“Alô.”
“Oi, peguei você numa hora ruim?” perguntou a Rita.
“Oi, Rita. Não, tô saindo pro trabalho agora.”
“Você tem tempo depois do expediente pra tomar um chop?” perguntou ela.
“Claro. Preciso fazer o jantar pras crianças, então talvez só um ou dois,” respondi. Nossas conversas tinham sido curtas e genéricas, nenhum dos dois tocou de novo no incesto que eu tinha visto entre ela e o irmão, nem eu contei sobre o meu próprio incesto.
“Achei que a gente precisava conversar sobre algumas coisas daqui pra frente,” disse ela, o que me deixou curioso.
“Concordo e acho que uns minutinhos não vão dar conta. Que tal vir jantar aqui em casa e a gente conversa depois?” ofereci.
“Melhor ainda, eu faço o jantar na piscina. Só troca de roupa e vem. Diz pra Júlia e pro Bruno que eles podem vir mais cedo pra nadar se quiserem,” ofereceu ela, o que tornava improvável a conversa séria que eu imaginava.
“Tá bom,” concordei. “Eles já saíram, mas deixo um bilhete. Os dois voltam cedo à tarde. Você vai ficar em casa o dia todo?”
“Vou fazer compras de manhã e chego ao meio-dia. Diz pra eles virem quando quiserem depois disso,” respondeu.
“Deixo o recado. Valeu, Rita. Te vejo à noite.”
Infelizmente o dia não correu como planejado e liguei pra Rita às cinco pra avisar que ia atrasar.
Ela atendeu meio embolando a língua: “Por que você ainda não chegou?”
“Desculpa,” suspirei, “foi um dia longo pra caralho.”
“Vem logo pra cá,” exigiu ela.
“As crianças já chegaram?” perguntei.
“Tão aqui desde as duas,” respondeu.
“Desculpa,” pedi, achando que era cedo demais.
“Por quê?” perguntou ela. “A gente tá se divertindo pra caralho, embora…”
“Embora o quê?” perguntei desconfiado.
“Deixei eles tomarem uns drinks,” admitiu.
“Ou três ou quatro,” gritou a Júlia ao fundo.
“Você embebedou meus filhos?” perguntei.
“Não bêbadas, mas bem alegres,” rebateu ela.
“Vem logo, pai,” gritou a Júlia ao fundo.
“Chego já,” prometi, curioso pra saber o que os três tavam fazendo há três horas. Será que a Júlia contaria pra Rita sobre o nosso incesto, como contou pro Bruno?
“Tô louca pra te ver, gostoso,” disse a Rita no modo flerte total, antes de desligar.
Demorei mais uma hora pra sair do escritório e só cheguei na casa da Rita às seis e meia.
A sequência de surpresas continuou quando entrei na área da piscina e vi a Rita e a Júlia na água… as duas sem a parte de cima do biquíni. Cada uma segurava um copo de margarita com borda de sal, e o som tava alto numa estação de pagode animado. As duas deram um grito de animação quando me viram, tipo meninas do ensino médio vendo as amigas.
As duas saíram da piscina pra me pegar um drink. Eu ficava encarando os dois pares de peitos mais maravilhosos que já vi de perto na vida.
A Rita me deu um beijo molhado daqueles, colando os peitos úmidos na minha camisa e criando um volume imediato na minha bermuda. A Júlia me abraçou e me deu um beijo que não era de filha: a língua invadiu minha boca por um segundo. Ficou óbvio que a Rita sabia de mim e da Júlia… embora eu fosse fingir que não sabia de nada o máximo que pudesse.
Dispensei a tequila e pedi um martíni seco de vodca enquanto sugeria: “Mas bota o top do biquíni de volta, meninas.”
“Chato,” provocou a Rita.
“É, estraga-prazer,” completou a Júlia.
Elas obedeceram de má vontade, mas quando os peitos ficaram mal cobertos eu já tava arrependido da exigência.
“Onde tá o Bruno?” perguntei.
“Provavelmente no banheiro batendo uma,” brincou a Júlia.
“Pensando em você ou em mim?” completou a Rita.
Balancei a cabeça e fui pro quarto de hóspedes trocar de roupa. Ouvi barulhos no banheiro; a porta não tava bem fechada. Quando me aproximei, ouvi a respiração pesada e o som inconfundível de um cara se punhetando com força.
Tava quase saindo pra usar outro banheiro quando ouvi a voz rouca do Bruno gemendo: “Júlia, Rita, abram a boca e tomem minha porra!” seguido de mais grunhidos. Não deixava dúvida do que tinha acabado de acontecer, mas fiquei pensando se ele também tinha visto as meninas de topless. Não ia perguntar, mas não saí rápido o suficiente e ele me pegou saindo do corredor.
Ele ficou sem graça: “Ah, oi pai, não sabia que você tava aqui.”
Brinquei: “Não precisa explicar, eu também já fui jovem.”
Ele avisou: “As duas tão loucas hoje, então cuidado. Não dá pra prever o que elas vão fazer.”
Ri: “Parece mesmo.”
Uns minutos depois, voltei pra área da piscina sem saber o que me esperava.
O jantar virou uma boia leve. Fizemos espetinhos de carne e frango com molho shoyu, e elas pediram arroz frito e rolinhos primavera de um delivery. Todo mundo tava meio alto pra comer direito, mas a tensão sexual tava nas alturas. A Rita apertou meu pau umas vezes debaixo da mesa e flertava loucamente… a intenção dela era óbvia: a gente ia foder hoje à noite. Pelos movimentos dos braços, dava pra ver que a Júlia e o Bruno tavam se pegando também, sem perceber que eu via pelos braços de cima. Meu pau tava duro e eu ficava menos inibido a cada gole.
Enquanto eu e a Rita arrumávamos a mesa, a Júlia e o Bruno tavam brincando bruto na piscina até que ouvi um grito e vi a parte de cima do bikini da Júlia voando pra fora da água e caindo no deck. Ela atacou o Bruno, puxou a sunga dele pra baixo e jogou pra fora também.
Tava quase falando alguma coisa, dando bronca, quando a Júlia saiu da piscina e empurrou a Rita na água num movimento rápido. Num piscar de olhos, tirou o top da Rita e agora tínhamos um garoto pelado e duas mulheres de topless na piscina… todos gritando pra eu entrar.
“Vem com a gente, pai, a gente tá esperando o dia todo,” disse a Júlia.
A Rita completou: “É, foi um dia longo e duro esperando por você.”
“Pula aí, pai,” acrescentou o Bruno, com menos conotação sexual.
“Foda-se,” dei de ombros, finalmente aceitando a teoria de “se não pode vencer, junte-se a eles”, e pulei na piscina entre os três.
Os três me molharam enquanto a Rita ria e colava os peitos enormes no meu peito. Meu pau tava rígido contra as coxas dela e ela sabia. Ela esticou a mão e puxou minha sunga até os tornozelos. “Não é justo você ainda de sunga se o Bruno tá pelado.”
Tentei cobrir na frente das crianças… coisa inútil porque a noite decolou de vez.
Decidi revidar: quando ela jogou minha sunga longe, falei: “Não é justo eu pelado na sua piscina e você ainda de calcinha.”
“Essa calcinha aqui?” perguntou ela, já com o tecido na mão.
Antes que eu pudesse falar, outro biquíni me acertou na cara e a Júlia brincou: “Agora a gente tá todo mundo pelado como no dia que nasceu.”
Antes que eu respondesse, a Rita enfiou a língua na minha boca e depois chupou a minha com urgência crua e intensa que eu tinha esquecido que existia.
De repente senti alguém atrás de mim e a Júlia sussurrou, pegando meu pau: “O papai quer foder a Rita?”
Antes que eu respondesse, a Rita também esticou a mão e fiquei com duas mãos na rola. Ela sorriu: “Quero isso dentro de mim.” Pulou em mim, enrolou as pernas na minha cintura e começou a esfregar a buceta na minha rola. Eu tava mais duro que nunca em anos e não lutei. Com as duas mãos na bunda dela, levantei e baixei umas vezes até acertar e entrar na buceta quente e molhada.
O Bruno, não querendo ficar de fora da loucura, foi por trás da Rita e pegou os dois peitos nas mãos.
Entregando-me completamente ao tesão, comecei a foder ela devagar e fundo, perdido num beijo sem fim, ignorando que meus dois filhos tavam vendo o pai transando.
A Rita tava encharcada, não da água mas do mel dela. Não era apertada demais, mas aveludada e conseguia apertar a buceta de um jeito que dava um prazer absurdo. Nem pensava mais nas crianças, os dois envolvidos na intimidade enquanto eu fodia minha namorada pela primeira vez.
Fechei os olhos e deixei a sensação me levar enquanto ela ofegava e sussurrava “Me fode” no meu ouvido sem parar. Tentei pegar a bunda dela por trás, mas não consegui: o Bruno ainda tava lá.
Tava quase falando que tava estranho quando a Rita gemeu alto: “Enfia essa rola grossa no meu cu, Bruno,” antes de enfiar a língua de volta na minha boca.
Antes que eu pudesse reagir, senti uma nova sensação. Ficou óbvio que a rola dele tava no cu dela porque eu sentia ela se mexendo por dentro contra a minha.
Fiquei atordoado, mas o prazer de foder alguém pela primeira vez desde a morte da Helena era grande demais pra lidar com a realidade de que eu tava fazendo dupla penetração na minha namorada com meu filho, e ainda vendo ele perder a virgindade… com minha namorada.
Nossas línguas dançavam com urgência de álcool demais e tesão represado há tempo demais. Apesar do desconforto na água, consegui entrar no ritmo com meu filho enquanto segurávamos a Rita e continuávamos a dupla penetração.
Depois de só uns minutos de prazer duplo, a Rita quebrou o beijo e ficou agitada enquanto gozava: “Porra, siiiiim, minha buceta, meu cu, meu Deus, fodeeeeee!”
A sacanagem dela, a buceta doce e a realidade da dupla penetração foram demais pra mim: gozei dentro dela em jatos quentes. O Bruno não aguentou muito mais: grunhiu e encheu o cu dela com porra.
A Rita, no meio do orgasmo, quase afundou na água. Segurei ela firme enquanto o Bruno boiava de costas batendo na água em comemoração por perder a virgindade, não com alguma colegial, mas no cu de uma mulher mais velha linda. Ele tava no paraíso.
A gente tava recuperando o fôlego e processando o que tinha rolado quando percebi que a Júlia não tava mais lá. Ela tava atrás de mim na piscina quando começou tudo, mas devia ter saído quando esquentou demais. Tinha umas ideias do porquê ela saiu e peguei uma toalha pra me enrolar e fui atrás dela. “Vou ver como a Júlia tá.”
A Rita gritou ainda na piscina: “Precisa de ajuda? Posso fazer alguma coisa?”
“Não, tô de boa,” falei, entrando na casa.
Não sabia o que esperar, mas encontrei ela se vestindo e chorando. Vi que ela tava com as chaves do carro na mão.
“Você não vai dirigir bêbada, filha,” falei, embora fosse óbvio que ela chorava por ter sido ignorada por mim. Isso tinha virado uma bagunça séria.
Ela tava muito chateada e gritou entre lágrimas: “Isso não é justo… vocês todos gozando e transando gostoso e me deixando só olhando e imaginando como é… não é justo! Eu posso ir pra qualquer bar agora e ser comida e acho que é o que eu devia fazer. Ninguém aqui liga pra mim.”
Puxei ela pro abraço e falei: “Filha, eu te amo.”
Ela chorou no meu peito enquanto continuava: “É que vocês me ignoraram.”
“Desculpa, filha,” respondi. “A coisa saiu do controle rápido demais.”
“O Bruno perdeu a virgindade antes de mim,” apontou ela.
Olhando pra ela tão vulnerável e linda, me inclinei e beijei. Ela era minha filha, mas também a mulher que eu mais amava na vida. O beijo começou suave e carinhoso, diferente da urgência lasciva com a Rita. Mas quanto mais durava, mais apaixonado ficava.
Quebrando o beijo, ela falou: “A mamãe me fez prometer não transar a não ser que tivesse certeza absoluta de que amava o cara.”
“Sua mãe era uma mulher sábia,” assenti, embora soubesse pra onde ela ia.
Ela perguntou, olhando pra mim com insegurança, com medo de eu dizer não: “Pai, você quer ser o meu primeiro?”
Olhei nos olhos dela, peguei ela no colo sem falar nada e levei pro quarto de hóspedes. Coloquei ela na cama, tirei a blusa, me inclinei e beijei outra vez. Querendo fazer ela feliz, tornar a primeira vez inesquecível e prazerosa, cobri o corpo dela de beijos enquanto descia pelo pescoço até os peitos. Brinquei com os bicos duros enquanto ela gemia: “Aaaaahhh, pai, que delícia.”
Meu corpo controlando minha mente, desci até a bucetinha doce dela. Comecei a lamber e ela ficou mais agitada.
“Ai, meu Deus, pai, sim, chupa minha buceta,” gemeu ela, as mãos na minha cabeça.
Lambia com fome, algo que não fazia desde antes da Helena morrer, e o gosto dela era o afrodisíaco mais forte do mundo. Era de enlouquecer.
A Júlia, sendo a Júlia, tomou o controle de repente. “Deita de costas, pai.”
Obedeci, achando que ela ia montar. Mas em vez disso, ela sentou no meu rosto, se inclinou e pegou minha rola na boca.
Levantei a cabeça e voltei a lamber a buceta enquanto minha filha linda e eu começávamos um 69. A boca dela era o paraíso e agradeci por já ter gozado uma vez ou não duraria nada.
Depois de uns minutos, minha rola virou ferro e soube que precisava foder ela.
Lendo minha mente, ela se mexeu rápido como uma raposa e, montando na rola dura, falou com os lábios da buceta tocando a cabeça: “Eu te amo, pai.”
“Eu te amo também,” respondi, olhando pra ela.
E enquanto ela engolia minha rola inteira, completou: “E eu cumpri a promessa pra mamãeeeee!”
Enquanto ela descia devagar, os lábios inchados da bucetinha virgem se abrindo como pétalas molhadas pra engolir minha rola grossa, a Júlia soltou um gemido longo e trêmulo:
“Aaaaahhh pai… tá me abrindo todinha… sinto cada veia pulsando dentro de mim… que delícia… tão grosso, caralho…”
A cabeça da minha rola forçou a entrada apertada, o anel de carne quente cedendo centímetro por centímetro, até que as paredes aveludadas da bucetinha dela envolveram toda a extensão, apertando como um punho quente e molhado. O calor era absurdo, o mel dela escorrendo abundante pela base da rola, pingando nas minhas bolas e molhando o lençol. Ela parou um segundo no fundo, respirando pesado, os peitos enormes subindo e descendo rápido, os bicos duros roçando meu peito.
“Eu te amo, pai… tô sentindo você todo aqui dentro… batendo no fundinho da minha bucetinha… nunca imaginei que ia ser assim tão bom…”
“Eu te amo mais, filha… essa bucetinha é perfeita… apertada pra caralho e tão molhada… parece que nasceu pra me engolir inteiro,” respondi, a voz rouca, as mãos apertando a bunda redonda e firme dela, os dedos afundando na carne macia.
Ela começou a subir devagar, a buceta sugando minha rola como se não quisesse soltar, depois desceu de novo com força, batendo a bundinha contra minhas coxas num tapa molhado e ritmado. Os peitos balançavam loucamente na minha cara, os mamilos roçando meus lábios a cada movimento.
“Olha como eu tô cavalgando seu pau, pai… tô sentindo ele pulsar dentro de mim… me fode devagar primeiro… quero sentir cada estocada… ai caralho… que tesão da porra…”
“Vai devagar, filha… rebola essa bucetinha gostosa… aperta mais… isso… assim… porra, você é uma delícia… nunca senti nada tão apertado e quente…”
Ela acelerou o ritmo, subindo quase até a cabeça e descendo com força, o som da carne batendo ecoando no quarto junto com os gemidos dela. O cheiro doce e safado da buceta dela subia forte, misturado com o suor dos nossos corpos colados. O mel escorria pelas minhas bolas, deixando tudo escorregadio e quente.
“Ai pai… tô sentindo você batendo no meu ponto… bem lá no fundo… me arromba… me faz gozar na sua rola… quero gozar gritando seu nome…”
“Vai, filha… cavalga mais forte… rebola esse cuzinho gostoso… aperta a buceta em volta do pau do papai… porra, você é minha putinha agora… minha filhinha safada…”
“Sou sua putinha sim, pai… só sua… me fode… me enche… quero sentir sua porra quente dentro de mim… mas não goza ainda… quero gozar primeiro… ai caralho… tô tão pertinho…”
Comecei a empurrar pra cima com força, encontrando cada descida dela, a rola batendo fundo, o colo do útero dela apertando a cabeça toda vez que eu entrava inteiro. Os peitos dela batiam no meu rosto, eu chupava um bico duro enquanto metia, mordiscando de leve, fazendo ela gemer mais alto.
“Aaaaahhh sim pai… chupa meu peito… morde… isso… mais forte… tô gozando… tô gozando na rola do papai… Siiiiiiiiim, paaaaaaiiiiiiii!”
A bucetinha dela contraiu violentamente em espasmos, apertando minha rola como se quisesse espremer até a última gota. O mel quente jorrou, escorrendo pela minha rola e pelas minhas bolas, o corpo dela tremendo inteiro em cima de mim, as unhas cravadas nos meus ombros.
“Isso, filha… goza gostoso pro papai… deixa eu sentir essa bucetinha pulsando… porra, que gozada linda… tá me apertando tanto…”
Ela desabou pra frente, os peitos esmagados no meu peito, ofegante, ainda tremendo dos últimos espasmos. A buceta continuava contraindo em volta da minha rola, ordenhando devagar.
“Pai… foi a melhor gozada da minha vida… nunca senti nada assim… agora goza… goza nos meus peitos… quero ver sua porra voando nos meus peitos grandes…”
Levantei ela devagar, tirei a rola melada da bucetinha quente e comecei a bater punheta olhando pra ela: deitada de costas, pernas abertas, bucetinha vermelha e inchada pingando mel e porra misturados, os peitos enormes subindo e descendo com a respiração acelerada, os olhos brilhando de tesão e amor.
“Olha pra mim, filha… olha o pau do papai gozando pra você… toma… toma tudo…”
Jorrei forte, jatos grossos e quentes voando nos peitos dela, cobrindo os bicos duros, escorrendo pela barriga lisa, pingando nos lençóis. Um jato acertou até o queixo dela, e ela abriu a boca pra pegar o resto, lambendo os lábios com gosto.
“Mmmmmm pai… que porra gostosa… quente… grossa… olha como cobriu meus peitos… tô toda melada de você… te amo tanto…”
Ela passou os dedos na porra espalhada nos peitos, levou pra boca e chupou devagar, gemendo baixinho enquanto me olhava com olhos de safada apaixonada.
“Agora sou sua mulher de verdade, pai… pra sempre… sua filhinha safada que adora o pau do papai…”
“Eu te amo, pai…”
“Eu te amo também, minha filha,” respondi, sorrindo pra ela, o peito subindo e descendo rápido, o corpo inteiro suado e satisfeito.
“Tô morta de cansaço,” murmurou ela um segundo depois, os olhos pesados, o corpo mole de tanto tesão, álcool e emoção. Em segundos, apagou, a respiração virando um ronquinho leve e ritmado.
Beijei a testa dela, cobri com o cobertor fino e fui até a janela. Lá embaixo, na área da piscina, vi a Rita de quatro em cima de uma toalha esticada no chão, o Bruno atrás dela metendo forte no estilo cachorrinho. A bunda redonda dela tremia a cada estocada, os gemidos abafados chegavam até aqui misturados com o barulho molhado da rola dele entrando e saindo da buceta dela. Fiquei parado olhando, ouvindo o ronquinho da Júlia atrás de mim e vendo meu filho foder minha namorada.
Depois de um minuto, fui pro banheiro pegar outra toalha, nem lembrava onde tinha deixado a última, e soltar uma mijada daquelas. Desci onde ficava o bar da Rita, peguei uma garrafa de conhaque caro que ela guardava e misturei no café antes de voltar pra área externa.
Quando saí, o Bruno veio cambaleando na minha direção, o sorriso bêbado estampado na cara, a voz embolada:
“Boa noite, pai…”
Passou por mim tropeçando, claramente precisando cair na cama.
Fui até a Rita, que tava limpando o peito com uma toalha. “Sentiu minha falta?”
“Puta que pariu!” ela pulou, virando rápido, assustada.
“Desculpa, não quis te assustar,” sorri.
“Assustou sim,” respondeu ela, jogando a toalha, dava pra ver que tinha porra fresca do Bruno grudada no tecido.
“Desculpa, acabei de botar a Júlia na cama e voltei,” falei, o que era tecnicamente verdade.
Ela sorriu, um sorriso que dizia que ela sabia exatamente o que tinha rolado lá em cima com a minha filha, mas em vez de falar isso, perguntou:
“Pronto pra dormir? Tô morta de cansaço de repente.”
Fui até ela, dei um beijo. Ela pegou minha mão e me levou pra dentro da casa.
Subimos juntos e nos separamos pros banheiros diferentes pra nos arrumar antes de dormir. Entrei no quarto dela, me joguei na cama e liguei a TV num programa noturno qualquer. Quando ela entrou, vi o olhar de bronca no rosto. Depois, com um brilho malicioso nos olhos e um sorrisinho, falou:
“Podia ter me avisado lá fora que eu tava com um monte de porra no cabelo.”
“Bem, eu sabia que não era minha, então achei que você mesma ia descobrir,” dei de ombros.
“Bil, não vou pedir desculpas. Seu filho saiu do banheiro de cima e disse que a gente devia esperar antes de subir, que você e a Júlia tavam ‘ocupados’ e precisavam ficar sozinhos,” revelou ela.
“Ele disse que a gente tava ocupado?” perguntei.
“Não exatamente. Ele disse que a Júlia tava montada em você fodendo sua alma pra fora. E o Bruno tava de pau duro só de olhar vocês dois,” continuou ela.
“Então como ele já tinha comido seu cu,” brinquei.
“Não seja grosso,” respondeu ela, de repente irritada.
“Desculpa,” recuei. “Foi uma noite longa e louca pra caralho.”
“Foi mesmo,” concordou ela, amolecendo o tom.
“E não vou tentar explicar o que rolou com a Júlia. Eu devia ter parado e não parei. Provavelmente vou pro inferno por isso, mas não consigo mentir e dizer que não amei cada segundo, que não curti pra caralho, do mesmo jeito que curti estar com você mais cedo.”
“Bil, eu cresci na mesma época que você e entendo perfeitamente os julgamentos que as pessoas fazem sobre incesto e pais com filhas. Você vira monstro, destrói a vida de uma menina, corrompe ela e aponta pra uma vida de desgraça. É isso que você vê quando olha pros seus filhos?”
“Não, mas é tudo tão errado e…”
“Para aí. Para e me escuta. Eu sei qual é a sua primeira reação, mas você precisa parar e pensar direito… com calma. Quando eu e o Marcos tivemos nosso primeiro encontro, teve uma vontade de entrar numa penitência autodestrutiva, mas isso também jogaria culpa no outro. A Júlia te ama demais e duvido que ela esteja se sentindo culpada agora e vocês são adultos. Você vai rejeitar o amor dela só porque virou físico de um jeito que a sociedade diz que é imoral? Parecia imoral quando você tava com ela? Ou você sentiu que amava ela e ela te amava? Enfrenta: você não forçou ela e ela não te enganou. Ok, vocês cruzaram uma linha que a sociedade traçou pra gente, mas nenhum dos dois fez por motivo oculto. Foi só a expressão máxima de amor entre um homem e uma mulher… do jeito que se deve expressar com um parceiro, mas não com uma filha. Eu devia transar feliz com o homem que amo desde que ele não seja meu filho, meu irmão ou meu pai. Mas e se eu me apaixonar pelo meu irmão ou achar ele irresistível sexualmente?”
“Tá, eu ouvi o que você tá dizendo, mas a gente não pode sair exibindo isso. Pra onde a gente vai daqui?” perguntei, aliviado por estar com alguém que entendia minha confusão emocional, e que, tendo vivido incesto, não me via como um monstro pervertido.
“Não sei, mas não tem como negar que aconteceu e não vejo como parar sem alguém se sentir punido,” apontou ela.
“Rita, não quero que as eles se sintam más ou erradas. Mas não sei se consigo sentar e conversar sobre tudo isso e fazer sentido,” falei, a cabeça a mil.
“Acho que não precisamos de uma reunião agora. Vamos deixar as coisas se ajeitarem sozinhas e mostrar compreensão e carinho um pelo outro. E não esquece que foi uma expressão de amor cada vez,” lembrou ela.
Não resisti e brinquei: “Foi amor quando o Bruno te comeu de quatro?”
“Bem, o homem que eu amo tava sendo cavalgado pela filha dele, então eu peguei a próxima melhor coisa: a cópia perfeita da rola dele,” rebateu ela.
“Você me ama?” perguntei.
“Ah merda,” suspirou ela. “Não era pra eu falar primeiro. Culpa da bebida.”
“Eu te amo também, Rita,” respondi, querendo deixar ela à vontade. “A gente pode dizer que falou ao mesmo tempo.”
“Você é mesmo um homem bom, Bil,” sorriu ela, escorregando pra debaixo das cobertas comigo.
“Concordo,” sorri, enquanto ela me dava um tapa brincalhão.
“Preciso dormir,” bocejou ela.
“Eu também,” concordei, o corpo de repente exausto agora que eu tava na cama.
Apagamos os dois no instante em que encostamos no colchão.
Fim