A dentista 5



Depois daquela humilhação no consultório, as duas mal conseguiram chegar em casa. Minha mãe dirigia com as mãos tremendo, cada buraco na rua fazendo a bunda latejar. Larissa ia no banco do passageiro, o rosto ainda vermelho de tapa, os seios doendo, a buceta inchada. Nenhuma das duas falava.
Quando entraram no apartamento, minha mãe foi direto para o sofá e se jogou de lado, gemendo. Larissa ficou de pé, olhando para ela. O silêncio durou longos segundos. Depois a sobrinha falou, a voz baixa e estranha:
— Foi você.
Minha mãe ergueu o olhar, confusa.
— O quê?
— Foi você que me arrastou para aquela merda. Foi você que contou da dentista. Foi você que me levou lá a primeira vez. E hoje a gente se fodeu juntas por sua causa.
— Larissa, eu não—
Não conseguiu terminar.
Larissa avançou rápido, segurou o cabelo da tia com força e deu um tapa seco e pesado no rosto dela. O impacto fez a cabeça de minha mãe virar. O segundo tapa veio logo em seguida, do outro lado. Depois o terceiro. Larissa não estava brincando. Tinha raiva acumulada, humilhação e tesão misturados.
— Hoje quem vai apanhar e ser fodida sou eu? Não. Hoje quem vai apanhar é você. Sozinha.
Minha mãe tentou se levantar, mas Larissa a empurrou de volta no sofá e rasgou a blusa que ela tinha colocado às pressas. Os seios pesados e ainda marcados saltaram. A sobrinha não hesitou. Começou a bater neles com a mão aberta, forte, estalando a carne já sensível. Cada tapa fazia os seios tremerem. Depois apertava os mamilos com força e torcia, arrancando gritos da tia.
— Cala a boca e aguenta. Você me deve isso.
Larissa a puxou pelo cabelo até o meio da sala e a jogou de quatro no chão. Puxou a calça e a calcinha para baixo de uma vez. A bunda ainda roxa e inchada da surra anterior ficou exposta. A sobrinha pegou o cinto que estava jogado na bolsa e desferiu o primeiro golpe sem aviso. O couro cortou o ar e bateu com força. Minha mãe gritou. Larissa não espalhou. Concentrou os golpes, chicoteando a mesma área várias vezes até a pele latejar ainda mais.
Depois largou o cinto e começou a bater com a mão aberta direto na buceta. Tapas secos, repetidos, degradantes. A buceta já inchada da sessão com as cinco mulheres agora recebia ainda mais castigo. Minha mãe tentava fechar as pernas, mas Larissa segurava as coxas abertas com força e continuava.
— Abre. Você vai apanhar até eu cansar.
A surra durou muito. Tapa no rosto, tapa na teta, tapa na bunda, tapa na buceta. Larissa alternava sem piedade, usando a mão, o cinto e até o chinelo que encontrou perto da porta. O corpo de minha mãe, que já estava destruído, agora recebia uma segunda camada de marcas e dor.
Quando finalmente parou de bater, Larissa estava ofegante e visivelmente excitada. Tirou a própria roupa rápido, pegou o strapon que ainda estava na bolsa e ajustou na cintura. O brinquedo grosso balançava entre as pernas dela enquanto olhava para a tia caída no chão.
— Agora você vai levar.
Posicionou a cabeça do strapon na entrada da buceta inchada e empurrou de uma vez, fundo. Minha mãe gritou com a penetração brusca. Larissa não deu tempo de adaptação. Começou a foder com estocadas violentas e profundas, segurando o quadril da tia e batendo a pelve contra a bunda marcada a cada embalo. Enquanto fodia, continuava castigando: tapa no rosto, aperto forte nos seios, chicotada ocasional com o cinto.
Depois de vários minutos destroçando a buceta, tirou o strapon, repositionou e forçou a entrada no cu. Foi seco e dolorido. Minha mãe gritou mais alto. Larissa empurrou até o fundo e começou a foder o cu da tia com a mesma força bruta. As estocadas eram longas, pesadas, sem qualquer cuidado. A cada uma ela puxava o cabelo de minha mãe e dava um tapa seco no rosto ou nos seios.
— Grita. Eu quero ouvir você gritar.
Larissa a usou em várias posições. De quatro no chão, deitada de costas com as pernas abertas à força, prensada contra a parede, ajoelhada enquanto levava o strapon fundo na garganta. Em todas, a surra continuava. A sobrinha parecia ter acumulado toda a raiva e a humilhação do dia e estava descontando inteira na tia.
Em determinado momento ela tirou o strapon, se sentou no sofá e puxou o rosto de minha mãe para entre as pernas.
— Chupa. E chupa como se sua vida dependesse disso.
Minha mãe obedeceu, a língua trabalhando na buceta molhada da sobrinha enquanto Larissa segurava o cabelo dela e ocasionalmente dava um tapa no rosto. Depois de gozar esfregando a buceta contra a boca da tia, Larissa colocou o strapon de novo e voltou a foder o cu dela com ainda mais força, como se quisesse gravar a lição.
Quando finalmente parou, minha mãe estava caída no chão da sala, o corpo inteiro destruído pela segunda vez no mesmo dia. Respirava com dificuldade, as pernas tremendo, fluidos escorrendo pela coxa. O olhar de quem tinha planejado vingança junto com a sobrinha tinha desaparecido. Só restava dor e humilhação.
Larissa tirou o strapon, se vestiu com calma e olhou para a tia.
— Da próxima vez que tiver uma ideia genial de me arrastar para uma merda dessas, lembra que eu sei exatamente como te fazer pagar.
Minha mãe não respondeu. Só conseguiu fechar os olhos, o corpo latejando em todos os lugares que tinham sido castigados de novo.
A sobrinha tarada tinha se vingado.
E a tia, pela primeira vez, tinha levado uma surra e uma foda completas das mãos da própria sobrinha.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


276680 - A dentista 8 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276679 - A dentista 7 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276678 - A dentista 6 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276676 - A dentista 4 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276674 - A dentista 3 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276673 - A dentista 2 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276672 - A dentista 1 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276671 - A vingança do gay - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276669 - Na base da ripa - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276664 - A bibliotecaria - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276663 - Irmãs levando ferro - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276662 - Surra e foda de pai - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276660 - Moleque carralhudo - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276658 - Surra de professora - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276655 - Minha mãe no bdsm 2 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276653 - Minha mãe no bdsm 1 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276642 - O terreiro - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276561 - Mamãe na farmácia 2 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 4
276560 - Mamãe na farmácia 1 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
276558 - Mamãe e o futebol 2 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
276557 - Mamãe e o futebol 1 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
276556 - Pai morto Pai corno - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2
276555 - Palhaço feliz - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 3
276554 - Surra de peixe - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
276549 - Irmão do genro - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
276546 - A grande cagada de mamãe - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276501 - Moleque João - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
276500 - Moleque henrique - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
276499 - Mãe puta de moleque 15 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
276498 - Mãe puta de moleque 14 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A dentista 5

Codigo do conto:
276677

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
07/11/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0