Andreia fechou a porta do quarto com o mesmo cuidado de sempre. Os três filhos já dormiam. A casa estava em silêncio. Ela se deitou de costas, pernas ligeiramente abertas sob o lençol fino, e deixou a mão descer lentamente até o meio das coxas. A calcinha já estava úmida. Sempre ficava assim depois que a solidão apertava. Viúva havia anos, evangélica praticante, mulher de postura reta e olhar sereno nas reuniões da igreja. Ninguém desconfiava. Ninguém sabia que, todas as noites, a buceta dela latejava como se ainda estivesse sendo usada. O marido ainda habitava suas memórias da pior e da melhor forma possível: o jeito bruto com que a fodia, o barulho molhado das bolas batendo contra a pele, a força com que a segurava pelos cabelos enquanto a comia de quatro no chão da sala. Ela gozava lembrando. E gozava com vergonha. Mas a vergonha nunca impediu o desejo. Naquela noite a fantasia veio mais suja. Andreia fechou os olhos e viu o pastor. Aquele homem de voz grave que pregava sobre pureza enquanto ela, sentada no banco, apertava as pernas com força. Quantas vezes imaginou ajoelhar diante dele no gabinete da igreja, abrir o zíper da calça social e engolir aquele pau até a garganta doer. Quantas vezes se masturbou pensando nele a empurrando contra a mesa, levantando o vestido longo e enfiando tudo de uma vez, sem carinho, como se ela fosse apenas um buraco quente e faminto. — Me come… — murmurou baixinho, dois dedos já enterrados na buceta escorregadia. — Me come igual ele fazia. O marido apareceu na memória. O corpo suado por cima do dela, o pau grosso saindo e entrando com violência, o barulho obsceno de pele molhada. Andreia abriu mais as pernas e acelerou os dedos. Queria sentir de novo aquela sensação de ser montada como égua. Queria as pernas bambas, a buceta latejando, o cu sendo invadido por um dedo enquanto o pau a esticava por completo. Queria engolir até as bolas e engasgar de propósito. A fantasia se expandiu e ficou bem mais pervertida. Agora não era só o pastor. O filho mais velho entrou na cena com força total. Andreia se viu de quatro no meio da sala, a casa inteira vazia. O pastor atrás dela, segurando seus seios com mãos grossas, enfiando o pau fundo e batendo as bolas com violência contra a buceta molhada. Na frente, o filho mais velho — corpo forte, olhar faminto — segurava a cabeça da mãe pelos cabelos e enfiava o pau grosso na boca dela até a garganta. Ela engasgava, babava, mas não pedia para parar. O filho puxava o cabelo com força, fodia a boca dela com vontade de animal, enquanto o pastor a arrebentava por trás, gemendo baixo e chamando-a de vadia santa. Andreia gemeu contra o travesseiro. Imaginou os dois se revezando. O filho mais velho saindo da boca dela todo babado e indo direto para a buceta, empurrando fundo de uma vez só, enquanto o pastor enfiava os dedos no cu dela e depois o pau. Ela sendo usada pelos dois ao mesmo tempo: um por cima, outro por baixo, pau na boca e pau na buceta, mãos puxando seu cabelo, palmadas na bunda, xingamentos sujos. O filho mais velho a montava como égua, suando por cima dela, batendo as bolas com força, enquanto o pastor segurava a cabeça dela e a fazia engolir até o fundo. Ela queria ouvir o barulho. Queria o som molhado de dois homens a fodendo sem descanso. Queria gozar com o rosto esmagado no colchão e o cu arrombado pelo filho. Os dedos já não bastavam. Andreia virou de bruços, empinou a bunda e enfiou três dedos de uma vez, gemendo alto demais para uma mulher que durante o dia fingia santidade. A buceta engolia os dedos com avidez. Ela pensou no marido novamente: o jeito como o pau dele saía todo babado e voltava com mais força, o dedo no cu dela enquanto a comia, o suor pingando nas suas costas. Lembrava de ficar de pernas abertas na varanda de dia, com medo e tesão misturados, sendo fodida onde qualquer vizinho podia ver. — Sou uma vadia… — sussurrou, a voz embargada de prazer. — Uma vadia de igreja com a buceta sempre molhada… me fode, filho… me fode junto com o pastor… A fantasia ficou ainda mais suja. Agora ela se via no escritório do pastor, ajoelhada debaixo da mesa, chupando em silêncio enquanto o filho mais velho a comia por trás, segurando seus quadris com força. Ou no ônibus, espremida no fundo, com a mão do filho dentro da calcinha e o pastor enfiando dois dedos no cu. Queria ser usada em qualquer lugar. No chão da cozinha. Na escada. De cabeça para baixo, sendo chupada pelo filho até tremer enquanto o pastor a fodia. Queria um pau roliço e grosso que doísse um pouco ao entrar. Queria sentir as bolas baterem com força. Queria gozar tanto que as pernas falhassem. Andreia se virou de novo, abriu as pernas o máximo que conseguiu e esfregou o clitóris com o polegar enquanto os dedos continuavam a foder a buceta. A imagem final foi a mais pervertida: ela de quatro na cama, o pastor atrás arrebentando a buceta, o filho mais velho na frente forçando a boca dela até as bolas. Os dois gemendo, os dois metendo com vontade de animal, o filho puxando o cabelo da mãe e cuspindo na boca dela enquanto o pastor a enchia de porra. Ela gozaria gritando, sem se importar se alguém ouvisse. Goaria como a égua safada que sempre foi por dentro. O orgasmo veio forte. Andreia tremeu, a buceta se contraindo violentamente em torno dos dedos, o líquido escorrendo pela mão. Ficou ofegante por longos segundos, o corpo ainda pulsando. Depois retirou os dedos, olhou para eles brilhantes de tesão e os levou à boca, chupando o próprio gosto sem pudor. Amanhã ela acordaria cedo, prepararia o café dos filhos, iria à igreja com o vestido comprido e o olhar sereno. Ninguém saberia. Ninguém precisava saber. Mas naquela cama, naquela noite, Andreia ainda era a viúva fogosa que precisava ser fodida até não conseguir mais andar — pelo pastor e, principalmente, pelo filho mais velho. E o desejo, sujo e insistente, já começava a crescer de novo entre suas pernas.
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