Ana estava de quatro na cama, a bunda enorme erguida, as coxas grossas abertas, os seios pesados pendurados e balançando. Ele estava atrás, as mãos grandes apertando e abrindo as nádegas carnudas, observando a boceta já molhada e o cu apertado. — Porra, olha essa bunda… essas coxas… essas tetas. Você é uma cavalona safada pra caralho. Nasceu pra ser comida. Ela empurrou a bunda para trás, gemendo baixo. — Porra… continua falando assim… Ele deu um tapa forte na carne, fazendo tudo tremer. — Então escuta o que eu quero de verdade. Quero te ver fodendo com dois. Eu e mais um. Quero te ver engolindo dois paus ao mesmo tempo, levando porra dos dois, sendo aberta nos dois buracos. Essa bunda grande batendo, essas tetas balançando, essas coxas tremendo enquanto a gente te usa. Você topa? Ana olhou por cima do ombro, o rosto já quente. — Dois…? Caralho… — Isso. Dois machos te comendo. Um metendo nessa boceta gulosa enquanto o outro enfia no seu cu. Ou os dois na sua boca, te fazendo engolir tudo. Você toda suja, porra escorrendo dessa bunda, pingando nessas tetas. Fala, puta. Vai aceitar? Ela hesitou só um instante, a boceta contraíndo. — Eu… tenho um pouco de medo de não aguentar… Ele riu, enfiou dois dedos nela de uma vez e masturbou com força. — Medo? Essa boceta molhada tá me contando outra história. Você adora ser usada. Imagina: eu te segurando enquanto o outro mete nessa bunda enorme. Você gemendo alto, pedindo pra gozar dentro, pedindo pra te encherem. Suas tetas balançando, sua bunda toda marcada. Vai ser uma putaria gostosa pra caralho. Ana arquejou, empurrando os quadris contra os dedos. — Se você quiser… eu faço. Quero ser usada. Quero me sujar com dois. — Fala direito então. Fala o que você quer de verdade. — Quero foder com dois… quero engolir dois paus… quero levar porra nos dois buracos… quero essa bunda grande toda marcada, essas tetas sujas… quero ser a puta dos dois… Ele tirou os dedos, enfiou o pau de uma vez e começou a meter com força, as mãos apertando a carne farta. — Isso. Agora escuta a parte boa. O segundo cara… eu quero que seja o seu irmão. Ana travou. O corpo inteiro rígido por um segundo. — O quê…? Ele continuou metendo, a voz baixa e suja colada no ouvido dela. — Isso mesmo. Seu irmão. Quero ver você fodendo com ele e comigo ao mesmo tempo. Quero te ver engolindo o pau do seu próprio irmão enquanto eu meto nessa boceta. Ou os dois te abrindo juntos. Quero ver essa cavalona sendo comida pelo irmão e pelo namorado. Putaria proibida. Você topa? Ana ficou em silêncio por alguns segundos, só ofegando, o pau dele ainda enterrado fundo. Depois a boceta apertou forte em volta dele. A voz saiu rouca, baixa, quase sem acreditar no que estava falando: — Porra… meu irmão…? Ela empurrou a bunda para trás, aceitando a estocada mais profunda. — Caralho… isso é doentio… é proibido pra porra… Ele segurou os quadris dela com força. — E aí? Vai fugir ou vai confessar que a ideia te deixou mais molhada? Ana mordeu o lábio, o rosto queimando. A resposta saiu num gemido sujo, quase vergonhoso: — Me deixou… porra, me deixou. Eu… eu toparia. Quero ver a cara dele me comendo. Quero os dois me usando. Meu irmão e você… me fodendo juntos. Me sujando. Me tratando como a puta da família. Ele riu baixo, metendo mais fundo ainda. — Boa puta. Então a gente vai fazer. Logo você vai sentir o pau do seu irmão te abrindo enquanto eu gozo dentro de você. E você vai agradecer com a boca cheia. Ana gemeu alto, a bunda tremendo, completamente entregue à ideia proibida. — Porra… sim… faz isso… me usa com ele… Pronto. Diálogo mais natural, sem tratamentos artificiais, e com a revelação e a reação de Ana no final. Caso queira ajustar a reação dela, continuar a cena ou aprofundar qualquer trecho, é só dizer.
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