Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 4

Na manhã seguinte eu já tava arrumada pro trabalho: saia preta justa, blusa branca de seda meio transparente, e meias 7/8 bege clarinho que subiam até o meio da coxa. O Miguel desceu pra tomar café e a gente conversou sobre o colégio como se nada estivesse acontecendo, nota do dia, prova de matemática, essas merdas de sempre. Até que eu levantei da mesa e soltei, já preparada pra isso:

- Puta merda, rasgou minha meia!

Coloquei o pé direito na cadeira bem do lado dele, bem pertinho, levantei a saia o suficiente pra quase mostrar a calcinha preta de renda e comecei a descer a meia devagar pela perna. Deslizei o tecido fino pela coxa, pela panturrilha, pelo tornozelo, tirando tudo com calma sensual. Os olhos do Miguel tavam grudados em cada centímetro da minha pele aparecendo. Troquei de perna, repeti o show com a outra meia, reclamando baixinho:

- Não tenho mais nenhuma dessa cor… vou ter que passar na loja antes da primeira visita.

Dei um beijo na testa dele, deixei as duas meias jogadas no encosto da cadeira como isca e saí, rebolando de leve.

Esperei cinco minutos no carro, dei a volta no quarteirão e entrei de novo em casa na surdina, torcendo pra pegá-lo no pulo. Como eu imaginava e esperava, lá tava ele: calça arriada até os joelhos, a rola grossa pra fora, se punhetando com uma das minhas meias enrolada firme no pau, subindo e descendo rápido. A cabeça vermelha brilhava de pré-gozo, o cheiro de tesão já no ar.

Fiquei olhando uns segundos, a buceta latejando, antes de entrar por trás e soltar do nada:

- Esqueci a bolsa, Miguel.

Ele deu um pulo, subiu a calça às pressas, a meia ainda enrolada na rola dura.

- Meu Deus, mãe! Desculpa, desculpa, eu tô tão… tão…

Segurei o impulso louco de agarrar aquela rola latejante ali mesmo, e respondi com voz melosa, cheia de malícia:

- Calma, meu amor… se masturbar é normal pra. Espero que você tenha feito ontem à noite também. Pra ser sincera… eu fiz. Duas vezes.

- Mãe!, ele arfou, ainda tentando fechar a calça, a meia presa no pau como algema.

- E pode ficar com as meias, se for sua praia, ofereci com um sorrisinho safado.

- Mãe!, repetiu ele, morrendo de vergonha por ter sido pego.

- Então você também curte meia-calça, né?, perguntei, sorrindo sexy., Você é igualzinho ao seu pai mesmo.

Peguei a bolsa e saí antes que ele conseguisse responder alguma coisa. Dirigi embora sabendo que mais uma sementinha tinha sido plantada fundo.

Depois do almoço voltei em casa rapidinho, abri o notebook dele, entrei nos sites que deixei aberto exatamente na história que mais tinha me pegado ontem: “Uma mãe viciada em porra”. Deixei a página escancarada na tela e saí de novo pro trabalho, mais uma provocação pra ele encontrar.

O dia foi longo pra cacete: visitas marcadas, duas de última hora, só cheguei em casa depois das sete. Entrei, tirei os saltos na entrada, subi e bati na porta do quarto dele.

- Entra, veio a voz nervosa.

Entrei, sentei na beirada da cama dele e comecei a esfregar os pés ainda de meia-calça preta.

- Meus pés tão me matando, sério, falei, sem mentir.

Ele tava na mesinha do outro lado do quarto, olhos grudados nos meus pés bem feitos, unhas vermelhas brilhando por baixo da seda fina. Não conseguia me olhar nos olhos.

Perguntei com voz doce:

- Miguel, faz massagem nos pés da mamãe de novo, como ontem?

- C-c-claro, mãe…, gaguejou, levantando.

- Vem cá pra mamãe, chamei, dedo curvado, voz carregada de tesão.

Ele veio tímido. Subi um pouco na cama, encostei as costas na cabeceira e bati no colchão:

- Senta aqui do meu lado.

Ele obedeceu, sem nunca olhar nos meus olhos. Sentou de pernas cruzadas nos pés da cama, pegou meu pé direito e começou a massagear devagar, com carinho. Abri as pernas um pouco mais que ontem. Se ele olhasse pra cima, ia ver tudinho: a calcinha preta colada na buceta já úmida. Demorou uns segundos e ele olhou. Desviou rápido, rosto pegando fogo.

Nos minutos seguintes, enquanto massageava, ele dava umas espiadinhas rápidas por baixo da saia. Eu abria e fechava as coxas de leve, só pra atiçar mais. O rosto dele tava mais vermelho que pimenta malagueta. Quando trocou pro outro pé, perguntei:

- E aí, como foi o colégio hoje?

- Chato pra caralho, como sempre, suspirou.

- Alguma gatinha no horizonte?

- Nem no radar, respondeu, confiança zero.

- Por quê?, perguntei, soltando um gemidinho baixo com a massagem., Você tem a mão boa mesmo, hein… tô relaxando toda.

- S-sério?, gaguejou, surpreso.

- Sério. Tô me sentindo tão bem agora…, deixei escapar outro gemido suave, alongado.

Aí o celular tocou. Xinguei mentalmente. Atendi: era uma cliente querendo ver uma casa em vinte minutos. Aceitei de má vontade, suspirei, levantei e falei:

- Tenho que ir, meu amor…

Na porta parei, virei e soltei:

- Enquanto eu tô fora, por que não dá uma olhada naqueles sites...

A boca dele caiu aberta. Saí rebolando devagar, já com um plano novo se formando na cabeça. Se tudo desse certo, amanhã seria o grande evento. A noite em que eu ia soltar de vez meu lado submissa pro meu filhão.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 4

Codigo do conto:
255782

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/02/2026

Quant.de Votos:
3

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