente enquanto ela se contorcia e gozava junto, apertando meu pau com tanta força que quase me fez gritar.

Mas não paramos.

Depois de alguns minutos de carícias e beijos melados, ela se virou de quatro outra vez, agora com a cara no travesseiro e a bunda empinada ao máximo.

— De novo... por favor... quero mais...

E eu dei. De quatro. De ladinho. De bruços com as pernas bem abertas. De pé encostada na parede do corredor quando fomos buscar água e não aguentamos esperar. No chuveiro, com ela de costas e as mãos apoiadas nos azulejos enquanto eu socava seu cu ensaboado.

Perdemos a conta de quantas vezes gozei dentro dela aquela noite.

De madrugada, quando já estávamos exaustos, suados e melados, ela se aninhou no meu peito, ainda com meu pau amolecido encostado na bunda dela, e sussurrou com a voz rouca de tanto gemer:

— Amanhã a gente continua... tá?

Eu só sorri, apertando aquele corpinho contra o meu.

Amanhã. E depois. E depois.

Porque agora que começamos... não tinha mais volta.

Foto 1 do Conto erotico: A Noite Inteira com Minha Doce Enteada

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Comentários


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viciadoemsexo69 Comentou em 14/01/2026

Que conto delicioso, queria saber de onde tira as fotos, pois essa atriz é uma gostosa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Noite Inteira com Minha Doce Enteada

Codigo do conto:
252115

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/01/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5