Minha mãe não conseguiu dormir direito naquela noite. Cada vez que se mexia na cama, as marcas latejavam. A bunda estava inchada, quente, coberta de hematomas roxos e linhas vermelhas do cane. Quando finalmente conseguiu se levantar de manhã, sentiu a porra dele ainda escorrendo devagar pela coxa interna. O corpo inteiro doía. E, mesmo assim, a buceta latejava de vontade. Ela mandou mensagem para o moleque: “Quero mais. Hoje. Mais pesado.” A resposta veio rápida: “Vem. E dessa vez não vai sair andando.” À tarde ela voltou. Dessa vez ele já estava esperando com a porta entreaberta. Assim que ela entrou, ele a segurou pelo cabelo e a arrastou até o meio da sala. Sem conversa. Sem carinho. — Tira tudo. Agora. Ela obedeceu. Ficou nua. Ele andou em volta dela, avaliando as marcas do dia anterior. Passou a mão pela bunda inchada e apertou forte um dos hematomas. Ela soltou um gemido agudo. — Ainda dói? — Dói pra caralho… — Bom. Ele a empurrou de quatro no chão frio e foi buscar os instrumentos. Dessa vez trouxe mais coisas: o cinto mais grosso, o paddle de madeira pesado, a palmatória, o chinelo, o cane e também uma vara mais fina e flexível. Colocou tudo em cima de uma cadeira perto dela. O primeiro a ser usado foi o chinelo de novo. Ele bateu rápido, sem contar, só para reacender a dor das marcas antigas. O estalo seco ecoava na sala. Minha mãe gemia baixo, a cabeça baixa, as unhas arranhando o chão. Depois veio a mão aberta, pesada, espalhando a pele já sensível. Cada tapa fazia a bunda tremer. Ele parou só o suficiente para pegar a palmatória. O som era diferente: seco, de madeira batendo em carne. Ele concentrou os golpes nas partes mais inchadas, fazendo ela gritar. Depois do vigésimo golpe, as lágrimas já escorriam. Ele não se importou. — Abre mais as pernas. Ela obedeceu. Ele passou a bater também na parte interna das coxas, perto da buceta. A dor era mais aguda ali. Ela tremia inteira. Só então ele pegou o paddle. Era pesado. Cada impacto fazia o corpo dela se mover para frente. Ele batia com força total, sem ritmo, às vezes três seguidos no mesmo lugar. A bunda ficou num tom roxo-avermelhado irregular, latejando. Quando o paddle não bastou mais, veio o cinto. O couro grosso cortou o ar e bateu com um estalo seco e dolorido. Minha mãe gritou de verdade. Ele não espalhou os golpes. Concentrou em faixas, fazendo linhas inchadas se formarem por cima das marcas antigas. Depois de várias dezenas de chicotadas, a pele estava prestes a ceder em alguns pontos. Ele largou o cinto e pegou o cane. O primeiro golpe da vara fina foi como um corte de fogo. Ela gritou alto, o corpo se contraindo. Ele deu uma sequência longa e rápida, sem pausa, cobrindo a bunda e a parte de cima das coxas com linhas finas e queimando. Quando finalmente parou, minha mãe estava ofegante, a testa encostada no chão, o corpo inteiro tremendo. Ele se ajoelhou atrás dela, segurou o cabelo com força e enfiou o pau de uma vez na buceta encharcada. Não teve carinho. Começou a foder com estocadas profundas e violentas, batendo a pelve contra a bunda destruída a cada embalo. A dor das marcas se misturava com a penetração bruta. Ela gemia abafado, a boca aberta. Ele fodeu assim por vários minutos, sem diminuir a força. Depois a puxou pelo cabelo até a cama e a jogou de bruços. Subiu em cima dela, segurou os pulsos atrás das costas com uma mão só e voltou a enfiar. Agora o peso do corpo dele prensava ela contra o colchão enquanto ele a usava sem piedade. — Você é só carne — ele rosnava no ouvido dela. — Um buraco que eu posso arrebentar. Ele tirou o pau, virou o rosto dela e enfiou na boca com a mesma violência. Fodeu a garganta fundo, segurando a cabeça e empurrando até o fundo. Ela engasgava, lágrimas escorrendo, saliva e melecavam o queixo e o pescoço. Ele só soltava quando ela estava quase sem ar, e depois enfiava de novo. Depois a colocou de quatro outra vez. Dessa vez ele cuspiu na mão, passou na entrada do cu e empurrou o polegar para dentro. Ela contraiu. Ele não esperou. Substituiu o polegar pelo pau e forçou a entrada. Foi seco e dolorido. Minha mãe gritou, os dedos se fechando no lençol. Ele não parou. Empurrou até o fundo e começou a foder o cu dela com a mesma força bruta que tinha usado na buceta. Enquanto a penetrava por trás, ele pegou o cinto com uma mão e voltou a bater na bunda e nas costas dela. Cada estocada profunda vinha acompanhada de um golpe de couro. A combinação de penetração anal violenta e chicotadas fez ela gritar sem parar. Ele a usou assim por um tempo longo. Alternava entre o cu e a buceta, às vezes enfiando dois dedos num buraco enquanto fodia o outro. De vez em quando parava só para bater mais, com a mão, com o paddle ou com o cane, reativando a dor. Quando finalmente gozou, foi no cu dela, fundo, segurando o quadril com força e descarregando tudo dentro. Depois tirou o pau e empurrou a cabeça dela para baixo. — Limpa. Ela lambeu o pau sujo de porra e de merda, a língua passando devagar, o gosto amargo e sujo. Ele segurou o cabelo e fodeu a boca de novo por mais alguns minutos, só por humilhação. Quando terminou, a largou caída na cama. Minha mãe estava destruída. A bunda e as coxas eram um mapa de hematomas, linhas de cane, marcas de cinto e paddle. O cu latejava, escorrendo porra. A garganta doía. O corpo inteiro tremia. Ele se sentou na beira da cama, acendeu um cigarro e olhou para ela. — Amanhã você não vai conseguir sentar. E ainda assim vai me mandar mensagem pedindo mais. Ela não conseguiu responder logo. Só conseguiu respirar fundo, a voz rouca quando finalmente falou: — …Sim. Ele sorriu de canto. — Então descansa. Porque da próxima vez eu vou te amarrar e usar por horas. Minha mãe fechou os olhos. O corpo doía em todos os lugares possíveis. A mente ainda estava nublada pela intensidade. E, no meio de toda aquela dor latejante, uma certeza suja e clara: Ela ia voltar. De novo. E de novo.
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