CuiDANDO do pai - 4



Fiquei desconcertada com o que tinha acontecido, ainda não conseguia concebera ideia que ele teria ficado daquele jeito por causa de mim.
Tentei imaginar mil desculpas para que o corpo dele tenha agido daquela maneira, mas nada fazia sentido.

Ao mesmo tempo também tinha que lidar com a minha reação ao acontecido, estava impressionada com o tamanho do pau dele e a imagem daquele pau endurecido, balançando, pendendo para o lado direito, de glande rosada não saia da minha cabeça.

Enfim, fui dormir com a cena na cabeça, acordei com as luzes do raiar do dia entrando na casa pela frecha da janela. Me pus de pé e comecei a procurar minha vestimenta para o trabalho.

Joguei uma blusa azul que tinha um leve decote nos seios e uma calça jeans azul na cama e fui saindo do quarto rumo ao banheiro.Antes passei no quarto onde meu pai repousava, abrir a porta que estava apenas encostada e vi ele deitado de barriga para cima, sem blusa,apenas o velho shortinho azul dele.

A sua respiração pausada vinha acompanhada de um ronco forte que impressionantemente não lhe acordava.

Vendo que ele estava bem, fui fazer algo para comer e terminar de me arrumar. Antes de sair, fui até o quarto dele novamente, deixei anotado em um papel
sobre a escrivaninha que tinha deixado algo para ele comer quando acordasse e que ele não esquecesse de tomar os remédios conforme as anotações que deixei preso a geladeira.

Durante minha jornada no trabalho, constantemente eu era assombrada pelo episódio da noite anterior. O filme que se repetia na minha mente começou a me
deixar enojada, sentia que ficar relembrando a cena não era certo.

Para piorar eu tentava fingir que aquilo não tinha me afetado de alguma forma, porém eu comecei a ficar desconfortável, sem graça ao lado do meu pai.

Comecei a pensar que já estava passando da hora de deixá-lo em outro lugar aos cuidados de uma outra pessoa. Por mais que me doesse, Alberto tinha razão,
era melhor ele ficar em outro lugar até para evitar episódios com os que eu experimentei.

Passei a semana entrando em contato com alguns lugares, deixei tudo anotado na minha caderneta. Já tinha o lugar de minha preferência, só me restava
coragem para fazer o que tinha que ser feito.

Era noite, vestina uma camisola rosa de tecido fino, assistia tv em silêncio calada, comia a última refeição antes de dormir, quando meu pai apareceu arrastando
os chinelos pela casa.
Ele sentou do meu lado no sofá, não falou nada e nem eu. Ficamos assim por alguns minutos até ele dizer:

“Você anda tão séria minha filha, aconteceu alguma coisa!?”

“Séria!!?

“Sim, anda tão calada”

“É só a questão entre eu e o Alberto, o estress do trabalho”

“Ah então é isso, você sabe que pode falar comigo né!?”

Soltei um sorriso de canto de boca

“Sim pai, eu sei”

Então ele esticou o braço, fez passar por trás de mim e puxou de encontro a ele. Em seguida deu um beijo na minha cabeça, que se encontrava encostada no
peito dele.

“O senhor tem tomado os remédios direitinho!?”

“Claro, seguir tudo conforme você me orientou”
“Fico feliz pai.         Quero ver o senhor bem”

“A sua ideia do alarme ajuda muito também”

“Que bom”

“Espero que esse abraço que estou lhe dando seja suficiente para lhe agradecer”

Levantei a cabeça, olhei para aqueles olhos azuis que já não tinha mais o brilho da juventude, toquei o rosto dele e toda aquela barba branca cheia e senti
meus olhos começarem a ficar úmidos.

Enquanto ele tenta me colocar para cima, estou planejando em segredo colocá-lo para fora aos cuidados de estranhos.

“O que você tem minha filha, seus olhos se encheu de lágrimas”

“Nada pai, só fica um pouquinho aqui comigo”

“É claro minha filha”

Apertei a cintura dele, dando-lhe um abraço forte, afundei minha cabeça no peito dele e me concentrei para guardar o cheiro dele na minha memoria.

Ficamos assim por um tempo, até ele me dizer que queria dormir. Ele saiu e eu fiquei assistindo tv.


Acabei me entretendo com a novela Pantanal e depois com o filme king cobra da tela de sucessos.

A luz da sala já estava apagada há muito tempo, só a luz da televisão iluminava o ambiente.Tinha pego uma manta roxa onde me enrolei, quando a cena do
filme mostrava um homem velho sentado no sofá d asala

A camera mostrava apenas ele. Silencio. A musica de suspense aumentando. De repente a cobra surgiu atrás do homem, que a percebe pelo reflexo da
televisão.

No mesmo instante, senti uma mão tocar meu ombro.

Eu dei um pulo no sofá acompanhado de um grito:

“AAAH”

Virei rapido e vi meu pai parado atrás de mim. Apenas de cueca preta slip. Cabelos despenteados. Com expressão de quem tinha acabado de acordar e eu com
a mão no peito, sentindo meu coração tentar escapar pela boca

“Pai não faz isso de novo”

“Desculpa, não imaginei que vocÊ estivesse tão distraída a ponto de não me notar chegando”

“É que eu estava concentrada no filme”

“Que filme é!?”

“É king cobra!”

“Ah eu sei qual é, assisti muito”

“ E o que o senhor ta fazendo acordado!?”

“Deu sede”

Ele saiu e foi em direção a cozinha.

Agora recuperada do susto, fiquei olhando ele naquela vestimenta intima e buscando palavra para sensura-lo de andar pela casa daquela forma

Ele voltou e sentou ao meu lado

“Ah pelo que me lembro ainda ta na metade do filme.Posso assistir com você!?”

Balancei a cabeça positivamente sem conseguir não olhar para sua cueca volumosa.

“Só não me conta o final”

“Você nunca viu esse filme mesmo!?”

“Não”

Continuamos assistindo o filme em silêncio, os personagens continuavam a caça da cobra gigante.

“Não acredito,o velhinho vai morrer!!?

Meu pai ria

“você gostou mesmo dele né”

“Não tem como não gostar do senhor Miyagi.

No filme uma mulher aparece para socorrer o velhinho

“Moça de coragem!!” disse meu pai

“verdade, pra encarar uma cobra desse tamanho”

“Você teria coragem minha filha!?

“Não sei pai, talvez uma que não fosse tão grande, sim rsrs”

Olhei instintivamente de lado na direção do pau dele, ele me olhou de volta, claramente tinha percebido.

Imediatamente eu corei, fiquei vermelha que nem pimentão.

Enquanto ele deu uma leve risada

Olhei pra ele desconfiada

“O que foi!!? perguntei

“Nada, é só que eu acho que esse seu olhar entregou algo”

“Como assim!!? o que o senhor tá querendo dizer

“Minha filha, somos dois adultos aqui. Não precisamos ficar sem jeito um com o outro. Você já me viu nu algumas vezes e tenho certeza que ficou difícil em não
notar determinadas coisas”

“É o senhor tem razão.Me desculpa,eu não queria que isso chegasse a ser notado. Mas como o senhor falou, determinadas coisas não tem como não ser
notada, ainda mais quando são grandes, ai nossa tou morta de vergonha pai

Ele começou a gargalhar, de um jeito que ha muito tempo eu não via

“O senhor ainda rir!?”

“Desculpa,minha filha. Mas modéstia à parte é grande mesmo

“grande!? pai, seu pau é enorme, deve ter feito muita alegria das moças por ai

“Sim, na verdade ainda consigo fazer, isso não mudou”

Novamente voltei a corar.

“É, eu não dúvido”

Por alguns instantes ficamos nos olhando, nenhuma palavra foi dita, apenas os olhos falavam.

O filme terminou, e cada um foi para o seu quarto.

Mais uma noite eu passava olhando para o teto e algo em mim dizia para eu resolver o mais rapido possivel toda essa situação e foi o que fiz.

Na semana seguinte, entrei em contato com uma moça que iria ficar cuidando do meu pai e deixei tudo acertado com ela. Também deixei tudo acertado com o
rapaz que era dono de um pequeno kitnet onde iria alugar para meu pai.

Mas antes que eu pudesse explicar meus motivos, eis que meu pai aparece no meu quarto com a minha caderneta em mãos

“Quando você ia me falar !?“

“Hoje mesmo eu ia conversar com o senhor sobre isso”

“Entendi, então é assim. Vai me jogar em um lugar qualquer”

“Pai, não diga isso. Eu não vou jogar o senhor em um ligar qualquer. Eu pesquisei bastante, tanto o lugar quanto a pessoa que vai ficar responsável pelo senhor”

“Eu achei que você gostava da minha presença aqui, mas pelo jeito me enganei, eu sou um peso pra você”

“É claro que não pai, eu gosto de cuidar do senhor, gosto de conversar com o senhor, gosto de..”

“Então o que é minha filha!?”

“É que…”

No mesmo instante emudeci, não conseguia por em palavras o que eu temia que acontecesse.

E eu não conseguia pois considerava abjeta a minha inclinação.

Ele saiu do meu quarto e eu fiquei sentada na cama que nem uma estatua.

Pouco depois escuto barulho vindo do outro comodo, levanto e vou até lá

Encontro meu pai trazendo sua mala

“Que isso pai onde o senhor vai!?

“Vou embora, não é o que você quer!?”

“Não precisa ser assim”


“Não se preocupe em me deixar. sei o endereço e vou pedir um taxi, só preciso da chave da casa”

“Pai, não faz assim. A moça só vai ta lá hoje

“Liga pra ela a avisa que estou indo hoje”

Ele estava irredutível, dei as chaves da residência para ele e ele saiu.

A porta da minha casa se fechou


CONTINUA.....


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Ficha do conto

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Nome do conto:
CuiDANDO do pai - 4

Codigo do conto:
265449

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/06/2026

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