Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 2

Na manhã seguinte, quando o Miguel foi pro tomar café, eu não consegui deixar de reparar como ele era a cara do pai. O James era mais atlético, jogava pelada todo fim de semana com os amigos, mas também tinha aquele jeitão nerd, óculos, cabelo bagunçado, e escondia muito bem a safadeza que só eu conhecia na intimidade.

Assim que o Miguel saiu, a curiosidade me comeu viva. Entrei no quarto dele na ponta dos pés, abri o notebook (a senha era ridiculamente previsível: PrincesaLeia, óbvio) e fui direto no histórico de ontem à tarde. Eu sabia que era uma invasão da porra da privacidade dele, mas a vontade de saber exatamente o que ele tava lendo ou vendo enquanto se punhetava pensando em mim era mais forte que qualquer senso de decência.

A maioria dos sites era o de sempre: fóruns de games, Reddit de tecnologia, YouTube de reviews de hardware… mas aí veio uma sequência diferente. Um de histórico de sites de contos com incesto mãe e filho.

Anotei os títulos num bloquinho pra não deixar rastro, limpei o histórico, fechei tudo e saí correndo. Ainda não satisfeita, dei uma vasculhada nos arquivos salvos dele procurando por “mamãe”. Encontrei uma pasta inteira cheia de PDFs e .txt de histórias. Não tinha mais como negar: meu filho queria me comer. Ou pelo menos fantasiava isso o tempo todo. E eu não fazia a menor ideia de como lidar com essa informação.

Desliguei o notebook, olhei o relógio e saí voando pra primeira visita do dia. O dia inteiro, enquanto mostrava apartamentos e casas em Pinheiros e Vila Madalena, minha cabeça não parava. Aquilo não saía de mim. Eu precisava saber mais. Precisava entender até onde ia essa obsessão dele… e, pior, a minha.

Quando cheguei em casa no fim da tarde, torci pra pegá-lo no flagra de novo, mesmo sem saber o que faria se acontecesse. Será que eu queria mesmo transar com meu filho? Não… né?

Ele tava na sala jogando com o Frederico, o maior nerdão que já pisou nesse planeta. Pedi uma pizza grandona e, enquanto os dois ficavam vidrados na tela, fui pro meu quarto, abri o notebook e comecei a ler as histórias que ele tinha acessado ontem.

Li uma atrás da outra. Fiquei chocada com o conteúdo… e mais chocada ainda com o que aquelas palavras tavam fazendo comigo. Minha buceta pegava fogo. A mão esquerda desceu devagar, por cima da calcinha, depois por baixo, enquanto eu lia filho dominando mãe, mãe se entregando pro filho, filho arrombando o cu da mãe enquanto xingava ela de puta. Outras histórias tinham filhas dominando as mães, mas as que mais me pegavam eram as de mãe e filho, íntimas, sujas, cheias de tesão mútuo.

Eu nunca tinha olhado pros meus filhos com desejo. Nunca. Mas depois de ontem, ver o Miguel se punhetando com minha meia-calça, gozar chamando de “cadela”, e depois eu mesma gozando pensando nele, aquelas histórias tavam plantando ideias na minha cabeça. E minhas coxas tremiam enquanto meus dedos entravam e saíam da buceta melada.

Eu tava quase gozando, lendo uma cena em que o filho fodia o cu da mãe e mandava ela chamar ele de “filhão safado”, quando o telefone tocou. Era minha mãe, claro, enchendo o saco com as mesmas coisas de sempre: “Quando é que você arruma um homem, filha? Você não pode ficar sozinha pra sempre”. Fiquei ali respondendo monossilábica, o tesão esfriando aos poucos até sumir. Quando finalmente consegui desligar, tava frustrada como sempre depois de falar com ela, mas pelo menos não tava mais louca de tesão.

Olhei o relógio: a pizza já devia estar chegando. Desci, vi que os meninos tavam na mesma posição de antes, entregues no jogo. Peguei refrigerante pra eles e, pelo espelho grande da sala, flagrei o Miguel dando uma olhada rápida nas minhas pernas enquanto eu me afastava.

Na cozinha, um turbilhão de emoções. Quanto mais eu olhava pro meu filho, mais via o James. Saber que eu deixava ele de pau duro era ao mesmo tempo lisonjeiro e errado… mas por que eu não tava horrorizada? Por que parte de mim tava gostando?

Resolvi testar. Ver se era só a ideia de incesto que excitava ele, ou se era eu mesma.

Quando a pizza chegou, levei os pratos na mão, me curvei bem na frente dos dois pra servir, deixando os peitos quase pularem pra fora do decote. Na hora de me levantar, levantei a saia só o suficiente pra mostrar a borda rendada das meias Depois peguei meu pedaço e sentei numa cadeira do lado, tirei os saltos com um suspiro dramático:

- Ai, meus pés tão me matando, caralho.

Recostei na cadeira, esticando as pernas de meia-calça na frente dos dois tarados. Como eu esperava, os cérebros deles derreteram na hora. O tesão desligava qualquer raciocínio. Saber que eu ainda tinha esse poder aos 42 anos me deixou molhada de novo.

Eu já sabia que o Frederico era louco por mim, gaguejava toda vez que falava comigo e nunca olhava nos meus olhos, só nos peitos. Mas ver o Miguel tentando disfarçar as olhadas pras minhas coxas a cada poucos segundos era divertido pra caralho.

Terminei de comer, levantei e me espreguicei bem devagar, braços pro alto, fazendo a saia subir até quase mostrar a bundinha. Os peitos empinados, o decote aberto. Os dois tavam com os olhos grudados.

Depois me curvei pra pegar os pratos vazios, demorando o suficiente pra cada um ter uma visão privilegiada do meu colo farto. Ainda tava com a roupa de trabalho, saia lápis justa, blusa justa, decote profissional mas sexy , então era fácil mostrar mais do que o normal.

Saí da sala, mas parei no corredor, ainda ao alcance da voz. Como esperado, o Frederico soltou:

- Puta merda, Miguel, tua mãe é uma MILF do caralho.

- Cala a boca, porra - rebateu o Miguel, puto.

- Sério, véi, eu vi a borda do sutiã azul dela.

- Não fala da minha mãe assim, caralho - o Miguel já tava nervoso de verdade.

Frederico, que era tipo um Sheldon brasileiro, não pegava indireta:

- Desculpa, mas tu tem que admitir que tua mãe é gostosa pra cacete.

Aí o Miguel explodiu:

- Eu sei que minha mãe é gostosa, porra! Eu moro com ela, vejo todo dia! Tô de saco cheio de vocês e dos outros otários do colégio falando que querem comer ela!

O Frederico finalmente entendeu:

- Desculpa, Miguel, não quis te ofender.

O Miguel respirou fundo:

- Esquece. Vamos terminar esse jogo.

Voltei pra cozinha sorrateira, lisonjeada pra caralho com a defesa dele e surpresa com o inferno que ele passava por minha causa. Lavei a louça, paguei umas contas e esperei o Frederico ir embora. Quando o Miguel foi pro quarto, meu primeiro pensamento foi: “Será que ele vai se punhetar agora?”

O segundo: “Se for, será que eu consigo ver aquela rola de novo?”

O terceiro, que eu tentei ignorar: “Por que caralho eu tô tão excitada com a ideia de ver a rola do meu filho outra vez?”

Quando minha buceta coça assim, meu senso moral vai direto pro ralo.

Fui devagar, parei na porta dele. Não ouvi nada. Mas naquele exato momento, com a buceta latejando como não latejava há anos, decidi: ia transformar as fantasias do meu filho em realidade. E o primeiro passo começava agora.

Respirei fundo, abri a porta devagar, sem alarde. Ele tava no notebook, todo vestido, mas fechou a tampa rápido, com cara de culpado. Tinha uma caixa de lenço do lado da cama - preparação clara.

Sentei na beirada da cama dele, a saia subindo de novo só o suficiente pra provocar.

- Miguel, obrigada por me defender lá embaixo.

- Quê? - ele perguntou, confuso e sem graça.

- Eu ouvi o que você e o Frederico falaram depois que eu saí.

- Ai meu Deus… - o rosto dele pegou fogo.

- Desculpa se minha aparência tá te causando problema com os amigos - falei, e minha mão “sem querer” caiu na coxa dele.

Ele gaguejou:

- N-n-não tem problema. É melhor ter mãe bonita do que feia.

- Você acha que eu sou bonita? - perguntei com voz manhosa, como se não soubesse.

- S-s-sim… e todos os meus amigos acham. E a maioria dos caras do colégio também.

- Obrigada, meu amor. Na minha idade esses elogios não vêm mais como quando eu era adolescente - sorri.

- M-m-mãe, eu acho que você tá… ainda no auge - ele disse, vermelho que nem tomate.

Me inclinei e dei um beijo na bochecha dele, demorando um segundinho a mais que o normal.

- Você sabe direitinho o que falar, meu bem.

Levantei e soltei, deixando ele confuso:

- Obrigada de novo, Miguel. Você tá ficando igualzinho ao seu pai.

Saí, contei até dez e voltei. Ele fechou o notebook de novo, rápido.

- Desculpa, amor, mas será que você abre o zíper da mamãe pra mim?

Usei “mamãe” de propósito, bem docinho.

Ele tirou o notebook do colo, hesitou (tentando esconder a rola dura), mas acabou levantando. Veio até mim, mãos tremendo, e abriu o zíper das costas do vestido devagar. Senti o tremor dele inteiro.

Segurei a blusa no peito com uma mão, virei e dei outro beijo na bochecha.

- Valeu, meu amor.

- De nada… mãe - ele murmurou, sem graça.

Pensei em deixar a blusa cair “sem querer”, mas achei que o coitado ia ter um treco. Saí do quarto.

No meu, tirei tudo, entrei no chuveiro. Enquanto a água caía, peguei o chuveirinho e encostei no clitóris, deixando a água quente bater forte enquanto eu planejava o próximo passo na sedução do meu filhão. O tesão voltava com tudo. E dessa vez eu não ia parar.


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 2

Codigo do conto:
255726

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/02/2026

Quant.de Votos:
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