Tudo em Família - Parte 1

A morte da minha esposa Helena foi um baque tremendo pra nossa família. Ela andava com cólicas fortes e tinha perdido um peso danado, mas os médicos diziam que era só colite. Quando finalmente descobriram que era câncer de ovário, já era tarde demais pra tratar. Ela se foi no feriado de Finados, me deixando viúvo com dois adolescentes.

O Bruno tinha acabado de fazer 18 quando a mãe morreu, e a Júlia estava quase completando 19 quando essa loucura toda começou (a gente teve os filhos um atrás do outro mesmo). Ela tinha terminado o primeiro ano numa faculdade. Os dois eram completamente diferentes de personalidade, tanta gente nem acreditava que eram irmãos. Mas os dois eram muito bonitos. O Bruno era um menino doce, nunca se metia em confusão e era grudado na mãe. Ele sofreu mais que todo mundo e ainda não tinha se conformado com a perda da Helena. Alto igual a mim, 1,88m, cabelo escuro, e tinha acabado de começar a encher o corpo magrelo de músculo.

A Júlia, por outro lado, era a rebelde da casa, sempre aprontando alguma. Fisicamente puxou a mãe: baixinha, 1,58m, quadril largo e peitos fartos, usava sutiã 44 (descobri isso na primeira vez que lavei a roupa dela... uma das mil tarefas que caíram no meu colo depois que a Helena se foi). Os olhos castanho-esverdeados dela eram lindos, sempre atraindo os caras. Mas era o decote que todo mundo via primeiro, apesar do sorriso iluminado e daqueles olhos hipnotizantes. A personalidade dela era explosiva, cheia de energia sem fim. No colégio, era bastante popular. Uma verdadeira borboleta social. Cabelo loiro curto, olhos claros e um corpão bem apimentado que deixava um monte de garoto louco pra sair com ela.

Eu tentei ter conversas sérias com os dois sobre sexo e cuidado, cada um separado, claro, mas só levava sorrisinho de canto e aceno de cabeça. A Júlia ia fazer 19 em poucas semanas e eu insisti que ela fosse no ginecologista pra pegar anticoncepcional. Ela queria ser veterinária de verdade, e eu não ia deixar uma gravidez sem querer ferrar o futuro dela.

A gente logo caiu numa nova rotina sem a Helena, sempre ocupados. Meu trampo numa agência de propaganda me deixava na correria, mas parei de aceitar viagens que me tiravam de casa à noite. A gente jantava junto pelo menos quatro ou cinco noites por semana. Eu cozinho razoavelmente bem, e a Júlia era fera na cozinha, mandava bem em pratos simples. Na primavera a gente já chorava menos e começava a sair um pouco mais.

Eu não tava namorando, mas às vezes jantava no clube de campo com uma mulher que eu conhecia há muito tempo e que tinha se separado recentemente. Nossa relação ainda era só amizade, mas ela era divertida e curtia vir aqui em casa nos fins de semana. As crianças gostavam dela, e ela adorava eles. O nome dela era Rita Brandão, e ela tinha exatamente o mesmo tamanho da Júlia, então as duas criaram uma conexão imediata com roupa, as duas sofriam pra achar peças que servissem no busto sem ficar largas no resto. A Rita ficava feliz em emprestar do armário gigante dela quando a Júlia precisava de algo diferente pra algum evento... e era ótimo ver a Júlia tendo uma mulher mais velha como referência.

O feriado prolongado de 7 de setembro foi o começo de uma sequência de coisas que mudaram nossas vidas pra sempre. Teve um churrascão daqueles no lions clube, e como sempre no feriado da Independência, tinha muita bebida rolando. A Rita também era sócia, assim como a maioria dos nossos amigos, mas a gente dispensou o futebol e ficou só na socialização a tarde toda. Enquanto eu batia papo com uns amigos, o Bruno passou o dia na piscina e a Júlia jogando carta com umas amigas.

Eu tava conversando com uns caras quando vi uma mulher bem atraente se aproximar da Rita e começar a falar. Já tinha visto ela no clube algumas vezes, mas não conhecia. No começo não prestei atenção, porque tava entretido na minha conversa, mas as expressões da Rita me deixaram curioso. Eu tava perto o suficiente pra ouvir:

A mulher parecia estar no ataque: “Você se divertiu pra caralho da última vez.”

A Rita respondeu: “Isso não é verdade.”

“Você gostou da primeira vez,” a mulher rebateu.

“Isso ficou no passado,” disse a Rita, claramente incomodada.

“Você tem que vir hoje à noite,” sugeriu a mulher.

“Acho que não,” respondeu a Rita.

“E quando mudar de ideia, traz o Bil junto,” a mulher completou, ignorando a recusa. “Vai ser bom pra ele... MUITO bom pra ele.”

“Acho que não,” a Rita balançou a cabeça.

“Pensa nisso,” insistiu a mulher.

Voltei pro papo com meus amigos e não ouvi o resto, mas fiquei super curioso, principalmente porque a Rita não era de ficar desconfortável em conversa nenhuma.

Quando olhei de novo, a mulher já tinha sumido.

O churrasco começou às seis, as crianças tavam morrendo de fome, pegaram comida e foram ficar com os amigos. Eu e a Rita esperamos a fila diminuir e pegamos cada um um contrafilé antes de sentar numa mesa debaixo das árvores.

“Quem era aquela mulher que tava falando com você à tarde? Já vi ela algumas vezes, mas não conheço,” perguntei, sondando.

“É a Bete. Ela e o Daniel moram uma quadra abaixo da minha,” respondeu, sem dar pista nenhuma do assunto.

“Parecia que ela queria que você e eu fôssemos pra algum rolê hoje à noite,” falei, curioso demais pra deixar passar.

“Você tava ouvindo minha conversa?” perguntou ela, erguendo a sobrancelha.

“Não, não, juro. Ela só falava alto o suficiente pra eu pegar uns pedaços. Parecia bem insistente,” defendi.

“Não era nada que a gente ia curtir, então falei que a gente dispensava,” respondeu vagamente, usando “a gente” de um jeito estranho.

“Tá bom, se você diz,” dei de ombros. Não fiquei satisfeito, mas senti que ela não queria entrar em detalhes ali, então deixei quieto. Todo mundo tava cansado depois de um dia no sol e bebendo, então a gente foi embora cedo.

Uma semana depois, no café da manhã de sábado, a Júlia falou que ia encontrar a Dora na casa dos Conrado com outras meninas pra planejar um evento de caridade da igreja.

“Júlia, a mãe da Dora é a Bete?” perguntei, com aquela conversa esquisita da semana passada martelando na cabeça.

“É, por quê? Você conhece ela?” perguntou Júlia.

“Não, mas vi ela no clube semana passada conversando com a Rita. Ela convidou a Rita pra uma festa à noite, mas a Rita recusou,” falei, antes de perceber que tinha dado mais informação do que precisava.

“A Rita te contou por que não quis ir?” perguntou Júlia, de repente interessada.

“Não, ela não quis falar sobre isso,” admiti.

“Pai, você sabe alguma coisa dos Conrado?” perguntou ela, como se soubesse de algo.

“Não. Tem alguma coisa que eu devia saber?” retruquei.

“Nada não. Só perguntando. Tenho que correr, tô atrasada,” disse ela, claramente sem graça de falar comigo, o que só aumentou minha curiosidade (odeio ficar sem saber das coisas).

Ela saiu voando antes que eu pudesse falar mais. A curiosidade me matando, liguei pra Rita.

“Oi, sou eu... A Júlia acabou de sair pra casa dos Conrado encontrar a Dora, filha da Bete. Perguntei se era a mãe dela e ela confirmou, perguntou se eu sabia de algo sobre eles. Quando falei que não, ela desconversou e saiu correndo. O que tá rolando com essas pessoas misteriosas que todo mundo sabe menos eu?” perguntei, sem conseguir me segurar.

Rita suspirou antes de falar: “Bil, isso é coisa pra conversar pessoalmente, mas duvido que a Júlia saiba de algo. Que tal jantar hoje à noite e eu te explico?”

“Boa ideia. Vou comprar umas carnes e vinho. Vem aqui às cinco? O Bruno vai dormir na casa do amigo do outro lado da rua e não sei que horas a Júlia volta, mas compro pra ela também,” ofereci. A gente adorava churrasco e ficar no quintal curtindo a noite de verão.

“Perfeito,” concordou ela.

“Te vejo hoje,” falei, ansioso pra descobrir o segredo.

Fiz as compras, tomei banho e tava preparando um drink quando a Rita chegou.

“Oi, pontual como sempre. Tô fazendo drink, quer um?” perguntei sorrindo. A Rita era uma mulher linda e doce pra caramba. Embora eu não soubesse se tava pronto pra namorar de verdade, no fundo sabia que a Helena aprovaria.

“Claro, o de sempre, mas faz duplo,” disse ela, antes de perguntar: “Precisa de ajuda com o jantar?”

“Você faz a salada. As carnes já tão marinando e as batatas vão pro forno. Vamos lá pra fora relaxar,” respondi. De muitos jeitos a gente já parecia casado... só que nem namorava.

Lá fora, curtindo o calorzinho do fim de tarde, falei: “Seu cabelo tá mais claro. Fez hoje?”

“Fiz. Gostou? Ficou mais loiro. Agora preciso pegar mais sol,” disse ela, passando a mão no cabelo.

“Gostei sim. Você tá linda hoje,” elogiei, achando ela ainda mais atraente. Não ficava com ninguém desde a morte da Helena, e a gente nem tinha se beijado, mas tinha química sim.

Ela deu um sorriso grande e piscou: “Obrigada, senhor. Fico feliz que tenha gostado.”

Batemos papo sobre o dia chato, eu querendo puxar o assunto da semana passada, mas ela desviando. Quando terminamos o primeiro drink, eu finalmente fui direto: “Então, essa história dos Conrado.”

Ela sorriu: “Já tava esperando você tocar no assunto. Melhor falar antes da Júlia chegar.”

“Quero saber qual é o mistério. Eles tão em programa de proteção a testemunhas?” brinquei.

“Não, mas é algo que eles devem querer manter tão secreto quanto,” disse ela, desconfortável.

“Você só tá aumentando a curiosidade,” falei, a cabeça a mil sem ideia do que podia ser e por que a Bete queria me envolver.

“É um lado sombrio do meu passado,” respondeu ela, séria.

“Só tô curioso por que ela queria que eu fosse junto e você disse não,” insisti, louco pra saber.

“É meio complicado,” suspirou ela, antes de dizer: “Deixa eu começar do começo pra você entender tudo.”

“Tá bom,” concordei, sem esperar uma história inteira.

“Eu e o Paulo estávamos em São Paulo pra uma reunião de trabalho dele e ficamos o fim de semana pra fazer compras. Encontramos os Conrado no hotel onde a gente tava hospedado. Ficamos surpresos de ver vizinhos do quarteirão no mesmo hotel fora de casa e perguntamos o que eles tavam fazendo lá. Eles convidaram a gente pro bar pra tomar uns drinks e, depois de alguns, o Daniel contou o que era: eles eram swingers. Tinha um clube que se reunia no hotel todo mês e ocupava dois andares pra uma festa privada. Era troca de casais.”

“S-sério?” gaguejei, imaginando alguém tão gostosa quanto a Bete e a Rita nessa vida. De repente pensei: ‘Será que o convite da outra semana era pra uma festa swinger?’ Isso levou a outros pensamentos: ‘Será que tem um clube swinger aqui na cidade? A Bete queria que eu fosse pra festa dela!’

“A gente ficou bem chocado,” continuou a Rita.

“Imagino,” assenti, tentando acompanhar, enquanto minha cabeça viajava.

“Um pouco envergonhados também, mas eles insistiram pra gente ir como convidados. A gente recusou, claro, falamos que não era nossa praia. Eles disseram que a festa só começava às nove e pra ligar se mudássemos de ideia. Fomos jantar. Durante o jantar o Paulo não parava de falar que podia ser divertido só ir pra ver. Eu falava não, mas ele não largava o osso. Nosso casamento já tava morno fazia tempo, e ele me chamou de puritana, disse que eu tava virando uma gelada. Irritada e querendo provar que não era ‘gelada’, eu topei só pra assistir, com a condição de que, assim que eu falasse pra ir embora, a gente ia embora. Ele topou na hora.”

“Pelo seu tom, acho que você não tava nada ok com isso,” comentei, sempre bom em ler as pessoas.

“Não queria ir, principalmente com gente que a gente conhecia, mas fiquei puta de ser chamada de puritana e quis mostrar que ele tava errado,” explicou ela.

“Entendo,” assenti. “Ninguém gosta de ouvir isso.” Ironia: a maioria achava que o casamento deles acabou porque ela era puritana, mas eu não sentia isso desde que a gente começou a se aproximar.

“Não deu muito certo,” deu de ombros, “mas abriu a porta pra tudo o que veio depois.”

“Como assim?” perguntei, a ideia da Rita numa festa swinger deixando meu pau duro. Achava ela linda pra caralho e já tinha pensado várias vezes em tentar algo. Mas ainda não sabia se tava pronto pra seguir em frente.

“Deixa eu continuar a história,” disse ela, “antes que eu desista.”

“Tá, tá, desculpa,” falei, morrendo de curiosidade.

“Voltamos pro hotel e ligamos pros dois. Eles ficaram animados pra nos apresentar o ‘estilo de vida’ e ela perguntou se eu tinha algo ‘bem sexy’ pra vestir. Claro que não tinha, mas ela falou pra gente ir no quarto deles porque sempre levava umas roupas extras pra escolher dependendo do humor. Não surpreendeu que todas fossem putaria total, nada que eu usaria na vida. Mas depois de mais uns drinks e a pressão constante da Bete, acabei sem sutiã numa blusa branca tão fina que os bicos tavam à mostra. Também vesti uma saia xadrez que mal cobria a bunda e uma calcinha fio dental que sumia no rego. Ainda bem que não cabia no número do sapato dela, senão ia de salto plataforma de 12 cm que ela queria me enfiar.”

“É difícil imaginar você nessa roupa, Rita. Você é tão discreta,” falei, embora estivesse visualizando tudo perfeitamente.

“Eu sei, quando me olhei no espelho parecia uma colegial safada,” continuou, “mas, pra ser honesta, me senti sexy pra caralho.”

“Aposto que tava um tesão,” completei, o pau latejando.

“Ah, então você gosta de mulher se produzindo, é?” sorriu provocante.

Gaguejei, ainda achando estranho flertar: “N-não sei, a Helena nunca usou nem fez essas coisas.”

“Bom saber,” sorriu com intenção, mais uma dica de que ela tava aberta se eu quisesse passar da linha de amigos. “Enfim, mesmo parecendo sexy, a Bete me ofuscou com o look dela: uma malha preta inteira com strass que deixou o Paulo babando e me ignorando completamente.”

“Que pena,” falei, sabendo como mulher pode ficar insegura.

“Foi a raiva que me levou a fazer o que fiz,” continuou.

“O que você fez?” perguntei, o pau implorando pra sair da bermuda.

“Tem certeza que quer ouvir? Não quero que mude a opinião que tem de mim. Valorizo muito nossa amizade.”

“Não julgo ninguém pelo passado, Rita,” falei, antes de completar: “confia, eu fiz muita merda quando era mais novo.”

“Você não era sempre um catolico perfeito?” perguntou, sobrancelha erguida.

Ri: “Nem entrei pros escoteiros.”

“Uma pena,” sorriu, o tom cheio de malícia, “os escoteiros sabem um monte de nó.”

Fiquei vermelho com a indireta. Retruquei flertando: “Acho que ainda sou bom de mão.”

“Bom saber,” assentiu. “Então, fomos pra festa. Devia ter mais de cem pessoas. Um DJ tocava uma música bem sensual que eu nunca tinha ouvido, a pista cheia de casais se esfregando, se pegando. Não era nada do que eu imaginava... não que eu tivesse imaginado uma festa dessas antes de estar lá.”

“Imaginava música de filme pornô,” brinquei.

“Você vê pornô?” perguntou, provocante.

“Só pornô de swing,” respondi na lata.

Ela se levantou: “Acho que vou precisar de outro drink pra terminar essa história.”

“Eu pego pra você,” ofereci, me levantando também.

Ela olhou pro meu volume, que não escondia nada, mas não falou nada, só sorriu.

Minutos depois, de volta lá fora com drinks cheios, ela perguntou: “Pronto pro resto da minha saga de devassidão?”

“Tô na ponta da cadeira,” respondi.

Ela riu antes de continuar. “Logo alguém enfiou um drink na minha mão. Tomei um gole e era vodca pura com um toque de azeitona. A Bete sumiu na pista com um cara que parecia conhecer e o Daniel levou o Paulo pra conhecer uma ruiva peituda que obviamente já conhecia de outras festas. O Daniel voltou pra mim bem quando vi meu marido sendo levado pra pista pela ruiva. Ele me chamou pra dançar, mas eu disse não, queria sentar e só observar enquanto fuzilava o Paulo com os olhos, ele nem percebia minha raiva.”

“Ele te deixou sozinha?” perguntei, indignado.

“Deixou,” balançou a cabeça. “Então virei o resto do drink e logo uma menina nova trouxe outro. Ri que orgia tinha garçonete. Enquanto isso, o Daniel saiu atrás de presa mais fácil. Eu tava fervendo e já ia levantar pra pegar o Paulo quando senti alguém e olhei pra cima: um homem bem vestido, distinto, uns 50 ou 60 anos, bonito, com uma confiança sexy. Perguntou se podia sentar e eu disse que sim. Era médico em São Paulo. Contou que a mulher dele era bem mais nova e tinha um lado selvagem que ele liberava uma noite por mês nessa festa. Parecia satisfeito em ficar sentado no lounge enquanto ela se divertia. Não sei quantos drinks eu tomei depois, talvez quatro ou cinco, mas já tava bem alta. Finalmente sugeri dançar uma lenta porque queria achar o Paulo e não sabia se conseguia andar sozinha. E também queria deixar ele com ciúme.”

“Quanto tempo tinha passado desde que o Paulo te largou?” perguntei.

“Uma hora, mais ou menos,” deu de ombros.

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“Caralho,” falei, impressionado. “Você enfiou uma quantidade absurda de bebida em tão pouco tempo.”

“Como eu disse, tava bem bêbada mesmo,” repetiu ela.

“E álcool baixa mesmo as barreiras, né?” comentei, lembrando dos meus tempos de faculdade.

“Com certeza,” sorriu ela. “Aviso logo: o resto da história fica bem pesado, bem explícito.”

“Acho que já tenho idade pra aguentar,” brinquei.

“Você vai achar que eu sou uma vadia,” disse ela, olhando pra mim com uma preocupação genuína.

Confortei: “Todo mundo já transou antes, inclusive transas que a gente se arrepende.”

“É verdade,” suspirou fundo, antes de sorrir de leve. “Tipo todo o meu casamento.”

“A gente aprende com os erros,” falei, tentando soar sábio.

“Então, o cara se chamava Leandro e dançava pra caralho. Eu tava meio bamba nas pernas e deixei ele me segurar. Ele começou esfregando minhas costas e depois agarrou minha bunda com uma mão. Não consegui evitar. Talvez fosse a bebida, o clima da festa ou o cara bonito, mas eu tava ficando excitada pra cacete. Aquela saia ridícula subiu e a mão dele tava na minha bunda pelada, apertando, amassando. Minha calcinha-fio tava encharcada, as coxas escorrendo de tesão. Aí senti a rola dura dele pressionando minha coxa. Minha cabeça girava, eu precisava sentar urgente. Ele me levou pra um sofá de couro num canto escuro do lounge, sentou primeiro e me puxou pra montar no colo dele. Uma mão na minha nuca me trouxe pros lábios dele, a outra começou a desabotoar minha blusa. A língua dele invadia minha boca com fome, os dedos rolavam meus mamilos. Choques elétricos iam dos peitos direto pra buceta, como se estivessem ligados por fio. Depois a boca dele engoliu meu peito esquerdo, a língua rodando no bico. As duas mãos puxavam minha bunda pelada enquanto eu, louca de tesão, rebolava pra frente e pra trás na rola dele ainda coberta pela calça. Ele mexeu em alguma coisa no colo e de repente senti a rola dele roçando na minha calcinha. De repente caí na real: tava indo longe demais, ia trair o marido. Coloquei as duas mãos no peito dele pra empurrar e parar aquela loucura. Ao mesmo tempo, ele enfiou a mão por baixo, puxou a calcinha pro lado e levantou minha bunda com a outra mão. Num movimento rápido eu desci e fui empalada na rola dele, bem mais longa e grossa que a do Paulo, entrando inteira em mim. Era grossa e comprida o suficiente pra me tirar o ar.”

“Puta merda!” falei, boquiaberto com a história safada. “E o Paulo, onde tava nessa hora?”

“Fodendo a ruiva,” respondeu ela, o tom amargo.

“Ele parou?” perguntei, querendo ouvir mais.

“Não. Eu protestei fraquinho, mas ele botou o dedo na minha boca e falou pra eu relaxar. A rola dele dentro de mim era boa demais, as mãos na minha cintura pareciam naturais enquanto me levantava e baixava na rola. Meus gemidos aumentaram quando ele começou a estimular meu clitóris também, e logo eu tava perdendo o controle. Senti o orgasmo vindo, crescendo firme com aquelas mãos grandes puxando minha bunda pra frente e pra trás. Mistura de álcool com a certeza de que meu marido tava comendo uma ruiva que acabou de conhecer... eu simplesmente me entreguei e comecei a cavalgar aquela rola grande... pra provar que não era puritana. Cavalguei sem freio e gozei mais forte do que nunca tinha gozado com o Paulo.”

“Não vou mentir, Rita, essa história tá quente pra caralho,” admiti, essa conversa muito mais íntima do que qualquer outra que a gente já teve.

“Na hora foi,” sorriu ela.

“Mas você curtiu, né?” perguntei, vendo o rubor nas bochechas dela.

“Sim e não. Me empolguei no momento, mas a culpa depois... Sempre achei que sexo era pra ser com quem a gente ama. No dia seguinte me senti uma puta, mesmo sabendo que o Paulo também tinha traído.”

“Então você nunca mais voltou pra uma dessas festas?” perguntei, torcendo pra que tivesse.

“Bem... não... mais ou menos,” disse ela, desviando o olhar.

“Que quer dizer?” insisti.

“Um mês depois a Bete liga e fala que vão fazer uma ‘festinha de casais’ no sábado e que a gente tava convidado. Falei que não dava e ela disse que alguém que eu conhecia ia estar lá: o Leandro e a noiva dele, de São Paulo. Ele ia palestrar num simpósio na faculdade de medicina e iam ficar o fim de semana. Aí ela completou que o Daniel já tinha falado com o Paulo e o Paulo tinha topado.”

“E aí, o que rolou?” perguntei.

“Depois de muita conversa, topamos ir. A festa tinha apimentado nossa vida sexual no mês anterior e o Paulo insistiu de novo, e eu cedi como sempre. E, pra ser sincera, eu queria aquela rola grande de novo.”

“Então tamanho importa mesmo,” brinquei.

“Pode importar,” sorriu de volta.

“Bem saber,” assenti, embora eu tivesse sido bem abençoado nesse departamento.

“Chegou o sábado, e o Paulo foi chamado pro mercado no fim da tarde por causa de um problema nos caixas que tavam dando pau. Demorou pra resolver e só voltou quase nove horas. A gente se arrumou e foi pra casa dos Conrado por volta das dez. A festa tava bombando. Reconheci umas seis pessoas e fiquei surpresa de ver elas lá; elas também ficaram surpresas de nos ver, mas ninguém fez alarde. Uns vinte minutos depois entrei na varanda envidraçada dos fundos. Lá, num sofá de vime, o Leandro chupando os peitos de uma menina de uns 20 e balançando ela na rola dele, exatamente onde eu tinha estado um mês antes. Ele não me viu, eu não falei nada, nem pretendia. De repente senti um soco no estômago. Isso virou raiva de ter sido seduzida por um canalha tão safado. Já tava pronta pra ir embora quando entrei na cozinha e vi meu marido encostado no balcão sendo chupado pela mesma ruiva que ele conheceu em São Paulo. A raiva explodiu: traída duas vezes em segundos, o que era irracional considerando que era uma festa de swing. Perguntei quem era o marido dela e descobri que ela era solteira e ia sozinha pras festas. Veio pra cá de última hora quando soube que o Paulo ia estar. A calça dele tava na sala, peguei as chaves do carro e fui embora. Cheguei em casa, tomei mais três doses e fui dormir. Não faço ideia de que horas ele chegou nem quem trouxe, nem queria saber. Foi o começo do fim do nosso casamento. Pelo que sei, ele tá com a ruiva agora em São Paulo. Não falo com ele há mais de um ano.”

“Puta merda, Rita, me desculpa,” falei, vendo a dor nos olhos dela.

“Você acha que eu sou uma vadia, Bil?” perguntou.

“Ah, Rita,” sorri. “Fiquei surpreso, sim, mas acho que a maioria sucumbiria aos desejos carnais se tivesse a chance. E agora eu vejo um lado bem apaixonado e safado seu que eu nem tinha certeza se existia.”

“Sério? Achava que eu era uma bruxa gelada?” perguntou, acostumada a ser julgada assim.

“Vai, não fala isso. Eu não disse isso. Só não via esse lado sexy. Achava você mais certinha, contida, e é exatamente por isso que mantive nossa relação tão platônica.”

“Não sei o que dizer disso,” falou ela. “Achei que era porque você ainda tava de luto.”

“É um monte de coisa, Rita,” falei, “mas você é uma mulher incrível.”

“Isso pode ser interpretado de várias formas,” disse ela, terminando o drink.

“Quero dizer de um jeito doce e sincero,” esclareci.

“Tá bom,” respondeu, ainda incerta pra onde a conversa ia.

“Isso me leva de volta pro que a Bete tava te convidando no churrasco do clube,” falei, embora a resposta já fosse óbvia.

“Exatamente o que você tá pensando. Eles vão fazer uma festa de swing e ela queria que eu te levasse. Parece que algumas mulheres da cidade tão de olho em você,” disse ela, sem tom nenhum.

“Não sei se acredito nisso. Pode ser que o Daniel queira uma chance com você depois de saber da história com o médico,” rebati, embora lisonjeado que algumas mulheres daqui me vissem assim.

“Pode ser também. Ele é um filho da puta safado. Duvido que ficasse com a Bete se ela quisesse parar com as trocas,” disse Rita.

“O que você acha que a filha deles sabe disso tudo? Não tô gostando da ideia da Júlia frequentar lá,” falei. Apesar do elogio, não conseguia imaginar uma situação que terminasse comigo indo pra uma dessas festas.

“Não sei, Bil. Pelo que entendo, eles falam pra Dora que vão receber visitas de fora no fim de semana e ela dorme na casa de amiga pra usarem o quarto dela. Tenho certeza que não envolveriam ela nas festas,” disse Rita, antes de acrescentar com uma pontinha de dúvida: “Espero.”

Antes que eu pudesse responder a conversa me deixando tesudo e intrigado , a Júlia apareceu na porta dos fundos e falou: “Oi, gente. Espero não ter perdido o jantar. Tô morrendo de fome!”

Percebendo que devia ter começado as carnes uns quinze minutos antes, levantei e disse: “Não perdeu nada, chegou na hora certa. Já vou acender a churrasqueira.”

“Maravilha,” disse Júlia, sempre exagerada, antes de virar pra Rita: “Oi Rita, seu cabelo tá lindo demais. Adorei os reflexos. Quando fez?”

“Hoje de manhã, obrigada. Fiquei bem satisfeita com o resultado. Os pais da Dora tavam em casa hoje também?” perguntou Rita, me olhando de canto.

“A mãe tava. Não sei onde o pai tava. E por falar nos Conrado, posso chamar a Dora pra dormir aqui no sábado que vem, pai?”

“Acho que sim. Os pais dela vão viajar?” perguntei, embora já soubesse o motivo.

“Não. Vão receber visita de São Paulo pra uma das festas deles,” respondeu Júlia.

Olhei pra Rita na menção a São Paulo, antes de perguntar, querendo ver o que a Júlia sabia: “O que quer dizer ‘uma das festas deles’? Tem alguma coisa que eu devia saber?”

“Pai, eu não devia ter falado nada. Prometi que não ia contar,” disse ela, visivelmente desconfortável.

“Júlia, não quero saber de promessas que te impedem de me contar coisas. Agora me fala o que tá acontecendo... e conta tudo,” exigi firme.

“Pai, os Conrado fazem essas festas há muito tempo e sempre mandam a Dora dormir na casa de amiga. No inverno passado ela voltou domingo à tarde, foi pegar um sapato que achava que tava debaixo da cama e tinha uma camisinha usada no chão.”

“Uma camisinha?” perguntei.

“É, tipo preservativo, mas usada,” explicou.

“Eu sei o que é camisinha, Júlia. Continua,” falei, enquanto Rita ouvia atenta.

“Aí ela ficou pensando quem podia ter usado uma camisinha no quarto dela. Procurou tudo e achou uma foto Polaroid enfiada entre a cabeceira e a parede. Era a dona Joaquina pelada chupando o pau do Natan, o professor de natação do clube.”

“Júlia, o que diabos você quer dizer com ‘chupando o pau’?” perguntei, odiando ouvir minha filha usar esses termos.

“Você sabe, pai: sexo oral, boquete,” continuou ela, com um sorrisinho.

“Puta que pariu, desde quando minha filha sabe de boquete, sexo oral e essas coisas?” questionei, ainda vivendo na ilusão de que ela era uma menininha inocente.

“Nossa, pai, eu faço 19 em poucas semanas. Tem pouca coisa que eu não sei,” revelou ela.

“E o que você tá fazendo com todo esse conhecimento, mocinha?” perguntei, esquecendo que a Rita tava ali.

“Nada. Sou virgem, se é isso que você quer saber, mas eu me toco um pouco,” disse ela, dando informação demais.

Rita acrescentou: “Bil, ela tá na faculdade. Agradeça que não tá grávida ainda.”

“Rita!” exclamei.

“Só tô falando que estamos no século 21, as meninas não esperam mais casar pra transar,” apontou Rita.

Helena tinha sido minha primeira e eu o dela, e continuava sendo a única. Pensar na minha filha sendo promíscua era desconfortável e eu não tava pronto pra isso. Nem pra essa conversa de sexo com a Rita presente. Falei: “Vamos falar sobre esse ‘se toca um pouco’ depois. Volta pras descobertas da Dora.”

Júlia olhou pra Rita com cumplicidade antes de continuar: “Bom, ela achou que as festas eram bem loucas, então pegou uma câmera de vídeo emprestada com a Lisa e escondeu na estante da sala com uma fita de três horas.”

“E aí?” perguntei, o pau duro de novo.

“Ela assistiu e mostrou pra mim e pra Lisa. Era tipo uma orgia. Casais transando por todo lado, mas os que a gente conhecia não tavam com os próprios parceiros. Todo mundo transando com outros homens e mulheres,” explicou Júlia, parecendo gostar de contar.

“E ela falou algo sobre os pais dela fazerem essas festas?” perguntei.

“Só que achava bem tesudo. Confesso que eu também fiquei com tesão. Quer dizer, você não consegue ver uma coisa dessas sem ficar um pouco excitado, né?” perguntou Júlia, me chocando mais uma vez com a franqueza.

“Júlia, isso é muita informação de uma vez e não tô gostando da ideia de você frequentar lá,” falei.

“Pai, você não pode deixar escapar que eu contei. Vai virar falatório na cidade que eu delatei a Dora e quebrei a promessa. Me promete que não vai falar nada,” implorou.

“Não vou falar nada. O que eles fazem na casa deles é problema deles. O que eu não gosto é a filha deles mostrar isso pra você, só isso,” respondi.

“Quem é a puritana agora?” provocou Rita.

“Ela tava pirando guardando segredo. Precisava contar pra alguém!” explicou Júlia.

“Entendo,” suspirei. Olhei pra Rita: “O que você acha, Rita? Como eu lido com isso?”

“Ah, não me mete nisso. Isso é entre você e a Júlia. Quer que eu saia?” disse Rita, sempre reforçando que nunca teve filhos porque não era do tipo maternal... mas sim do tipo amiga.

“Não, Rita, fica. Mas quero falar com a Júlia a sós um minuto. Pode preparar a salada?” pedi.

“Claro. Acho que vocês precisam ficar sozinhos um pouco,” disse ela, levantando e indo pra dentro.

“Júlia, vamos conversar depois sobre os Conrado e esse seu ‘se tocar’,” falei firme.

Ela assentiu: “A gente conversa, pai, mas lembra: eu faço 19 em breve.”

“Como eu poderia esquecer,” suspirei de novo, a ideia da minha filha transando revirando meu estômago.

O jantar foi tranquilo, mas a Rita percebeu que minha cabeça tava em outro lugar e a gente encerrou a noite bem mais cedo que o normal.

Depois que a Rita foi embora, bati na porta do quarto da Júlia.

“Entra, pai,” chamou ela com aquela voz doce que usava quando queria escapar de bronca.

Fui direto ao ataque: “Agora, mocinha, vamos falar sobre esse ‘se tocar’ e o que você viu na fita.”

“Pai, eu não queria falar, mas...” disse ela, com uma pausa dramática.

“O quê?” perguntei, frustrado, querendo ficar no assunto.

“Não sei como te contar isso,” continuou, toda misteriosa.

“Do que você tá falando? Não sabe como dizer o quê?” perguntei, ficando mais irritado.

“A Rita tava na fita,” soltou ela.

“Ah,” falei, antes de perguntar: “Tem certeza que era ela?”

“Tenho certeza absoluta, mas ela só passou pelo quarto parecendo procurar alguém ou alguma coisa. Era a única pessoa totalmente vestida. Depois saiu do quarto e nunca mais voltou. O marido dela ficou lá um tempão com várias mulheres diferentes,” respondeu Júlia.

Aparentemente a versão da Rita sobre a festa era verdadeira. Falei: “Júlia, vou te explicar uma coisa que sei em outro momento mais apropriado, mas o que aconteceu naquela noite praticamente selou o fim do casamento da Rita e do Paulo.”

“Então você já sabia das festas de troca dos Conrado o tempo todo? Por que me deixou contar tudo se já sabia?” perguntou ela, surpresa.

“Primeiro, eu só soube hoje quando a Rita me contou sobre a única vez que ela foi,” expliquei, querendo ser honesto. Depois completei: “Eu precisava saber o que você sabia. Não entende isso?” falei, como o pai protetor que eu era.

“Acho que sim, mas ainda sinto que você me enganou pra eu contar o que prometi não contar,” disse ela, se sentindo traída.

“Júlia, não faça promessas de esconder coisas do seu pai. Isso é péssima ideia desde o começo,” falei firme, já que sempre tivemos política de honestidade em casa.

“Tá bom, e agora?” perguntou.

“Agora tô cansado e preciso pensar,” respondi. “É muita coisa pra processar.”

“O quê?” perguntou ela.

“Descobrir que a mulher que eu talvez goste já esteve em festas de swing e saber que minha filha se toca,” respondi.

“Mencionei que faço 19?” provocou ela.

“Acho que você falou que está quase fazendo,” sorri de canto, antes de completar.”

Naquela noite, fiquei revirando na cama, pensando em todas essas revelações novas e nas implicações.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Tudo em Família - Parte 1

Codigo do conto:
255386

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/02/2026

Quant.de Votos:
3

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