Mas aí pensei: será que eu sei mesmo tudo sobre o Miguel? Principalmente as safadezas que ele curte? No dia seguinte, assim que ele saiu pro colégio, voltei pro notebook dele. Dessa vez fui direto nos favoritos. A maioria era site de game, fórum de hardware, essas coisas de nerd. Mas tinha três links de um site me chamarama a atenção. O primeiro era só a lista de histórias novas do dia; o segundo, o ranking das mais votadas de incesto; o terceiro… ah, esse me deu um mapa completo das taras do meu filhão.
Era uma busca salva: tags “mamãe”, “filho” e “submissão”.
Cliquei em pesquisar e apareceram 313 videos e histórias. Caralho. Li algumas, com a buceta pegando fogo de novo. Não demorou pra entender as três coisas que ele mais queria no mundo: a mãe dele, de meia-calça, servindo como brinquedinho particular. Qualquer mãe normal ia ficar horrorizada. Eu? Só conseguia pensar no quanto fazia tempo que minhas vontades mais safadas tavam guardadas na gaveta, desde que o James, pai do Miguel, morreu. Me toquei ali mesmo, sentada na cama dele, imaginando meu filho virando o macho dominante que eu tava precisando há tanto tempo. Gozei forte, gemendo baixinho “filhão… me usa, vai…”, o corpo tremendo inteiro. Depois limpei o histórico, guardei o notebook e saí pro trabalho com a cabeça fervendo de planos.
À noite, ainda de roupa social, saia lápis, blusa justa, meia preta , fiz o jantar. O Miguel não parava de dar olhadas furtivas pras minhas pernas a noite inteira. Quando terminei de lavar a louça, chamei:
- Miguel, pode me fazer um favor grandão?
- Qualquer coisa, mãe, ele respondeu, todo fofo como sempre.
- Dá uma massagem nos pés da mamãe?, pedi com um sorriso quente, usando “mamãe” de propósito de novo, porque era a palavra que mais aparecia nas histórias de submissão que ele curtia.
O rosto dele ficou vermelho na hora.
- C-c-claro, mãe…
Segurei as duas mãos dele, entrelaçando os dedos como se fôssemos namoradinhos, e fui andando de costas, puxando ele até o sofá. Dei meia-volta, empurrei ele devagar pra sentar numa ponta, sentei na outra e joguei os pés de meia-calça bem no colo dele. Ele congelou, dava pra ver o nervosismo estampado na cara.
Levantei o pé esquerdo e cutuquei o nariz dele de leve, brincalhona.
- Esses pés não vão se massagear sozinhos, meu amor.
- D-d-desculpa, mãe…, gaguejou, rosto cor de tomate.
Ele pegou meu pé esquerdo com cuidado e começou a massagear, bem devagar, com carinho. Em segundos eu senti a rola dele crescendo debaixo da minha perna direita. Sorri por dentro, sabendo exatamente o que tava fazendo com meu filho.
Abri um pouquinho as pernas, não o suficiente pra mostrar a calcinha, mas o bastante pra ele ver a borda rendada das meias. Ficamos em silêncio uns minutos. Eu só observando, achando graça da concentração dele enquanto massageava. Depois pedi:
- Agora o pé direito, meu bem?
- Claro, mãe, ele respondeu, sem gaguejar dessa vez, já curtindo a tarefa.
Comecei a puxar assunto:
- E aí… já arrumou namoradinha, Miguel?
- Não, respondeu envergonhado.
- Por quê? Você é um partidão.
- As meninas do colégio não acham, suspirou, continuando a massagem no pé direito coberto de seda.
- Você é inteligente, carinhoso e lindo pra caralho, elogiei, com malícia.
- Você tem que falar isso, é minha mãe, rebateu, dispensando o elogio.
- Não faz isso, repreendi.
- Faz o quê?
- Não se diminui desse jeito, falei firme, tirei o pé do colo dele e me inclinei pra abraçar. Minha mão “sem querer” caiu bem em cima da rola dura dele. Os olhos do Miguel se arregalaram, mas eu não tirei a mão. Cheguei bem pertinho do ouvido dele e sussurrei, voz manhosa:
- Você é a cara do seu pai… e ele era o homem mais gostoso que eu já conheci. Mesmos olhos, mesmo sorriso… e, pelo jeito… herdou outra coisa dele também.
Apertei de leve a rola latejante por cima da calça. Antes que ele pudesse reagir, dei um selinho rápido nos lábios dele e levantei. Ajeitei a saia e falei:
- Valeu, meu amor. Suas mãos foram maravilhosas nos meus pés doloridos. Agora vou tomar um banho.
Comecei a andar, parei, virei e olhei direto pro volume na calça dele:
- Acho bom você cuidar disso aí. Parece que vai explodir a qualquer momento.
Saí deixando ele plantado ali, pau duro e cara de choque.
Pelo segundo dia seguido, no chuveiro, o chuveirinho virou meu melhor amigo. Enquanto a água quente batia no clitóris inchado e eu me esfregava devagar, planejava os próximos passos. O tesão tava me consumindo. E eu tava adorando cada segundo disso.