Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 6

Voltei uns minutinhos depois, e o pau do Miguel tava lá, duro que nem pedra, pronto pra mais ação. Sorri, fingindo ser toda mansa e docinha mesmo pelada, suada e com as meias grudadas nas coxas:

- Sentiu minha falta, filhão?

Ele assumiu o controle como eu queria, voz firme:

- Vamo pro seu quarto.

Fiz graça, voz manhosa:

- E o que será que você quer fazer lá, hein?

A resposta dele acendeu de novo o fogo que mal tinha apagado depois do meu gozo:

- Vou te foder, mãe.

- Ai meu Deus, fingi choque, mas por dentro tava pegando fogo.

Tentando ser mandão (ainda precisava treinar, porque soou mais como pedido que ordem), ele falou:

- Levanta essa bunda e vai pro quarto, mamãe.

- Sim, senhor, respondi, indo na frente dele, rebolando forte, bundona balançando pra ele, provocação eterna.

Chegando no quarto, caminhei devagar até a cama e perguntei:

- É aqui que você me quer, filhão?

A confiança dele crescendo, me surpreendeu apontando pro chão bem na frente dele e mandando, com tom de irritado, usando meu nome completo como eu fazia quando ele tava de castigo:

- Vem cá agora mesmo com essa bunda.

Fiquei chocada e impressionada. Corri até ele.

Mãos nos meus ombros, me guiou devagar mas firme pro chão, de joelhos. Sorriso convencido, expressão que eu nunca tinha visto na cara dele, falou usando o termo das fantasias dele:

- Imagino que uma mamãe cadela safada como você, saiba exatamente o que fazer com isso aqui.

Estendi a mão pra rola deliciosa dele, entrei no modo MILF sedutora e sorri:

- Na verdade, consigo pensar em várias coisas que eu queria fazer com essa rola.

- Tipo o quê?, perguntou, querendo saber até onde eu ia na safadeza.

Olhando direto nos olhos dele da minha posição submissa, abri o jogo todo, oferecendo quatro opções de bandeja:

- Bom… eu podia te dar outra massagem com os pés de meia até essa rola grossa gozar tudo nas meias da mamãe… ou… podia chupar essa rola gostosa na boca da mamãe até você encher minha garganta de porra quentinha… ou… você podia enfiar essa rola enorme na buceta pegando fogo da mamãe até gozar lá dentro… ou… podia mandar a mamãe de quatro como um bichinho de estimação, sua própria Mamãe Pet, e me comer de cachorrinho enfiando essa rola brava no meu cuzinho.

Os olhos dele se arregalaram ouvindo as opções. Ficou mudo um segundo, depois saiu um gemido baixinho:

- Ai caralho, mãe…

A rola implorando atenção, perguntei com olhos famintos:

- O que você quer que a mamãe faça por você, bebê? Ou melhor: o que quer que a mamãe faça primeiro?

Ele agarrou minha cabeça com as duas mãos, dedos se enfiando nos meus cabelos suados, e guiou minha boca direto pra rola latejante. Abri os lábios devagar, sentindo o cheiro forte de porra fresca misturado com suor e o calor do corpo dele subindo até meu nariz. Engoli o pau inteiro de uma vez, a cabeça grossa batendo no fundo da garganta, esticando minha boca até os cantos arderem de leve. O gosto salgado explodiu na língua, porra antiga, pré-gozo novo, pele quente e salgada , e eu gemi baixo no pau dele, o som vibrando direto na carne dura.

Comecei devagar, com calma, deixando a língua rodopiar em volta da cabeça inchada como se fosse lambendo um sorvete derretendo no calor. Cada volta da língua fazia a rola pulsar mais forte na minha boca, veias grossas latejando contra meu céu da boca. Saliva escorria pelos cantos dos meus lábios, pingando no queixo, no colo suado dos meus peitos, deixando tudo brilhando e pegajoso. O pai dele sempre dizia que nada no mundo batia uma chupada lenta e rodopiante da esposa vadia dele, ele gozava só de sentir a língua dançando devagar, enrolando na glande, chupando a fenda como se quisesse sugar a alma dele. Eu tinha orgulho disso, das minhas boquetes que faziam homem perder o juízo, e agora tava mostrando pro meu filhão exatamente o mesmo truque.

Mantive o ritmo lento, torturante, sentindo cada detalhe: a textura aveludada da pele esticada, o cheiro forte de macho jovem subindo do saco pesado que batia de leve no meu queixo a cada chupada, o calor pulsando na minha língua como se o pau tivesse vida própria. Ele gemia rouco, baixo no começo, depois mais alto, as coxas tremendo de leve contra minhas bochechas. Eu lia os sinais como livro aberto: respiração acelerando, abdômen contraindo, as bolas subindo devagar, apertadas, cheias de porra pronta pra explodir. A rola pulsava mais forte na minha boca, grossa, inchada, babando mais pré-gozo que escorria pela minha garganta.

Aí decidi matar: parei o rodopio preguiçoso e comecei a bombear de verdade. Cabeça indo e voltando rápido, garganta abrindo pra engolir tudo, saliva fazendo barulho molhado de chupada safada , como puta de pornô que não quer deixar nada escapar. Os gemidos dele viraram grunhidos, mãos apertando minha cabeça com mais força, guiando o ritmo, fodendo minha boca devagar no começo, depois mais rápido. O pau batia no fundo da garganta a cada estocada, fazendo meus olhos lacrimejarem, nariz escorrendo, mas eu não parava, chupava mais forte, língua pressionando a veia principal por baixo, sugando a cabeça como se quisesse arrancar a porra dele na marra.

- Porra, mãe… tô quase…, avisou, voz rouca, pernas tremendo forte agora.

Eu gemi alto no pau dele, vibrando tudo, e acelerei mais, cabeça subindo e descendo num ritmo frenético, saliva voando, peitos balançando suados, buceta latejando vazia entre as coxas enquanto eu me entregava inteira praquele momento. O cheiro dele suor, porra, tesão puro, enchia meu nariz, minha boca, minha cabeça toda. Eu queria aquilo: sentir meu filhão gozar na minha garganta, me usar como a mamãe-puta que ele sempre fantasiou.

- Vou gozar…

Tirei a rola da boca, dando a deixa pra ele mandar:

- Quer que a mamãe engula sua porra, filho?

- Pra caralho, gemeu, frustrado com a parada.

- Só fala o que fazer, Miguel. Sou sua pra usar como quiser, sorri., Se preferir, pode gozar na cara da mamãe.

Ele me surpreendeu: agarrou minha cabeça e enfiou a rola de volta na boca. Dessa vez não fui eu que bombeei, foi ele. Segurou minha nuca e fodeu minha boca, metendo fundo na garganta. Grunhiu, recuperando o ritmo:

- Engole tudo, cadela… engole cada gota.

Segundos depois, jatos quentes bateram no fundo da minha garganta. Ele continuou metendo devagar até eu saborear cada gotinha daquela porra viciante.

Quando tirou, pediu desculpa:

- Desculpa, mãe… eu… me empolguei.

Ainda de joelhos, respondi sincera:

- Miguel, nunca precisa pedir desculpa pra mim, bebê. Quando seu pai era vivo, ele mandava no quarto e eu era a esposa obediente. Até descobrir sua fantasia de me comer, meu lado submisso tava morto há anos. Mas quando te peguei na minha cama se punhetando, gemendo meu nome e gozando… tudo voltou com força.

- Você me viu?, perguntou, surpreso.

Levantei, joelhos doendo, impressionada que a rola ainda tava dura:

- Vi. E desde aquele dia não consigo parar de pensar nessa rola grossa., Segurei o pau inchado., Nessa rola deliciosa do caralho.

- Ai porra, mãe, foi tudo que o gênio da família conseguiu dizer, meu poder sexual ainda o dominando.

- Tá duro ainda… e agora? Quer foder a mamãe?

- Quero, gemeu.

- Por favor, assume o comando e fala tudo que quer… tudo, implorei., Miguel, eu não sou só um pouquinho submissa. Sou submissa de verdade, igual nas histórias que você lê. No quarto, é isso que eu sou. Sou toda sua pra usar como quiser., Me inclinei e chupei um mamilo dele., Quando quiser., Fui pro outro., Como quiser. Mas sei que você é novinho nisso e eu não, então pode pedir conselho ou dica quando quiser., Cheguei perto pra beijar, não como mãe e filho, mas como amantes. Parei os lábios a centímetros dos dele:, Eu te amo, Miguel. Sempre te amei como filho… e agora te amo como meu Mestre. Se for do agrado do Mestre, deixa a mamãe tirar sua virgindade.

Nossos lábios se tocaram. Línguas se enrolaram, explorando. Minutos depois, suados, mãos se tocando por todo lado, ele passou um braço nos meus ombros e outro atrás dos joelhos, me ergueu no colo e me levou pra cama… igual marido na noite de núpcias.

Chegando na cama, não me deitou com carinho: me jogou no colchão e abriu minhas pernas com força, ficando entre elas. Determinação nos movimentos, tentando ser o macho que eu precisava. Perguntou:

- A mamãe quer a rola do filho?

Esfregou a cabeça da rola nos lábios melados da minha buceta. Gemi:

- Ai Deus, sim… por favor, fode a mamãe.

Sorriu de leve, batendo a cabeça no clitóris:

- Uma boa cadela implora melhor que isso.

Enrolei as pernas de meia em volta dele, puxando pra dentro, e implorei de verdade:

- Por favoooor, fode sua Mamãe Cadelinha, filho! Enfia essa rola enorme na buceta molhada da mamãe! Me arromba com força!

A rola deslizou fácil pro inferno quente. Gemi alto na penetração:

- Ai sim, filho… obrigada, bebê… agora enche a buceta da mamãe até o talo com essa rola.

Devagar, os vinte e poucos centímetros me preencheram. Vi na cara dele o espanto: perdendo a virgindade pra própria mãe, a mulher que ele desejava há anos. Quando entrou tudo, parou, curtindo a buceta apertada envolvendo o pau inteiro. Começou devagar, fazendo amor. Beijamos. Mistura estranha de dominação e romantismo, mas erótica pra caralho, aumentando a intimidade. Mãos dele apertando meus peitos grandes enquanto acelerava aos poucos. Parou o beijo e desceu pros peitos, beijando, chupando, mordiscando cada pedacinho, mantendo o ritmo constante na rola.

Foram mais de quinze minutos de céu antes dele, sem aviso, sair de mim e me virar de lado. Enquanto se reposicionava, provoquei:

- Vai tentar o outro buraquinho agora, bebê?

- Shhh, mandou, enfiando de novo na buceta., Ainda não terminei com esse aqui.

- Todos são seus, bebê, gemi.


Dessa vez não foi amorzinho: foi foda bruta, animal. O braço direito dele me envolveu por trás como se fosse me prender, mão grande apertando meu peito esquerdo com força, dedos cravando na carne suada, usando o mamilo duro como alavanca pra se firmar enquanto metia. Cada estocada fazia meu corpo inteiro balançar pra frente, bunda empinada batendo contra a virilha dele com tapas molhados e altos, o som ecoando no quarto quente junto com o cheiro forte de sexo: suor escorrendo pelas costas dele, misturado com o mel grosso que escorria da minha buceta e pingava pelas coxas, deixando as meias brancas grudadas na pele como segunda pele encharcada.

Eu tava fervendo em segundos. A rola grossa entrava até o talo, abrindo caminho com pressão, esticando as paredes internas da buceta que pulsavam em volta dele, apertando involuntariamente a cada saída, como se quisesse sugar ele de volta pra dentro. O atrito era delicioso e dolorido ao mesmo tempo, a cabeça inchada roçando no ponto G a cada fundo, enviando choques elétricos que subiam pela espinha e faziam meus dedos do pé se encolherem dentro das meias. Meu clitóris latejava exposto, e eu sentia o saco pesado dele batendo contra meus lábios inchados, molhados, quentes.

Minha boca entrou na jogada, voz rouca, entrecortada pelos gemidos:

- Mais forte, bebê… fode sua Mamãe cadelinha com força, caralho! Me arromba inteira!

Ele obedeceu na hora. As estocadas viraram metidas brutas, profundas, sem dó. A rola ia até o fundo e saía quase toda, só pra voltar com violência, esticando minha buceta até o limite, fazendo os lábios se abrirem e fecharem em volta da grossura veiada. Eu sentia cada veia pulsando dentro de mim, cada batida do coração dele ecoando no meu corpo. O suor escorria da testa dele e pingava nas minhas costas, misturando com o meu, quente e salgado. O cheiro subia forte: buceta melada, porra antiga misturada com nova, suor tropical, sexo puro.

- Tá gostando, caderlinha?, perguntou, voz grave, rouca de tesão, enquanto apertava mais o peito, beliscando o mamilo entre polegar e indicador.

- Ai sim, bebê… tô amando pra caralho… essa rola tá me destruindo gostoso… promete que vai me foder de novo e de novo? Que vai me usar todo dia, toda hora?

A confiança dele crescia a cada gemido meu. Ele acelerou o ritmo, quadril batendo na minha bunda com força, fazendo a carne tremer, ondular.

- Fica tranquila, vadia… tenho planos definidos pra você. Vou te foder em todo canto dessa casa, em toda posição… você vai ser minha puta particular.

- Tem meeeesmo?, gemi deliciada, a promessa me deixando ainda mais quente, buceta contraindo forte em volta da rola, mel escorrendo mais, pingando no lençol.

Ele fodeu mais forte, mais rápido, sem piedade. As pernas dele começaram a enrijecer contra as minhas coxas, músculos travando, respiração virando grunhidos curtos e desesperados. Eu sabia: tava chegando. Diferente das outras duas gozadas, quando avisou educadinho antes de jorrar nos meus pés e na minha boca , dessa vez ele anunciou com voz de macho dono:

- Vou gozar dentro de você, Cadela… vou encher minha puta de porra quente… te marcar por dentro.

A confiança dele me levou junto. Meu gozo tava ali, subindo como onda, buceta inchada pulsando, clitóris latejando louco, paredes internas se contraindo em espasmos.

- Ai sim, bebê… enche a mamãe de porra! Me enche de leite quente! Faz da mamãe seu depósito de porra, vai… me marca, filhão!

- Aaaaaah, caralhhhoooo!, grunhiu alto, corpo inteiro tremendo, e senti os jatos grossos e quentes explodindo dentro de mim. Um, dois, três… porra grossa batendo forte nas paredes da buceta, enchendo cada cantinho, escorrendo pra fora misturada com meu mel, pingando pelas coxas, molhando as meias já encharcadas. O calor da gozada dele disparou meu orgasmo na hora.

- Fodeeee, a mamãe tá gozando também, bebê! Caralho, tô gozando na sua rola… tá me enchendo toda… Aaaaahhh, puta que pariuuu, siiiim caralhooo!

Meu corpo inteiro convulsionou. Pernas tremendo, buceta apertando a rola dele em espasmos violentos, jorrando mel quente que escorria pelo pau dele, pelo saco, pingando no colchão. Gritei alto, agarrando o lençol, unhas cravando no tecido, enquanto ondas de prazer subiam pela espinha, explodiam no cérebro, faziam meus dedos do pé encolherem dentro das meias suadas. O orgasmo durou segundos eternos, cada jato de porra dele prolongando o meu, até que eu tava babando, gemendo rouca, corpo mole de tanto prazer.

Ele continuou metendo devagar, espremendo as últimas gotas dentro de mim, rola ainda pulsando, buceta escorrendo porra e mel misturados, cheiro de sexo pesado enchendo o quarto inteiro.

De repente saiu, me virou de barriga pra cima e enfiou a rola brilhando de mel e porra na minha boca. Posição estranha, mas bombeei o quanto pude, desesperada pra provar obediência total pro meu filho, meu novo Mestre.

Finalmente tirou e caiu do meu lado, suor pingando da testa. Ficamos em silêncio um tempão, curtindo o afterglow das últimas duas horas.

Por fim, rolei pro lado e falei:

- Miguel, isso foi incrível.

Ele virou pra mim também:

- Ainda não acredito.

- No quê?, sorri., Que você acabou de foder sua mãe?

- Em tudo: que você me viu me punhetando, que você é submissa, tudo que a gente fez, respondeu, sobrecarregado.

Perguntei:

- Não tá arrependido, né?

- Deus me livre, disse., Só não acredito na sorte que eu tenho.

- Eu que sou a sortuda, falei, mão acariciando o peito dele., É como ter seu pai de volta.

- Ai mãe… fantasiei com você a vida inteira. Ainda lembro a primeira punheta que bati, tentando imaginar você pelada. Mas nunca pensei que podia virar realidade.

- Foi tão bom quanto nas fantasias?

- Melhor.

- Melhor que as histórias?

Minha mão desceu devagar pro pau semi-duro. Olhei: tava voltando a crescer.

- Não preciso mais daquelas histórias, mãe. A gente acabou de viver a nossa.

Ri baixinho:

- Verdade., Olhei a rola endurecendo de novo., Você é insaciável, meu amor.

Ele deu de ombros:

- Meu recorde é nove.

- Nove o quê?

- Gozei nove vezes num dia só.

Mão já na rola quase dura de novo, provoquei:

- Não sei se aguento nove, bebê… mas pelo menos mais uma eu dou. E ainda tenho um buraco sobrando pra você encher.

- Tem certeza, mãe?

- Nunca tive tanta certeza na vida, Mestre, respondi, reforçando a submissão.


FIM


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Comentários


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dompt Comentou em 01/03/2026

Adorei esta sua saga de seis contos. Muito bem escritos, bem ligados, o que proporciona uma leitura agradável, provocando bastante tesão. Parabéns




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 6

Codigo do conto:
255818

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

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