Tudo em Família - Parte 3

A Rita me ligou no trampo pra dizer que tinha achado nossos relógios na mesa da varanda e ofereceu me levar depois do horário, onde a gente costumava se encontrar pra tomar um chope. Topei, ainda sem saber como lidar com essa parada de incesto dela (embora eu mesmo tivesse feito aquilo com a minha filha, então não tinha muito moral pra julgar… sem falar que o dia inteiro no escritório não conseguia tirar da cabeça a imagem do meu pau na boca da Júlia, a língua dela rodando na cabeça, o calor molhado da garganta apertando enquanto eu gozava jatos grossos na cara dela).

Cheguei uns minutos atrasado e ela já tava sentada numa mesa perto do bar. “Oi. Desculpa o atraso,” cumprimentei.

“Oi. Eu acabei de chegar também. Pedi pro seu se não tiver problema. Como foi o dia?” perguntou ela, sem fazer ideia do que eu agora sabia sobre a relação incestuosa dela com o irmão.

“Tá bom. Desculpa ter deixado os relógios na mesa. Torci pra você achar,” respondi, ainda em dúvida se ia tocar no assunto do que a gente viu ontem à noite.

“Vi quando a gente tava arrumando lá fora, então levei pra dentro pra não ficar no sereno a noite toda,” explicou ela.

“O Marcos saiu cedo hoje de manhã?” perguntei, de algum jeito achando que falar o nome dele ia fazer ela confessar na lata que tinha fodido com ele ontem. Uma parte de mim tava com ciúme do Marcos, embora a gente não tivesse nada oficial, eu considerava ela minha namoradinha não declarada e tava louco pra comer ela logo.

“Ah sim. Ele me acordou às seis pra avisar que tava indo. Já tava vestido e com o carro arrumado. Ofereci fazer um café da manhã, mas ele disse que precisava cair na estrada, queria chegar em casa antes das dez. Você percebeu que vocês dois esqueceram os relógios quando chegaram em casa?” perguntou ela, parecendo a deixa perfeita pra contar a verdade.

“Na verdade, Rita, a gente percebeu antes de chegar em casa,” admiti. Depois de uma pausa, continuei: “Tenho uma coisa pra te contar, a gente deu meia-volta e voltou.”

A Rita ficou branca, dava pra ouvir ela puxando o ar fundo enquanto a cabeça dela corria imaginando o que tinha rolado. Não disse uma palavra.

“A casa tava escura quando chegamos e eu não queria acordar ninguém se vocês já tivessem dormindo, então demos a volta pela lateral até os fundos,” continuei.

Ela baixou a cabeça e ficou olhando pras mãos na mesa. O silêncio era ensurdecedor. Depois sussurrou, quase inaudível: “Eu tinha dezoito.”

“Quê? Desculpa, não ouvi,” falei.

“Eu disse que tinha dezoito. Meu Deus, por que você tinha que descobrir? Eu tava tentando ter uma relação honesta e de verdade com você. Um recomeço,” disse ela, claramente mortificada e chateada.

“Tá tudo bem,” comecei, mas ela continuou falando.

“Foi tão descuidado da minha parte, ainda mais lá fora. Desculpa mesmo, de coração. A Júlia tava com você também?” perguntou.

“Sim.”

“Meu Deus. Nunca mais vou conseguir olhar na cara daquela menina. Tô morrendo de vergonha,” continuou, virando o copo inteiro de uma vez.

“Confia, a Júlia não ficou horrorizada com o que viu,” falei com um sorrisinho, lembrando da conversa de ontem à noite, tentando confortar.

“Sério?” perguntou surpresa.

“Ela achou tesudo pra caralho,” continuei.

“E você?” perguntou ela, desesperada por um sinal de que eu não tava enojado.

“Tive sentimentos mistos,” admiti. “Choque no começo, depois ciúme porque queria ser eu deitado lá embaixo e, inegavelmente, me deixou excitado pra caralho.”

“Você não acha moralmente errado?” perguntou.

“No começo achei, e ainda não tô 100% certo do que penso,” falei, sincero, “mas a Júlia apontou que incesto é bem mais comum do que eu imaginava.”

“Não sei se é tanto assim,” deu de ombros, “mas eu e o Marcos começamos há muito tempo, quando eu tinha uns meses a menos que a Júlia agora.”

“Me conta a história,” pedi, curioso pra caralho enquanto tentava justificar o meu próprio incesto.

“Meu Deus, semana passada você descobriu que eu era swinger e agora isso, você deve achar que eu sou uma vadia depravada,” disse ela.

“Acho você linda,” respondi, e era verdade. “Cada vez mais complexa, mas linda.”

Ela corou: “É a primeira vez que você me dá um elogio desses.”

“O primeiro de muitos,” sorri, enquanto a garçonete chegou e a gente pediu mais bebida. “Então me conta a história.”

“Eu tinha acabado de fazer 18 e tava numa festa. Uns irmãos mais velhos dos meninos tinham trazido cachaça e cerveja, e um monte de gente tava bebendo. Tomei uma ou duas cervejas, aí alguém me deu um copo de batida. Tava gostoso, mas não sabia que tinha vodca misturada. Fiquei bem alta. Depois todo mundo foi nadar pelado. Eu tava cada vez mais bamba nas pernas e fui deitar no cobertor. Acho que apaguei ou dormi, sei lá, mas acordei com um cara em cima de mim. Ele tinha óleo bronzeador e enfiou o dedo na minha buceta. Tentei rolar pra sair e levantar, ele empurrou minha cara no cobertor. minha amiga viu e interrompeu,” contou ela.

“Desculpa mesmo,” falei, “ninguém merece isso.”

“Eu sei,” suspirou. “Enfim, uma amiga viu e me levou pra casa. Entrei correndo e fui direto pro quarto. O Marcos era o único em casa e viu eu chegando, ficou batendo na porta querendo saber o que tinha acontecido. Fiquei mandando ele ir embora, mas ele não saía. Falou que ia arrombar a porta, então abri. Caí nos braços dele chorando. No começo não queria que ele soubesse, mas ele não parava de perguntar nem de sair. No fim contei. Ele ficou puto da vida, perguntando quem era. Nunca contei e nunca vou contar porque tinha medo que ele machucasse o cara ou coisa pior e acabasse preso.

O Marcos me abraçou forte e deixou eu chorar tudo. Foi tão carinhoso, tão amoroso e tão protetor. Aí olhei pra ele e ele tava chorando também. Perguntei o que tinha e ele disse que sempre me protegeu, nunca deixou nada ruim acontecer comigo e agora tinha me decepcionado. Disse que tinha falhado comigo. Bil, aquilo partiu meu coração. Ficamos lá deitados abraçados. Meu pai era alcoólatra ruim, batia na minha mãe e em mim, mas o Marcos era grande demais e ele não mexia com o Marcos. O Marcos protegia a mim e a mãe. Um ano antes, meu pai dirigindo bêbado bateu num viaduto e morreu. O Marcos era tudo que a gente tinha sobrado,” continuou ela, contando mais da vida dela nessa história do que nos últimos seis meses juntos.

“Desculpa,” repeti, o passado dela explicando muita coisa da frieza atual e talvez da bebida pesada.

“Falei o quanto amava ele e sempre ia amar. Que ele era meu protetor. Aí contei uma coisa que nunca pensei que conseguiria. Que sempre fantasiei que perderia a virgindade com ele porque nunca amei homem nenhum como amava ele. Beijei a testa dele, a bochecha. Parecia que nossos lábios se tocaram. Logo depois a gente tava pelado. Eu implorei, Bil. Pedi pra ele fazer aquela tarde sumir. Ser o meu primeiro, fazer amor comigo. Me fazer esquecer o que aconteceu e só lembrar dele. Ele me beijou fundo e quase chorei de alegria quando senti ele entrando em mim. Era como se ele estivesse empurrando aquele momento ruim pra fora e tomando o lugar com o corpo dele. Senti uma redenção, um renascimento, sei lá. Faz algum sentido pra você, Bil?” perguntou, depois de explicar como começou a relação sexual com o irmão.

“Rita, considerando o que rolou nas últimas vinte e quatro horas, faz tanto sentido quanto qualquer coisa,” falei.

“Não entendi,” disse confusa.

“Eu sei. Tem muita coisa pra contar agora. Preciso fazer o jantar pras crianças. Que tal sábado na minha casa? A gente tem muito pra conversar.”

“Tá bom, então você não tá bravo comigo?” perguntou nervosa.

“Não, bravo não. Mas quanto tempo isso continuou entre você e o Marcos?” perguntei, querendo o quadro completo.

“Fomos ativos sexualmente o ano seguinte até o Marcos ir pra faculdade. No último ano do colégio namorei um cara e depois de seis meses começamos a transar. O Marcos conheceu a Lídia no primeiro ano da faculdade e casaram logo depois da formatura. Aí conheci e casei com o Paulo. Não tínhamos ficado sexualmente desde então. Então, antes de ontem, fazia dezoito anos.”

“Caralho! Então foi tipo uma reunião?” brinquei.

“Não sei o que foi, Bil,” respondeu. “Mas com o divórcio e você nunca dando em cima, bem, eu não tava me sentindo atraente e queria me sentir amada de novo.”

“Então eu te empurrei pro incesto,” brinquei.

“Safadinho,” disse ela, me dando um tapa. “Tinha tomado mais uns drinks. De repente ele me desafiou pra nadar pelada e estávamos nus na piscina. Uns beijos e já estávamos nos pegando loucamente. Mas acho que você viu, né?”

“Vi… foi quente pra caralho,” admiti de novo.

“Ah sim, foi. Bil, poderia ser assim com a gente. Quer dizer, se for o que você quer,” flertou ela.

“Eu nunca diria não, isso é certo,” respondi, imaginando ela me cavalgando.

“Mas você nunca deu em cima, nem pediu, nem deu indireta,” apontou ela.

“Eu sei. Tô tentando dar um tempo depois da morte da Helena. Tô solitário, mas não queria que as crianças sentissem que a perda dela não importava ou que eu só queria pular na cama com alguém novo,” expliquei.

“A gente podia ser discreto na minha casa,” apontou.

“Eu sei. Só não queria começar algo e ter que esconder,” falei, embora a verdade fosse que eu não tinha certeza se tava pronto pra seguir em frente.

“Você é complicado, Bil, mas vou ficar com você por enquanto e tentar te entender.” E com um sorriso grande e um beijo rápido, saiu rebolando pelo pis, os quadris lindos balançando de um lado pro outro como suspensão de carro esporte. A vida tava ficando mais complicada a cada dia, mas também prometia uma diversão séria no futuro próximo. Eu tava a um passo de entregar minha vida pras mulheres mais próximas de mim e ver no que ia dar.


Uns dias depois, com a Júlia se comportando relativamente bem porque o Bruno tava em casa, embora a roupa dela tivesse ficado bem mais ousada, cheguei cedo do trampo e tava indo pro meu quarto quando ouvi os dois conversando no quarto do Bruno.

“Para com isso. Tá, tô com tesão. Qual a novidade? Fico com tesão todo dia e aposto que você também,” disse o Bruno.

“Eu fico, mas não todo dia, bem, não tanto quanto você, mas não era disso que eu queria falar. É sobre o pai e a Rita,” disse a Júlia, e eu na hora fiquei curioso pra caralho pra saber o que ela ia falar.

“O que tem eles? Não vão terminar, vão?” perguntou o Bruno.

“Não, embora eu nem tenha certeza se eles tão namorando de oficial, mas quero te atualizar do que rolou enquanto você tava fora com os amigos e dormindo na casa deles,” disse a Júlia.

Fiquei escutando enquanto a Júlia contava os eventos na casa da Rita e nossa volta pra pegar os relógios, meu pau ficando duro na hora enquanto revivia tudo na cabeça. Devia ter interrompido a história, preocupado que ela pudesse contar nosso encontro, mas só fiquei ouvindo.

“Puta merda! Aposto que foi uma visão foda,” disse o Bruno, claramente excitado.

“Ah sim, foi. Eles tavam se fodendo loucamente. Os dois são gostosos pra caralho e eu fiquei molhada na hora só de ver,” disse a Júlia, animada.

“Porra, queria ter visto. A Rita tem um corpo daqueles. Queria ver os peitos e a bunda dela,” disse o Bruno, falando da minha quase-namorada.

“Ela é foda mesmo, sem dúvida. Você acha que ela é mais gostosa que eu?” perguntou a Júlia, de repente soando insegura. Espiei pela porta entreaberta e vi ela fazendo biquinho e apertando os peitos fartos um contra o outro.

Os olhos do Bruno tavam arregalados enquanto ela continuava: “Você acha que meus peitos são tão bons quanto os da Rita?”

“Você tem peitos incríveis, mana. Não disse que os dela são melhores, só que são gostosos,” respondeu o Bruno, encarando os peitos dela por cima da camiseta.

“Tá bom, aceito, mas agora você tá duro pra caralho. O que vai fazer com isso?” perguntou ela, brincalhona.

“Por que você não me ajuda?” sugeriu o Bruno.

“Posso fazer isso. E tenho uma coisa pra te contar enquanto faço, mas você tem que me prometer uma coisa,” disse a Júlia.

“O quê?” perguntou ele.

“Quero que você faça uma coisa nova pra mim primeiro: quero que você chupe minha buceta,” respondeu ela.

“Vou tentar. Nunca fiz. Posso não fazer direito. Não dá só pra te dedar?” perguntou o Bruno, sem querer decepcionar.

“Você precisa aprender. Vou te dizer o que é bom e o que não é,” respondeu ela.

“Tá bom,” assentiu ele.

“Tira essa bermuda antes que fure ela e deita na cama,” ordenou a Júlia, claramente no comando como sempre.

A Júlia ficou pelada também e subiu na cama com o Bruno.

Notei que a rola dele era quase uma cópia da minha, uns 20 cm e grossa pra caralho.

A Júlia começou só masturbando a rola dele, como tinha feito comigo. O Bruno soltou um gemido baixo. Depois de uns minutos só de punheta, ela falou: “Bruno, vou jogar as pernas por cima de você e botar minha buceta na sua cara.”

Minha boca caiu aberta vendo meus dois filhos num 69. De novo, um pai decente teria parado aquilo na hora, mas eu já tinha provado que não era moralmente correto quando deixei a Júlia me bater punheta e depois chupar rapidinho.

A Júlia, tomando o controle como sempre, ordenou: “Quero que você use só a pontinha da língua agora, só sobe e desce na minha racha.”

“Tá bom, assim tá bom?” perguntou o Bruno um segundo depois.

“Aaaaahhh, siiiiim, muito bom. Continua assim. E lambe até a frente, onde fica meu clitóris, não só atrás,” instruiu ela.

“Tô fazendo direito?” perguntou ele.

“Ah sim, tá uma delícia. Eu tô gostosa? Você gosta?” perguntou a Júlia, a respiração acelerando.

“Ah sim, amo. Amo o gosto da sua buceta. Não tem igual no mundo, né?” respondeu o Bruno, claramente mergulhado no prazer de chupar buceta.

"" Tem um gosto único. E aposto que cada buceta tem um gostinho diferente.,” observou a Júlia.

“Você gosta do gosto da minha porra?” perguntou o Bruno.

“Gosto… gosto muito,” admitiu ela, “tem um gosto viciante.”

“Ótimo, porque não vai demorar,” avisou ele.

“Não goza antes de mim,” ameaçou ela, tirando a boca da rola dele.

“Você consegue gozar logo?” perguntou o Bruno, louco de tesão.

“Consigo se você fizer uma coisa pra mim,” disse ela.

“Qualquer coisa,” respondeu ele.

“Você chupa meu cu também?” perguntou a Júlia.

“Sério? Tipo meu cu mesmo?” perguntou o Bruno, tão surpreso quanto eu.

“Você topa?” perguntou ela, claramente querendo.

“Acho que sim. Isso é bom mesmo?” perguntou o Bruno hesitante.

“Caralho, sim,” respondeu ela, enquanto a língua do Bruno começava a lamber o cu dela.

Depois de um minuto, ela ordenou, a respiração acelerando: “Esfrega meu cu com o polegar e chupa meu clitóris… vê se consegue chupar e lamber ao mesmo tempo.”

Não dava pra ver tudo perfeitamente do ângulo, mas parecia funcionar porque a Júlia engoliu a rola dele até a garganta e subia e descia como uma puta faminta.

Uns minutos depois, a Júlia parou de chupar e gemeu alto: “Aaaaahhh, meu Deus, agora, Bruno. Enfia o dedo no meu cu enquanto chupa meu clitóris!”

Enquanto ela bombava a rola dele com fúria, a mãozinha subindo e descendo rápido, apertando a base grossa e esfregando o polegar na cabeça melada toda vez que chegava lá em cima, a Júlia gritou rouca: “Tô gozando, caralhooooo!” bem na hora em que a porra do Bruno explodiu no ar em jatos grossos e quentes, voando alto e caindo quente no peito dele, na barriga, pingando viscoso e branco.

Ela nem esperou terminar: enfiou a rola ainda pulsando na boca, engolindo fundo até a garganta apertar em volta da cabeça inchada, chupando forte enquanto tremia inteira de orgasmo. A língua rodava na glande sensível, lambendo cada gota que ainda saía, o gosto salgado e quente enchendo a boca dela. O Bruno gemia alto, as coxas tremendo, as bolas contraindo enquanto ela sugava o resto da gozada, os lábios esticados em volta da grossura, o barulho molhado de sucção ecoando no quarto. Ela engolia tudo com avidez, gemendo no pau dele, o corpo ainda convulsionando do gozo, a buceta escorrendo mel pelos lábios inchados e pingando na coxa dele.

A cena era um tesão do caralho. Meu pau latejava dentro da calça, duro que nem pedra, a cabeça melando a cueca só de ver meus filhos se entregando assim. A Júlia rolou pro lado dele, o peito subindo e descendo rápido, os peitos fartos balançando com a respiração ofegante, os bicos duros apontando pro teto.

“Caralho, mano, isso foi foda. Muito bom pra primeira vez. Gozei forte pra porra,” disse ela, a voz ainda trêmula de prazer.

“Eu também. Gostou mesmo do meu polegar no teu cu? Não doeu?” perguntou o Bruno, ainda ofegante.

“Não, foi uma delícia. Nunca tinha feito isso, mas curti pra cacete. Quer que eu enfie alguma coisa no teu cu também?” provocou ela, rindo safada.

“De jeito nenhum, porra! Sai fora do meu cu,” respondeu ele firme, rindo junto.

Os dois caíram na gargalhada, ficaram ali deitados um pouco, suados e satisfeitos, o cheiro de sexo pesado no ar porra, buceta molhada, suor. Aí o Bruno perguntou: “Você disse que tinha uma coisa pra me contar. O que é?”

“Eu chupei o pau do pai. Fiz ele gozar na minha boca… duas vezes. Bom, quase duas. Na segunda ele me parou, mas acho que da próxima ele vai deixar,” revelou a Júlia, exatamente o que eu temia quando comecei a escutar.

“Puta merda! Quando foi isso?” perguntou o Bruno, olhos arregalados.

“Há uns dias, quando voltamos da casa da Rita. Depois que a gente viu eles se fodendo,” continuou ela.

“Então os dois ficaram loucos de tesão?” supôs o Bruno, acertando em cheio.

“A gente conversou sobre isso… e sobre incesto. O pai ficou de pau duro, dava pra ver marcando na bermuda. Perguntei por que ele não me deixava ajudar, tipo como eu faço com você,” explicou ela, tão casual quanto se estivesse falando do tempo.

“Caralho! Então ele só tirou a rola pra você?” perguntou o Bruno.

“Não! Ele protestou pra caralho, falando que era errado, que não podia… mas eu toquei por cima da bermuda e ele congelou. Puxei pra fora e comecei a punhetar. Bruno, parece igualzinha a tua, linda pra porra. Enfim, ele fechou os olhos, respirando pesado, aí enfiei na boca. Juro por Deus, não deu dez segundos e ele começou a gozar sem parar. Nunca vi tanta porra. Parecia que não ia acabar nunca. Aposto que fazia anos que ele não gozava. Jatos quentes na minha boca, na cara, no cabelo, na blusa… fiquei toda melada de porra dele e era gostoso pra caralho,” contou ela, detalhando tudo, o que me fez querer gozar nela de novo na hora.

“Puta que pariu, isso é loucura e um tesão ao mesmo tempo,” reconheceu o Bruno, e quando ela descrevia assim, vivo, era mesmo.

“Foi quente pra cacete e eu gozei forte no banheiro depois. Esfreguei a buceta, lambi a porra dos dedos e explodi,” continuou ela, contando algo que eu nem sabia.

“Você vai fazer de novo, né?” perguntou o Bruno.

“Quero. Adorei chupar ele. Amo a ideia de dar prazer pra ele, mas não consigo evitar: amo chupar rola grossa que nem a tua e a dele,” revelou a Júlia, confirmando o que eu já imaginava.

“Você acha que ele vai te fazer gozar também? Tipo chupar você, te dedar… ou até te comer?” perguntou o Bruno, pensamentos que já tavam martelando na minha cabeça.

“Não sei. Ele tá se achando o pior pai do mundo agora. Preciso dar um jeito de tirar essa culpa dele. A gente tem que passar por cima dessa merda e fazer o que vem natural… pelo menos pra mim, que é agradar os dois homens da minha vida,” terminou ela.

“Bem, eu tô sempre pronto e disposto,” sorriu o Bruno.

Mudando de assunto do nada, como só mulher sabe fazer, ela falou: “Tô com fome. Quer que eu faça uns sanduíches pra gente?”

“Seria ótimo. Desço em um minuto. Vou tomar um banho. Júlia, você acha que o pai já comeu a Rita?” perguntou o Bruno.

“Acho que não. Posso estar errada, mas acho que não,” respondeu ela, acertando.

“Depois de ver ela fodendo o irmão, acha que ele vai agora?” continuou o Bruno, meus filhos discutindo minha vida sexual ou falta dela, era surreal.

“Ele deve tá pensando nisso. Aposto que mudou tudo na relação deles. Se é que ele vai continuar vendo ela. Não sei,” deu de ombros ela.

“Porra, eu comia ela. Ela é gostosa e agora acho que ficou ainda mais,” concluiu o Bruno.

“Bruno, tira isso da cabeça. A Rita não vai deixar você comer ela, então nem sonha em perder a virgindade com ela,” repreendeu a Júlia.

“Vou perder minha virgindade com você, Júlia?” retrucou ele rápido, claramente à vontade com a irmã.

“Ainda não sei. Fica feliz com o que a gente tem por enquanto, tá?” respondeu ela, claramente incerta e não pronta pra esse passo.

“Tá bom, tô muito feliz com as coisas como estão,” respondeu ele, esperto.

Saí correndo de fininho e saí de casa enquanto a Júlia se levantava. Lá fora, meu pau pronto pra explodir, fiquei pensando no que a Helena diria numa situação dessas.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Tudo em Família - Parte 3

Codigo do conto:
255546

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/02/2026

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