Comecei a limpar a casa assim mesmo, rebolando de propósito enquanto passava pano no chão, no balcão, na mesa. O ventilador de teto girava forte, mas o calor de rachar no fim de tarde entrava pela janela aberta, deixando tudo suado e pegajoso. Às quatro coloquei uma lasanha de forno pra assar. Uma hora depois, tava cortando tomate pra salada quando o Miguel chegou.
Ele entrou na cozinha e congelou na porta. Olhos grudados nos meus peitos quase pulando pra fora do avental, na curva da bunda pelada aparecendo por trás, nas coxas grossas envoltas em seda branca já grudando na pele suada.
- Oi, meu amor, cumprimentei com voz melosa, abanando o rosto com a mão. Como ta calor hoje!
Ele tentou disfarçar, mas era impossível não babar.
- Hum…
-Não aguentei de calor, tive que tirar a roupa pra conseguir contiuar arrumando a casa, expliquei, piscando safada., Com esse calor insuportável que tá fazendo, Nâo consegui ficar com roupa.
Ficou um silêncio pesado. Ele engoliu em seco, o suor já escorrendo na testa dele.
- M-m-mãe… isso é muito estranho…
Fiz biquinho, me aproximando um passo, o avental colando nos peitos suados.
- Não quer ficar peladinho com a mamãe pra aguentar esse forno que tá virando a casa? Ou acha que eu tô muito velha pra isso?
- N-n-não, mãe! Não é isso… é só… esquisito.
- Esquisito?, dei de ombros, levantando o avental devagar e dando um flash rápido da buceta lisinha, rosada, brilhando de suor e tesão misturados., Pra mim é libertador pra caralho. Faz anos que não fico sem calcinha em casa num dia desses. E você já tem 18, não é um problema. O corpo respira, o suor escorre livre… delícia.
- M-m-mas você é minha m-m-mãe!, gaguejou, a calça já marcando a rola dura, o tecido escurecendo de suor na virilha.
- E você é meu filho. Já te vi pelado um monte de vezes, … só não recentemente, respondi com tom de mãe mandona., Você pode tirar a sua também se quiser, Miguel. Mas se for tirar Anda logo, antes que a gente você acabe derretendo como eu aqui.
- Mas você tá de meia…
- É. E fiz isso pra você, sorri, chegando perto, beijando a bochecha suada dele., Igualzinho seu pai, você tem tesão por meia-calça, né? Mesmo com esse calor, eu sei que você curte sentir a seda na pele.
Puxei a camiseta dele pela cabeça. Ele tava tremendo, suor escorrendo pelo peito magro.
- A menos que você queira que eu tire as meias também,… você manda, meu amor.
- N-n-não! P-p-por favor, m-m-mantenha, pediu, voz falhando, corpo todo arrepiado apesar do calor.
- Seu desejo é uma ordem, provoquei, já abrindo o cinto dele, deixando claro meu jeitinho submisso.
Ele prendeu a respiração. Toquei de leve no pau por cima da cueca molhada de suor.
- Respira, meu bem… respira…
Desci a calça dele até o chão. A cueca branca apertada não segurava nada: a rola grossa tava quase rasgando o tecido, cabeça vermelha inchada aparecendo na borda, pré-gozo misturado com suor.
- Temos que comprar cueca melhor pra você, hein?, ri baixinho.
Ele só conseguiu acenar, sem voz.
- Meu Deus, Miguel… isso é por minha causa?, perguntei, passando a mão de leve na rola por cima da cueca úmida.
- Ai caralho…, gemeu ele, ficando ainda mais duro na hora.
Puxei a cueca pra baixo devagar. A rola saltou pra fora, uns vinte e poucos centímetros de pau grosso, veias pulsando, babando pré-gozo quente. Quase enfiei na boca ali mesmo, mas segurei. Queria deixar os dois loucos mais um pouquinho.
Terminei de tirar tudo dele, voltei pro balcão e continuei cortando os legumes da salada como se nada estivesse acontecendo. Ele ficou parado, pelado, pau apontando pro teto, suor escorrendo pelo abdômen.
- Pode servir um vinho gelado pra gente, meu amor? Pra refrescar.
- Vinho?, perguntou, surpreso.
- Hoje é dia de relaxar total com esse calor, filhão. Pode tomar um pouquinho, sorri, voz carregada de promessa., Vai ser uma noite daquelas.
Ele obedeceu, tremendo, enquanto eu tirava a lasanha do forno. Notei ele dando olhadas rápidas toda vez que eu virava de costas, bunda pelada rebolando, suor escorrendo pela fenda, buceta aparecendo entre as coxas quando eu me inclinava. Aproveitei cada chance pra mostrar mais: me abaixava pra pegar algo no armário de baixo, empinava a bunda, abria as pernas de leve deixando o cheiro de tesão e suor no ar.
- Senta aí, filhão, que a mamãe vai encher seu prato.
Ele sentou. Levei o prato dele, peguei o meu e, antes de sentar, tirei o avental devagar. Peitos grandes balançando livres, suados, bicos duros apontando pra ele, buceta lisinha brilhando de suor e mel. Sentei na frente dele como se fosse a coisa mais normal do mundo e comecei a comer.
- E aí, Miguel, rolou alguma coisa legal hoje?
Tentando fingir naturalidade, ele respondeu:
- Arrasei na prova de matematica.
- Excelente, meu amor. Você é um aluno perfeito… e sempre foi um filho perfeito.
- Ai mãe…, corou até a orelha, suor pingando do queixo.
- Sério. Metade dos jovens de hoje em dia tá bebendo, usando droga, reprovando e transando pra caralho… mas você é um menino bom, né?
- Sim… porque todo mundo acha que eu sou um nerdola, disse, sem se ofender, só constatando da idade dele.
- Bom, pelo mesmo raciocínio, o Elon Musk era nerdola também, rebati., A maioria dos “populares” do colégio acaba explodindo ali e depois vira ninguém na vida.
- Você era popular, ele apontou.
- Não sou mais?, fiz biquinho, me inclinando pra frente, peitos suados quase na mesa.
- V-v-você ainda é!, gaguejou, desesperado pra consertar., Só quis dizer que você é bem-sucedida mesmo tendo sido popular no colégio.
- Aaaah, valeu, gostoso, respondi quente, vendo ele corar mais ainda com o “gostoso”., Mas parte do meu sucesso é por causa da minha aparência… não da minha cabeça brilhante como a sua vai ser.
- Tomara, suspirou, sem muita convicção.
- E olha…, acelerei o flerte, assim que as meninas descobrirem essa rola grossa que você tem e começarem a fofocar, você vai ter que espantar elas com um taco.
- Mãe!, arfou, chocado.
- Já ouviu falar que “tamanho não importa”?
- Sim…?, respondeu desconfiado.
- Mentira do caralho. Isso é coisa que menina boazinha fala pra inflar o ego de macho inseguro com pintinho pequeno.
- Jesus, mãe!, exclamou, olhos arregalados, sem conseguir parar de olhar pros meus peitos balançando suados enquanto eu gesticulava.
- Confia em mim. … a do seu pai era a maior e a melhor. E a sua é ainda maior que a dele.
- Não acredito que você tá falando do meu penis…
- É rola, filhão. Uma rola grande… e, pelo jeito, ainda bem dura, sorri, levantando devagar., Grande…, contornei a mesa devagar, rebolando., Dura…, parei do lado dele., Rola.
Ele olhou pra cima, sem palavras. Em pé acima dele, peitos nus suados na altura do rosto dele, buceta pelada bem na frente dos olhos, cheiro de tesão misturado com suor tropical.
- Então… você gosta de historinhas eróticas, né, meu filho?
Ele tentou falar, mas coloquei o dedo nos lábios dele, peitos quase encostando na cara.
- E gosta especialmente de histórias de filho com mamãe, né?
Minha mão desceu e envolveu a rola dura, latejante, suada.
- E tem uma tara danada por meia-calça feminina também, né?, me inclinei pra trás, soltando a rola com relutância, e levantei o pé direito na cadeira ao lado da perna dele, abrindo a buceta bem na cara dele: lábios inchados, molhados de suor e mel, convidando., Gosta das minhas, Miguel?
Ele tava tão atordoado que mal falava.
- Eu… hum… eu… bem…
Peguei a mão dele e coloquei na minha coxa suada.
- Vai, filhão… sente a meia da mamãe. D
Ele obedeceu, mão tremendo, alisando a seda grudenta de suor como se fosse um tesouro.
Gemi baixinho:
- Mmmmm… que delícia sua mão na perna suada da mamãe, Miguel…
Depois tirei o pé da cadeira, empurrei o prato dele pro lado e pulei na mesa da cozinha bem na frente dele. Ele ficou hipnotizado enquanto eu levava os dois pés de meia até a rola dele. Envolvi o pau grosso com as solas dos pés suados, joelhos bem abertos, buceta escancarada na cara dele, mel escorrendo pelos lábios e pingando na mesa.
Comecei a punhetar devagar com os pés, subindo e descendo na rola babada e suada. Ele fechou os olhos, gemendo, deixando a fantasia virar realidade.
Em menos de um minuto, avisou rouco:
- Cuidado, mãe… vou gozar…
Ronronei como predadora:
- Então goza pra mamãe, bebê… goza tudo nas meias suadas da mamãe. Usei elas só pra você hoje… tudo hoje é só pra você.
No mesmo instante, jatos grossos de porra quente subiram pelo ar. A maior parte caiu nas minhas meias brancas, escorrendo pela seda grudenta de suor, pingando na mesa e no chão. Continuei a punheta com os pés até a última gota sair, espremendo devagar.
Perguntei, voz doce:
- Gostou, meu amor?
Ele abriu os olhos, me olhando direto.
- Isso… isso foi incrível, mãe.
- Me chama de mamãe, Miguel. Não é isso que você quer? Uma mamãe que te serve inteira?, levantei um pé até a boca, lambi a porra quente misturada com suor da sola da meia, olhando nos olhos dele.
Boca aberta de choque de novo.
- Caralho… que delícia você tem, filhão, sorri, trocando de pé e lambendo mais porra., Mas eu queria provar direto da fonte…
Desci da mesa, caí de joelhos na frente dele. Peguei a rola ainda dura na boca quente e suada.
- Ai porra…, gemeu ele na hora que engoli tudo, garganta apertando na cabeça inchada.
Fazia tempo que não chupava um pau como esse,, e agradeci pela recuperação rápida dele. A rola pulsava na minha boca, pronta pra mais, o gosto salgado de porra, suor e tesão enchendo minha língua.
Eu chupei na rola dele por uns dois minutos, sentindo cada veia pulsar na minha língua, o gosto salgado de porra misturado com suor enchendo minha boca. Tirei o pau da garganta com um estalo molhado e, com voz manhosa igual à Betty Boop, falei:
- Oooh, esqueci um pouquinho ali…
Pra dar a deixa pra ele assumir o controle de vez, me inclinei pro chão e lambi a porra que tinha pingado no piso frio da cozinha. (Só puta submissa lambe a porra do macho do chão, né? E eu tava adorando cada segundo.)
O Miguel finalmente sacou o jogo. Com uma confiança que eu só tinha ouvido uma vez, quando o peguei se punhetando fantasiando que eu chupava ele, falou calmo, mandão:
- Mãe, tem mais aqui na mesa da cozinha.
Um sorriso safado cruzou meus lábios com aquele tom dominante. Ainda de joelhos, me virei pra mesa e vi os fios brancos espalhados. Olhei pra ele com olhos arregalados, voz de vadia obediente:
- O Miguel quer que a mamãe limpe a porra dele?
- Sim, respondeu, ainda sem a agressividade que eu queria, mas já mandando.
Envolvi a rola dura de novo com a mão e falei, olhando nos olhos dele:
- A mamãe precisa de ordens, filhão. Por favor, fala pra mamãe o que você quer. Ela promete obedecer tudo direitinho, como uma boa mamãe… uma mamãe muito obediente… uma mamãe cade,j ba igual nas histórias que você adora.
Ele me encarou direto pela primeira vez naquela noite inteira, com todos os meus peitos suados, buceta melada e meias grudadas na pele, e mandou:
- Limpa minha porra, mamãe.
Obedeci na hora. Primeiro só com a língua, lambendo cada gota branca da mesa, sentindo o gosto quente e salgado na boca. Depois chupei o resto com os lábios, fazendo barulhinho de sucção. Virei pra ele, voz o mais submissa possível:
- Mmmmm… a mamãe fez direitinho?
Um sorriso finalmente surgiu no rosto dele. Ele tava entendendo tudo: o que tava rolando, o que eu tava oferecendo de bandeja. Ainda meio hesitante, perguntou, querendo uma confirmação final (sempre foi um menino certinho):
- Você tá mesmo se oferecendo pra ser minha cadelinha?
Olhei pra cima, de joelhos, posição de submissão total:
- Eu quero ser o que você quiser que eu seja, filhão.
- Sério?, perguntou, ainda achando que era sonho.
- Testa. Me dá uma ordem. Qualquer uma.
Ele parou, tipo quem ganhou três desejos de um gênio e precisava escolher o melhor. Depois mandou, com uma confiança meio tremida:
- Se masturba enquanto eu assisto.
Sem hesitar, ainda de joelhos, levei a mão esquerda pra buceta melada e comecei a me esfregar devagar, abrindo os lábios com os dedos, mostrando o clitóris inchado pra ele.
Ele ficou olhando da cadeira, sentindo o poder novo. Eu gemi alto, aquele tesão negado por anos, a obediência finalmente acontecendo, me deixava louca. Mal deu tempo e perguntei, voz trêmula:
- A mamãe pode gozar, filhão? Ou o meninão tem outro plano pra mamãe?
Ele ainda tava processando que aquilo não era sonho. Eu continuei me dedando, olhando pra ele como cachorrinha perdida pedindo direção, eu precisava de um macho dominante, e ele precisava de uma mulher pra dominar… e aprender a dominar.
Meus gemidos tavam crescendo:
- Por favor, fala o que você quer, filho… a buceta da mamãe tá encharcada pra caralho, não aguento mais segurar…
A última barreira dele desmoronou. Vi quando ele levantou, me puxou pela cintura e me jogou de costas na mesa da cozinha. Sem dizer nada, enterrou a cara na minha buceta quente, mel escorrendo pelas coxas.
Gemi alto enquanto meu filhão inexperiente lambia meus lábios pegajosos. Era a primeira vez dele, então tava meio desajeitado, língua pra todo lado, áspero demais. Precisei guiar:
- Isso, bebê… que delícia… agora abre os lábios da mamãe com a língua.
Ele obedeceu. E sozinho diminuiu o ritmo, lambendo devagar, explorando. Por uns minutos ficou ali, chupando os lábios da buceta, me deixando louca de tesão teaser.
Gemi:
- Essa é a primeira vez que você chupa buceta, bebê?
Ele acenou com a cabeça, sem tirar a boca da minha xota, viciado no gosto doce e salgado que todo macho que já provei elogiava, e duas minas da faculdade também.
- Você é natural, meu amor, ronronei., Quer ajudar a mamãe a gozar?
- Quero…, murmurou, língua grudada na minha carne.
- Chupa o clitóris da mamãe na boca, bebê…o.
Ele obedeceu. No segundo que sugou meu clitóris inchado entre os lábios apertados, eu gritei:
- Ai caralho, filho! Agora lambe o clitóris da mamãe, chupa forte, faz a mamãe gozar!
Ele aumentou a pressão. Meus gritos tavam ecoando na cozinha. O orgasmo subia inevitável.
- Ai Deus, filho… faz da mamãe sua cadelinha… me faz gozar e eu sou sua incondicionalmente, bebê. É isso que você quer? fazer da Sua própria mamãe sua cadelinha!
Sem aviso, ele enfiou dois dedos fundo na minha buceta. Como se já soubesse o caminho, curvou os dedos e acertou meu ponto G na primeira tentativa. No toque, eu uivei, pernas enrijecendo.
A mistura da buceta sendo "catucada", a submissão que eu negava há anos e o tabu do incesto que eu tava cometendo de livre vontade me transformaram numa poça de tesão em segundos. Fiquei balbuciando como adolescente vadia:
- Ai porra, Miguel, você pegou a mamãe… pegou a mamãe… caralho, caralho, sim Miguel, uh, ah, uuuuuuuuh, fodeeee, a mamãe tá gozando filhããão, não paraaaa!!!
Gritei, agarrando a cabeça dele com as duas mãos, empurrando mais contra minha buceta explodindo. Foi o gozo mais forte da minha vida: pernas tremendo, dedos do pé encolhidos, buceta jorrando mel quente, mente em branco de prazer puro. Senti o que era o céu: um segundo de aceitação total do que eu tinha feito… e do que eu ia fazer de novo e de novo.
Quando o orgasmo finalmente acalmou, cada cantinho da buceta lambido e dedado, implorei com os dedos dele ainda dentro de mim e a boca grudada no clitóris sensível:
- Para agora, bebê… a mamãe precisa mijar urgente.
Quando ele tirou os dedos, senti um vazio absurdo. Me apoiei na mesa pra descer, aquela mesa que eu nunca mais ia olhar sem lembrar o dia que minha vida mudou de vez, mas as pernas tavam moles de gelatina. Tropecei e caí de cara no colo dele, a rola dura quase furando meu olho.
Segurei o pau latejante e prometi, voz rouca:
- Já volto pra cuidar disso aqui, filhão. Prometo.