CuiDANDO do pai - 5



Não sabia o que fazer, como agir, meu pai partiu magoado comigo e eu fiquei muito mal com isso.

Sentada na sala, olhava a casa em silêncio, algumas horas depois liguei para a Charlene, a moça que tinha contratado pra ficar com meu pai.

Ela me respondeu dizendo que estava tudo bem, que ele tinha chegado bem.

Eu agradeci por ela ter sido tão compreensiva, já que não tínhamos combinado dela começar naquele dia.

Desliguei e voltei a minha realidade, sozinha sem marido e pai, ambos magoados comigo, sem querer falar e trocar sequer algumas palavras.

Minha rotina não parava de mudar, a última foi a partida do meu pai.

A “folga” que eu ganhei por não ter mais preocupações com horários de remédios, não me faziam sentir melhor.

Eu gostava de conversar com ele, de passar o tempo jogando dama, mesmo que eu perdesse na grande maioria das vezes.

Passados duas semanas, Charlene me liga ao final da tarde.

“Dona Patricia, um dos remedios do seu pai acabou”

“Tudo bem, eu vou comprar”

“Se a senhora quiser, eu mesmo posso ir”

“Agradeço Charlene. Mas eu mesmo vou comprar e passar ai depois do trabalho

“Tudo bem dona Patricia, tchau”

“Charlene!!”

“Oi!!?”

“Por favor, não avise que irei. Pois se meu pai souber ele não vai me receber e quero conversar com ele”

“Tudo bem, não contarei nada”

“Obrigada!”

E assim eu fiz, sair do trabalho, passei numa farmácia comprei o remédio que ele necessitava e me desloquei até a casa dele.

Eu tinha feito uma copia da chave, então entrei sem a necessidade de chama-lo para abrir a porta.

Encontrei a casa com todas as luzes apagadas, Charlene já tinha cumprido o horário dela e não se encontrava.

Fui adentrando mais a fundo pela casa, deixei minha bolsa sobre a cadeira.

“Pai!!!”

chamei por ele, uma, duas vezes enquanto caminhava em direção ao quarto

Cheguei até o quarto e dei duas batidinhas na porta

“Pai!!? A senhora ta ai!!?”

“Patricia!!!?

Empurrei a porta e encontrei ele deitado de lado na cama, com um travesseiro entre as pernas.

“Como você entrou aqui”

“eu tenho uma copia da chave”

“E o que voce ta fazendo aqui!!?

“Vim deixar seu remedio”

“A Charlene não falou nada sobre isso”

“Sim, eu pedi que ela guardasse segredo”

“Por que!!?”

“O senhor me receberia se soubesse que eu vinha!?

‘Não!”

“Então, por isso não avisei que vinha”

“Bom, então basta deixar o remedio ali” ele apontando para um movel no canto da parede

Caminhei até o local indicado e deixei o remedio lá

Me virei indo na direção da cama.

“Mas eu não vim só para deixar o remédio para o senhor”

“E venho pra que!?

“vim para conversar com o senhor”

“Não temos nada para conversar”

“Temos sim pai, pode dar um pouco de espaço pra eu sentar!?”

Ele resmungou, mas afastou o suficiente pra eu sentar na cama ao lado dele

“Eu quero que o senhor saiba que não foi fácil tomar essa decisão”

“Você poderia ao menos ter me falado”

“Eu sei, eu não consegui.”

Ele estendeu as mãos tocando nas minhas

“O que você quer me contar filha!?”

“Pai, lembra da nossa última conversa, quando travei no momento que ia dizer algo!?”

“Sim lembro, o que tem!?”

“Naquele momento, na verdade agora também eu não consigo falar isso em voz alta”

O olhar dele entregava que ele não fazia ideia do que estava por vim

“Na verdade, eu mandei o senhor pra cá, porque queria evitar que certa coisa pudesse acontecer”

“E o que seria!?”

“Por favor, me promete que não vai me julgar

Ele apertou forte minha mão

“Pode dizer, eu prometo

“eu desejo o senhor”

Ele levantou ficando sentado na minha frente

“Desde quando você sente essas coisas por mim!!?”

“Não sei exatamente, mas não faz tanto tempo!?”

“Então era por isso que você ficava tão desconfortável”

“Sim. Pai, eu vi algo e quero que o senhor seja sincera assim como eu estou sendo com o'senhor

“O oque foi!?”

“No dia que o senhor caiu no banheiro, depois que leh deixei no quarto”

“o que tem!!?

“Quando eu ia saindo, acabei vendo o senhor excitado. Aquilo foi por minha causa!?”

“Eu..

ele respirou fundo

“Me desculpa filha. A verdade é que eu estou muito , muito tempo sozinho e ve uma mulher como voce semi nua na minha frente foi demais para mim

“Ta tudo bem, o senhor é homem, eu devia ter andando de roupas menos curtas”

“Voce não tem que pedir desculpas nenhuma, voce estava na sua casa, eu que era o “invasor”

Balancei a cabeça assentindo, então ele para minha supresa ele continuou

“Eu confesso que ouvir voce dizer que sente desejos por mim me deixou contente,porque eu imaginei comendo voces algumas vezes”

“Pai!!?”

“voce não imaginou!? nenhuma vez!?”

Minha garganta secou, ele podia ver nos meus olhos que a respota era “sim”

“Pela sua cara voce imaginou.Já esta mais que claro que nós nos desejamos agora a questão é, você quer fazer isso!?”

“Pai, eu não acredito que o senhor esteja cogitado esse absurdo!?”

“E por que não!? somos adultos, queremos bem um ao outro

“Pq somos pai e filha, isso é depravado, nojeto”

“Eu sou nojento pra você!?”

“Claro que não!”

“Eu não vou te forçar a nada. Nunca. Mas se você quiser..."

“Pai, isso é loucura

“"Eu não sou só seu pai, Patrícia. Sou também um homem.

Ele soltou minhas mãos e tocou o meu rosto, o polegar acariciando a linha do maxilar

Eu tremia de nervosa, meu corpo clamava por sexo há meses. E agora, ali, diante de mim, havia um homem disposto. Um homem que me conhecia, que me
amava, que me desejava.

"Eu..." eu não conseguia formar palavras.

"Shhh." ele aproximou o rosto. "Não precisa falar. Só diga se posso."

E então seus lábios tocaram o meu. Um beijo leve. Esperando permissão.

E eu, contra toda a lógica, contra toda a moralidade, não me afastou.

O beijo durou mais do que eu poderia suportar. Os lábios do dele eram macios, experientes, movendo-se sobre os meus com uma calma que só vinha com a
idade. A língua dele tocou a minha, úmida e quente, e por um momento terrível, eu correspondi. Meu corpo inclinou-se para a frente, buscando mais contato,
mais calor, mais daquele sabor estranho e proibido.

Então a realidade me atingiu como água gelada.

Me afastei bruscamente, a mão indo aos lábios como se quisesse apagar o que acabara de acontecer. Meu coração batia tão forte que podia ouvir nos ouvidos,
um tambor ensurdecedor de culpa e pânico.

"Pai, eu não posso," disse, a voz tremendo. "Nós não podemos. Isso é..."

Ele observava com aqueles olhos azuis, calmo como um lago. Não havia arrependimento nele, nem vergonha. Apenas uma aceitação tranquilizadora que a
perturbava ainda mais.

"Eu sei, filha. Eu sei."

"Isso está errado." dando mais um passo para trás, em direção à porta. "Nós somos... o senhor é meu pai. Por amor de Deus."

"Eu sei o que somos, Patrícia. E sei o que estamos sentindo." Ele não se moveu, permanecendo onde estava

“Pai, é melhor eu ir”

“Tudo bem”

Fui embora assustada com o que tinha me acontecido, quando cheguei em casa o susto aumentou.

Enquanto tomava banho, sentia meu corpo quente, pegando fogo E entre as coxas, uma umidade que me envergonhava profundamente.

Como posso estar molhada?, pensei, horrorizada. Acabo de ser beijada pelo meu próprio pai e meu corpo está respondendo como se...

Fui para a cama, deitei sobre o lençol sem conseguir dormir. O silêncio da casa a pressionava por todos os lados.

Minha mão desceu, quase por vontade própria, tocando o tecido da camisola, depois a pele por baixo. Ela estava encharcada. Meus dedos roçaram os lábios
inchados da buceta e tive que morder o lábio para não gemer.

Meú Deus, o que está acontecendo comigo?

Eu não toquei naquela noite. Não permiti que meu corpo tivesse aquele alívio, não depois do que acontecera. Mas quando finalmente adormeceu, meus sonhos
foram invadidos por imagens que a fizeram acordar ofegante mais de uma vez.

A manhã chegou cinzenta e lenta. Patrícia preparou o café mecanicamente, os movimentos automáticos de quem não dormiu o suficiente.

Passei dias tentando esquecer o que tinha acontecido naquela noite, o trabalho ajudoua me distrair mas bastou um telefonema no final do dia para tudo mudar

“Como assim Charlene!?” Tudo bem, estou indo

Sai do trabalho mais cedo, aproveitando que tinha horas extras.

Quando cheguei na casa, Charlene me recebeu

“Cade ele Charlene!?

“Dona Patricia, se acalme ele esta bem”

“Como assim, na ligação voce disse que ele estava passando mal!?

“Ele que me pediu que eu disesse isso. Bem, eu vou indo, ele disse que voces precisam ter uma conversa.tchau”

Fiquei sem reação, me despedi de Charlene enquanto meu pai surgia na sala

“ai pai, que susto o senhor me deu!”

“Desculpa te assustar minha filha, mas não tinha outro jeito de fazer voce vim aqui”

Baixei a cabeça num misto de alivio e tensão


“Eu sei que as coisas ficaram meio estranhas entre nós”

“Sim era mais simples quando eu perdia para o senhor no baralho rsrs”


“Verdade!! rsrs

Corri até ele dando-lhe um abraço forte

“Que bom que o senhor ta bem!”

“E que bom que você tá aqui minha filha, sentir tantas saudades de voces

“Eu também sinto muita a falta do senhor”

De repente não era mais só o abraço, ele me dava um beijo no rosto e repetia

“Que saudades que estava sentindo”

“Aah sim pai, muitas saudades”

Comecei a apertar as coisas nuas dele,e beijar o ombro dele.

“Eu te quero tanto minha filha”

As mãos dele que estavam nas minhas costas entravam por debaixo da minha blusa preto encostando no meu sutiã

Pai," disse, e minha voz saiu rouca, "eu não aguento mais."

“Preciso do senhor."

"Você tem certeza?"

"Sim" "Tenho certeza."

"Vem minha filha," ele disse, a voz grave e tranquila. "Vem que papai vai lhe dar pau. O pau que você deseja."

Caminhamos em direção à cama, cada passo uma decisão que não podia ser desfeita. O chão frio sob seus pés descalços parecia ancorá-la à realidade,
lembrando-a de que aquele momento era verdadeiro, tangível, e não mais um fruto de sua imaginação perturbada.

Me inclinou sobre o colchão, permitindo que os braços dele me envolvessem. O corpo dele era quente.E quando ele a puxou para mais perto, pude sentir —
rígido e grosso contra minha coxa — o pau que tinha visto no banho.

Ele me abraçou com força. Não era um abraço sexual, não ainda. Era o abraço de um pai que consolava sua filha, que a protegia do mundo. Suas mãos
grandes percorreram as minhas costas, acariciando-me as costas nuas

A tensão acumulada por semanas, por meses sem toque, sem carinho, sem ser desejada, finalmente encontrou uma saída

Me ajeitei melhor no abraço, o rosto encontrando o peito dele. A pele era, marcada pelo tempo, com algumas manchas da idade. Eu podia ouvir o coração bater
— mais lento que o meu, mais estável. O cheiro dele era uma mistura de sabonete barato e algo que era puramente meu pai. Um cheiro que ela conhecia desde
a infância, mas que agora significava algo completamente diferente.

"Me olha, filha," ele pediu.

Ergui a cabeça. Os olhos azuis encontraram os meus castanhos. E o que eu vi lá não era apenas desejo. Era carinho. Era amor. O mesmo amor de sempre,
mas transformado, expandido para incluir algo novo.

"Eu te desejo tanto sabia!?," ele disse, a voz pausada e sincera. "Mas eu também te amo. Como pai e como homem. Os dois sentimentos moram aqui." Ele
tocou o próprio peito. "Não são separados. São um só."

sabia que aquilo era errado segundo as convenções da sociedade. Sabia que se alguém descobrisse, seriam destruídos. Mas naquele momento, naquele quarto
escuro nada disso parecia importar.

"Eu também te amo, pai,”

"Sempre vou amar o senhor e nunca deixaria o senhor sem cuidados."

"Eu sei." Ele sorriu, aquele sorriso cansado e gentil. "

“Eu sempre soube que você nunca me abandonaria e vou sempre estar aqui pra você."

A mão dele subiu, acariciando o rosto dela. O polegar traçou a linha do maxilar, depois desceu até o lábio inferior. Patrícia estremeceu.

"Posso te beijar?" Ele perguntou.

Ela assentiu.

O beijo começou devagar. Ele tocou os meus lábios com os deles, apenas um roçar suave. Seus lábios eram secos e mornos, e ele sabia exatamente como
movê-los. A experiência de décadas se fazia presente em cada movimento.

Abri a boca. A língua dele deslizou para dentro, encontrando a dela. O beijo se aprofundou, ficando mais úmido e intenso. As línguas se entrelaçavam,
explorando, provando.

Gemi baixinho.

Ele me puxou para cima de seu corpo. Meus seios espremeu contra a pele dele Senti o pau dele, agora completamente duro, pressionando contra a minha
barriga. Era grosso e quente, pulsando de vida.

"Pai..." sussurrei contra os lábios dele.

“Que foi!!?

“Me come!!”

“Vem!! Deixa eu te fazer sentir o meu cacete."

Estava nua sobre o corpo do meu pai Os seios pequenos, os mamilos rosados e endurecidos, pressionavam contra o peito dele. A barriga lisa subia e descia
com a respiração acelerada. E entre as pernas, a buceta com seus pelos aparados em um formato de bigodinho estava encharcada, os lábios inchados de
excitação.

Ele me olhou.

"Linda," ele disse, a voz carregada de admiração. "Minha filha é linda."

Ele tocou um seio, a mão grande e calejada envolvendo a carne macia. Arquejar o corpo. O polegar dele encontrou o mamilo, fazendo círculos lentos ao redor
da areola antes de pinçar o bico endurecido.

"Ah, pai..que tesão."

"Isso, filha. Deixa eu ouvir."

Ele continuou a massagear o seio enquanto a boca dele descia para o meu pescoço. Beijou a pele clara, deixando uma trilha úmida até o ombro. Estremeci.
Ninguém me tocava assim há muito tempo.

A mão livre dele desceu pelo meu corpo, percorrendo a curva da cintura, a linha do quadril, até encontrar a umidade entre minhas pernas.

"Mas que buceta linda," ele murmurou contra o meu pescoço. "Molhada pra mim."

Os dedos dele exploraram os lábios vaginais. Eram grossos e espalmados, acostumados com trabalho manual, mas surpreendentemente gentis. Ele traçou a
fenda de baixo para cima, recolhendo a lubrificação que escorria da entrada.

enterrei o rosto no ombro dele, gemendo.

"Você gosta?" Ele perguntou.

"Sim, pai. Gosto muito."

"Então vamos fazer você gostar mais."

Ele introduziu um dedo. A entrada cedeu com facilidade, anos de masturbação mantendo o canal elástico, mas a carência de um pau real tinha deixado
apertada. O dedo dele entrou até a segunda articulação, sentindo as paredes internas se contraírem.

"Ah, meu Deus...que delicia"

Um segundo dedo se juntou ao primeiro. Ele começou a bombear com mais força, os dedos curvados para encontrar aquele ponto especial na parede frontal.
Eu arquei as costas, os seios saltando com o movimento.

"Por favor, pai... por favor..."

"O que você quer, filha? Diz pra mim."

"Quero... quero sentir o senhor dentro. Quero o seu pau."

Ele sorriu contra o meu pescoço. Ele me beijou mais uma vez, um beijo longo e profundo, enquanto os dedos continuavam a trabalhar na minha buceta. A palma
da mão dele pressionava o clitóris, fornecendo um atrito extra que me fazia contorcer.

"Vem então," ele disse finalmente, retirando os dedos. "Vem sentar no papai."

Ele se posicionou melhor na cama, as costas apoiadas nos travesseiros. O pau dele agora estava completamente ereto, erguido contra a barriga. Era
impressionante para um homem de qualquer idade — grosso como uma latinha de refrigerante, com veias proeminentes correndo pelo comprimento. A cabeça
era larga e arredondada, brilhando com o líquido pré-ejaculatório.

Me posicionou sobre ele. As pernas dobradas de cada lado dos quadris do meu pai, a buceta pairando sobre a ponta do pau. Eu lhe segurei com uma mão,
sentindo o peso, a textura da pele macia sobre a dureza interna.

Eu baixei os quadris. A cabeça do pau tocou a entrada da minha boceta, separando os lábios inchados. Pressionei para baixo, sentindo a ponta grossa começar
a penetrar

"Ah... é grande..."

"Fica relaxada, filha. Deixa entrar."

Respirou fundo e deixei o peso do corpo fazer o trabalho. A cabeça do pau passou pelo anel vaginal, esticando-o deliciosamente. Eu parei por um momento, me
acostumando com a sensação de plenitude. Depois, continuou a descer.

Pouco a pouco, o pau do dele foi entrando na minha boceta. Cada centímetro era uma nova descoberta, uma nova sensação. Meu pai gemia baixo, as mãos
segurando os meus quadris com força controlada.

"Que buceta gostosa," ele disse. "Aperta tão bem."

Quando eu finalmente me sentei completamente sobre ele, o pau estava enterrado até a base. Eu podia sentir as bolas dele contra minhas nádegas, o pelo
pubiano raspado roçando contra sua pele sensível. Fiquei parada por um momento, saboreando a sensação.

Estava completa. Pela primeira vez em meses, não havia vazio dentro de mim.

"Me beija, pai," pedi

Ele ergueu o torso, envolvendo-a com os braços. Seus lábios encontraram os meus em um beijo profundo e terno. Enquanto se beijavam, eu comecei a me
mover.

O movimento foi pequeno no início, apenas um roçar de quadris. Mas logo eu encontrei um ritmo, subindo e descendo sobre o pau dele. A sensação era
indescritível — o atrito daquele membro grosso contra as paredes internas, o preenchimento completo, a pressão contra o clitóris a cada descida.

"Isso, filha... cavalga no papai..."

"Ah, pai... fode..."

Comecei a acelerar o ritmo. Os seios pequenos saltavam com o movimento, e eu prendia o lábio inferior entre os dentes para não gritar alto demais.

Meu pai segurava meus quadris, guiando o movimento. Os polegares dele pressionavam os ossos do quadril, ajudando-a a manter o ritmo.

"Você é linda assim," ele disse, observando-me.

"Toda molhada de tesão no pau do papai."

Aquelas palavras me fizeram ficar ainda mais excitada. Eu sabia que era errado, que era proibido, mas isso só aumentava a minha excitação. A transgressão se
somava ao prazer físico, criando uma mistura potente.

"Pai... eu vou gozar..."

"Vem então. Goza no pau do papai."

Aumentei a velocidade, bombeando com força. O pau entrava e saía com sons obscenos de carne batendo contra carne e o barulho úmido da penetração. Eu
sentia o orgasmo se aproximando como uma onda.

"Ah, meu Deus... PAI!"

O orgasmo me atingiu com força. Eu arquei as costas, todo o corpo tenso, enquanto ondas de prazer a percorriam. A buceta se contraiu ao redor do pau dele,
pulsando em espasmos incontroláveis.

Ele me segurou com força durante o orgasmo, deixando eu me recuperar. Quando os espasmos diminuíram, ele me virou com cuidado, colocando-a de quatro
na cama.

"Agora deixa eu fazer o trabalho," ele disse.

Eu obedeci, os cotovelos apoiados no colchão, o traseiro empinado para o ar. Meu pai se posicionou atrás de mim, o pau ainda duro e brilhante com os fluidos
da minha boceta. Ele alinhou a ponta com a entrada e deslizou para dentro com um único movimento suave.

"Ah, pai..."

"Você aguenta mais um pouco?" Ele perguntou. "Quero gozar dentro de você."

"Sim, pai. Pode gozar. Eu quero sentir."

Ele começou a bombear. O ritmo era diferente do meu— mais lento, mais profundos, cada estocada levando o pau até a base. As bolas dele batiam contra o
clitíris a cada investida, enviando faíscas de prazer pelo meu corpo.

"Que bunda gostosa," ele gemeu, apalpando as minhas nádegas brancas. "Minha filha tem uma bunda perfeita."

"É toda sua, pai. Só sua."

Aquelas palavras parecerem acender algo em no meu pai. Ele aumentou o ritmo, as estocadas ficando mais rápidas e profundas. O som de carne contra carne
ecoava pelo quarto.

"Patrícia... filha... eu vou..."

"Vem, pai. Goza dentro de mim."

Com um gemido profundo, Ele enterrou o pau até a base e segurou. Eu pude sentir o membro pulsando dentro da minha boceta, liberando jatos quentes de
porra. A sensação era estranha e maravilhosa — o líquido quente preenchendo-a ainda mais.

Quando ele finalmente terminou, caiu ao lado na cama. Ambos estavam ofegantes, os corpos cobertos de suor. Eu senti a porra dele escorrendo de minha
buceta, uma prova tangível do que tinham feito.

Nenhum dos dois falou por um momento.
Ele me puxou para perto, envolvendo-a com os braços. Eu aninhou-me contra o peito dele, a cabeça encontrando o lugar perfeito no oco do ombro dele.

"Eu sempre vou cuidar do senhor, pai," ela disse, a voz baixa mas firme. "Sempre. Não importa o que aconteça."

"E eu sempre vou tá aqui pra você, filha. Sempre que precisar."

Ergui a cabeça para olhá-lo.

"Eu não quero que isso seja só uma noite."

"Não vai ser." Ele acariciou o meu cabelo. "Enquanto você quiser, eu tô aqui."

"Eu quero que o senhor fique comigo. Pra sempre."

Ele sorriu, aquele sorriso de sabedoria que só a idade traz.

"Você tem certeza? Isso muda tudo."

"Eu sei." respirei fundo.

Ele me beijou na testa.

"Então tá decidido.

Ficamos em silêncio por um tempo, apenas aproveitando a presença um do outro.

"Amanhã eu vou dispensar a Charlene e você volta comigo para casa”

“Ta certo” ele respondeu

Adormeci ao lado dele,quando acordei senti o peso do corpo dele sobe o meu

“Meu Deus, que horas são!?”

Meu pai sussuruou algo inaudível

“Levantei, e fui até o armário atras de uma toalha. Encontrei a toalha vermelha que ele usava e fui saindo do quarto ara tomar banho, quando dou de cara com
Charlene

“Dona Patricia!?”

“Charlene!!?

“A senhora dormiu aqui!!?

“É, sim, sim. Meu pai acabou passando mal de verdade e acabei ficando”

Ela me olhou da cabeças aos pés antes de sair para cozinha.

Terimei de tomar banho me arrumei e falei para Charlene que já não precisava mais do trabalho dela.

No final do dia peguei meu pai e fomos para minha casa. No caminho conversamos sobre o o que tinha acontecido mais cedo

“Você acha que ela desconfiou de algo!?” perguntou meu pai

“Não sei espero que não, mas fico pensando como vai ser daqui pra frente

"Normal," ele respondeu. "Pro mundo lá fora, somos pai e filha. Moramos juntos porque você cuida de mim na minha velhice. Ninguém precisa saber o que
acontece quando a porta se fecha.”

Mais tarde, ainda naquele dia, fodiamos novamente

O pau dele, duro, pressionava contra a minha bunda peguei o pau dele guiando para dentro da minha boceta.
Ele abria minha bunda, socava fundo, minha boceta queimava enquanto eu gemia que nem uma cadela.
“Isso, mete, mete!!!”

Ele gemia, suava, podia sentir a mão dele quente todos os dedos da mão dele apalpando minha bunda

Dessa vez, ele tirou da minha boceta e jorrou seu leite na minha boca, segurava as bolas dele enquanto lambia o restante do leite que escorria pelo seu pau.


Foto 1 do Conto erotico: CuiDANDO do pai - 5

Foto 2 do Conto erotico: CuiDANDO do pai - 5


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Ficha do conto

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Nome do conto:
CuiDANDO do pai - 5

Codigo do conto:
265455

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
2