Minhas putarias tomaram um outro rumo quando me mudei para fazer faculdade.
Onde estudava era uma santa, mas a noite e procurando alunos de outras faculdades vizinhas...criei uma lenda, da diaba pelada.
Ouvindo colegas e fofocas, descobria grupos para minhas orgias.
Eu descobri que um grupo de nerds da faculdade se reunia à noite no meio do mato, longe de tudo, para jogar RPG fantasiados. Eles escolhiam aquele lugar isolado justamente para não serem ridicularizados. Eram cinco: todos magros, pálidos, de óculos, cabelos mal cortados e postura encurvada. O tipo de cara que nunca tinha beijado direito e tremia só de falar com uma mulher.
Eram os alvos perfeitos, só precisei descobrir o dia, local e horário.
Naquela noite eu me preparei com calma. Procurei um local perto do ponto de encontro deles, um pequeno clareira escondida entre as árvores, onde a escuridão já era quase total. Ali, longe de qualquer olhar, tirei toda a roupa. A camiseta, o sutiã, a calça, a calcinha… fui me despindo devagar, sentindo o ar frio da noite tocar minha pele nua. Meus seios pesados ficaram livres, os mamilos já duros. A bunda empinada arrepiou com o vento.
Com eles queria uma brincadeira diferente, queria traumatiza-los, fazerem crer que era realmente um ser do inferno.
Abri o potinho da tinta corporal vermelha e comecei a passar com a esponja. Primeiro as pernas, subindo devagar pelas coxas, depois a barriga, os seios (demorando nos mamilos), os braços, o pescoço e por fim as costas o máximo que consegui alcançar. Queria ficar completamente vermelha. A escuridão ajudava: quanto menos luz, mais real e sobrenatural eu pareceria. Quando terminei, minha pele inteira brilhava num vermelho intenso sob a luz fraca da lua. Coloquei apenas a máscara preta que cobria os olhos e respirei fundo. O nervosismo existia, mas o tesão era muito maior. Eu estava molhada só de imaginar a cara deles.
Saí de entre as árvores completamente nua e vermelha. Eles estavam no meio de uma sessão, sentados em círculo com lanternas e dados, vestindo capas e armaduras de papelão.
Era engraçado ver todos aqueles homens, adultos com aquelas vestimentas.
Quando me viram, o silêncio foi instantâneo. Um deixou o dado cair da mão. Outro engasgou tão forte que começou a tossir. Os óculos de um terceiro escorregaram do nariz.
Achei que os olhos deles iriam sair das orbitas.
— Boa noite, mortalzinhos… — falei com a voz rouca e provocativa, andando devagar em direção a eles. Meus seios vermelhos balançavam a cada passo. — Vocês sabem quem eu sou?
Um deles engasgou e apontou com o dedo trêmulo:
— A… a Diaba Pelada…
— Isso mesmo — sorri, parando bem na frente do grupo.
— A lendária. A real. E eu resolvi aparecer justamente para vocês.
— Ela...ela....ela é uma diaba de verdade. Disse um dos nerds quase desmaiando.
Aproximei as mãos dos meus seios pesados e vermelhos, apertando-os na frente deles, torcendo os mamilos.
— O que acham de verem uma diaba peladinha de verdade? Gostam do que estão vendo? Esses peitos vermelhos… essa bucetinha já molhada…
Virei de costas lentamente, empinando a bunda redonda e abrindo um pouco as pernas, mostrando a buceta brilhando de tesão.
— E essa bundinha? Vocês conseguiriam resistir a uma diaba assim? Podem até tocar se tiverem coragem…
Eles estavam paralisados. Um engoliu em seco tão alto que deu para ouvir. Outro apertava as mãos nos próprios joelhos com força, os óculos embaçados. Todos acreditavam de verdade que eu era um ser demoníaco. O cheiro de medo e excitação misturados no ar me deixava ainda mais molhada.
Eu me virei de frente novamente e me agachei um pouco, ainda segurando os seios.
— Você...senhora diaba, vai nos possuir?
Não consegui segurar o riso. Na verdade minha risada os deixou muito assustados, mas aproveitei para explorar a ideia.
— Em vez de eu possuir vocês… que tal vocês possuírem o corpo desta diaba? Quem tem coragem de enfiar o pau numa entidade de verdade?
Ninguém respondeu. Então eu me ajoelhei bem no meio deles e puxei o mais próximo pela capa.
— Se quiserem voltar para suas casas, irão fazer tudo o que eu mandar.
Comecei a encarar um por um. Todos mexiam a cabeça concordando comigo.
— Você. Tira esse pau pra fora. Agora.
Com as mãos trêmulas ele obedeceu. O pau era fino e já completamente duro. Eu enfiei ele na boca sem cerimônia e comecei a chupar fundo, olhando para os outros enquanto fazia isso. A saliva escorria pelo queixo vermelho.
— Olha só… — falei com a boca cheia, a voz abafada.
— Uma diaba de verdade chupando o pau de um nerd. Vocês vão ficar só olhando? Tira esses paus. Quero ver.
Um por um eles foram tirando. Eram todos magros, pálidos, com paus de tamanhos diferentes, mas todos duros de nervoso e tesão. Eu continuei chupando o primeiro enquanto batia punheta nos outros dois com as mãos. Os seios vermelhos balançavam a cada movimento. A tinta já começava a transferir um pouco para as mãos e as coxas deles.
— Fala pra mim… — provoquei entre uma chupada e outra, puxando o pau da boca com um fio de saliva.
— O que é melhor? Jogar de herói ou foder uma diaba de verdade? Responde.
— F-foder a diaba… — gaguejou um.
Eu ri e enfiei o pau de outro na boca, chupando mais fundo, fazendo barulho molhado. Com a mão livre alcancei o quinto e comecei a masturbá-lo também.
— Olha como eu fico de quatro… — eu falava, empinando a bunda enquanto continuava chupando.
— Vocês querem enfiar nesse cuzinho vermelho de diaba? Ou preferem a bucetinha quente?
Aos poucos fui deixando eles mais ousados. Um enfiou a mão nos meus seios e apertou, sujando os dedos de tinta vermelha. Outro segurou meu cabelo com força. Eu incentivava cada movimento, gemia alto e rebolava.
— Isso… puxa meu cabelo. Usa a diaba. Ela gosta.
Em pouco tempo eu estava de quatro no chão de terra, com um pau na boca, outro na mão e um terceiro tentando enfiar na buceta. Quando ele conseguiu entrar, eu gritei de prazer, o som ecoando entre as árvores.
— Mais fundo… fode a diaba… — eu gemia, empurrando a bunda para trás.
Eles se revezavam. Um gozava na minha boca e outro já tomava o lugar. A tinta vermelha ia se espalhando nos corpos magros e pálidos deles. Eu chupava, masturbava, rebolava e provocava sem parar.
— Vocês estão fodendo uma lenda… — eu falava ofegante, com porra escorrendo pelo queixo.
— E a lenda está adorando cada segundo.
Naquela noite, no meio do mato, a Diaba Pelada fez os nerds mais frágeis da faculdade gozarem várias vezes na sua boca, nos seios e dentro da buceta, enquanto continuava perguntando, rindo e se exibindo:
— Então… ainda acham que eu sou só uma lenda?
Eles não responderam.
Mandei eles ficarem de joelhos rezando até o dia clarear, senão o castigo dos seus cairia neles por terem feito aquele ato com uma entidade do mau.
Sai ouvindo eles rezando o pai nosso.
Eu ria muito enquanto voltava para as minhas coisas e passava a toalha removendo pelo menos a tinta das mãos e rosto.
Estava extasiada com a faculdade e aquele universo, onde podia ser a puta mais suja.
O meu único medo era um dia deixar de ser Sabrina e virar totalmente a Diaba Pelada.




