Tudo em Família - Parte 2

Estava quase saindo pro trampo quando o telefone tocou. Era a Rita. Atendi: “Oi, gata, acordou cedo hein? Qual é?”

“Bil, meu irmão vem pra cá no fim de semana que vem e vai ficar no hotel do clube, mas quer passar aqui no domingo à noite antes de voltar na segunda. Você vem jantar domingo? Você, a Júlia e o Bruno?”

“Vou checar a agenda de todo mundo e te falo hoje à noite. Parece legal. Quero conhecer seu irmão,” respondi, já tendo ouvido falar bastante dele.

“Você vai gostar. Ele é um cara incrível e a gente sempre foi muito grudado, mesmo morando tão longe,” disse ela, antes de completar: “Então me avisa.”

“Pode contar comigo, mesmo se as crianças tiverem outros planos, tá?” prometi.

“Beleza. Te vejo depois,” concordou ela.

Embora tivesse um clima meio estranho no ar, como se tivesse algo sendo ignorado de propósito, a vida em casa voltou ao normal. Pensei em conversar com ela sobre o que ela chamava de “se tocar”, mas decidi que ela tava quase fazendo 19 e precisava de um pouco de liberdade, quer eu quisesse ou não.

Desde que soube das fases de swing da Rita, o flerte entre a gente tinha aumentado, mas ela claramente tava esperando eu dar o primeiro passo. O problema era que eu não conseguia atravessar aquela barreira invisível entre amizade e algo mais íntimo sem sentir culpa.

Finalmente chegou o domingo e só eu e a Júlia fomos, porque o Bruno tava com os amigos no fim de semana.

Assim que conheci o Marcos, ficou óbvio que era irmão da Rita, pareciam até gêmeos de tão parecidos. A Rita tinha voltado pro sobrenome de solteira depois do divórcio, e o Marcos era corretor de imóveis comerciais bem-sucedido em Belo Horizonte, desenvolvendo condomínios empresariais e shoppings. Três anos mais novo que ela, mas os dois eram muito atraentes: ele com 1,93m, ela baixinha com 1,60m.

O jantar foi daqueles: Rita caprichou num filé mignon, batata assada e salada César com o molho caseiro dela que era uma delícia. Noite linda, a gente comeu na área da piscina dela. O vinho tava perfeito e todo mundo curtiu a companhia um do outro. Fiquei orgulhoso pra caralho da minha Júlia, tão madura, conversando de forma inteligente e interessante. A gente levou roupa de banho, e às nove a Rita anunciou que era hora de um mergulho pra ajudar a baixar o vinho antes de encerrar a noite.

Brincamos na piscina por mais de uma hora. Admito que era a primeira vez em mais de um ano que via minha filha de biquíni, a gente não tem piscina em casa. Consegui não demonstrar o choque ao ver ela com um biquíni minúsculo que mal cobria aqueles peitos fartos (maiores até que os da mãe na mesma idade), que ficaram quase transparentes quando molhados.

Os bicos dos peitos dela marcavam duro sob o tecido fininho do biquíni molhado, duas pontinhas eriçadas que pareciam implorar pra ser chupadas, tão visíveis que dava pra ver até o contorno da auréola por baixo do pano quase transparente. A água escorria devagar pelos seios fartos, pingando em gotas grossas que desciam pela barriga lisinha e se perdiam na borda do biquíni minúsculo. A calcinha era tão apertada e fina que moldava a bucetinha inteira: dava pra ver o relevo dos lábios inchados se abrindo levemente com o tecido grudado, uma linha no meio onde a carne molhada se separava, e até o montinho aparecia sutilmente pressionado contra o pano, como se estivesse pulsando de tesão só de estar exposto assim.

Mas eu sabia que qualquer comentário ia me render bronca das duas por ser “puritano”. Ela tava linda pra caralho, mas eu não tava acostumado a ver minha filha assim. Enquanto ficava olhando um pouco demais pro corpo dela, percebi o quanto ela se parecia com a mãe na mesma idade.

A Rita, enquanto isso, usava um biquíni quase idêntico, só que branco, que ficou igualmente transparente. Dava pra ver quase os poros da pele dela através do tecido. Meu pau ficou duro que nem pedra, graças a Deus escondido na sunga, enquanto eu brigava mentalmente pra decidir qual das duas me deixava mais louco de tesão.

No fim, terminamos o banho de piscina e era hora de ir embora. Secamos, nos vestimos, agradecemos e eu e a Júlia fomos pra casa. No meio do caminho percebi que tinha esquecido meu relógio na mesa da piscina antes de entrar na água. A Júlia exclamou que também tinha esquecido o dela. Como era pertinho, dei meia-volta e em menos de vinte minutos estávamos de novo na garagem da Rita. A casa já tava escura, então pra não acordar ninguém, decidimos dar a volta pela lateral e entrar pelo portão da piscina. Tentamos fazer o mínimo de barulho possível e abrimos o portão com cuidado. Os dois congelamos quando ouvimos sons que eram, sem dúvida, de sexo.

A Júlia, sendo a Júlia, resolveu continuar. Eu fui atrás. Quando chegamos na quina da casa e olhamos, ficamos paralisados com a cena.

O Marcos tava pelado deitado de costas no colchão inflável da piscina, o corpo musculoso brilhando com a água e o suor sob a luz fraca dos postes do quintal. A rola dele, grossa e veiuda, apontava pro céu, latejando vermelha de tesão, a cabeça inchada e brilhante de lubrificação natural. A Rita, também completamente nua, montava lentamente nele com as coxas abertas, os peitos pesados balançando. A buceta dela engoliu a rola inteira até a base, os lábios rosados esticados ao máximo ao redor da grossura, escorrendo um melzinho claro que escorria pelas bolas dele e pingava no colchão.

Ela cavalgou com fúria, as unhas cravadas nos peitos dele, arranhando a pele enquanto subia quase até a cabeça pra depois descer com força, batendo a bunda redonda contra as coxas dele num tapa molhado e ritmado. O som era obsceno da carne batendo, misturado com o barulho úmido da buceta sugando a rola a cada estocada. O cheiro de sexo pairava pesado no ar quente da noite, e os gemidos dela saíam roucos, quase animais.

“Isso, Rita, cavalga essa rola, porra… engole tudo,” gemeu o Marcos, as mãos grandes agarrando a bunda dela com força, abrindo as nádegas pra ver o cu piscando enquanto ela quicava. Ele empurrava os quadris pra cima pra encontrar cada descida, a rola entrando fundo, batendo no fundo da buceta dela com um baque surdo que fazia ela tremer inteira.

“Saudade dessa rola grossa, caralho… me arromba, Marcos… me fode como só você sabe,” ela gemia alto, a voz tremendo de prazer, jogando a cabeça pra trás enquanto os peitos balançavam loucamente. Os mamilos duros roçavam no peito dele a cada movimento, deixando rastros de pele arrepiada..

“Dá pra notar, sua safada… tá apertando que nem virgem,” ele provocou, uma mão subindo pra beliscar o mamilo esquerdo com força, puxando até ela soltar um gritinho misturado de dor e tesão. A outra mão desceu pro cu dela, o dedo médio roçando o anel apertado, pressionando de leve sem entrar, só pra sentir ela se contrair toda em cima dele.

Ela acelerou o ritmo, rebolando em círculos agora, a buceta girando em volta da rola como se quisesse moer ela inteira.

“Vai, Marcos… me enche… tô quase… caralho, tô quase gozando na sua rola,” ela choramingou, os olhos semicerrados, a boca entreaberta deixando escapar gemidos longos e molhados.

Ele respondeu com estocadas mais fortes, segurando a bunda dela com as duas mãos e batendo pra cima com violência controlada, a rola entrando e saindo num ritmo brutal que fazia os peitos dela quicarem descontrolados.


Puxei o braço da Júlia e a gente recuou devagar, voltando pro carro. Deixei o carro descer até a rua antes de ligar o motor pra não fazer barulho. Fomos pra casa sem trocar uma palavra.

Chegamos na garagem, desliguei o motor.

A Júlia falou primeiro: “E agora?”

“E agora o quê? Do que você tá falando?” perguntei, embora soubesse exatamente.

“Pai, a gente acabou de ver a Rita fodendo o irmão dela na beira da piscina, isso,” respondeu ela sem rodeios.

“‘Fodendo’ não é palavra que eu quero ouvir saindo da sua boca, mocinha!” repreendi, embora parecesse ridículo depois do que tínhamos visto.

“Ah, então como você chamaria? A gente viu sua namoradinha fodendo o irmão. Acho que não dá pra encobrir isso com palavrinha bonitinha, mas tenho certeza que você vai tentar,” disse ela, irritada por eu tratá-la como criança.

“Júlia, sem sarcasmo. Não combina com você,” falei, odiando sempre aquele jeitinho irônico dela. “A gente tá em choque com o que viu e eu tô tentando entender como processar isso.”

“Desculpa, pai, mas incesto não tem como ‘fazer sentido’. Ou você condena ou abraça, não tem meio-termo que eu veja,” filosofou ela.

“E desde quando você virou especialista em atitudes sexuais? E que história é essa de ‘abraçar incesto’?” perguntei.

“O que eu tô dizendo é que incesto não é tão raro quanto você pensa, e talvez você precise ser um pouco mais aberto,” continuou ela.

“Incesto é comum?” questionei, lembrando dela no biquíni, os peitos balançando.

Júlia continuou no ataque: “Além do mais, eu faço 19 em breve. Já sou adulta legalmente e sei o que rola no mundo, especialmente aqui na nossa cidade.”

“Desculpa, filha, sei que você é adulta, mas essa história da Rita e do Marcos, e agora você dizendo que incesto é mais comum do que eu penso... tô sem chão. Nunca tinha me deparado com isso na vida.”

Júlia listou suas experiências: “Olha, eu estudei com uma menina que fez sexo oral com o irmão mais velho. Ele tá no último ano e eles se pegam várias vezes por semana. A Dora tá transando com o Brian, irmão mais velho dela, há um ano. Os pais não sabem, mas ela acha que nem ligariam.”

“A Dora não é boa companhia pra você,” foi tudo que consegui dizer com essa nova bomba.

Continuando a lista que quase me deu um treco, ela completou: “A Dora não é o problema, e odeio te estressar, pai, mas embora eu nunca tenha transado de verdade, tipo penetração, já fiz um monte de punheta pros caras que ficam loucos por mim. Pronto, falei.”

Não sei quanto tempo fiquei parado no carro, coração disparado, peito arfando, tentando absorver que minha filha batia punheta. Onde foram parar os anos da inocência total dela? Devia ter sido cego pro crescimento dos meus filhos. Nossa, como eu precisava da Helena agora.

Nada do que fiz em seguida faz muito sentido, mas nada do que eu tinha ouvido fazia sentido no meu mundo de certo e errado também. Entramos em casa e fomos pra cozinha. Perguntei: “Tá com fome?”

“Não, mas se você deixar, queria um copo de vinho,” respondeu ela.

“Por que não? Parece que demos um salto quântico na comunicação hoje. Um vinho pode ajudar a gente conversar,” concordei, pensando que eu mesmo precisava de um ou de uma garrafa inteira, pra acalmar os nervos.

“A gente precisa conversar mesmo, pai. Você tá há anos sem prestar atenção no que tá acontecendo comigo. Tô crescendo. Tenho hormônios, peitos grandes, bunda gostosa e desejo sexual. Não dá pra voltar a ser menininha. Sou mulher adulta agora, quer você aceite ou não.”

Ela tava certa. Na minha frente tinha uma mulher desenvolvida, madura e linda pra caralho. Depois de uma pausa, decidi falar com ela como adulta, mesmo sem ter certeza se queria ouvir: “Então você tá me dizendo que já deu punheta e o quê mais?”

“Isso basicamente mas só no Jack que eu gostei porque ele é legal,” disse ela, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

“Quem diabos é esse Jack? Estudou com você?” perguntei, horrorizado com a atividade sexual dela, mas aliviado que ela ainda era virgem.

“Esquece. Não devia ter falado dele,” disse ela, percebendo que tinha falado demais.

“Por quê? Estudou com você?” insisti, perguntando o que eu não queria saber.

“Pai, ele não estudava mais na época. Tem 26 anos,” admitiu.

“Porra, você ficou um cara de 26 anos? Vou matar esse filho da puta!” rosnei.

“Para. Foi meses atrás numa festa, ele não mora aqui. Foi coisa passageira e ele sumiu. Não volta mais,” disse ela, como se não fosse nada.

“Ótimo,” falei firme.

“E além do mais, nada do que a gente fez foi ilegal, quer você goste ou não,” apontou ela.

“Bem, pelo menos você ainda é virgem,” falei, aliviado com isso.

“Pode agradecer à mamãe por isso,” disse Júlia.

“Por quê?” perguntei, amolecendo na hora que ela mencionou a Helena.

“Porque ela me fez prometer umas coisas na última vez que vi ela,” revelou.

Era a cara da Helena. Mesmo no leito de morte, cuidando de mim e das crianças. “O que ela te fez prometer?” perguntei, curioso.

“Ficar em casa pra faculdade pra cuidar de você,” respondeu.

“Foi por isso que você não saiu de casa?” perguntei, lembrando da decisão estranha dela de não ir pra faculdade federal.

“Foi,” admitiu.

“Me sinto mal, filha. Não queria que você abrisse mão dos seus sonhos por mim,” falei, puxando ela pra um abraço.

“Ah, pai,” disse ela baixinho, “tô fazendo só os dois primeiros anos aqui e depois transfiro.”

“Ah, t-tá bom,” gaguejei, percebendo de repente que só tinha mais um ano com ela em casa.

“Embora ainda falte um tempão,” acrescentou ela, tentando amenizar.

“O que mais você prometeu?” perguntei.

“Não perder a virgindade até ter certeza e com alguém que eu amasse de verdade, sem condição,” respondeu.

“É uma ótima teoria,” assenti, completando: “Sua mãe e eu só ficamos um com o outro.”

“Isso é muito careta,” provocou ela.

“Bem, eu sou careta mesmo,” concordei. Depois de encher os copos de vinho de novo, perguntei: “Tem mais alguma coisa pra me contar? Embora eu esteja com medo do que ainda pode vir.”

“Tem uma última coisa,” disse ela, mas dava pra ver no tom e nos olhos que tava nervosa.

“Tá tudo bem,” falei. “Você é adulta, como não cansa de lembrar, e precisa se sentir à vontade pra me contar qualquer coisa, já que sua mãe não tá aqui pra ouvir.”

“Eu tenho feito punheta pro Bruno,” soltou ela de uma vez, o que me fez cuspir o vinho que tava bebendo.

“Puta que pariu. O que tá acontecendo com essa família? A gente enlouqueceu tudo?” balbuciei, mais um choque no dia.

“Não. Não somos loucos, a gente tá se ajudando porque se ama,” explicou ela, como se punheta pro irmão fosse algo normal e carinhoso na família.

“Isso é... bem, isso é...” gaguejei, sem conseguir completar.

“Tá, tá, me escuta,” disse ela, tentando se defender. “O Bruno é muito sensível, ama menina, mas tá tendo uns... problemas sexuais, digamos.”

“Que tipo de problemas sexuais?” perguntei, preocupado com a masculinidade do meu filho.

“O Bruno goza antes da hora, pai. Ele goza na calça quando tá se pegando com as meninas. Fica envergonhado pra caralho, tem medo até de beijar alguém,” revelou ela, mais uma bomba no campo de batalha sexual.

“Ainda não entendi o que isso tem a ver com o que você tá fazendo,” rebati.

“Pai, ele fica louco de tesão se pegando e goza na calça. Aí entra em pânico. Não quer que a menina veja a mancha molhada, inventa desculpa e sai correndo. As meninas ficam putas, acham que ele não gostou, e não querem mais sair com ele. Tá ficando com fama ruim no colégio. Falei pra ele bater uma antes do date, ele disse que tentou, mas não ajudava muito. Perguntei por que não batia duas vezes, ele disse que não conseguia gozar de novo logo em seguida batendo uma,” continuou ela.

“Ainda não tô ligando os pontos,” falei, sem conectar.

“Eu me ofereci pra ajudar,” disse ela, de novo como se fosse normal.

“Se ofereceu pra fazer o quê?” perguntei, embora a resposta fosse óbvia.

“Fazer ele gozar. Fiz isso e uns dates meus. Pai, eu não quero que eles me comam, mas eles ficam loucos, as bolas incham e doem. É fácil bater uma pra eles gozarem e ficarem felizes, e minha virgindade fica intacta. Alguns que eu curti mesmo deixo tocar em mim, mas só nos seios. Qual o problema? Continuo virgem e me divirto. Sempre consegui fazer os caras gozarem, então falei pro Bruno que provavelmente conseguia ajudar ele a gozar antes de sair. Fiz, e até agora ele diz que tá funcionando. Ele tá mais feliz e eu fico feliz de ajudar. Qual o problema nisso?” explicou ela, fazendo incesto soar como algo fofo.

Tenho que admitir que aquilo me deixou sem resposta por um momento. Minha filha preservando a virgindade dando punhet. Parecia solução lógica pro problema que engravida menina há anos. E o irmão tava tendo vida social melhor porque ela ajudava num momento difícil, um problema que eu lembrava bem da minha juventude. Ainda assim, sentia obrigação de dizer que era errado, simplesmente errado. Incesto é incesto.

“Júlia, não me peça pra aprovar o que você tá fazendo, mas dou crédito por preservar sua virgindade de um jeito criativo e eficaz. Mas o que você faz com seu irmão é errado, ponto final. Não se faz sexo de qualquer tipo com familiar... nunca,” falei firme, mesmo com a imagem da Rita cavalgando o Marcos voltando à mente.

“Tipo a Rita e o Marcos?” rebateu ela, lendo meus pensamentos.

“Sim... quer dizer, não... quer dizer... porra, você sabe o que eu quero dizer. É errado,” falei, como pai que não tem argumento bom.

“Então por que parecia que eles tavam amando tanto, curtindo tanto um ao outro?” perguntou ela, mais uma pergunta sem resposta.

“Não sei responder. Não sei como eles chegaram nisso. Só sei que não sei,” respondi.

“Pai, você ainda vai ver a Rita? Vai contar o que viu?” perguntou ela.

“Não consigo responder nenhuma das duas, filha. Tô muito confuso com tudo isso,” respondi sincero. Meu mundo inteiro virou de cabeça pra baixo em poucas horas. As duas mulheres mais próximas de mim cometendo atos diferentes de incesto, e agora eu sendo questionado sobre algo que nunca tinha considerado de verdade.

“Melhor decidir logo. Ela vai ligar pra você em breve e você precisa saber o que vai falar,” apontou ela, lógica.

“Você tem razão. Preciso pensar e decidir o que fazer. Agora, não faço ideia,” falei, nada fazendo sentido mais.

“Você nunca foi pra cama com ela, né pai?” perguntou ela.

“Isso é pergunta muito íntima, Júlia. Por que pergunta?” falei, tratando ela como adulta, não como filha.

“Faz tempo que a mamãe morreu e você tá sozinho. Deve ser muito difícil ficar sem mulher. Te vi na piscina da Rita. Você tava tesudo pra caralho, pau duro esticando a sunga. Mas a gente foi embora e sei que você não vai ter alívio a não ser batendo uma sozinho. Isso não tá certo, pai. Você merece alguém que cuide das suas necessidades,” continuou ela, preocupação genuína no rosto. Se não fosse minha filha, eu juraria que tava se oferecendo pra me ajudar com a ereção.

“Júlia, isso não é da sua conta. Quando eu encontrar alguém que eu queira, essas coisas vão acontecer naturalmente,” falei, envergonhado que ela tivesse visto meu pau duro.

“Mas quando, pai? E agora? Não tá doendo?” perguntou.

“Não exatamente. Vou ficar bem, querida,” respondi, embora provavelmente batesse uma quando ficasse sozinho.

“Então por que não deixa alguém que te ama de verdade te ajudar?” perguntou.

“Do que você tá falando, Júlia?” perguntei, começando a sentir pra onde ela ia. Levantei pra encerrar a conversa antes que saísse do controle como tudo hoje.

“Tô falando de me deixar te ajudar,” disse ela, levantando também.

“Fora de questão, mocinha. De jeito nenhum. Agora vai pra cama e para de pensar essas coisas,” repreendi, mesmo com meu pau começando a endurecer contra minha vontade.

“Pai, se eu só tocasse, só segurasse na mão, seria tão ruim assim? Eu adoraria fazer isso se você deixasse,” continuou o ataque sedutor, agora parada bem na minha frente.

“Sim, seria ruim pra caralho. Não dá pra fazer isso. Nem pensar. Não vai rolar,” respondi firme, embora a imagem da Rita cavalgando o irmão voltasse, mas eles eram irmãos, o que de algum jeito parecia menos errado que pai e filha.

“Então por que seu pau tá ficando duro, pai? Dá pra ver, tá crescendo cada vez mais,” sorriu ela, olhando pro volume.

“Para. É só essa conversa que tá me deixando excitado,” expliquei, sem resposta lógica pro meu pau latejando.

“Por favor, deixa eu tocar. Pelo menos deixa eu ver,” continuou ela, sem desistir.

“Não. Para com isso. Isso é errado, tudo errado,” resisti, embora meu pau implorasse por atenção.

“Mas pai, dá pra ver o contorno na bermuda e tá crescendo. Deixa eu ver,” disse ela, estendendo a mão e tocando meu pau por cima da bermuda. O toque foi elétrico. Quase perdi o fôlego. Levei a mão pra tirar a dela, mas ela segurava firme e minha mão ficou paralisada. Consegui tocar a mão dela, mas não conseguia afastar. No fundo, não queria. Ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido: “Eu te amo, pai, deixa eu te mostrar o quanto.”

O cheiro dela era inebriante. Os peitos grandes colados no meu peito, a respiração quente no meu pescoço. Ela apertava meu pau na mãozinha e fechei os olhos, sem conseguir me mexer nem falar. Sabia que devia mandar parar, mas em vez disso, enquanto ela mordiscava minha orelha, as mãos dela abriram o botão da minha bermuda e logo meu pau duro tava na mão dela. As carícias suaves eram como veludo na pele. Beijos leves no pescoço, mão no pau, cheiro dela, tudo me enlouquecia. Naquele momento ela não era minha filha, era só um corpo de prazer que eu tinha esquecido que existia. Sem nem perceber, comecei a empurrar pra cima, fodendo a mão dela.

Fechei os olhos e deixei o prazer me dominar enquanto ela beijava meu pescoço. Tentei segurar a gozada, o prazer tão foda que eu não queria que acabasse nunca.

Um segundo depois, levei outro choque: senti o calor úmido da boca dela na cabeça do meu pau. Minhas bolas ferveram na hora e eu gemi: “Ai, caralho.”

Ela chupou meu pau e em menos de vinte segundos avisei: “Vou gozar.”

Ela continuou bombando enquanto deixava meu pau sair da boca e segundos depois jatos grossos de porra voaram no rosto dela, no cabelo, na blusa.

A culpa veio na hora. O que eu tinha feito? Eu tava indo pro inferno com certeza. Gozei na cara da minha filha enquanto ela me chupava e soube ali que era o pior pai do planeta. Olhei pra baixo e gaguejei: “Q-q-o que a gente fez?”

Ela sorriu pra mim, lambendo um pouco de porra da cabeça do meu pau: “Só criando memórias de família.”

“Tão errado,” murmurei, mesmo com meu pau ainda tremendo.

Menos culpada, minha filha olhou pra mim com porra no rosto e repetiu: “Eu te amo, pai.”

“Eu te amo também,” respondi, antes de completar: “Não acredito que deixei você fazer isso.”

“Você não deixou,” sorriu ela, voltando a colocar meu pau na boca.

Tirei o pau da boca dela e falei: “Chega,” como se pudesse desfazer o que já tinha acontecido.

Ela deu de ombros e disse: “Tá bom, preciso de um banho,” enquanto pegava um pouco da minha porra da blusa e colocava na boca.

Foi a coisa mais safada que já vi na vida.

“Boa noite, pai,” sorriu ela, me beijando na boca, dando uma última apertada firme no meu pau e me deixando sozinho.

Fiquei acordado horas antes de dormir, jurando que faria algum tipo de penitência de manhã pelos meus pecados... embora não fizesse ideia do que poderia fazer pra ser perdoado por essa sacanagem.

Na manhã seguinte acordei sentindo meu pau sendo chupado. Eram sete da manhã de segunda e o lençol subia e descia no meu colo. Nunca tinha sido acordado assim e embora fosse incrível, levantei o lençol e, como esperado, era a Júlia chupando meu pau.

“Bom dia, pai,” disse ela animada, como se estivesse me servindo suco de laranja, como fazia às vezes de manhã, antes de voltar a chupar.

“Que porra você tá fazendo aí embaixo?” perguntei, tentando voltar à relação pai-filha.

“Chupando você, pai. Não gosta?” perguntou ela, literal demais.

“Não é essa a questão. Isso não pode continuar,” protestei, mesmo com a boca e as mãos dela no meu pau sendo uma delícia.

“Por que não?” perguntou ela, a voz baixa e provocante, sem parar de masturbar meu pau devagar, a mãozinha quente e macia subindo e descendo no comprimento todo, o polegar roçando de leve na cabeça melada toda vez que chegava lá em cima.

Eu fiquei sem resposta de novo, além do óbvio problema moral que ela claramente não dava a mínima. Que porra você fala pra uma mulher que tá chupando seu pau pra ela parar, não importa se é sua filha? “É errado, Júlia. A gente não pode continuar com isso,” repeti, sem responder de verdade a pergunta.

“Por que não?” insistiu ela, apertando um pouco mais a base da rola, fazendo a cabeça inchar ainda mais na mão dela.

“Porque é errado, caralho,” repeti, como um disco riscado.

“Você sente que é errado?” perguntou ela, os olhos fixos nos meus enquanto continuava a punheta lenta e ritmada, o pré-gozo escorrendo pelos dedos dela, deixando tudo escorregadio e quente.

“Não é essa a questão, é imoral e é errado,” apontei, sabendo que ela era foda pra me ler.

“Se é tão errado, por que parece tão bom? E por que eu sinto que tô amando as pessoas que mais amo no mundo?” perguntou ela, sincera pra cacete.

“Não sei,” respondi, mesmo com a lógica e a sinceridade dela me deixando sem chão. Ela me amava, queria me ver feliz e tava se entregando de corpo e alma. Era lisonjeiro, emocionante e, ao mesmo tempo, moralmente fodido.

“É que eu amo você e o Bruno de todo o coração, vocês são as pessoas mais importantes da minha vida. Por que você não consegue me explicar por que te dar prazer e te fazer sentir bem é errado? Eu amo sexo, pai. Amo tudo nele. Amo fazer ele gozar . Mas acima de tudo, eu amo você demais e quero te fazer sentir bem mais que qualquer coisa. Pra mim isso faz sentido,” continuou ela, antes de completar: “Principalmente agora que você não tem mais a mamãe pra fazer isso por você.”

Ouvir ela falar da Helena só me confundiu mais. O que a Helena acharia disso tudo? Será que aprovaria? Acho que não, mas também nunca imaginei que isso ia acontecer. Tentei usar lógica em vez de sentimento: “Júlia, escuta aqui. Incesto é moralmente errado, não importa se você já é maior de idade. Você não consegue entender isso?”

“Pai, o que eu entendo é que o gênio já saiu da garrafa e não tem como botar de volta. Você consegue esquecer como seu pau fica quando eu chupo? Consegue me olhar e não lembrar disso? Consegue dizer com sinceridade que não gostou? As caras que você fez enquanto gozava na minha boca dizem que gostou pra caralho,” continuou ela, jogando fatos na minha cara que eu não conseguia negar. Como eu não respondi, ela perguntou frustrada: “E aí?”

Fiquei olhando pro teto, sem resposta. Ela tava certa, e pior: ela sabia.

“Não tenho resposta, Júlia. Talvez você esteja certa. Mas isso não quer dizer que a gente pode continuar. Tem que parar de vez,” repeti, sabendo que, como pai, eu tinha que resistir a essa tentação. De muitos jeitos ela era a Eva e eu o Adão… embora, na teoria, eu já tivesse dado uma bela mordida na maçã e tava louco pra comer até o talo.

Ela se sentou na cama, passou os dedos pelo cabelo bagunçado e começou a andar pro quarto, só com uma camisolinha fina que mal escondia os peitos grandes balançando a cada passo, os bicos duros marcando no tecido quase transparente. Parou na porta e falou: “Tá bom, se você quer ser assim. Mas lembra: eu tô disposta e pronta. Cuido de você se você deixar, e vou continuar te provocando, mas você pode escolher me parar se quiser… embora eu saiba que você me quer, pai, do mesmo jeito que eu te quero.”

As palavras dela me encheram de tesão puro. Ignorei o pau latejando e falei: “É o melhor, filha.”

Ela deu de ombros: “Acho que você tá sendo bobo, mas faz o que quiser. Lembra daquele filme antigo que a gente viu mês passado?”

“Sim,” assenti, meu filme favorito de todos os tempos.

Olhando pra mim com a cara mais safada e sexy do mundo, ela imitou a atriz do filme em “Uma Aventura”, voz rouca e provocante: “Se você decidir que me quer, é só assobiar. Você sabe assobiar, né, pai?”

Deu uma piscadela maliciosa, girou o corpo e saiu. Fiquei ali na cama me sentindo um pai podre, um amigo de merda, um babaca, um cuzão e tesudo pra caralho. Ela me tinha pelos colhões e sabia disso. Era um lado da minha filha que eu não conhecia, mas devia ter suspeitado. Ela sempre foi teimosa desde pequena, virou garota teimosa e agora eu tinha uma mulher teimosa pra cacete em casa, determinada a conseguir o que queria, e os homens da casa eram impotentes pra resistir àquela beleza.

Meu pau implorando por alívio me fazia questionar minha moral elevada. Será que eu devia só mandar tudo pro caralho e enfiar a rola na boca dela como ela queria? Que porra eu ligo pra moralidade? Não é como se todo mundo fosse me olhar torto na igreja… a que eu nunca vou. Eu amo a Júlia e a Júlia me ama. Meu único argumento seria que ela não era madura o suficiente pra decidir isso, mas isso já tinha ido pro espaço. Quem tava se aproveitando de quem? Eu podia fingir que resistia à oferta dela, mas ela sabia que era só fingimento… Porra…


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Tudo em Família - Parte 2

Codigo do conto:
255455

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/02/2026

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