Minha mãe tinha 47 anos. O corpo ainda era firme, seios pesados e naturais, cintura definida e uma bunda larga, carnuda, que sempre chamava atenção. Ninguém imaginava o que ela escondia por baixo daquela aparência de mulher respeitável. Havia meses que ela alimentava um desejo cada vez mais sujo: ser destruída. Não um sexo bruto qualquer. Ela queria uma sessão completa de BDSM extremamente rough, com violência real, dor de verdade, humilhação e uso sem piedade. O moleque tinha 22 anos. Magro, forte, com ombros largos e um olhar frio. Ele não era o tipo carinhoso. Quando minha mãe combinou tudo com ele, deixou claro: — Quero apanhar até não aguentar mais. Quero ser fodida como uma puta sem valor. Sem dó. Sem pausa. Pode me machucar. Ele aceitou. Na noite marcada, ela chegou ao apartamento dele já sem calcinha, só de vestido curto. Assim que a porta se fechou, ele a empurrou contra a parede e segurou o queixo dela com força. — A partir de agora você não é mais ninguém. É só um buraco pra eu usar. Entendeu? Ela engoliu seco e balançou a cabeça. — Fala. — Entendi… senhor. Ele puxou o vestido para cima e rasgou a blusa por baixo. Os seios pesados saltaram. Ele apertou um deles com força, torcendo o mamilo até ela gemer de dor. Depois a empurrou de quatro no chão do corredor. — Fica aí. O primeiro tapa veio com a mão aberta, estalando forte na bunda direita. O som ecoou. Logo em seguida outro, na esquerda. Ele não deu tempo dela se acostumar. Uma sequência rápida e pesada de tapas com a mão, espalhando a pele, deixando as nádegas já vermelhas. Minha mãe gemia baixo, a cabeça baixa, a buceta já começando a ficar molhada só com a dor. Ele parou, andou até a mesa e voltou com um chinelo de borracha. O primeiro golpe do chinelo foi seco e estalado. A dor era diferente da mão: mais espalhada, mais quente. Ele bateu várias vezes seguidas no mesmo lugar, até a pele latejar. Depois mudou de lado. Minha mãe tremia, as coxas se abrindo sozinhas. — Conta os golpes — ele ordenou. — Um… dois… três… Quando chegou aos quinze, a bunda já estava ardendo de verdade. Ele largou o chinelo e pegou a palmatória de madeira. O som era seco, pesado. Cada batida fazia a carne tremer. Ele não tinha pressa. Dava três ou quatro golpes seguidos, esperava ela ofegar, e recomeçava. As marcas da palmatória se sobrepunham às do chinelo e da mão, deixando a bunda num vermelho profundo e irregular. Minha mãe já estava gemendo mais alto, o rosto encostado no chão, saliva escorrendo. — Mais… por favor… Ele riu baixo. — Você ainda está pedindo? Então ainda não doeu o suficiente. Ele pegou o paddle de couro. Era mais pesado. O impacto fazia a bunda inteira tremer. Ele bateu com força, sem ritmo, às vezes rápido, às vezes deixando longas pausas só para a dor se espalhar. Depois de várias dezenas de golpes, a pele estava inchada, quente, latejando. Algumas áreas já começavam a ficar roxas. Só então ele tirou o cinto da calça. O som do couro cortando o ar fez minha mãe contrair o corpo inteiro. O primeiro golpe do cinto queimou como fogo. Ela gritou. O segundo veio logo em seguida, no mesmo lugar. Ele não espalhava. Concentrava os golpes em áreas já marcadas, fazendo a dor se acumular. Linhas vermelhas e inchadas começaram a aparecer. Ela choramingava, as unhas arranhando o chão. — Aguenta — ele disse, frio. — Você pediu pra ser destruída. Ele continuou. Golpe atrás de golpe. A bunda, as coxas, a parte de baixo das nádegas. Quando ela tentou se mover, ele segurou o cabelo dela com força e a puxou para trás. — Não se mexa. Depois do cinto veio o cane. A vara fina de rattan. O som era diferente: um corte seco no ar, seguido de um estalo agudo na pele. A dor era precisa, cortante, como se a pele fosse rasgada. Minha mãe gritou de verdade pela primeira vez. Ele não parou. Deu uma sequência longa de golpes com o cane, deixando linhas finas e queimando por cima de todas as outras marcas. A bunda dela estava irreconhecível: vermelha, roxa, inchada, coberta de marcas de mão, chinelo, palmatória, paddle, cinto e cane. Só então ele a puxou pelo cabelo até a cama e a jogou de bruços. — Abre as pernas. Ela obedeceu, tremendo. A buceta estava encharcada, escorrendo pela coxa. Ele não preparou nada. Enfiou o pau de uma vez, seco e fundo. O gemido dela foi abafado quando ele segurou a nuca e empurrou o rosto contra o colchão. Começou a foder com força bruta, batendo a pelve contra a bunda marcada a cada estocada. Cada impacto fazia a dor da pele se misturar com a penetração profunda. Ele não tinha ritmo suave. Era só violência. Estocadas longas e pesadas, depois curtas e rápidas, segurando o cabelo e puxando a cabeça para trás. De vez em quando parava, dava dois ou três golpes com a mão aberta na bunda já destruída, e voltava a foder. — Você é só um buraco — ele rosnava. — Uma puta masoquista que precisa de porrada pra gozar. Minha mãe gemia sem conseguir formar palavras. A boca aberta, a baba escorrendo, os olhos marejados. Ele a virou de costas de uma vez, segurou as pernas abertas e voltou a enfiar. Agora olhava para o rosto dela enquanto a fodia. A cada estocada profunda ele dava um tapa no seio ou apertava o mamilo com força. Depois a puxou para a beira da cama, ajoelhou no chão e enfiou o pau na boca dela sem aviso. Segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a garganta com a mesma violência. Ela engasgava, lágrimas escorrendo, tentando respirar nos poucos segundos que ele dava. Saliva e melecavam o queixo e o pescoço. Ele só parou quando quis, puxando o pau para fora e batendo nele no rosto dela. — De quatro de novo. Ela engatinhou de volta. Ele enfiou de uma vez e recomeçou a foder sem piedade. Dessa vez usou o cinto enquanto penetrava. Segurava uma ponta e batia a outra na bunda e nas costas dela no meio das estocadas. O contraste entre a penetração profunda e os golpes de cinto fazia ela gritar e contrair o corpo inteiro. Ele a usou por muito tempo. Mudou de posição várias vezes: de quatro, de costas com as pernas no ombro, prensada contra a parede, sentada no colo dele enquanto ele segurava o cabelo e a fazia quicar com força. Em nenhum momento foi gentil. Em nenhum momento perguntou se ela estava bem. Só usava. Quando finalmente gozou, foi fundo, segurando o quadril dela com força e descarregando tudo dentro. Depois a empurrou de lado e se afastou. Minha mãe ficou ali, deitada de lado, a bunda completamente destruída, marcada de todas as formas possíveis, a buceta latejando e escorrendo porra, o corpo inteiro tremendo. A respiração ainda estava ofegante. As lágrimas tinham secado no rosto. Ele se vestiu sem pressa, olhou para ela uma última vez e disse: — Amanhã você vai sentir cada marca. E vai lembrar quem te fodeu de verdade. Ela só conseguiu murmurar um “sim, senhor”, a voz rouca e quebrada. Ficou ali sozinha por um tempo, o corpo doendo em todos os lugares, a mente ainda nublada pela intensidade. A dor latejava em ondas. Cada movimento fazia as marcas do cinto, do cane e do paddle arderem de novo. E, no meio de toda aquela dor, ela sentia o prazer sujo e profundo de ter sido usada exatamente como tinha pedido: sem piedade, sem cuidado, até o limite. Naquela noite, minha mãe descobriu até onde conseguia ir. E queria voltar.
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